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Por Unknown | quinta-feira, 13 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Sábado, dia 15 de Julho, William Basinski, músico e compositor nova-iorquino  apresenta o seu mais re-cente trabalho A Shadow In Time, na Catedral  de Viseu. Após a aplaudida crítica a The Disintegration Loops, cuja génese coincidiu com o dia 11 de Setembro de 2001, o último trabalho A Shadow in Time, de Janeiro de 2017, é composto por duas faixas:  a primeira é uma homenagem a David Bowie, enquanto, na seguinte, Basinski  recupera o VoyetraEight, um sintetizador obsoleto.

A criação única preparada especificamente para esta sétima edição, conta com os históricos portugueses Pop Dell’Arte, Tiago Pereira e o Grupo de Percussão de Valhelhas - projecto comunitário que nasceu em Valhelhas (Guarda) e que reúne diferentes gerações em redor da percussão tradicional. A apresentação, em conjunto, inclui   uma versão do tema Ritual Transdisco, com duração de 20 minutos, e acontece no mesmo dia, no Adro da Igreja  da Misericórdia.

A voz da performer e compositora norueguesa Stine Janvin irá  povoar o claustro da catedral  com a apresentação de Fake Synthetic Music, onde explora e estende as fronteiras da acústica natural  da voz.

Dia 15 de Julho será também o dia do Festival   Política se estender uma vez mais a Viseu, trazendo do outro lado  do oceano, o retrato dos movimentos sociais da Brasília, com a projecção do filme Ressurgentes de Dácia Ibiapina.

Na sexta-feira, dia 14 de Julho, às 21h30, a Igreja  da Misericórdia será o palco para a apresentação do trio dinamarquês Vanessa Amara, da editora Posh Isolation,  que está em residência artística em Viseu, a preparar o que será uma viagem imersiva  entre loops e feedbacks.

A catedral  recebe a guitarra eléctrica colocada ao serviço da música ambiental  e experimental  do austríaco Fennesz,  que se apresenta na companhia das múltiplas possibilidades tímbricas do trompete do norueguês Arve Henriksen,  e o saxofonista britânico Evan  Parker, um dos mestres da música aton-al  e do free jazz, e um dos mais influentes  saxofonistas europeus.

O concerto dos portugueses Phantom Vision, pela mão da Fora  de Rebanho, Associação Cultural  de Viseu, acontece no adro da Igreja.

Para terminar as noites, sessões de música com Dj Firmeza  (dia 14) da editora portuguesa Príncipe, e com Superpitcher (dia 15), da editora alemã Kompakt.

Hoje,  dia 13, George Marvinson, projecto a solo de Tiago Vilhena, da banda portuguesa Savanna, chega à Praça D. Duarte, pelas 22h00.

Sob o tema Paradoxo, os Jardins Efémeros  decorrem até ao próximo dia 16 de Julho, no centro histórico de Viseu. Até lá,  há ainda espaço para as múltiplas actividades integradas  no programa, como as criações de teatro de Jorge Fraga,  os dj sets diários dos Pratos da Casa no Largo  Pintor Gata, oficinas para crianças, jovens e adultos, as exposições permanentes de artes visuais e muito mais.
Por Unknown | terça-feira, 11 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
No próximo Sábado, dia 15 de Julho de 2017, o Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, vai estar em Viseu para participar em duas importantes iniciativas.

A primeira iniciativa, ocorrerá pelas 18 horas e constará da visita a Real, Freguesia de maioria CDU, no Concelho de Penalva do Castelo, onde Jerónimo de Sousa manterá contacto com a população e com o reconhecido trabalho realizado pelos eleitos da CDU.

O segundo momento da presença de Jerónimo de Sousa, em Viseu, será o Jantar CDU, que terá lugar pelas 19,30 horas, na Escola Secundária de Viriato.

Por Unknown | segunda-feira, 10 de julho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Integrado no programa da sétima edição dos Jardins Efémeros, o encontro de improvisação liderado por Evan   Parker, um dos mais influentes saxofonistas europeus, sob um conceito de Pedro Rebelo, com-positor, performer e artista sonoro português, acontece até quarta-feira. O encontro contempla uma oficina de criação com músicos improvisadores do território nacional que tem como objectivo explorar a relação entre o espaço e a improvisação. Entre hoje e amanhã, o grupo de músicos, seleccionado após candidaturas, conduzido por Evan Parker, ocupa espaços menos comuns à performance musical, espalhados pela cidade de Viseu. Dois dias de improvisação e gravação que culminam com o debate público com todos os participantes, moderado pela saxofonista e investigadora Franziska   Schroeder, assente na improvisação como prática criativa, a ter lugar quarta-feira, dia 12 de Julho às 18h30.

O ciclo de cinema programado por Isabel     Nogueira para esta edição sob o tema “Paradoxo”, centra-se nos clássicos de cineastas como Wim Wenders ou Orson Welles, e reporta questões paradoxais pre-sentes em vivências diárias individuais e colectivas ou em situações emocionais, políticas e sociais. Ao ar livre, na Praça D. Duarte, serão exibidos Touch of Evil     (A Sede do Mal) de Orson Welles, The Foun   - tainhead (Vontade Indómita) de King Vidor e Der Himmel     über Berlin (As Asas do Desejo) de Wim Wenders. A extensão do Festival     Política a Viseu, traz do outro lado do oceano, no próximo dia 15 de Julho, o retrato dos movimentos sociais da Brasília, com a projecção do filme Ressurgentes de Dácia Ibiapina.

Com espírito no jazz e na música improvisada, a aparição do duo Peter Gabriel   (Gabriel Ferrandini, bateria e percussão, e Pedro Sousa, saxofone tenor) acontece na próxima quarta-feira, dia 12, na Praça D. Duarte. Quinta-feira, dia 13, é o dia de George Marvinson, projecto a solo de Tiago Vilhena, da banda portuguesa Savanna.

Durante a semana, para além das instalações e exposições permanentes, e das oficinas e mercados que decorrem também diariamente, o programa integra ainda as criações e apresentações de teatro de Jorge Fraga,   assentes no paradoxo de que o Silêncio é o Grito Mais Forte.

Para o segundo fim-de-semana (14 e 15 de Julho) esperam-se os momentos únicos da Catedral de Viseu, com o americano William Basinski, um dos compositores mais fascinantes do nosso tem-po, que irá apresentar a sua mais recente obra. A Shadow In Time é composta por duas faixas: a primeira é uma homenagem a David Bowie, enquanto, na seguinte, Basinski recupera o VoyetraEight, um sintetizador obsoleto. A Catedral recebe igualmente o austríaco Fennesz,   que se apresentará na companhia do norueguês Arve Henriksen   (trompete) e o saxofonista britânico Evan   Parker, um dos mestres da música atonal e do free jazz.

