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Por Notícias de Resende | quarta-feira, 23 de Julho de 2014 | Publicado em , , | Com 0 comentários
A Câmara Municipal do Marco de Canaveses em parceria com o Ginásio Bodystation organiza a iniciativa Marco no Fitness. O programa arrancou no passado domingo, dia 20 de Julho, e prolonga-se até 7 de Setembro.

A pensar na saúde e na boa forma física, os marcoenses têm acesso, de forma gratuita, aos domingos, durante os meses de Julho e Agosto, a aulas ministradas por professores qualificados em várias áreas.
Actividades como Pump, Zumba, Jump, Step, Crosstation prometem pôr os marcoenses a mexer e prontos para uma semana em pleno.

A iniciativa Marco no Fitness tem acesso livre e realiza-se junto à Câmara Municipal, aos domingos, a partir das 10h30. No dia 7 de Setembro assinala-se o culminar das actividades, com a realização do Mega Evento.

Junte a família e os amigos, traga os ténis e a boa disposição é garantida!

Já sabe: aos domingos há Marco no Fitness!

27 de Julho – Zumba
3 de Agosto – Jump
10 de Agosto – Step
17 de Agosto – Zumba
24 de Agosto – Crosstation
31 de Agosto – Step
7 de Setembro – Mega Evento
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No âmbito das comemorações dos 500 anos da atribuição do Foral ao Concelho de Benviver, por D. Manuel I, a 3 de Setembro de 1514, a Câmara Municipal de Marco de Canaveses prepara um conjunto de iniciativas para assinalar a efeméride.

As actividades iniciam no próximo dia 26 de Julho de 2014, às 21h30, no Salão Paroquial de Ariz, com a realização de mais uma das Conferências do Marco, intitulada “O Concelho de Benviver – 500 Anos”.
Esta conferência conta com a participação das Associações e Colectividades das comunidades de Ariz, Magrelos e Favões, constituintes da Freguesia de Bem Viver.

Intervenções:
Dr. Manuel Moreira – Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses
Dr. Licínio Soares – Historiador
Joaquim Oliveira – Presidente da Junta de Freguesia de Bem Viver
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A plataforma online Portal de Transparência Municipal foi disponibilizada pelo governo a partir do dia de ontem, 21 de julho, ao público, e disponibiliza mais de 100 indicadores relativos à gestão dos 308 municípios, agregando dados até agora dispersos por várias bases públicas. Em www.portalmunicipal.pt, os cidadãos podem consultar dados de natureza social, financeira e orçamental do seu município, como por exemplo, qual a dívida por habitante ou comparar dados entre câmaras ou regiões.

Com esta ferramenta a média nacional da dívida das 308 autarquias por habitante é estimada em 893 euros.

O concelho de Resende apresenta uma dívida total de 8,98 milhões de euros (8.980.184,54 euros), dados referentes ao ano de 2013. Sendo assim os 11.083 habitantes do concelho dividem a dívida, dando 810,27 euros por cada um (dívida per capita). Comparando com a média nacional, 893 euros por habitante, existe uma proximidade de valores.

A nível distrital, distrito de Viseu, o concelho de Penedono é o que apresenta menor dívida total, tanto em valor absoluto (3.664,96 euros) como relativo (valor per capita - 1,27 euros).

Os habitantes do concelho de Tabuaço são os que apresentam maior dívida no distrito, 2.118,64 euros por habitante.

O concelho de Lamego é o que tem maior dívida total absoluta a nível distrital, num valor de 45.961.949,57 euros.

O concelho de Resende a nível distrital situa-se no meio da lista, sendo o décimo segundo concelho com maior dívida per capita.

Rafael Barbosa

Dívida dos Concelhos do Distrito de Viseu - Valor absoluto da Dívida Total

Dívida dos Concelhos do Distrito de Viseu - Valor relativo da Dívida Total

Por Notícias de Resende | terça-feira, 22 de Julho de 2014 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Decorreu na manhã de 19 de Julho, na Sala de Espectáculos do Marco Fórum XXI, a cerimónia de atribuição de Distinções Honoríficas do Município, integrada como habitualmente nas comemorações das Festas do Marco. A cerimónia contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Manuel Moreira e respectivos Vereadores Municipais; do Presidente da Assembleia Municipal do Marco de Canaveses, António Coutinho; do Presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses – ANMP, Manuel Machado, acompanhado do Secretário-geral da ANMP, Rui Solheiro, bem como muitos familiares e amigos dos homenageados.

