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Por Notícias de Resende | domingo, 24 de julho de 2016 | Publicado em | Com 0 comentários
Encontra-se ainda ativo desde as 16:13 (quando registado pela Proteção Civil), na freguesia de São Martinho de Mouros. Estão neste momento 63 operacionais, 14 meios terrestres e 2 aéreos a combater o incêndio. Os Bombeiros Voluntários de Resende, contam com a ajuda de outras corporações, Lamego e Armamar.

Atualização 20:39: 80 operacionais, 19 meios terrestres e 1 aéreo
Por Notícias de Resende | quinta-feira, 21 de julho de 2016 | Publicado em , , | Com 0 comentários
A ExpoMontemuro – Feira Regional decorreu em Cinfães entre 13 e 17 de julho e recebeu durante as várias noites grandes nomes da música nacional. Augusto Canário foi um desses nomes, ele que esteve à conversa com João Pereira antes do concerto que teve milhares de pessoas a assistir numa noite de quarta-feira, no dia 13 de julho.

O artista Augusto Canário conta ao longo desta entrevista como começou a sua ligação com a música, fala do início da sua carreira, sobre o que o levou a ser um dos artistas mais requisitados no país, da relação com o seu público, da fama de excelente repentista e cantador ao desafio mas não esquece o presente ao descrever o seu último trabalho discográfico com os olhos no futuro que passam pela continuação da tour “Embaixador da Alegria” que é também o nome do CD lançado este ano.


JP - Quando é que percebe que a música vai ser a sua vida?

AC – Eu tenho dito muitas vezes e é verdade, desde que me conheço, sempre gostei muito de música. O pai era emigrante e com o dinheiro que ganhava em França já podia ter um gira-discos. O que ele punha a tocar era o que ele gostava: eram discos de folclore e discos da Amália. Eu adoro a Amália, em termos gerais de todo o tipo de folcore mas do que é bom e portanto foi muito fácil entrar na música, digamos assim. Com sete, oito anos lembro-me de fazermos os nossos conjuntos que na altura eram imitações dos conjuntos típicos como Pai e Filho, António Mafra, Maria Albertina e outros. Nós serrávamos tabuas e fazíamos guitarras, com cabos de vassoura fazíamos tripés de microfone e com muitas latas fazíamos baterias. Mais tarde, aprendi a tocar um instrumento mais a sério, com onze anos, em Avessadas – Marco de Canaveses no Convento do Menino Jesus de Praga para onde eu vim como seminarista.


JP – O seu nome verdadeiro é Augusto Oliveira Gonçalves, como é que surge o nome artístico “Augusto Canário”?

AC – Porque o meu pai chama-se mesmo “Augusto Gonçalves Canário” e a minha mãe não achou muito graça ao nome e colocou-me o segundo nome do meu pai. Achei piada quando comecei a cantar ao desafio, a malta dizia “Olha o Canário” e eu achei que estava aqui um nome bonito e então ficou “Augusto Canário e Amigos”.


JP – Qual foi o segredo para hoje em dia ser um dos cantores populares e tradicionais mais reconhecido pelo público e pela opinião pública e também um dos mais solicitados para espetáculos?

AC – O segredo são três coisas: primeiro, gostar muito daquilo que faço e acreditar naquilo que faço, muito mesmo. Tenho confiança naquilo que faço, adoro isto, é a minha vida. Adoro todo o tipo de música, sou capaz de ouvir um bom rancho, uma boa banda música, aliás, tenho feito trabalhos com gente dessa mas ouvir um bom disco dos AC/DC ou ouvir um bom hip-hop, adoro todo o tipo de música mas esta é a que nos faz bater o pezinho; Segundo, muito trabalho, mesmo muito trabalho, eu por uma hora de palco tenho dez horas de trabalho. Eu não tenho manager, não tenho agentes, não tenho compositor, eu faço as cantigas, eu trato da minha agenda, eu trato da minha carreira e depois vou partilhando com os meus amigos a composição dos temas e outro segredo é normalmente saber-me rodear de bons amigos.



JP – Com mais de trinta anos de carreira, calculo que já tenha percorrido o país de lés-a-lés e também o estrangeiro junto das comunidades portuguesas. Apesar disso, continua hoje em dia a ser importante para si, como artista, estar perto do público, nomeadamente em concertos ao vivo?

AC – Eu não me considero um artista, considero-me um artesão de cantigas e atenção que a prata e o ouro e as joias são artesanais, são trabalhadas à mão. Ser artesão não é menosprezar nada nem valorizar nada, mas é ser diferente. Eu digo que artesão é quem faz arte com amor e com coração e considero-me nestas feiras como quem produz vinho, como quem produz um licor, como quem produz um queijo, como quem produz um presunto, é a mesma coisa. O que eu mais prezo é um “olá”, partilhar um copo, partilhar uma palavra com o povo e o povo é o Presidente da República, o povo é o professor universitário, o povo são as pessoas que trabalham em muitas empresas e escritórios, as pessoas que produzem Vinho do Porto nas Quintas do Douro, vinho verde nas Quintas do Minho. Nós trabalhámos para a toda a gente, até para laboratórios médicos, para grandes empresas de animação mas o meu povo é este, é o das romarias, das festas, das “expomontemuros” e o que me dá mais gosto é que às vezes nós temos direito a descansar um bocadinho mas se tivermos que nos sacrificar para tirar mais uma fotografia, para estar com mais uma pessoa até ao limite, nós fazemos, eu faço porque é essa gente que nos acarinha, que nos admira e que gosta de nós e portanto, eu não gosto muito de me esconder, gosto de estar. Esse é o meu segredo, se calhar.