A voz da performer e compositora norueguesa Stine Janvin irá povoar o Claustro da Catedral com a apresentação de Fake Synthetic Music, onde explora e estende as fronteiras da acústica natural da voz. Outros dos destaques são a Igreja da Misericórdia como palco para a apresentação do trio dinamarquês Vanessa Amara, da editora Posh Isolation. A criação única dos históricos portugueses Pop Dell’Arte com Tiago Pereira e o Grupo de Percussão de Valhelhas, e o concerto dos portugueses Phantom Vision, pela mão da Fora   de Rebanho, Associação Cultural de Viseu, acontecem no adro da Igreja.

Para terminar as noites, sessões de música com Superpitcher, da editora alemã Kompakt, e Dj Firmeza,   da editora portuguesa Príncipe.

Sob o tema Paradoxo, os Jardins Efémeros decorrem até ao próximo dia 16 de Julho, no centro histórico de Viseu.
Por Unknown | sexta-feira, 7 de julho de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
O Festival Política terá a sua primeira extensão na cidade de Viseu com uma programação inclui filmes, uma exposição e um workshop. Todas as atividades são de acesso gratuito e integram a programação dos Jardins Efémeros, festival cultural que durante 10 dias vai animar a cidade.

A extensão do Festival Política arranca a 8 de Julho pelas 22h, na Praça D. Duarte, onde será exibido o filme “Os Negócios de Bruxelas”, de Matthieu Lietaert e Friedrich Moser (Alemanha). Trata-se de um documentário que mergulha nas delicadas relações entre a elite política e as grandes multinacionais e analisa o modelo atual da Europa.

A 15 de Julho (21h50), na mesma praça, será exibido o documentário “Ressurgentes”, de Dácia Ibiapina (Brasil). O filme acompanha os movimentos sociais de Brasília entre 2005 e 2013: Movimento Passe Livre (por um transporte gratuito e de qualidade), Fora Arruda e Máfia (contra o governador José Arruda) e Santuário Não se Move (contra a criação de um bairro em território indígena).

Em colaboração com a Escola de Tecnologias Inovação e Criação – ETIC serão estreados seis filmes desenvolvidos por alunos que têm como objetivo entusiasmar os mais novos a participar nas próximas eleições, numa linguagem adaptada às redes sociais. O resultado desta parceria entre o Festival Política e o curso de Cinema e Televisão da ETIC será apresentado antes da projeção dos filmes “Os Negócios de Bruxelas” e “Ressurgentes”.

Ainda no dia 15 de Julho, às 18h, no espaço CAOS – Casa d'Artes e Ofícios, será dinamizado o workshop Empaville. Desenvolvido pela Oficina do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES) será dirigido ao público juvenil tendo como propósito a capacitação cívica e formas de intervenção no espaço público, nomeadamente ao nível dos orçamentos participativos.

Nos espaços expositivos dos Jardins Efémeros será também possível encontrar as obras criadas pelos artistas e designers Alberto Faria, André da Loba, Carolina Maria, ± Miguel Januário, Sara Maia, que desenvolveram peças artísticas sobre a abstenção/não participação cívica.

A extensão na cidade de Viseu do Festival Política integra-se assim no festival cultural Jardins Efémeros, cuja programação está disponível no site http://jardinsefemeros.pt/.
A primeira edição do Festival Política decorreu em Abril, em Lisboa, tendo a abstenção como tema central.

Por Unknown | quinta-feira, 6 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente, sobre a deposição de lamas na Serra do Seixo concelho de Sátão, que são posteriormente, enterradas, envolvidas e remexidas com terras e aterros existentes numa área florestal perto da povoação de Contige e da sede de concelho.

É possível ainda constatar um cheiro intenso e nauseabundo, não só no local, mas também nas vias rodoviárias onde circulam os camiões que transportam as lamas, pelo que se torna num risco para o ambiente e para a saúde pública, não só pelos odores nauseabundos e pela propagação de insetos, mas também pela eventual contaminação dos solos e das águas.

Pergunta:

No passado dia 28 de junho o Partido Ecologista Os Verdes visitou a Serra do Seixo, no concelho de Sátão, para constatar o atentado ambiental que se verifica numa área com alguns hectares onde estão a enterrar várias toneladas de lamas, aparentemente provenientes de ETAR's da região.

Na visita ao local Os Verdes observaram camiões da empresa Irmãos Almeida Cabral a descarregarem toneladas de lamas, com uma frequência de trinta em trinta minutos, que são posteriormente, enterradas, envolvidas e remexidas com terras e aterros existentes, recorrendo a uma máquina giratória. Refira-se que o local escolhido para o enterramento das lamas se situa numa área florestal perto da povoação de Contige e da sede de concelho (a cerca de 700 metros), que apresenta uma inclinação considerável propícia ao seu arrastamento e posterior contaminação de águas e solos a jusante.

Para além deste atentado ambiental foi possível constatar um cheiro intenso e nauseabundo, não só no local, mas também nas vias rodoviárias onde circulam os camiões que transportam as lamas. Estes veículos circulam sem qualquer tipo de cobertura, deixando cair lamas nas vias por onde passam, atraindo uma quantidade elevada de moscas e mosquitos.

Esta situação que se verifica na Serra do Seixo é um risco para o ambiente e para a saúde pública, não só pelos odores nauseabundos e pela propagação de insetos, mas também pela eventual contaminação dos solos e das águas.

Em setembro de 2016 a CCDR-Centro levantou o auto de notícia 41/2016 à empresa Irmãos Almeida Cabral II, Ambiente S.A. por infração, tendo em conta que a empresa não deu cumprimento à ordem de remoção das lamas do local identificado em Serra do Seixo, no concelho de Sátão, para destino autorizado. O processo de contraordenação estava, em setembro de 2016, em fase de instrução tendo sida dada a prioridade máxima, atendendo à gravidade da situação segundo informação do Ministério do Ambiente a pergunta escrita dirigida pelo PEV ao governo.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- O Ministério do Ambiente confirma que a empresa Irmãos Almeida Cabral II, Ambiente é a responsável pela deposição de lamas na Serra do Seixo?

2- A quem pertence a propriedade dos terrenos onde estão a ser depositadas as lamas?

3- A empresa responsável tem licença para o depósito e enterro das lamas na Serra do Seixo?

4- O Ministério confirma que as lamas são provenientes de ETAR's? Se não, qual a sua origem?

5- As lamas que estão a ser depositadas encontram-se tratadas? Qual o motivo por estarem a ser enterradas?

6- Tendo em considerando que a CCDR-Centro já deu ordem à empresa Irmãos Almeida Cabral II, S.A. para retirar as lamas depositadas na serra do Seixo por que motivos continuam no local a ser depositadas toneladas de lamas?