Sob proposta do Presidente da Câmara Municipal, todas as distinções foram aprovadas por unanimidade em reunião de Câmara. Estas Distinções Honoríficas visam reconhecer publicamente pessoas, instituições, associações e empresas que do seu mérito singular e dos contributos relevantes resultam benefícios para o desenvolvimento e para o bom nome do Município do Marco de Canaveses, constituindo-se ainda como um incentivo à participação e empenhamento dos munícipes e das instituições na vida colectiva do Concelho.

«O leque de personalidades, instituições, colectividades e empresas que hoje distinguimos, em Sessão Solene, e tal como temos efectuado, por altura das Festas do Marco, reflectem uma visão ampla da história do nosso Concelho, que todos temos vindo a construir: uma marca do passado, a vitalidade do presente e, sobretudo, a certeza de que o Novo Marco tem futuro», referiu o Edil Marcoense, Manuel Moreira, durante a cerimónia.

Com a Medalha de Mérito Cívico, Classe Ouro, a Câmara Municipal decidiu distinguir, a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), «pela sua acção na promoção, defesa, dignificação e representação do Poder Local», afirmou o Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses lembrando que «a Casa Comum do Poder Local, a ANMP, celebrou em Maio passado, 30 anos ao serviço dos Municípios e das Freguesias Portuguesas». «O Poder Local tem sido, foi, é, e será uma das grandes conquistas do 25 Abril, a par da Liberdade e da Democracia, talvez das conquistas mais conseguidas e que mudou a fisionomia de Portugal, das nossas aldeias, das nossas freguesias, das nossas vilas, das nossas cidades, dos nossos Municípios e de todo nacional», frisou Manuel Moreira.

O Município do Marco de Canaveses distinguiu também com Medalha de Mérito Cívico, Classe Ouro, a título póstumo, Joaquim Coutinho Ribeiro, «pelo seu percurso profissional e honroso exercício da sua cidadania, como político, dirigente e associativo».

Referência ainda para a Medalha de Mérito Profissional, Classe Ouro, atribuída a António Sousa, «pelo excelente percurso profissional, nomeadamente ao serviço da Rota dos Vinhos do Marco de Canaveses, o que muito honra o Concelho», bem como a Medalha de Valor e Altruísmo, Classe Ouro, a título póstumo, a Fernando Miranda Monterroso, «pela singular generosidade na promoção da solidariedade social e honrosa prestação ao serviço da Nação».

Foram igualmente agraciados outros cidadãos e instituições pelo seu meritório percurso e trabalho realizado no plano cívico e social; autárquico; humano; cultural; científico; desportivo; profissional; económico e empresarial; voluntariado e bons serviços.

Em representação de todos os homenageados, Manuel Machado, Presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, cumprimentou «o Município do Marco de Canaveses e todos os seus habitantes pelo brilho desta cerimónia. Gostaria de agradecer, e em nome de todos, esta distinção. Sinto muito orgulho em ser o portador desta condecoração que atribuíram à ANMP, que existe há 30 anos. É muito importante homenagear o que é feito hoje e o que foi feito antes de nós. Quando uma comunidade homenageia, se regista essa forma de agir, estamos a dignificar o Poder Local».

Estando no Marco de Canaveses, e a falar em nome da ANMP, Manuel Machado notou que «a Casa Comum do Poder Local tem uma protecção legal muito importante, que é a Carta Europeia da Autonomia do Poder Local, de que Portugal é subscritor. E, como tal, temos responsabilidades maiores, e no trabalho que desenvolvemos o que nos preocupa é construir soluções, gerar emprego e criar riqueza», afirmou o Presidente da ANMP que acredita que o «caminho faz-se caminhando, sempre em prol do bem comum das nossas populações e, por isso, esta distinção deixa-me muito orgulhoso. Obrigado».
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Realizou-se no dia 20 de Julho, no palco do Parque Fluvial do Tâmega, mais uma grande final do concurso musical “Marco a Cantar – Jovens Talentos da Canção 2014”, promovido pela Câmara Municipal em parceria com a Escola de Música Movimentos & Variações.