JP – Sei que também é bastante solicitado junto das comunidades portuguesas no estrangeiro. É um público diferente do público que encontra pelo nosso país? Porquê?

AC – O público é o mesmo, as pessoas são as mesmas, eu costumo dizer isto com muita frequência. Hoje em dia, ir à Austrália, à Argentina, ao Brasil ou ir à Cinfães é a mesma coisa porque encontramos pessoas de todas as terras que gostam de nós. A diferença é que hoje as pessoas estão em casa, aqui em Cinfães, na aldeia mas recôndita do concelho e abrem um telemóvel ou um computador e têm uma coisa que se chama Skype e estão a falar com pessoas que estão do outro lado do mundo. O que nós levamos hoje às comunidades portuguesas que estes aparelhos não levam é a alma. Quando vamos ao estrangeiro levamos a alma, já não é tanto a saudade porque só se forem pessoas que não têm capacidade económica para vir frequentemente cá. Levamos saudade também mas levamos mais a alma, levamos em carne, osso e espírito aquilo que as pessoas vêm as televisões e nos media. Essa é a diferença. Como eu faço aqui, lá é igual: vou, estou com as pessoas, gosto de partilhar um copo com eles, de partilhar as coisas que eles têm lá para ver como é a vida lá, o que é que se come e o que é que se bebe, apesar de eles lá terem tudo o que nós temos aqui em Portugal. Falta-me percorrer alguns países como Angola, Moçambique, alguns países das nossas ex-colónias, mas mais daqui a uns anos quando sentir que há segurança.


JP – O que é que as pessoas podem esperar quando decidem assistir a um concerto do Augusto Canário?

AC – Os nossos concertos têm sempre a mesma coisa: têm muita alegria mas nunca são iguais, têm sempre gente diferente, muita juventude e muita “borga”. As pessoas podem esperar pelo menos duas horas de divertimento, de alegria e de esquecer as agruras da vida e a roubalheira que nos fazem no dia-a-dia, de quem se governa com o nosso trabalho e com o nosso dinheiro.


JP – Para além dos concertos ao vivo, as gravações e edições de CD/DVD fazem parte da vida de qualquer artista. Entre CD/DVD conta com mais de 20 edições, muitos deles discos de ouro. Essa é também uma parte importante da divulgação de um artista?

AC – Hoje as editoras queixam-se que os discos não rendem muito… não rendem muito mas nós temos que fazer cantigas e há pessoas que gostam de ter a coleção do artista, que gostam de ter os discos todos ou se não forem todos gostam de agarrar o objeto, pegar na capa. Nós temos as fotografias no spotify, no facebook, no youtube, em todo o lado mas ter os discos, ter as fotografias, é diferente. Há registos para todos e portanto, temos de continuar a fazer cantigas.



JP – Mais recentemente lançou o CD “Embaixador da Alegria”. Como é que descreve este seu último trabalho?

AC – Dá nome ao CD e à tour 2016 e 2017 porque o próximo trabalho vai ter a ver com este “Embaixador da Alegria” que será trabalhado na base destes temas, destes instrumentais, na base da região de onde eu venho que é o Minho, num conceito muito alargado e com muita gente a participar e portanto, será um verdadeiro “Embaixador da Alegria” que quero que chegue com aquilo que é português e particularmente minhoto a todo o mundo.


JP – É descrito por muitos como um improvisador exímio e isso faz de si um grande cantador ao desafio. De onde vem esse talento? É o Augusto Canário que escreve grande parte das suas letras. Gosta dessa parte mais intimista do trabalho de compositor?

AC – Sim, gosto. E às vezes do nada, ainda há oito dias estávamos a brincar e pelo caminho uma das garotas teve uma frase e brincamos com aquilo, é um tema que eu tenho a certeza que vai ser divertidíssimo, brejeiro que chegue, maroto que chegue, não mal criado mas numa onda que roça o melhor que tem o meu amigo Quim Barreiros. Como repentista, reconheço-me um bom repentista. Não faço repentismo só à moda do Minho, sou capaz de fazer um hip-hop, sou capaz de cantar umas velhas dos Açores, um fado do douro, um fado corrido tradicional, um despique do Alentejo ou um despique da Madeira sem problema nenhum. Agora, o que eu mais gosto é o nosso Minho, é o segundo sentido e a malícia, que as pessoas retirem do segundo sentido o que querem e não o que eu canto. Para ser um bom repentista é preciso muita perspicácia, estar sempre muito atento e ter o dom da palavra, isso é fundamental.


JP – Numa outra perspetiva de divulgação do trabalho de um artista, temos mais recentemente, as redes sociais. Sei que está presente no facebook. Esse é também e cada vez mais um grande meio de comunicação atualmente?

AC – Eu posso dizer que sou pioneiro nesta forma que hoje a maior parte da rapaziada utiliza, especialmente o facebook. Há uns bons anos começamos a fazer reportagens dos nossos concertos com telemóvel, passamos para fotógrafos profissionais, começamos a fazer vídeos pequeninos com os resumos dos nossos concertos. Hoje toda a gente faz isso mas se vocês procurarem há três ou quatro anos atrás, vocês veem essas reportagens que ninguém fazia e hoje fazem os grandes artistas e fazem as grandes editoras. Nós fomos pioneiros nisso.


JP – Sabemos que o país tem vivido anos complicados devido a sucessivas crises económicas que afetam vários setores da sociedade e a música não é exceção. Como vê a indústria da música em Portugal? Dá para viver da música no nosso país, atualmente?