7- Do auto de notícia 41/2016 instaurado pela CCDR-Centro resultou alguma coima? Se sim, qual o valor?

8- Que tipo de fiscalização tem sido efetuadoà carga, descarga e transporte de lamas, nomeadamente provenientes de ETAR's?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”

Por Unknown | quarta-feira, 5 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, acaba de anunciar o chumbo do Tribunal de Contas à criação da empresa municipal ÁGUAS DE VISEU, E.M.. Este chumbo vem dar  razão ao Bloco de Esquerda que  na Assembleia Municipal votou contra esta decisão do executivo por violar a Lei que regula o sector empresarial local, como já haviamos alertado em relação à SRU (o BE foi o único partido, na Assembleia Municipal a votar contra a aquisição da participação do IHRU) e à Expovis, e fez questão de que a declaração de voto do seu eleito fosse anexada ao processo a enviar ao Tribunal de Contas.  Na ocasião denunciámos este modelo por abrir as portas à privatização do sistema de abastecimento público de água e saneamento, à semelhança do que já aconteceu noutros concelhos vizinhos, onde as taxas subiram ao ponto de serem das mais caras do país.

Este modelo retira o controlo democrático directo da Assembleia Municipal sobre os orçamentos, planos de investimento e prestação de contas da Águas de Viseu, EM.

Outra consequência grave seria a precarização das relações laborais que seriam niveladas por baixo com a contratação de pessoal em regime de contrato de trabalho (e não no regime da função pública) ou o recurso ao "outsourcing" e subcontratação de serviços, conforme indica o próprio estudo com que a Câmara justificou a proposta. Advogados da CMV e do SMAS já ouviram os trabalhadores que se queixam de pressões para aceitarem integrar os quadros da nova empresa, sob pena de irem para a mobilidade, apesar de Almeida Henriques ter afirmado na AM, que se algum trabalhadores não quisesse passar para a nova empresa ficaria nos quadros do município, conforme lhe recordou o deputado municipal do BE.

O presidente da AM, Mota Faria, também do PSD, disse defender o serviço público de águas e saneamento e declarou não ver vantagem na dispensa de aprovação da AM e que só votaria a favor por dar o benefício da dúvida a Almeida Henriques que assegurou que enquanto for presidente não haverá privatização.

Mas Almeida Henriques admitiu que não poderia responder "por um presidente que venha daqui a uns anos, que pense de outra forma". Na verdade ele seria sempre responsável por ter aberto a porta a futuros negócios privados.

Também o secretário da mesa da AM, João Cotta, eleito pelo PSD, considerou que a gestão pública pode ser tão boa ou tão má como a privada, pelo que declarou só votar a favor por causa da confiança política no presidente da CMV.

Recorde-se que os municípios de Barcelos e Tomar, que há muito haviam privatizado a distribuição de água, perante as pretensões dos respectivos concessionários de aumentar o preço da agua em mais de 30%, decidiram remunicipalizar. Tomar foi o primeiro município no país a privatizar a água e o primeiro a remunicipalizar, depois da concessionária, a chinesa Be Water, exigir aumentos de 35%. Já há outros municípios que querem reverter a privatização, por esta se revelar sempre ruinosas para as autarquias e para as populações. A Câmara de Barcelos foi obrigada a indemnizar a concessionária Águas de Barcelos, em 172 milhões de euros. Também no resto da Europa há muitas cidades a remunicipalizar, como Berlim ou Paris, por terem chegado à conclusão que a privatização deste serviço público, pôe em causa a declaração da ONU de 2010 que considera a àgua como um bem comum, património de toda a Humanidade.

Por Unknown | terça-feira, 4 de julho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Os cerca de 120 trabalhadores da PT/MEO/Altice Viseu, estão em choque depois de saberem da notificação feita a 6 colegas da área de actividade de projectos e implementação da rede de acesso, que a pretexto do argumento de “maior eficácia na gestão”, invocado pela PT/MEO/Altice, vão ser incorporados na “ATLÂNTICO”, uma sub-holding da VISABEIRA.

Os visados foram informados que “…a partir da primeira hora do dia 22 de julho de 2017, … serão incorporados e integrados nos quadros e departamentos da ATLÂNTICO…”, cujo contrato de compra e venda com a PT/MEO/Altice, é fundamentado “na necessidade de reorganizar o “Departamento de EIF – Engenharia e Implementação da Rede de acesso Fixa”.

Este fraudulento expediente foi já utilizado pela PT/MEO/Altice, para enviar para outra “empresa externa”, no caso a WinProvit, 37 trabalhadores da Direcção de Tecnologias de Informação (DIT), que englobou 1 técnico da PT/MEO/Altice Viseu.

Diz a multinacional francesa que o “Acordo Coletivo de Trabalho atualmente vigente na MEO… será transmitido da Entidade Empregadora para o Transmissário”. O que não diz é que a empresa que recebe os trabalhadores apenas tem de respeitar “todos os direitos e garantias” durante 12 de meses. E depois dessa data…?

Lembrar que em dois anos a Altice já se “libertou” de mais de 1000 trabalhadores, através de vários processos, nomeadamente o da chantagem e intimidação.

Os trabalhadores da PT/MEO/Altice Viseu temem, por isso, fundamentadamente, que a não ser travado este processo com a luta dos trabalhadores e a intervenção do Governo, a breve prazo a unidade local da cidade possa vir a encerrar.

O que não deixa de ser absurdo é que todo este processo ocorra num contexto em que a Câmara de Viseu se ufana de ter estabelecido um acordo com a Altice para a “criação de 250 postos de trabalho”, no qual se comprometeu a “arranjar instalações e a fazer as obras necessárias” para o funcionamento do “contact center” da multinacional.

Pagamos para que a PT/MEO/Altice destrua postos de trabalho altamente qualificados, estáveis, remunerados de acordo com os contratos de trabalho da empresa, para o Presidente da Câmara se sentir reconfortado com a criação de trabalho precário, mal remunerado e pouco qualificado e cujo número está muito longe de corresponder ao anúncio feito.  É preciso que a Câmara de Viseu clarifique de que lado está e se está disposta a empenhar-se na defesa dos postos de trabalho actualmente existentes na Unidade de Viseu da PT/MEO/Altice.

Esta é uma situação inaceitável, que sem prejuízo da denúncia que o PCP tem desenvolvido, requer a unidade e luta dos trabalhadores da PT/MEO/Altice em defesa dos postos de trabalho, dos direitos e do futuro da empresa.
É preciso dizer basta!