Na edição 2014 do “Marco a Cantar” participaram 28 concorrentes, divididos por dois escalões: 1º escalão – 9 a 14 anos e 2º Escalão – 15 a 22 anos.

Decorridas as fases eliminatórias em vários locais do Concelho: Igreja Paroquial de Paredes de Viadores; Casa do Povo de Soalhães; Largo da Feira na vila de Alpendorada e Matos e Jardim Municipal da cidade do Marco de Canaveses, os 12 finalistas apurados defenderam brilhantemente, nesta grande final, os seus temas, contagiando o vasto público presente com o talento e a magia da música.

Como habitualmente, o presidente do júri, Francisco Tavares, anunciou os três melhores classificados de cada escalão participante no concurso musical “Marco a Cantar – Jovens Talentos da Canção 2014”. No primeiro escalão os resultados foram os seguintes: 1º classificado -  Inês Isabel Silva Pinto, com o tema “Chamar a Música”; 2º classificado – Alice Boavista Brandão Saraiva Vieira, “Desfado” e o 3º classificado - Pedro Henrique Soares Pereira, com a música “Lisboa Menina e Moça”. Já no segundo escalão, o 1º lugar foi para Cristiana Filipa Soares da Silva, com o tema “Tudo o que te dou”; 2º lugar - Inês Filipa Pinheiro da Silva Semide e a “Chuva” e no 3º lugar - Joana Catarina Pereira Andrade, com o “Sobe, sobe balão sobe”.

Para o Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Manuel Moreira, «encerramos e, mais uma vez, com chave de ouro as festas maiores do nosso Concelho, as Festas do Marco. As festas dos e para os marcoenses e todos os que nos visitam, e que trouxeram vida e cor às ruas da cidade, numa partilha genuína das nossas raízes, saberes e sabores patentes nas nossas feiras de artesanato, social, gastronomia, vinhos, e em manifestações culturais como as marchas populares, os espectáculos de folclore e de música, os despiques de bombos, concertos e, por último, com esta final do concurso “Marco a Cantar – Jovens Talentos da Canção”, cheia de talento e qualidade».

Fazendo um «balanço muito positivo» de mais uma edição das Festas do Marco, Manuel Moreira agradeceu a participação «de todos os concorrentes, todos são vencedores e todos subiram ao palco com muita alegria e sentido de missão, encantando a plateia com o vosso talento vocal».

Uma noite de grande musicalidade e talento no encerramento das Festas do Marco 2014, que contou também com a actuação da Banda da Movimentos e Variações, culminando com um deslumbrante espectáculo piromusical sobre as águas do rio Tâmega.
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A Câmara Municipal do Marco de Canaveses em parceria com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP promovem uma campanha de recolha de sangue numa unidade móvel, no próximo dia 19 de Agosto de 2014, na Praça do Movimento das Forças Armas (Praça D. Carlos), entre as 09h00 e as 12h30.

Esta campanha de recolha de sangue está aberta a toda a população e visa contribuir para uma sensibilização à comunidade para esta causa e garantir fluxos regulares de sangue.

Qualquer cidadão entre os 18 e os 65 anos pode ser dar sangue, desde que se encontre em boas condições de saúde e tenha um peso superior a 50kg. Para tal, basta a apresentação do Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão ou do Cartão do Dador de Sangue. Antes de dar sangue deve tomar uma refeição ligeira, como por exemplo, café, chá, sumos, pão ou bolachas.

A dádiva parte de cada um de nós! Seja solidário e dê sangue!
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Foram assinados hoje, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, os Acordos de Execução e Contratos Interadministrativos de Delegação de Competências da Câmara Municipal do Marco de Canaveses nas Juntas de Freguesia. Estes acordos resultam da aplicação da Lei N.º 75/2013 e regulamentam a descentralização das competências nas referidas entidades e representam uma transferência anual de recursos financeiros no montante de mais de dois milhões de euros, a efectuar pela Câmara Municipal para aquelas entidades.