AC – Eu vou vivendo da música. Se sou pessoa rica? Não. Dá para sustentar a minha família, pago aos meus músicos o trabalho deles, pago aquilo que contrato com rigor, não tenho caches caros que eu sei que não e portanto, vai dando para viver. Eu tenho uma teoria: mais vale ganhar duas vezes cem do que perder de ganhar duzentos. Não dá para ter mansões, para ter aviões particulares, não dá para ter isso mas dá para viver e ir sobrevivendo dentro de um limite razoável do que é a expetativa que cada um tem. Gosto de ter uma vida boa, uma vida agradável com a minha família e isso vou fazendo. Há pessoas que em determinados momentos fizeram pouco das comissões de festas, das câmaras, de quem os  contratava (e ainda hoje alguns) com exigências impensáveis. Nós não, nós somos pessoas simples como qualquer trabalhador que tem a sua profissão e que se quer consumir determinada coisa paga do seu bolso não tem que estar à espera de ter um espetáculo para abusar das pessoas e até estragar, às vezes.


JP – Para terminar, pergunto-lhe se já tinha estado em Cinfães e como descreve a terra e as gentes?

AC – Eu já estive no concelho de Cinfães, em algumas freguesias mas não conhecia a sede de concelho. Cinfães, por aquilo que eu sei tem bons produtos, boas pingas, mas sobretudo tem muito boa gente. Como é que eu sei isto? Porque quando vou ao estrangeiro encontro sempre cinfanenses, gente de Resende, de Castelo de Paiva e são pessoas que me tratam muito bem.
Por Notícias de Resende | quarta-feira, 13 de julho de 2016 | Publicado em , | Com 0 comentários
A Vila de Cinfães recebe mais uma vez a Expomontemuro – Feira Regional, certame que tem início marcado para esta quarta-feira, 13 de julho, pelas 18h00.

A feira, organizada pela Câmara Municipal de Cinfães, conta com a presença de mais de uma centena de expositores dos produtores da região e a juntar a tudo isso a gastronomia e  animação, principalmente musical, está garantida com a presença de artistas nacionais como Augusto Canário (13 de Julho), a fadista Carminho (14 de Julho), a banda HMB (15 de Julho), os The Gift (16 de Julho) e Galandum Galundaina (17 de Julho) sem esquecer as várias bandas, orquestras e grupos folclóricos locais que vão proporcionar muitos momentos de animação aos visitantes. Atividades como a caminhada solidária marcada para 16 de Julho, sábado pelas 17h00 e showcookings ao longo dos vários dias do certame por parte da Escola Profissional de Cinfães fazem também parte do programa e prometem complementar a restante animação.

O Munícipio de Cinfães pretende com esta organização promover os produtos do concelho e da região mas também captar investimento e alavancar a economia local.

João Pereira
joaopereira@noticiasderesende.com
Por Notícias de Resende | sexta-feira, 8 de julho de 2016 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Militares do Posto Territorial de Resende detiveram ontem, dia 7 de julho, no concelho de Resende, um homem de 58 anos, por posse ilegal de armas e munições.

A detenção ocorreu na sequência de diligências relacionadas com o crime de violência doméstica, que culminaram com a realização de uma busca domiciliária, da qual resultou a apreensão de duas espingardas caçadeiras e 33 munições de vários calibres.

O detido foi notificado para comparecer hoje nos Serviços do Ministério Público do Tribunal de Instância Local de Lamego.
Por Notícias de Resende | | Publicado em | Com 0 comentários
Baião recebe dia 24 de julho um passeio equestre, organizado pelo Centro Hípico de Baião. As inscrições para este evento fecham no dia 15 de julho.


Por Notícias de Resende | | Publicado em | Com 0 comentários
Felgueiras recebe este domingo a terceira edição da Festa da Bola pelas 14h00.


Por Notícias de Resende | segunda-feira, 27 de junho de 2016 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O comediante de renome nacional, Hugo Sousa, passou pela Vila de Cinfães com o seu espetáculo que apresentou num Auditório Municipal praticamente cheio. A noite foi, como estava prometido, de muita comédia que provocou muitos risos a quem não quis perder a atuação do stand up comedian.

No fim, Hugo Sousa esteve à conversa com João Pereira, onde falou sobre temas como os primórdios da sua carreira, a evolução da arte da comédia em Portugal, de onde se sente melhor com a sua arte e do trabalho que é necessário para preparar um espetáculo deste género sem nunca esquecer o futuro e a vontade de continuar a fazer espetáculos ao vivo mas também televisão.

João Pereira – Recuando ao inicio da sua carreira, quando é que percebeu que queria seguir a arte do Stand Up Comedy?

Hugo Sousa – Quando eu tinha os meus 18 anos comecei a fazer algumas noites de comédia no Porto, o formato era diferente e na altura não havia o conceito que há hoje de stand up. Eu comecei com as anedotas, depois surgiu o programa de televisão Levanta-te e Ri e eu comecei a escrever textos da minha autoria, depois comecei a ir ao programa e foi assim que comecei. No fundo isto foi muito rápido, nem tive muito tempo para pensar. Quando comecei nessas noites de comédia no Porto nunca imaginei que um dia me viria a tornar comediante profissional. Na altura havia o Herman e poucos mais. Quando dei por mim já estava a fazer comédia profissional. Eu andei na faculdade, tirei o curso de desporto e nunca exerci, está lá na prateleira. [Com o pensamento de que se um dia a comédia funcionasse, teres algo onde te agarrar?] Sinceramente, desde que entrei na comédia nunca mais olhei para trás. Uma pessoa pensa sempre que se um dia isto deixar de dar, vou ter de fazer outra coisa mas tem corrido tão bem que não tive nenhum momento em que pensasse fazer outra coisa. Comecei na comédia e já lá vão treze anos de vida profissional.


JP – Ao longo do seu espetáculo acabou por brincar com o facto de a Câmara Municipal de Cinfães proporcionar bilhetes gratuitos ao público para poder assistir. Mais a sério, é importante o poder local do interior preocupar-se com a cultura?