A defesa dos postos de trabalho, o fim das ameaças e chantagens, a valorização dos direitos dos trabalhadores, requerem uma atitude firme e determinada da parte do Governo e não a sua submissão aos interesses da multinacional Altice.

Para o PCP, defender os direitos dos trabalhadores, é defender ao mesmo tempo o futuro da empresa e o seu papel no desenvolvimento do sector das telecomunicações no nosso país, seja no plano do investimento e da investigação, seja no plano do serviço prestado às populações e à economia portuguesa. E como o PCP defende, só o controlo público do sector das telecomunicações, incluindo da PT, dará essas garantias.
Por Unknown | terça-feira, 27 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O Palácio do Gelo Shopping, em Viseu, e a Cruz Vermelha Portuguesa arrancaram hoje com uma campanha solidária que se destina a recolher bens para apoiar as vítimas dos violentos incêndios que devastaram a Região Centro do país. A iniciativa, que decorre durante o verão, tem ainda como objetivo criar kits de reserva alimentar para Bombeiros, Proteção Civil e populações que venham a ser afetadas por eventuais incêndios.

Para além dos bens essenciais, como barras energéticas, águas, bebidas açucaradas e alimentos não perecíveis, a campanha inclui, na lista de dádivas prioritárias, vestuário, lençóis, mantas e toalhas, entre outros têxteis-lar, mobiliário e eletrodomésticos. Os donativos devem ser entregues no Balcão de Informações do Palácio do Gelo Shopping, situado no piso -2.

O Palácio do Gelo Shopping ficará responsável pelo armazenamento dos bens angariados, que posteriormente serão registados e distribuídos pela Cruz Vermelha Portuguesa, facilitando assim o processo de doação.

Os promotores da iniciativa agradecem a solidariedade de todos aqueles que possam contribuir na ajuda e no apoio de todos os envolvidos ou afetados pelo combate desigual contra as chamas.

Por Unknown | | Publicado em , , | Com 0 comentários
Numa sessão com  quinze pontos na Ordem de Trabalhos, a eleita da CDU na Assembleia Municipal de Viseu, Filomena Pires, marcou de novo o debate e proposta política neste órgão, intervindo com fundamentação na maioria dos pontos.

No período de Antes da Ordem do Dia levou à discussão o Plano Municipal para a Integração das Comunidades Ciganas, contrapondo-o às soluções de cariz xenófobo, securitário e desconexo do Executivo Municipal.

Requereu explicações sobre o contrato estabelecido entre a autarquia e a RANDSTAD, no que concerne ao funcionamento do “contact center” da Altice e sobre quem paga a renda do espaço e as obras a decorrer nas instalações da Universidade Católica.

Entregou na Mesa um requerimento dirigido à Câmara, procurando saber se a autarquia teve conhecimento da falência da Cooperativa dos Fruticultores da Beira Alta e se o Programa Viseu Investe foi chamado a intervir, para ajudar a encontrar soluções que evitassem a insolvência e o encerramento de actividade da empresa.  Ainda sobre o assunto, perguntou se tendo em conta o valor económico, técnico e físico das instalações agora devolutas da Cooperativa, prevê a Câmara exercer algum tipo de influência para a sua preservação e salvaguarda?

Por solicitação de moradores no Bairro da Quinta da Carreira, entregou na Mesa um Requerimento para que a Câmara esclareça quem concedeu autorização para o plantio de eucaliptos a cinco metros das casas.
Igualmente solicitou, verbalmente e por escrito, esclarecimentos sobre o estado de execução do Programa Municipal das Hortas Comunitárias.

Também sobre a não execução pela Comissão Municipal de Toponímia, da colocação do nome do Dr. Diamantino Henriques numa artéria da cidade, em resultado da aprovação unanime desse desígnio pela Assembleia de Freguesia de Viseu, quis saber se tal se devia a preconceitos ideológicos, pelo facto de se tratar de um médico comunista?

Sobre a informação política do Presidente da Câmara à Assembleia, considerou a eleita da CDU, que embora ela seja mais moderada e menos encomiástica, contém os traços basilares dos grandes desígnios do mandato, a começar pela “solidez financeira”. Considerou Filomena Pires que, sobre esta matéria, o País tem abundantes exemplos de “boa gestão e solidez financeira”, até de “cofres cheios”, mas que deixaram o território vazio de investimento, necessário à resolução de problemas elementares, para a elevação da qualidade de vida do povo.

Nos Pontos 8 e 9 discutiram-se as alterações aos Regulamentos do Viseu Solidário e do Viseu Habita. Filomena Pires disse sobre esta matéria “não poder concordar com a proposta de discriminação positiva, por entender que é uma alteração peregrina, que corre atrás do fetiche das “famílias numerosas”. Quanto ao regulamentado do Viseu Habita e do conteúdo dos seus artigos 5º e 13º, disse “parecerem ser incluídos por encomenda e sobre a pressão de acontecimentos recentes, relativos ao Bairro de  Paradinha”, quando referem que  “a prática de ameaças ou a tentativa de coação sobre o funcionário pelo requerente (de habitação) ”, são motivo de exclusão”. Devia haver uma ressalva quando se trate de casos de vítimas de violência doméstica. Nestes casos, esclareceu a eleita da CDU, o agressor é membro do agregado e muitas vezes procura interferir no processo de autonomização da vítima, nomeadamente através da agressão física ou verbal de terceiros, que apoiam esse processo.

Os pontos 14 e 15, eram relativos a pedidos infundados de “Reconhecimento de Interesse Municipal” , de obras ilegais na Quinta de Lemos e em Vila Chã de Sá. “Alguém anda a aconselhar os infratores a invocar o DL nº 165/2014 de 5 de Novembro, para branquear tudo quanto é ilegalidade e tenho cá um palpite de que sei quem é”, referiu na discussão Filomena Pires. O objectivo da Câmara é “legalizar” através do referido DL 165/2014, obras ilegais que contrariam o PDMViseu.

“Volto a formular a pergunta já por mim aqui feita sobre um assunto similar: para que serve o PDM? Para ser alterado quando convém a determinados interesses? Estamos perante a consumação sem pudor, do princípio de que a ilegalidade compensa. Infringe-se a lei sem problemas, pois haverá sempre um DL 165/2014, para promover a legalização”. “O Ministério Público tem de tomar conhecimento desta catadupa de legalizações “forçadas”. A aprovação destes pedidos de “interesse municipal”, a verificar-se, desautoriza os técnicos da Câmara, cria o princípio da impunidade para os prevaricadores e demonstra, mais uma vez, que o PDMViseu é um instrumento de ordenamento do território municipal, que apenas alguns estão obrigados a cumprir”, concluiu Filomena Pires.

A sessão não terminou sem que a arrogância e má educação do Presidente assuma-se, como resposta à fundamentada argumentação política produzida por Filomena Pires sobre os últimos pontos em discussão. O insulto gratuito é sempre a última arma dos sem razão.