Estes Acordos e Contratos têm como objectivos a promoção da coesão territorial, o reforço da solidariedade inter-regional, a melhoria da qualidade dos serviços prestados às populações e a racionalização dos recursos disponíveis, sendo concretizados em todos os domínios dos interesses próprios das populações das freguesias, dos municípios e das entidades intermunicipais, no respeito pela intangibilidade das atribuições de ambas as autarquias.

São competências dos Acordos de Execução, quando delegadas: Assegurar a limpeza das vias e espaços públicos; Manter, reparar e substituir o mobiliário urbano instalado no espaço público, com exceção daquele que seja objeto de concessão; Gerir e assegurar a manutenção corrente de feiras e mercados; Assegurar a realização de pequenas reparações nos estabelecimentos de educação pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico; Promover a manutenção dos espaços envolventes dos estabelecimentos referidos anteriormente.

Relativamente aos Contratos Interadministrativos de Delegação de Competências, a Câmara Municipal do Marco de Canaveses delega nas Juntas de Freguesia do Concelho competências nos seguintes domínios: Educação (Acordo de Cooperação no âmbito da expansão da educação pré-escolar, na componente de apoio à família; Programa de Generalização de Refeições aos Alunos do 1º Ciclo Básico, Acção Social Escolar); Obras, eventos, actividades de natureza vária e ou intervenções; e cobrança da taxa de Resíduos Sólidos Urbanos.

Para o Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Manuel Moreira, «este processo de delegação de competências nas Juntas de Freguesia permite uma melhor eficiência na gestão e um melhor aproveitamento dos dinheiros públicos, além de permitir uma gestão de proximidade como sempre defendi». Manuel Moreira sublinhou a importância desta medida «para a prossecução dos interesses e a resolução dos problemas das populações, que constituem o cerne e a essência do poder local democrático».

O Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses notou que «a intervenção administrativa na gestão dos assuntos e dos negócios públicos e colectivos implica o estabelecimento desta relação de colaboração e de complementaridade entre a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia», afirmando ainda que «o actual Executivo da Câmara irá continuar a privilegiar a gestão de proximidade e o aprofundamento, no futuro, de novas formas de cooperação com as Juntas de Freguesia».
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A ExpoMontemuro foi a inovação deste ano da Câmara Municipal de Cinfães que tem como base a Feira do Vinho com mais de duas décadas de história. A grande aposta neste certame preencheu vários dias com as mais diversas atividades, entre elas, os concertos de nomes bem conhecidos dos portugueses. Cuca Roseta foi um desses rostos. E o João Pereira, não quis perder a oportunidade de falar com Cuca sobre tudo um pouco. Cuca contou-nos porque se chama “Cuca”, falou de Cinfães e das gentes da região, afirmou que o fado é a sua vida e do caminho que a levou ao fado. Qualificou a experiência no “Rising Star” da TVI como gratificante e desvendou que vem aí um novo disco, que ainda não tem nome, mas que vai ser gravado em Outubro e será lançado em Março. No fundo, Cuca contou-nos a sua vida… que é o fado! Houve ainda tempo para ver o Sabonete de Arêgos, de terras resendenses, chegar à mão de Cuca!

João Pereira – Olá Cuca. E por falar em Cuca, de onde vem o nome “Cuca”? Não é o seu nome «verdadeiro», pois não? Quer-nos contar essa história?

Cuca Roseta – Não é o meu nome verdadeiro porque em Portugal não é permitido usar-se “Cuca”, porque, na verdade, é o meu nome verdadeiro. Eu tenho três irmãs mais velhas, a Ana, a Inês e a Rita e a minha mãe não estava à espera de ter mais uma rapariga, queria ter um rapaz e achava que era rapaz e então só tinha nome para rapaz. Quando eu nasci fiquei sem nome e a minha mãe diz que a minha irmã, a mais nova das três, começou a chamar-me “Cuca”, ao bebé. Depois registaram “Isabel” porque não podia ser “Cuca” mas desde aí que me chamam assim, ninguém me chama “Isabel”, por isso é mesmo o meu nome verdadeiro.