HS – Sim, claro que é. Ainda por cima vocês têm aqui um auditório que é muito fixe. Eu faço espetáculos pelo país inteiro e já dei os parabéns pelo auditório que vocês aqui têm. O que eu disse ali no palco é verdade, vocês têm que dar mérito e agradecer à Câmara Municipal porque muitas vezes eu faço espetáculos para câmaras municipais em que apesar de ser a câmara municipal que convida, cobram o bilhete ao público. Aqui não, as pessoas vêm à borla e há que dar reconhecer e dar mérito ao município.


JP – O público do Norte é diferente do público do resto do país? 

HS – É assim, eu não tenho razões de queixa do pessoal do resto do país. Se calhar, identifico-me um bocado mais com as pessoas do norte porque eu também sou do norte e consigo falar de coisas que nós temos aqui e que não existem noutras zonas do país.


JP – Durante este tempo que tens de profissional da comédia consegue perceber a evolução desta arte?

HS – É uma arte um pouco recente em Portugal porque se falarmos dos EUA, do Reino Unido, da Austrália, eles já têm comédia stand up desde a década 20, 30. Aqui, já estamos a um bom nível, já temos comediantes bons e cada vez melhores, ainda mais agora com a globalização e as redes sociais. [É importante o papel das redes sociais no seu trabalho?] Sim, repara: em 2003 quando começou o Levanta-te e Ri, as pessoas não tinham referências de comediantes estrangeiros, o youtube só apareceu em 2006 que foi quando acabou o programa. Desde 2006, isto sofreu uma evolução muito grande porque as pessoas já sabem como se faz lá fora e mesmo os comediantes portugueses já fazem as coisas de outra maneira. Temos comediantes muito bons em Portugal, a esgotar salas, coliseus, no fundo já estamos ao nível da música e dos espetáculos de teatro.


JP – O que é que acha que falta no nosso país para a arte do Stand Up Comedy se estabilizar?

HS – Eu acho que já demos um salto muito grande porque há bem pouco tempo atrás, há oito anos atrás era difícil um comediante arranjar teatros para atuar porque isto era visto como uma arte menor. As pessoas não tinham noção que isto é uma arte que é muito difícil de fazer. [E nesse aspeto, o respeito que as pessoas têm por si e por outros colegas de trabalho cresceu muito?] Sim, claro que sim. Hoje em dia os programadores de teatro já estão abertos a stand up. No fundo, eu acho que arte mais difícil de palco é o stand up comedy. Sem tirar o mérito a grandes guionistas e a grandes atores, numa peça de teatro tu tens sempre apoios, é usual comprar-se peças estrangeiras porque já se sabe que vai ter sucesso e são adaptadas para português. No stand up tu estás por tua conta, ponto final. Tu é que tens que ir para lá, fazer as tuas piadas, fazer rir. [São muitas horas de trabalho por dia?] São, o pessoal não tem noção, pensa que estamos no palco e aquilo sai na hora, há muito improviso mas para fazeres um espetáculo bem feito demora muitos meses a preparar.



JP – O Hugo faz espetáculos de Stand Up Comedy pelo país inteiro, já fez trabalhos de ator, apresentou programas de televisão… Qual é verdadeiramente a sua “praia”?

HS – Se fizer essa pergunta a qualquer comediante, acho que o que todos vão responder é espetáculos ao vivo porque temos a reação imediata das pessoas, na televisão tens de estar a gravar e esperar pela reação. Eu gosto muito de fazer sketchs e programas de comédia mas o que realmente gosto mais é de fazer comédia no palco.


JP – Sei que para além de autor dos seus próprios textos, escreve também textos para outros comediantes, para televisão e para outros projetos. É gratificante ver o seu trabalho resultar de outras formas?

HS – Eu tento conciliar tudo. Tenho de escrever os meus próprios espetáculos, já escrevi para programas de televisão, já escrevi para outros comediantes e quando resulta é claro que fico contente mas é diferente, o que eu gosto mesmo é de fazer espetáculos ao vivo, o resto é um complemento.


JP – Olhando agora para a frente, por onde é que vai passar o seu futuro? Há novos projetos?

HS – Sim, há sempre novos projetos. O principal é sempre fazer um espetáculo novo, normalmente andamos um, dois anos com um espetáculo mas depois como vivemos num país tão pequeno, temos que mudar. No Brasil ou nos Estados Unidos eles conseguem andar dez anos com o mesmo espetáculo, aqui somos dez milhões, não há assim tantas cidades como isso. Depois temos que complementar com a televisão porque se não fizermos televisão não temos público nos espetáculos ao vivo e  hoje em dia há internet que eu gosto muito porque tenho controlo absoluto naquilo que faço. Eu gostava muito de fazer televisão, vamos ver, tenho uns projetos novos, vamos ver o que acontece.


JP – Muito obrigado, Hugo.

HS – Obrigado.

Por Notícias de Resende | quinta-feira, 9 de junho de 2016 | Publicado em | Com 0 comentários
No próximo dia 12 de junho, domingo, pelas 16h00, o Presidente do Município de Resende, Garcez Trindade, e o Presidente do Conselho de Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo – APDL, Emílio Brogueira Dias, vão proceder à inauguração da Praia Fluvial do Bernardo, situada na freguesia de Barrô.

Trata-se da requalificação de uma área de terreno ladeada pelas águas do rio Douro e pelas terras agrícolas dos socalcos da encosta vinhateira cujo objetivo é valorizar e consolidar. Este novo equipamento pretende devolver este espaço às populações, criando condições para o seu uso de forma segura e ordenada, assim como dotá-lo das infraestruturas de acesso ao plano de água para atividades recreativas e de lazer no concelho de Resende.