Por Unknown | sexta-feira, 23 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Fernando B. Figueiredo, candidato independente que encabeça a lista do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Viseu, acompanhado por Catarina Vieira, dirigente nacional e distrital do Bloco e primeira candidata na lista à Assembleia Municipal, acompanhados por outros candidatos e dirigentes da Comissão Concelhia de Viseu do BE, visitaram, há poucos dias atrás, o Bairro Social de Paradinha, correspondendo ao convite de alguns moradores. As cerca de 3 horas que durou a visita não chegaram para visitar todas as casas dos moradores que faziam questão de nos mostrar as condições lamentáveis em que vivem.

A Autarquia tem deixado o Bairro ao abandono, o que é bem visível na falta de limpeza e manutenção dos espaços exteriores, com a erva a crescer nos passeios e nos espaços onde as crianças brincam, o que tem originado o aparecimento de ratos, cobras, carraças e outra bicharada que põe em risco a saúde e o seu bem-estar. Há apartamentos que têm sido entregues a novos moradores já bastante degradados, com humidade nas paredes e nos tectos e o piso danificado.

Visitámos, também, apartamentos bastante melhorados e muito acolhedores, mas graças ao esforço e trabalho dos seus locatários. Infelizmente, nem todos o podem fazer devido às suas insuficiências económicas.

É bem notório que a Habisolvis não faz obras no Bairro há demasiado tempo. A iluminação nocturna é quase inexistente, o que aumenta o sentimento de insegurança.

Uma das queixas mais frequentes é a existência de famílias alargadas com avós, pais, filhos e netos a viverem no mesmo apartamento, apesar de haver casas vagas no Bairro! Há famílias com nove ou dez pessoas, onde se incluem bebés e crianças, amontoadas, como sardinhas em lata, num T3. Este problema já é antigo! Existe há cerca de uma década e tem sido denunciado pelo BE na Assembleia Municipal.

Há alguns anos atrás, alguns jovens casais, em protesto contra esta situação, montaram um acampamento nos espaços exteriores e chamaram a comunicação social. E não esquecemos que a resposta da Autarquia de F. Ruas foi mandar a polícia desmontar as tendas e desmobilizá-los à força. Mais recentemente, uma mãe com duas crianças a dormirem numa passagem entre dois blocos no Bairro da Balsa, foi desalojada à força, sem que nenhuma instituição responsável lhes resolvesse definitivamente o problema.

Quando os moradores de etnia cigana se manifestaram, recentemente, contra o presumível realojamento de famílias ciganas a viverem em barracas há 27 anos, em Teivas, fizeram-no não por quererem discriminar essas famílias, mas por considerarem que o Bairro já não responde sequer às necessidades das famílias que se amontoam nos apartamentos.

É evidente, que a Câmara Municipal de Viseu continua a não ter uma política diferente, mais eficaz e mais moderna de habitação social. Desaloja famílias há décadas a viver em barracas, enfiando-as todas em Paradinha, um bairro transformado deliberadamente num “gueto” da etnia cigana. Não há um único cigano no Bairro da Pomba, por exemplo!

A Habisolvis pratica “limpeza étnica” ao transferir pessoas de um lote para outro, de forma a ficarem blocos com predomínio de uma só etnia. Por isso, nem os próprios ciganos querem ir viver para Paradinha. Têm direito a habitação social, porém têm o dever de não querer que os seus filhos cresçam num gueto. Falta sensibilidade e bom senso na gestão da habitação social!

Há o caso de uma família de etnia cigana que inscreveu o filho na Escola Básica da Ribeira, por fazer
questão que este tenha uma educação inclusiva e multicultural, o que não aconteceria se ele fosse para a Escola de Paradinha, onde não há uma única criança que não seja de etnia cigana!

Isto mostra não ser verdade que não há motivações racistas nas recentes manifestações de alguns moradores da povoação. Na verdade, os problemas de furtos em residências de Paradinha, são provocados, como reconhecem os próprios vizinhos, por dois ou três casos graves de jovens do Bairro com problemas psicossociais, diagnosticados e sinalizados desde criança. Um deles, esquizofrénico, dorme num buraco de arrumos no patamar de um bloco de apartamentos, porque nem o próprio pai aguenta os seus comportamentos violentos. Todas as instituições responsáveis os conhecem, mas nada fazem e, assim, deixam que o estigma continue a afectar toda uma comunidade e um bairro inteiro.

No relatório da ONU sobre a Habitação Adequada no Mundo, de Março deste ano, Portugal está referenciado como um país onde apenas existem 120 mil fogos de habitação social para pessoas com fracos recursos económicos, resultando que 57% da população entre os 18 e os 34 anos continue a viver em casa dos pais. O mesmo relatório critica ainda (e bem!) o Governo e os Municípios por políticas de habitação social crivadas pela “criação de opções de habitação privadas, baseadas no mercado”.

Para o BE e os seus candidatos, a solução implica que a Autarquia comece a ter uma verdadeira política de habitação social. Uma política que privilegie o diálogo com os moradores e crie pontes de comunicação, como são os mediadores culturais de etnia cigana, que em muitos municípios do país são essenciais para a facilitação da resolução de diversos problemas: na escola, nas instituições de saúde e nos bairros, etc.

Para o BE e os seus candidatos é necessária a criação de habitação social disseminada pelo Concelho, sem o recurso exclusivo a bairros/guetos, que acentuam e acumulam problemas, desigualdades e frustrações de quem aí vive e que o que deseja para a sua família é o exercício efectivo do direito a uma cidadania completa.

Por Unknown | quarta-feira, 21 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Quem ler o panfleto que os CTT estão a disponibilizar aos clientes do Parque Empresarial de Coimbrões e não conhecer a realidade do que se está a passar, será levado a pensar que a rede de serviços que esta empresa oferece aos seus clientes se encontra em expansão.
Exactamente ao contrário. Os CTT anunciam que vão abrir um “Posto de Correios” em Coimbrões, só não informam que, ao mesmo tempo, vão encerrar, já no fim do mês, a “Loja CTT”, que detêm no Parque Empresarial, a funcionar no edifício do seu terminal de distribuição postal.

Significa esta “mudança” que os CTT vão deixar de ter instalações (fecham a Loja CTT), pessoal e serviços próprios em Coimbrões, perdendo com isso as empresas e os clientes um atendimento profissional e diversificado.

Em substituição, os CTT instalam na AIRV um “Posto de Correios” em regime de concessão, com pessoal inexperiente contratado por esta associação, com redução de serviços (não se efectuará, por exemplo, o pagamento de reformas), à mistura com toda a outra actividade que ali se desenvolve.