JP – Já tinha estado em Cinfães? O que acha desta região? 

CR – Bem… eu adorei! Às vezes as pessoas acham que nós dizemos isto em todo o lado, mas não. Este público é realmente incrível, para aí há um ano que não tinha um público assim. As pessoas gostam de música, gostam de fado e sobretudo, valorizam a música. É um público muito feliz: estiveram sempre a dançar, a cantar, a bater palmas… são fantásticos e fiquei mesmo feliz. Os músicos disseram-me o mesmo!

JP – É muito importante para si estes concertos? É muito importante cantar ao vivo?

CR – Eu acho que é muito importante estar com as pessoas, o poder partilhar… quando se canta e quando se faz música é como… eu costumo dizer que quando quero ter um refúgio acabo por procura-lo na arte e nós que fazemos arte temos essa responsabilidade também de fazer aquilo que aconteceu hoje: de dar momentos felizes às pessoas, em que as pessoas cantam, dançam, riem… E por isso é muito importante para nós e para as pessoas também ter estes momentos de cumplicidade com a arte.



JP – Sei que não havia nada que sugerisse que um dia o fado viria a ser a sua vida. Disse numa entrevista:”O fado foi uma coisa que nunca me interessou, que eu não conhecia. Nós somos portugueses, mas não conhecemos a nossa própria música. E quando eu fico a conhecer esta música, há uma ligação e uma paixão que me faz pensar que eu quero cantar fado o resto da vida”. Porquê o Fado? Quando é que descobriu que era Fado que queria cantar para o resto da vida?

CR – Eu não nasci num bairro de Lisboa. Eu nasci na praia, perto da praia e apesar de ser uma pessoa muito espiritual, eu cresci numa família em que só havia música clássica, o lírico. E então, eu acho que a música clássica dá-nos sempre uma abertura para ouvirmos todo o tipo de música e talvez tenha sido por isso que eu tenha tido uma paixão ou um amor à primeira vista quando ouvi fado pela primeira vez ao vivo. Quando eu ouvi pela primeira vez fado ao vivo, encontrei nele a minha paixão e a minha inspiração. Eu escrevia muito na altura e então comecei a ir ouvir fado para minha inspiração e depois fui crescendo dentro do fado, foi crescendo está ligação ao fado até o fado se tornar a minha vida. E hoje em dia eu acho que nasci para cantar fado, é a minha grande paixão e jamais cantaria outro género musical.

JP – Colaborou durante algum tempo com os Toranja, de Tiago Bettencourt. Como surgiu essa oportunidade?

CR – Eu e o Tiago eramos grandes amigos desde pequeninos. Nós moramos muito perto e também fizemos parte do mesmo coro de igreja e os nossos amigos eram comuns. Quando o Tiago começou a fazer a primeira banda pediu-me logo para fazer backing vocals e foi aí que eu tive o meu primeiro contacto com o mundo do espetáculo.



JP – Em 2006 participou no Festival da Canção com a música “As minhas guitarras”. Foi um momento importante da sua carreira?

CR – Foi… eu acho que todas as experiências que nos passam na vida, principalmente na televisão, são sempre experiências que nos dão traquejo. Quanto mais vezes vamos, aprendemos a falar, a estar. É muito difícil uma pessoa se expor, não é nada fácil. Eu também sou uma pessoa que fui sempre tímida, reservada, apesar de ser artista e, por isso, acho que foram precisos todos esses passos para me habituar a essa exposição. E o convite foi feito pelo Ramón Galarza que eu cresci a conhece-lo e foi com muito carinho que eu cantei essa música.

JP – O seu primeiro disco foi produzido por Gustavo Santaolalla, vencedor de dois óscares e vários grammy’s. Como é que conheceu o Gustavo e como é que começou esta aventura de ser ele o produtor do seu primeiro disco? Foi inesperado a proposta do Gustavo para produzir o disco “Cuca Roseta”?