Assim, foram realizadas as seguintes intervenções: construção de pequenas estruturas de proteção das margens com recurso a muros de suporte; criação de acessos, iluminação pública e parque de estacionamento; instalação de mobiliário urbano em madeira, tais como, passadiço para linha de água, mesas, caixotes do lixo e bebedouros, plataformas flutuantes de acesso ao rio e melhoramento de rampa existente; reforço da vegetação existente com a plantação de amieiros, álamos e salgueiro-chorão.

Resende situa-se num espaço privilegiado junto ao rio Douro e a freguesia de Barrô é a porta de entrada na Região Demarcada classificada pela UNESCO como Património Cultural da Humanidade.

Depois das intervenções no Parque Fluvial de Porto de Rei e no Cais Turístico-Fluvial de Caldas de Aregos, o Cais do Bernardo é mais um equipamento que estabelece uma relação estreita e integradora de Resende com o seu rio, conduzindo a um novo reencontro com o Douro.
Por Notícias de Resende | quarta-feira, 8 de junho de 2016 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Militares do Posto Territorial de Resende detiveram ontem, dia 7 de junho, uma mulher com 57 anos, por posse de armas e munições ilegais, em Resende.

A detenção ocorreu na sequência de várias diligências de investigação, que culminaram com uma busca domiciliária, tendo sido apreendidas duas espingardas caçadeiras e 189 munições.

A detida está neste momento a ser presente ao Tribunal de Instância local de Lamego.
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Luis Soares Presidente da Federação Distrital de Viseu da Juventude Socialista é neste momento o nome de quem se fala em toda a região do Interior de Portugal.

É jovem, é de Cinfães e lidera atualmente a estrutura Distrital de Viseu da Juventude Socialista, que conta com órgãos eleitos nos 24 concelhos do distrito. Além de já ser reconhecido pela defesa constante e intransigente que faz do seu território, que não é de agora, foi neste momento que conseguiu que isso mais se evidenciasse, conseguindo trazer o tema para debate e coloca-lo na agenda política nacional.

Sendo neste momento, considerado por muitos, como o embaixador de toda a região do interior e dos seus jovens, demostrou toda a coragem que lhe é característica, por quem o conhece e elaborou um documento com propostas concretas para toda uma região. Incidiu-se sobre as áreas que mais diferença fazem no dia a dia das pessoas, sobretudo dos jovens, entre elas a Educação, o Emprego, o Empreendedorismo, a Habitação e a Cultura, levando isso ao Congresso Nacional do Partido Socialista, que se realizou em Lisboa, no passado fim de semana.

Se em tempos normais, poucos são os que arriscam sujeitar o seu vínculo a propostas concretas para as regiões, numa altura em que o seu partido está no governo, neste caso o Partido Socialista, muitos menos serão.

Contudo, Luis Soares, mesmo assim quis correr esse risco e diz que:

"Se quando somos oposição criticamos o quanto abandonada está esta região, é quando estamos no governo que temos de reivindicar que tal panorama mude, porque aí sim, as nossas responsabilidades são mais elevadas e temos a possibilidade de mostrar que é possível fazer diferente, melhorar as condições de vida de quem cá vive e que estas tenham a mesma igualdade de oportunidade das pessoas que vivem noutros sítios". – Luis Soares

Prossegue ainda, referenciando:

“Estou consciente dos riscos que corri em elaborar tal documento, porque tinha a plena noção que isto seria alvo do escrutínio público e as propostas seriam avaliadas ao pormenor, mas jamais isso me condicionaria a fazer o que no meu entendimento é o certo. Desta forma, tinha de sair em defesa do nosso território e das suas gentes. Porque tal como dizia o fundador do meu partido Mário Soares - "Um político assume-se" e é isso que fiz e continuarei a fazer.” – Luis Soares

Durante o fim de semana, na reunião magna dos socialistas, muitos foram aqueles que quiseram debater o tema e elogiar o documento e as propostas elaboradas pelo jovem do distrito de Viseu, que num ato de coragem, irreverência e construtivo saiu em defesa do seu território. Contudo, é na próxima Comissão Nacional do PS, que o documento vai ser debatido na especialidade.

Na apresentação feita ao Congresso, o Presidente da Distrital de Viseu da JS, destacou as seguintes propostas:

Educação – “Implementar uma rede de ensino pré-escolar presente em todos os distritos do interior, com um alargamento dos seus horários de funcionamento, fomentando a natalidade e contribuindo para a fixação de casais em idade fértil” e “Definir uma visão estratégia para a nossa rede de ensino superior, reforçando o envolvimento e o impacto regional destas instituições, criando apoios para atrair novos alunos e condições para fixar os já existentes.”

Emprego – “Apostar na nossa região como local privilegiado para a localização de indústria tecnológica de base digital, beneficiando das nossas condições naturais.”

Empreendedorismo – “Implementar uma rede de incubadoras de empresas de âmbito empresarial, social e artístico, como clusters de desenvolvimento regional.”

Habitação – “Incentivo à reconstrução de casas antigas para jovens se fixarem nos seus concelhos” e “Atribuição de benefícios fiscais a quem pretender reabilitar imóveis devolutos e degradados nas zonas históricas das cidades.”

Cultura – “Incentivar a dinamização da cultura local através do apoio a jovens artistas e criadores.”

Para o jovem socialista, este território está atualmente assolado pela problemática do despovoamento e os jovens maioritariamente sem oportunidades vê-se obrigados a partir para outros destinos. Com este documento, recheado de ideias novas e transformadoras, para potencialidades únicas, julga estar aqui uma boa base de trabalho para as politicas a desenvolver na região, visto ser necessário alterar o paradigma atual. Defende que é preciso agir e que se olhe para o interior como uma oportunidade, arranjando-se soluções, caminhos e estratégias que voltem a colocar o interior no mapa de Portugal e dessa forma, se incentive à fixação dos seus jovens e coloque a dicotomia interior/litoral posta de lado.