Sem nenhuma explicação elementar aos clientes para esta alienação de responsabilidade, a administração dos CTT, cumpre o seu papel de transformação do que foi um serviço público essencial à coesão territorial e ao apoio social a populações e pequenas empresas, numa “máquina” virada para a produção exclusiva de lucros que satisfaçam as expectativas dos accionistas.

É para este tipo de “transacções” e “negócios”, que eles querem a privatização de serviços e empresas públicas, como está bem à vista com os escândalos das “rendas” pagas pelo Estado à EDP e a manipulação impune dos preços dos combustíveis pela GALP.

O PCP continua a defender o controle pelo Estado português de sectores e empresas estratégicas para o País, como forma de garantir o desenvolvimento sustentado de todo o território nacional, a prestação de serviços públicos essenciais à elevação da qualidade de vida das populações e a independência e soberania de Portugal.

O Grupo Parlamentar do PCP irá dirigir ao Ministro da Economia e ao Ministro do Planeamento e das Infraestruras, perguntas que tornem claro se esta perda de serviços é do seu conhecimento e que outras “Lojas dos CTT” no Distrito de Viseu aquela empresa tem previsto encerrar?  

Por Unknown | terça-feira, 20 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O Palácio do Gelo Shopping foi palco, esta manhã, de um simulacro de incêndio que teve como principal finalidade testar a capacidade da estrutura operacional do próprio centro comercial em situações reais de primeira intervenção e evacuação. O exercício  contou com a  participação de autoridades externas, entre as quais a Proteção Civil de Viseu, os Bombeiros Municipais e Bombeiros Voluntários, a Polícia de Segurança Pública, a Polícia Municipal, o INEM, a Cruz Vermelha Portuguesa e o Regimento de Infantaria 14, que fizeram deslocar equipamento de socorro, emergência e segurança e vários operacionais A avaliação final do exercício, que permitiu aferir a capacidade de resposta do centro comercial e das autoridades numa situação real, foi considerada como positiva.

O  simulacro teve como cenário um “incêndio” iniciado no “Bar Americano”, restaurante localizado no terceiro piso do espaço, e na sequência do “incidente” foram desencadeadas as medidas de autoproteção do “Bar Americano” e do Palácio do Gelo Shopping, com a ativação do alarme de evacuação geral do edifício.

O simulacro teve como objetivo exercitar o planeamento e a condução de reação a um incêndio e, consequentemente, a evacuação geral, que incluiu lojistas e  permitiu avaliar a estrutura de comando, controlo e comunicações, assim como o processo de recolha, processamento e difusão de informações essenciais na ocorrência de acidentes daquele tipo. Em simultâneo, foram também  avaliadas as interligações entre as medidas de autoproteção das lojas do centro comercial e  as da estrutura do Palácio do Gelo Shopping, através do treino de intervenção das várias equipas que integraram o simulacro.

O Palácio do Gelo Shopping é o maior centro comercial da Região Centro e um dos principais spots de dinamização em termos de lazer e entretenimento. Com 175 000m2, apresenta um dos mais atrativos mix comerciais na área da moda e complementos, decoração, bem-estar, tecnologia, entre outras áreas, e propõe duas estruturas únicas no país - o Bar de Gelo e a Pista de Gelo, razão pela qual é, desde há muito, um dos espaços de eleição não só para os viseenses mas também para os consumidores das redondezas e visitantes. Constituído por diferentes conceitos, desde áreas comercias, desportivas, escritórios e hipermercados, é um edifício de utilização mista, que integra, neste tipo de simulacro, a 4ª Categoria de Risco.

Por Unknown | | Publicado em , , , | Com 0 comentários
A selecção da ATMDV - Associação de Ténis de Mesa do Distrito de Viseu, participou no passado fim de semana na prova de seleções distritais da FPTM, Taça Fundação, organizada pela ATM Porto e realizada no pavilhão municipal da Póvoa de Varzim.

Com um misto de atletas consagrados e estreantes, as equipas da ATMDV arrecadaram dois 5ºs lugares frente a selecções onde militam dos melhores atletas nacionais, entre os quais atletas de seleção nacional e campeões nacionais, tendo dado indicações do real crescimento qualitativo do trabalho que se realiza atualmente na instituição do centro do país, que por sinal também é a 5ª maior associação em termos de praticantes da modalidade e uma das mais ativas na promoção da modalidade através de provas distritais, nacionais, internacionais e do desporto adaptado.

As seleções foram acompanhadas pelo director técnico distrital, Sérgio Sousa e pelos treinadores Sónia Neves e Euclides Santos e foram compostas por atletas dos Concelhos de Resende, Lamego, Oliveira de Frades, Vouzela e Viseu, numa desmonstração de abrangência geográfica deversificada do nosso ténis de mesa.

Por Unknown | segunda-feira, 12 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
O Encontro Distrital de Viseu de Eleitos e Activistas da CDU, reuniu no Solar dos Peixotos, mais de uma centena de participantes e procedeu à avaliação da situação do Poder Local no Distrito, da acção e intervenção da CDU e dos seus eleitos nos diversos órgãos, à troca de experiências e tomada de medidas para melhorar a ligação às populações e o apoio aos eleitos.

A constituição de uma Comissão Coordenadora Distrital da CDU, com vista à preparação das próximas eleições autárquicas, foi outra das decisões do Encontro.

No Distrito, o quadro político saído das eleições autárquicas de 2013, não sofreu grandes alterações em relação a 2009. O PSD detém 13 Câmaras e o PS 11. Contudo, a gestão de ambos os partidos nas Câmaras e Juntas de Freguesia, caracteriza-se por um presidencialismo e populismo descarados, associado ao afastamento das populações da definição das políticas autárquicas, a guerras intestinas, que resultam em prejuízo das populações e da imagem do poder local democrático, à falta de estratégia regional para resolver problemas comuns, à aposta nas políticas imediatistas e eleitoralistas.

Prosseguindo um caminho de aumento contínuo de votação e percentagem, que vem desde 2001, em 2013 a CDU obteve para as Câmaras Municipais, mais 1.375 votos e para as Assembleias Municipais, mais 1.238 votos que em 2009. Aumentos concretizados igualmente com a obtenção de representação nas Assembleias Municipais em mais quatro concelhos, com recuperação do eleito em Lamego e eleição de novo, depois de décadas de interregno, para as assembleias municipais de Moimenta da Beira, Nelas e Viseu. Esta última com a importância e visibilidade que lhe confere o estatuto de capital de Distrito.