CR – Foi inesperado mas foi muito engraçado porque eu na altura estava a estudar psicologia e o fado já era a minha inspiração mas eu não queria fazer dele vida porque achava que a música era um grande risco… E eu já cantava numa casa de fado por isso já acabava por partilhar com as pessoas que ouviam. Eu já tinha tido várias propostas para gravar discos e eu não quis porque queria acabar o meu curso de psicologia e já fazia o que eu gostava que era cantar fado e entretanto por não ter aceite as outras três propostas, apareceu a quarta que foi a do Gustavo Santaolalla e foi um ensinamento para a vida: às vezes se nós não agarrarmos a primeira oportunidade que aparece, talvez se fizermos as coisas com mais calma, aparecem coisas melhores. O Gustavo apareceu e foi completamente irrecusável a proposta que ele me fez, ele é um dos maiores produtores do mundo e era também uma honra para Portugal ter um convite que ganha tantos prémios no mundo.

JP – Sei que está ligada a outras áreas artísticas, tais como a pintura ou o taekwondo (cinturão preto)… Mas se tivesse que escolher entre todas estás áreas (pintura, taekwondo ou música), qual escolhia? Era a música?

CR – Sim… é assim: cada uma dessas experiências me traz algo diferente e eu acho que todas elas é que me dão equilíbrio. Por exemplo, o taekwondo e o desporto dão-me muito equilíbrio, a pintura também e eu preciso muito de quando chego a casa, depois de andar pelo mundo a viajar, destes refúgios. Hoje em dia o meu refúgio já não é o fado porque o fado é a minha vida, é a pintura e o piano porque eu gosto muito de chegar a casa e pintar ou tocar piano.



JP – Como é que foi a escolha entre a Psicologia e o Fado?

CR – Eu acho que foi a vida que me levou para a música porque como eu dizia há pouco a música era a minha paixão mas a psicologia era o meu caminho, e eu adoro psicologia também e queria acabar o curso e achava que podia fazer as duas coisas. Quando terminei o curso em psicologia eu queria naturalmente trabalhar em psicologia mas comecei a trabalhar a cantar fado, comecei a viajar tanto e sempre a pensar «para o ano começo a trabalhar, para o ano começo a trabalhar» e nunca consegui, já passaram dez anos e eu continuo sempre a cantar (graças a Deus, tive muitos concertos e pelo mundo inteiro) e foi aí que eu percebi que a minha vida não era a psicologia, era o fado e agora já não ia desistir de cantar o fado para trabalhar em psicologia porque eu estou a fazer aquilo para o qual nasci. O fado é a minha pele, sou eu mesmo.

JP – Escreveu já várias letras de fados que canta. Como por exemplo “Homem português” ou “Nos teus braços”. É mais reconfortante ainda cantar um fado que foi a Cuca a escrever?

CR – Sem dúvida. Eu comecei a cantar fado à procura de poemas que contassem a minha história porque eu acho que o fado é a nossa verdade e nós temos que procurar poesias que contem a nossa história, a nossa experiência de vida para conseguir passar essa verdade. E hoje em dia, ainda há pouco estava a comentar com os meus músicos e o meu manager, é muito difícil encontrar poemas que sejam tão genuínos ou tão verdadeiros ou tão puros como os meus porque os meus contam realmente a minha história de vida. Mesmo que os meus poemas nunca cheguem aos pés de algum grande poeta como Fernando Pessoa, Luís de Camões ou Florbela Espanca, o que é facto é que eu me sinto mais em mim e dou mais de mim quando canto as minhas próprias letras.

JP – Como é que está a ser a experiência no programa televisivo da TVI “Rising Star”? Como surgiu o convite para estar como jurada neste programa de música?

CR – É muito interessante estar do lado de lá porque eu já estive exatamente no lugar deles quando comecei e também já tenho alguns anos de experiência e é muito bom poder partilhar aquilo que já vivi e já aprendi com pessoas que estão a começar. E depois aquilo é uma família e nós criamos uns laços gigantes, todos dentro da música, partilhamos todos a mesma arte e é lindo porque está sempre toda a gente a cantar nos bastidores, por exemplo. Todos eles são fantásticos, têm vozes maravilhosas. É uma experiência muito gratificante.