“Que possamos olhar no horizonte das montanhas do nosso interior e observar que por detrás de cada uma delas, existe sempre uma maior a alcançar, que este documento seja isso mesmo, a primeira montanha, de muitas mais a alcançar.” – Luis Soares

Por Notícias de Resende | terça-feira, 31 de maio de 2016 | Publicado em , , | Com 0 comentários


Apesar de a chuva não ter dado tréguas durante todo o fim de semana, passaram pela 15.ª edição do Festival da Cereja milhares de visitantes, confirmando que a cereja de Resende tem cada vez mais projeção nacional.

Durante dois dias, cerca de uma centena de produtores locais disponibilizaram este fruto que não ultrapassou o valor de 5,00 euros/kg. Variados produtos e peças de artesanato ligados à cereja também estiveram disponíveis durante todo o fim de semana. E como não há festa sem música e dança, diversos grupos e ranchos tradicionais do concelho asseguraram a animação musical do certame. No domingo, à tarde, a chuva deu algumas tréguas, permitindo a realização do desfile, este ano, subordinado à temática “As Verdades da Cereja” que contou com a participação de cerca de 600 crianças que frequentam o pré-escolar, 1.º e 2.º ciclos nos estabelecimentos de ensino do concelho.

No primeiro dia do Festival da Cereja, dia 28 de maio, Resende recebeu a visita do Ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, que teve oportunidade de visitar a Feira da Cereja e contactar diretamente com os produtores. Nesta visita, o Presidente do Município, Garcez Trindade, sensibilizou o Ministro da Agricultura para as dificuldades que os produtores de cereja estão a enfrentar devido à quebra de produção de cereja, que poderá chegar aos 60%, provocada pelas condições climatéricas adversas verificadas este ano.

O festival deste ano apresentou como novidade o programa de incentivos “Melhor doce/bolo de cereja de Resende”, ao qual concorreram cerca de duas dezenas de resendenses que apresentaram iguarias de elevada qualidade e originalidade. Assim, a vencedora do programa foi Maria da Graça Teixeira, Idalécio Filipe Pereira conquistou o segundo lugar, sendo que em terceiro lugar ficou Isabel Piedade. Com este programa de incentivos, o Município de Resende pretende incentivar a criação de um doce/bolo que identifique o concelho como produtor da melhor cereja, de forma a valorizar a cereja e promover o empreendedorismo na transformação do produto.

Há 15 anos, a primeira edição do Festival da Cereja trouxe um enorme impacto ao concelho de Resende, criando uma marca que lhe deu grande notoriedade e que tem vindo a acentuar-se de ano para ano.
Por Notícias de Resende | sexta-feira, 27 de maio de 2016 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Luis Soares, Presidente da Federação Distrital de Viseu da Juventude Socialista e cabeça de lista por Cinfães ao XXI Congresso Nacional do Partido Socialista, que se realiza em Lisboa, nos próximos dias 3, 4 e 5 de junho, sai em defesa dos jovens do interior de Portugal.

O jovem socialista, tem se mostrado um grande defensor do território do interior e insiste em trazer o debate para cima da mesa. Anteriormente, já tinha levado ao Congresso Distrital de Viseu do PS, uma moção em defesa dos jovens do distrito de Viseu e do seu território, tendo a mesma sido aprovada por unanimidade pela reunião magna distrital do partido.

Posterior a isso, aquando da visita do Primeiro-Ministro e Secretário-Geral do PS António Costa a Viseu, para apresentar a sua moção ao XXI Congresso Nacional, Luis Soares entregou esse mesmo documento ao Primeiro-Ministro, para que pudesse ser tomado em conta em futuras medidas a implementar na região.

Agora, o Presidente da Federação Distrital de Viseu da JS, vai mais longe e alarga a sua defesa a todo o território do interior e aos seus jovens, levando ao XXI Congresso Nacional do PS uma moção setorial “Em defesa dos jovens do interior de Portugal”.

A moção setorial apresenta propostas concretas para o desenvolvimento do interior e para a fixação dos seus jovens, incidindo nas áreas da Educação, Emprego, Empreendedorismo, Habitação e Cultura. No entanto, o dirigente jovem socialista frisa ainda que encara o acesso à saúde e à justiça, como sendo igualmente preponderantes no desenvolvimento pleno dos jovens sendo, assim, elementos diferenciadores na hora de escolher o seu local de fixação.

Para Luis Soares, “este documento serve como ponto de partida ou base, nas políticas de juventude que consideramos essenciais virem a ser implementadas”, referindo ainda “Nós estamos, como sempre estivemos, prontos para contribuir com ideias e soluções para projetar o interior do nosso Portugal e as gentes que por aqui habitam, para que possam ter um futuro ambicioso e com igualdade de oportunidades”.