Menção especial merece o resultado da CDU em Real, Concelho de Penalva do Castelo, com a obtenção da maioria absoluta para a Assembleia de Freguesia, coroando um primeiro mandato exemplar e pioneiro, que fez jus à consigna da CDU de Trabalho, Honestidade e Competência.
Todos estes resultados conferiram novas responsabilidades à CDU e aos seus eleitos, proporcionando, em simultâneo, melhores condições de intervenção, dando mais visibilidade ao papel dos eleitos da CDU nos órgãos autárquicos, valorizando, prestigiando e credibilizando o seu trabalho e abrindo caminho a um melhor resultado eleitoral em 1 de Outubro próximo.

Na generalidade das Assembleias Municipais e de freguesia, os eleitos da CDU assumiram-se como porta-vozes dos anseios das populações, como oposição activa na fiscalização dos Executivos, como força com propostas alternativas para responder à necessidade de elevação da qualidade de vida dos habitantes dos territórios onde foram eleitos.

À revelia dos princípios e preceitos constitucionais que indicam como caminho de descentralização a criação das Regiões Administrativas, com órgão eleitos democraticamente pelo voto universal dos cidadãos, os sucessivos governos têm avançado noutro sentido, totalmente diverso: o da implementação e reforço de competências das denominadas “entidades intermunicipais”, também conhecidas por CIMs, instituições cada vez mais dotadas de poderes e meios, mas vazias de mecanismos de legitimação e controlo democráticos dos mesmos.

O objectivo destas estruturas assume-se pela tentativa de criação de serviços públicos intermunicipais que esvaziem ou acabem com serviços que deveriam ser garantidos pelo Estado Central.

Este mandato autárquico fica igualmente marcado na nossa região pelo recrudescimento dos tiques autoritários das maiorias, pelas guerras intestinas no PSD, PS e CDS-PP e pelas tentativas de limitar os direitos constitucionais das populações

A CDU concorreu em 2013 a todas as Câmaras e Assembleias Municipais do Distrito de Viseu e a 121 das 277 Freguesias. São objectivos para as eleições de 1 de Outubro de 2017, para além da apresentação de listas para todas as Câmaras e Assembleias Municipais, concorrer a pelo menos 50% das freguesias do Distrito, reforçar o número de eleitos nas Assembleias Municipais onde elegemos em 2013 e eleger em mais Assembleias Municipais, duplicar o número de Assembleias de Freguesias com eleitos da CDU, ganhar, como objectivo mínimo, mais uma Freguesia no Distrito.

O Encontro aprovou ainda 23 medidas base a incluir nos programas eleitorais, de acordo com a realidade associada a cada concelho ou freguesia.

O Encontro Distrital da CDU apontou para a continuação da preparação das eleições autárquicas de Outubro, considerando a necessidade de generalizar a nível de freguesia, concelho e distrito as tomadas de posição, por  variadas formas, sobre os temas e assuntos mais sentidos e actuais, nomeadamente dando conhecimento público das posições assumidas nos órgãos autárquicos, afirmando a CDU, o seu percurso de trabalho, honestidade e competência, o seu projecto e o seu património de obra realizada, cuja concretização deve constituir um momento de alargamento da influência política e eleitoral indispensável à ruptura com a política de direita e à luta pela construção da alternativa política patriótica e de esquerda.

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A animação dentro de água está de volta a Viseu, com o Parque Aquático do Complexo Desportivo Príncipe Perfeito. Este ano, a inauguração do espaço, que dispõe de vários escorregas aquáticos, traz algumas novidades, entre as quais o “Pack Famílias”, uma campanha promocional com preços irresistíveis , idealizada a pensar nas famílias que procuram momentos vibrantes e cheios de adrenalina no Verão.

O Aqua Zumba é uma das atividades que vai animar o Complexo Desportivo Príncipe Perfeito durante os meses de julho e agosto, com aulas às terças, quintas e domingos, a partir das 16h30. A modalidade que alia a dança ao fitness, através de coreografias dentro de água, é gratuita para os clientes que se encontrem no Parque Aquático, e vai dar vida ao espaço com instrutores da modalidade que prometem pôr miúdos e graúdos a dançar ao ritmo de alguns dos maiores êxitos da atualidade.

Além do Parque Aquático, o Complexo Desportivo Príncipe Perfeito, localizado em Cabanões, oferece um variado leque de ofertas de desporto, diversão e lazer para todas as idades, com piscinas interiores e escola de natação, ginásio, aulas de grupo, ténis, squash, academia de golfe e até um pavilhão polivalente para a prática de outras modalidades.

Por Unknown | | Publicado em , , | Com 0 comentários
Na sequência de diversas iniciativas em prol do bem-estar animal, o Grupo de Trabalho de defesa dos direitos dos animais do BE-distrito de Viseu promove um picnic vegetariano no próximo domingo, dia 18, pelas 16.30 no parque Urbano de Tondela. A iniciativa será seguida da participação no  passeio  mensal   dinamizado pelo Canil Municipal  de Tondela e “Os Animais de Tondela”, às 18.30.

O Grupo de Trabalho apela à presença no vegetarianic  de todas as pessoas que se identificam com a causa do bem-estar animal .Esta iniciativa é aberta  e não carece de inscrição, apelando-se somente a  que  quem quiser participar   se faça acompanhar de alimentação vegetariana e de  boa disposição.

Por Unknown | quinta-feira, 8 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
‘Viseu tem ainda mais encanto’, o mega evento que a Fundação Social Bancária (FSB) realizou no passado sábado, dia 3, proporcionou a muitas crianças e adultos um dia pleno de atividades lúdicas e divertidas. Além dos sócios do Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB), beneficiários do SAMS Quadros de Viseu e seus familiares, os habitantes da cidade também marcaram presença nesta ação, que se revelou um sucesso.

«Estamos muito felizes por ter proporcionado aos nossos associados e à cidade de Viseu um dia de convívio e animação. A vertente do lazer é fundamental no plano de atividades do FSB e estamos a preparar mais surpresas para outras regiões do país», afirmou Paulo Marcos, presidente da FSB.

O dia de festa arrancou com um conjunto de animações para as crianças no Pavilhão Cidade de Viseu, que incluiu insufláveis e palhaços que fizeram as delícias dos mais pequenos. Um pouco mais tarde, os adultos esgotaram as inscrições no workshop ‘B My Guest’ de Imagem Pessoal e Profissional, conduzido pela conhecida empresária de comunicação e lifestyle Bárbara Taborda, e não esconderam o entusiasmo por esta iniciativa. “Não queria que acabasse”, foi um dos comentários mais ouvidos no final do workshop.
O evento da FSB terminou no Pavilhão Cidade de Viseu com a finalíssima do Torneio de Futsal SNQTB, disputada pelas equipas vencedoras da zona norte (MillenniumBCP) e zona sul (BPI). A vitória coube à equipa do MBCP, que marcou 4 golos sem resposta.