JP – Depois do primeiro disco “Cuca Roseta” em 2011, lançou no ano passado o seu segundo disco, intitulado “Raiz”. Há novos projetos em mente para breve?

CR – Há, estou a começar a gravar o meu primeiro disco que ainda não tem nome e vai ser gravado com um dos maiores  produtores do Brasil, o Nelson Motta e é também, mais uma vez, uma sorte imensa! Vou gravar em Outubro e o disco deverá sair em Março do próximo ano.

JP – Aquando da pesquisa da sua biografia encontrei várias vezes a frase “Eu quero simplesmente cantar” ou “Eu quero cantar fado para o resto da vida”. O fado é e vai ser sempre a sua vida? É uma certeza?

CR – É uma certeza, sem dúvida alguma. É aquilo que me faz feliz em cada dia. Eu não desejo, não crio expetativas de nada, não tenho nenhum sonho… o meu sonho eu realizo todos os dias cada vez que tenho um concerto como tive aqui em Cinfães hoje. Cada vez que canto fado, cada vez que partilho esta arte, eu estou a realizar o meu sonho.

JP – Muito obrigado, Cuca!

CR – Muito obrigada!
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António Borges e Acácio Pinto são os dois candidatos já conhecidos à Federação Distrital do PS/Viseu. As diretas para a Federação realizam-se a 6 de setembro e o anúncio foi feito durante a reunião da Comissão Política que se realizou na noite de sexta-feira (18 de julho). A surpresa instalou-se na reunião quando Acácio Pinto, atual deputado na Assembleia da República, anunciou a sua candidatura sem que ninguém estivesse à espera.

O ex-presidente da Câmara de Resende é um apoiante de António José Seguro, enquanto que Acácio Pinto está com António Costa desde a primeira hora.

O ainda presidente da Federação, João Azevedo decidiu não se recandidatar e alegou como razões o facto de se querer dedicar exclusivamente à vida autárquica (é presidentre da Câmara de Mangualde) e ao Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) , do qual também é presidente.

No entanto, é também já sabido que João Azevedo vai ser o mandatário distrital da campanha de António Costa.

Por António Seguro, já tinha sido anunciado como mandatário distrital o presidente da Câmara de Moimenta da Beira, José Eduardo Ferreira.

As eleições para as federações distritais surge no seguimento da luta interna à liderança do partido despoletada por António Costa e António José Seguro.

O PS aprovou a realização de eleições primárias a 28 de setembro para escolher o candidato a primeiro-ministro nas próximas legislativas. , do qual também é presidente.

No entanto, é também já sabido que João Azevedo vai ser o mandatário distrital da campanha de António Costa.

Por António Seguro, já tinha sido anunciado como mandatário distrital o presidente da Câmara de Moimenta da Beira, José Eduardo Ferreira.

As eleições para as federações distritais surge no seguimento da luta interna à liderança do partido despoletada por António Costa e António José Seguro.

O PS aprovou a realização de eleições primárias a 28 de setembro para escolher o candidato a primeiro-ministro nas próximas legislativas.

in Jornal do Centro
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O Município de Resende dá continuidade à tradicional Feira de S. Cristóvão, na freguesia de Felgueiras, que se realiza todos os anos no dia 25 de julho, onde, pelas 12h00, o Presidente da Câmara Municipal, Garcez Trin dade, vai proceder à entrega dos incentivos aos produtores de gado de raça arouquesa.

Este ano vão ser atribuídos prémios a 162 animais, correspondendo a um total de 16.200,00 euros em incentivos, de acordo com as Normas Reguladoras de Atribuição e Incentivos à Criação de Gado Tradicional, que atribui por uma única vez e por animal, um prémio de 100,00 euros aos produtores proprietários de Raça Arouquesa, com seis ou mais meses de idade, até ao limite de 30 meses, ou independentemente da idade, no caso de bovinos fêmeas reprodutoras, destinadas à reprodução do efetivo pecuário no concelho.