O líder distrital dos jovens socialistas em jeito de conclusão diz que “Defendemos um país uno e com equivalente grau de desenvolvimento, com igualdade de oportunidades independentemente do local de nascimento das pessoas”, prosseguindo vincando que “É preciso agir. Olhemos para o interior como uma oportunidade e arranjemos soluções, caminhos e estratégias que o voltem a colocar no mapa do desenvolvimento de Portugal”.
Por Notícias de Resende | quarta-feira, 25 de maio de 2016 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
O Grupo Desportivo de Resende despediu-se desta temporada com um empate caseiro (1-1) frente ao Ferreira de Aves, o que possibilitou a manutenção no terceiro lugar, que como já havíamos dito, estava perfeitamente ao alcance deste grupo. Endereçamos os parabéns ao Grupo Desportivo de Resende pela boa classificação alcançada, mas voltamos a relembrar que o terceiro lugar não dá qualquer tipo de recompensa material ao clube como seja a subida ou a ida à Taça de Portugal pelo que defendemos que é preciso ambicionar mais devido às condições hoje proporcionadas a este clube. Ainda nesta Divisão de Honra da Associação de Futebol de Viseu assinalamos a subida do Moimenta da Beira e a ida do Sátão à Taça de Portugal bem como as descidas de Alvite, Molelos e Viseu e Benfica que foram incapazes ao longo da temporada de contrariar esta tendência.

O São Martinho de Mouros não conseguiu vingar na final-four da Taça de Futsal da A.F. Viseu e acabou  no último sábado depois da derrota por 2-8 com a C.B. Moimenta da Beira que no dia seguinte tornou-se campeã da competição ao vencer o Pedreles por 8-6.

A Associação Desportiva de Baião voltou às vitórias em casa na Divisão de Elite Pró-Nacional do distrito do Porto com a vitória sobre o Padroense por 2-0. A duas jornadas do final da competição, o Baião mantém-se cinco pontos acima da linha de água e permanece na 16ª posição.

No distrito de Vila Real, o Régua terminou o campeonato com uma vitória por 3-0 no dérbi com o Mesão Frio, o que fez com que terminassem na 3º e 13º posição, respetivamente. O Santa Marta de Penaguião já havia terminado a época pois folgou na jornada que fechou o Campeonato da Divisão de Honra da Associação de Futebol de Vila Real e a sua classificação não sofreu alteração: ficou no 8º posto com 40 pontos.

Depois da conquista do Campeonato Nacional da I Liga, o Benfica voltou a vencer mais um troféu desta feita a Taça da Liga (pela sétima vez) com uma vitória expressiva sobre o Marítimo por 6-2 no Estádio Cidade de Coimbra, na última sexta-feira.

No último domingo, foi a vez do Braga vencer o F.C. Porto por (4-2 g.p.) na final da Taça de Portugal e voltar a conquistar o troféu exatamente cinquenta anos depois. O S.C. Braga esteve a vencer os dragões por 2-0 com golos de Rui Fonte (12’) e Josué (58’), ambos resultantes de erros da defesa portista, mas o Porto viria a conseguir o empate com um bis do jovem André Silva (61’;90’). O jogo seguiu para prolongamento e depois para penalties que ditaram a vitória dos arsenalistas por 4-2 e o acentuar da crise de títulos para o F.C. Porto que soma a terceira época sem qualquer título conquistado.

Ao que tudo indica, José Mourinho irá assinar contrato pelo Machester United nos próximos dias e diz a imprensa que para assim ser terá recusado convites do Real Madrid, Inter, Roma, Everton e Arsenal. A confirmar-se é o regresso do português à Premier League de onde saiu em dezembro, depois de rescindir contrato com o Chelsea. O “Special One” como ficou conhecido, deverá assinar por três épocas e irá ganhar qualquer coisa como 15 milhões de euros por época e terá 350 milhões para investir no plantel, número não menos impressionante.

João Pereira
joaopereira@noticiasderesende.com
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No primeiro dia do Festival da Cereja, dia 28 de maio, Resende recebe a visita do Ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos.

A visita terá início no Salão Nobre dos Paços do Concelho, pelas 15h30, onde o Presidente da Câmara Municipal de Resende, Garcez Trindade, e o respetivo executivo camarário recebem o Ministro da Agricultura, acompanhando-o, posteriormente, numa visita pela Feira.

O Presidente da Câmara Municipal convida o Ministro da Agricultura com o propósito de dar a conhecer o fruto que mais contribui para a dinamização da economia local, bem como para a afirmação e promoção do concelho a nível nacional. Esta visita também permitirá sensibilizar o Ministro para as dificuldades agrícolas enfrentadas pelos produtores do concelho.

O certame contará com cerca de uma centena de produtores que, durante todo o fim de semana, comercializarão o delicioso fruto a preço especial. Produtos de artesanato ligados à cereja e Cavacas de Resende também não faltarão nesta 15ª Edição do Festival.

O festival da Cereja, que comemora os 15 anos de existência, realiza-se nos dias 28 e 29 de maio com programa de animação diversificado, desde atuações de grupos e ranchos tradicionais do concelho a animações de rua. O programa tem especial destaque no tradicional cortejo temático de carros alegóricos que irá percorrer as ruas do centro da vila de Resende, no domingo, da parte da tarde, e que conta com a participação de cerca de 600 crianças, sob o tema “As Verdades da Cereja”.
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A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, anunciou esta terça-feira, dia 24 de maio de 2016, que serão reativados 19 dos 20 tribunais que foram encerrados na última reforma do mapa judiciário.

Um dos tibunais reativados é do concelho de Resende. Os tribunais reactivados não terão juiz residente e apenas contarão com um funcionário judicial em permanência.

A reabertura está prevista para janeiro de 2017.

Fontes:
Jornal Público
Por Notícias de Resende | quinta-feira, 19 de maio de 2016 | Publicado em , , | Com 0 comentários
No dia 13 de maio, seis escolas da Região Interior, Externato D. Afonso Henriques de Resende, Escola Evaristo Nogueira de S. Romão, Colégio da Via Sacra de Viseu, Escola Regional do Outeiro de S. Miguel da Guarda, Colégio da Imaculada Conceição de Viseu e o Instituto Jean Piaget de Viseu, reuniram-se num momento de partilha para "lançarem" os balões da liberdade em ‪Viseu, pela Defesa da Escola.