A FSB foi criada em 2011 pelo Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários e reconhecida como IPSS – Instituição Particular de Solidariedade Social e pessoa coletiva de utilidade pública por despacho de 28/12/2011. Atualmente, desempenha um papel crucial no desenvolvimento de atividades no âmbito da política social, designadamente ao nível da segurança social, solidariedade e proteção de situações sociais desfavorecidas dos associados e familiares do SNQTB.

Em 2016, a Fundação Social Bancária multiplicou a sua intervenção nas áreas da solidariedade social, primeira infância, formação profissional, cultura, abrangendo mais de três mil pessoas. Para saber mais sobre este evento e sobre a FSB, consulte http://www.snqtb.pt/SNQTB/site/

Por Unknown | segunda-feira, 5 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
No próximo Domingo, dia 11 de Junho, com início às 14.30 horas, a CDU vai promover o seu Encontro Distrital, no salão do Solar dos Peixotos (Assembleia Municipal de Viseu), visando realizar o balanço da actividade dos eleitos da CDU, no mandato que ainda decorre, bem como a definição dos objectivos autárquicos no Distrito de Viseu, para as eleições a realizar no próximo dia 1 de Outubro.

Trabalho, Honestidade e Competência: esta expressão, associada à Coligação Democrática Unitária, traduz o percurso de intervenção que é justamente reconhecido à acção dos seus eleitos.

Em 2013 a CDU concorreu no Distrito de Viseu a todas as Câmaras e Assembleias Municipais, objectivo que mantem para 2017, e a 121 Assembleias de Freguesia. Elegeu para 6 Assembleias Municipais (Armamar, Lamego, Moimenta da Beira, Nelas, Tondela e Viseu), em algumas depois de 30 anos de interregno e para 11 Assembleias de Freguesia em sete concelhos diferentes.

“Trabalho Honestidade e Competência” corporizam um projecto, um estilo de gestão, uma forma de exercício de poder, um conjunto de opções, orientações e prioridades que tornam a CDU uma força com presença distintiva no poder local.

Não é por acaso que a Freguesia de Real, em Penalva do Castelo, de maioria CDU, é considerada a nível nacional um exemplo impar, de gestão participada e democrática, com o envolvimento constante da população na elaboração e execução de cada orçamento. O resultado está à vista: em 8 anos de exercício de poder pela CDU, o desenvolvimento da Freguesia e a melhoria das condições de vida materiais e imateriais da população não têm parado de crescer.

Um percurso de intervenção marcado pela competência e honestidade no exercício dos mandatos. Quase sempre com apenas um eleito, a CDU fez a diferença, levando aos órgãos onde tem presença, os problemas das populações, o rigor da análise dos documentos em discussão, um exercício permanente de fiscalização dos órgãos executivos, acompanhado de propostas alternativas que motivaram a resolução de muitos problemas e a elevação da qualidade de vida da população.

A CDU assume por isso, de cara levantada, o seu projecto, as suas propostas e compromissos, que no próximo Domingo, os delegados ao Encontro enriquecerão com as suas experiências e propostas. A CDU Faz Falta nos Órgãos Autárquicos do Distrito.

Por Unknown | sábado, 3 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O Instituto Piaget de Viseu realiza no próximo dia 7 de junho, pelas 9h00, no Campus Universitário de Viseu, o seminário “ORGANIZATIONS  WORK  PSYCHOLOGY  O W P – 2017”.

A crescente necessidade de adaptação às novas dinâmicas do mercado de trabalho exige que o Ensino Superior seja, cada vez mais, conseguido em ações de cooperação, conhecimento mútuo e desenvolvimento de projetos com as entidades empregadoras, regionais, nacionais e internacionais. As instituições de Ensino Superior precisam de promover estratégias de alinhamento às diferentes políticas de empregabilidade, proporcionando aos alunos maior contacto com a realidade do trabalho, concorrendo igualmente para a visibilidade dos cursos e das instituições formadoras.

Este seminário tem como principais objetivos: conhecer as melhores práticas na área da Psicologia do Trabalho e das Organizações, inseridas nas políticas de gestão de recursos humanos de algumas empresas da região de Viseu, e promover a relação de proximidade entre o Ensino Superior, as empresas e as organizações.

O Seminário “Organizations, Work Psychology  O W P - 2017” é uma atividade organizada pela Licenciatura em Psicologia do Instituto Piaget – Viseu.

Por Unknown | quinta-feira, 1 de junho de 2017 | Publicado em , | Com 0 comentários
A Fundação Social Bancária (FSB) vai realizar no próximo sábado, dia 3, um grandioso evento em Viseu, com um programa de animações para toda a família. Insufláveis e palhaços para os mais pequenos, um workshop de imagem pessoal e profissional conduzido por Bárbara Taborda para os mais velhos e a finalíssima do Torneio de Futsal do SNQTB para todas as idades são as propostas da FSB para um sábado em cheio.

«O nosso objetivo é proporcionar aos sócios do Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários e beneficiários do SAMS Quadros de Viseu um dia divertido, vivido em família e com ações para todas as faixas etárias», afirma Paulo Marcos, presidente da FSB. «Esta iniciativa integra-se no plano de atividades da FSB, que reforçou no último ano a sua intervenção em áreas como a solidariedade social e lazer, cumprindo a sua missão de melhorar as condições de vida da população».

O evento inicia-se às 14h30 no Pavilhão Cidade de Viseu (antigo Pavilhão Inatel) com um conjunto de animações direcionadas para as crianças, que inclui insufláveis e palhaços até às 17h30. A partir desta hora e até às 19h, a conhecida empresária de comunicação e lifestyle Bárbara Taborda conduz um Workshop ‘B My Guest’ de Imagem Pessoal e Profissional, na delegação do SNQTB.
Às 18h, o Pavilhão Cidade de Viseu recebe a finalíssima do Torneio de Futsal SNQTB, que será disputada pelas equipas vencedoras da zona norte (MillenniumBCP) e zona sul (BPI). Este jogo é aberto ao público.

A FSB foi criada em 2011 pelo Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários e reconhecida como IPSS – Instituição Particular de Solidariedade Social e pessoa coletiva de utilidade pública por despacho de 28/12/2011. Atualmente, desempenha um papel crucial no desenvolvimento de atividades no âmbito da política social, designadamente ao nível da segurança social, solidariedade e proteção de situações sociais desfavorecidas dos associados e familiares do SNQTB.

Em 2016, a Fundação Social Bancária multiplicou a sua intervenção nas áreas da solidariedade social, primeira infância, formação profissional, cultura, abrangendo mais de três mil pessoas. Para saber mais sobre este evento e sobre a FSB, consulte http://www.snqtb.pt/SNQTB/site/