Cada balão com uma mensagem de alunos, pais e encarregados de educação, docentes e não docentes.

"Foi um momento feliz onde se ouviram muitos risos de criança."

Nota: por razões ecológicas não foi efetuado um verdadeiro lançamento de balões.
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O Município de Resende, em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, volta a acolher o fim de semana gastronómico, entre os dias 20 e 22 de maio de 2016, dedicado ao anho assado com arroz no forno e cavacas de Resende.

Mais de uma dezena de restaurantes aderem a esta iniciativa com o intuito de promover o melhor da gastronomia resendense, prometendo fazer a delícia de todos os visitantes, que terão, ainda, direito à oferta de um copo de vinho de boas vindas à região (desde o jantar de sexta-feira até ao almoço de domingo).

Os restaurantes onde poderá saborear estas iguarias confecionadas, ainda, à moda antiga, em forno a lenha são: A Barraca (Porto de Rei – S. João de Fontoura); Bengalas (Rua Dr. Correia Pinto – Resende); Caldas (Caldas de Aregos); Delícia do Douro (Parque Urbano, Resende); Douro à Vista (Lugar de Quintela – Cimo de Resende); Douro Park Hotel (Caldas de Aregos); Gentleman (Rua Egas Moniz – Resende); O Desgraçadinho (Rua Humberto Coelho – Resende); O Emigrante (Av. Dr. Francisco Sá Carneiro); O Pitas (Rua Prof. Edgar Cardoso – Resende); Paga Tu (Largo do Município) e a Tasquinha do Zé (Rua Prof. Edgar Cardoso).

Os visitantes poderão, ainda, aproveitar o desconto de 15% (nas noites de sexta e sábado) praticado nas seguintes unidades hoteleiras do concelho: Douro Park Hotel (Caldas de Aregos); Hotel Comércio (Caldas de Aregos); Vald’ Aregos - Turismo Rural (S. Romão de Aregos); Quinta de Casal Mato (Cimo de Resende); Quinta do Outeiro (Anreade) e na Quinta da Porta Caseira (Mirão – Resende).

Quem se deslocar a Resende neste fim de semana terá, ainda, oportunidade de visitar o Museu Municipal, gratuitamente, onde poderá conhecer a cultura e os usos e costumes das nossas gentes. O Museu abrirá ao público no dia 20 de maio, das 9h00 às 12h30 e das 13h30 às 17h00, no dia 21 de maio, das 10h00 às 12h00 e das 14H00 às 17h00 e no dia 22 de maio, das 10h00 às 13h00.

De referir que no domingo, dia 22 de maio, realiza-se, na freguesia de Cárquere, o 4.º Domingo de maio – uma grandiosa romaria religiosa a Santa Maria de Cárquere. Esta romaria, que decorre durante todo o dia, tem origem na Idade Média, onde a povoação de todas as freguesias vizinhas visitam o santuário em procissões com as suas cruzes e os seus estandartes. Os rituais desta romaria continuam a ser praticados ao longo dos séculos, constituindo um marco de religiosidade na diocese de Lamego e na região.

Aproveitando os descontos praticados em algumas unidades hoteleiras, esta pode bem ser a ocasião perfeita para juntar os prazeres da mesa a passeios por esta região, fazer uma visita às exposições do Museu Municipal, participar na romaria religiosa do “4º Domingo de Maio”, na freguesia de Cárquere, ou simplesmente relaxar junto às paisagens magníficas do nosso rio Douro.
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A vila de Resende prepara-se para acolher a 15.ª edição do Festival da Cereja, o principal evento do país centrado neste precioso fruto, nos dias 28 e 29 de maio de 2016.

Durante dois dias, mais de uma centena de produtores locais irão disponibilizar este fruto a preços especiais. Mas, quem se deslocar a Resende neste fim de semana, poderá, ainda, apreciar e adquirir produtos de artesanato ligados à cereja, assistir à atuação dos grupos e ranchos tradicionais do concelho e, no domingo, a partir das 15h00, observar o cortejo temático que irá percorrer as ruas do centro da vila de Resende, que conta com a participação de cerca de 600 crianças, num desfile de carros alegóricos, sob o tema “As Verdades da Cereja”.

Com o objetivo de facilitar a deslocação até à Festa, o Município de Resende, como já é habitual, estabeleceu uma parceria com a CP, que oferece 30% de desconto no bilhete de comboio até à estação da Ermida. A Transdev Douro assegura o transporte dos passageiros da estação até ao centro da vila, onde decorre a festa. O mesmo transporte é assegurado no sentido inverso.

Novidade este ano é o concurso “Melhor Doce/Bolo de Cereja de Resende”, que pretende incentivar a criação de um doce/bolo que identifique o concelho como produtor da melhor cereja, de forma a valorizar a cereja e promover o empreendedorismo na transformação do produto. Serão atribuídos incentivos aos três melhores classificados, sendo que o júri irá avaliar a apresentação, sabor e textura, receita original e a cereja como ingrediente principal.

Ainda mal se ouve falar das cerejas em toda a Europa, já em Resende se pintam de vermelho os primeiros frutos que enchem os pomares de cerejeira instalados nas encostas do rio Douro, num concelho que produz, em média 3.500 toneladas de cereja, representando ¼ do total da produção nacional.

Em 15 anos de existência, o Festival da Cereja já se transformou numa tradição para a população local, bem como para os seus visitantes que chegam dos quatro cantos do país e enchem as ruas da vila de Resende, contribuindo para a dinamização da economia local, bem como para a afirmação do certame como o evento mais importante do país na promoção deste fruto.

Nos dias 28 e 29 de maio todos os caminhos vão dar ao Festival da Cereja de Resende! Nós esperamos por si.