Em relação ao ano passado verificou-se um acréscimo de 21 animais premiados, sendo que no total são 67 produtores do concelho a receber os incentivos.

Do programa da feira consta, ainda, um Concurso Pecuário de Bovinos de Raça Arouquesa, a partir das 9h30, e respetiva entrega de prémios, às 13h30. Pelas 16h00 decorrerá uma mostra de bois.

Mas a festa inicia-se na noite de 24 de julho, a partir das 21h30, com uma noitada onde a Banda Projeto promete uma noite de grande animação e onde não vai faltar fogo de artifício.

É na Serra do Montemuro que a criação de gado bovino de Raça Arouquesa é mais relevante, local onde parte significativa da população, ainda, vive da agricultura e sobretudo da reprodução desta raça.

Com a atribuição destes incentivos pretende-se dar ganho na escala de produção de gado, promovendo uma das raças autóctones mais importantes da região de Entre Douro e Minho, contribuindo, desta forma, para a melhoria e dispersão de bovinos de raça arouquesa, isentos de doenças contagiosas.
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A Avenida Conselheiro Alpoim, em Mesão Frio, voltou a ser palco para o Festival de Folclore, organizado habitualmente duas vezes por ano, pelos dois Ranchos Folclóricos do concelho. Esta foi a vez do Rancho Folclórico de Barqueiros do Douro levar a cabo uma nova edição que se realizou no dia 19 de julho e que contou com o apoio da Junta de freguesia de Barqueiros, da Câmara Municipal e da Adega Cooperativa de Mesão Frio. Três grupos de folclore integraram esta festa popular que tem vindo a ser realizada desde há vários anos.

Pelas 18 horas, os grupos participantes foram recebidos pela organização, seguindo-se um jantar convívio. Cerca das 21 horas, desfilaram com todos os grupos pelas principais ruas de Mesão Frio, antecedendo as respetivas atuações. Às 21h30, subiram ao palco o anfitrião Rancho Folclórico Barqueiros do Douro, o Rancho Folclórico do Passil (Alcochete) e o Rancho Folclórico de São Mamede de Negrelos (Santo Tirso) para divulgar um pouco das suas tradições culturais, através da música, da dança e dos trajes. Os grupos atuaram perante os olhares atentos de centenas de pessoas que continuam a valorizar as suas raízes populares.

Nuno Lemos, presidente do Rancho Folclórico Barqueiros do Douro, agradeceu a presença dos grupos intervenientes e de todo o público, estendendo um agradecimento a todas as entidades que apoiaram a realização do evento. Para a entrega de lembranças aos grupos participantes no festival, subiram também ao palco o presidente da Câmara Municipal de Mesão Frio, Alberto Pereira, o vice-presidente Paulo Silva e o presidente da Junta de Freguesia de Barqueiros, José Branco.

O evento teve como objetivo divulgar e consolidar costumes locais do concelho e das diferentes regiões que visitaram Mesão Frio, estimulando o gosto pelo Folclore. O Rancho Folclórico de Barqueiros do Douro surgiu na freguesia de Barqueiros, concelho de Mesão Frio, tendo sido sempre apoiado nas riquezas culturais e patrimoniais da região e, desde então, procura propagar, dentro e fora do país as danças, os cantares e as tradições concelhias.
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Os três engenhosos jovens baionenses que estiveram presentes na final nacional do concurso “F1 in Schools”, visitaram os Paços do Concelho, na tarde de 17 de julho, para agradecerem o apoio prestado pela Câmara Municipal de Baião. Foram felicitados pelos autarcas José Luís Carneiro e Paulo Pereira, que lhes agradeceram terem representado o concelho de Baião. E incentivaram-nos a continuarem a estudar e a aprender, para no futuro poderem vir a ser profissionais de sucesso na área que mais gostarem.

Francisco Silveira, Tomás Monteiro e Rui Borges são estudantes do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil e participaram, no passado dia 12 de julho, naquela prova realizada na cidade de Famalicão.

Competiram na categoria “1º ciclo”, juntamente com outras quatro equipas, e desenvolveram um protótipo de um carro de competição. Este veículo, de pequenas dimensões, foi até mesmo testado em provas de velocidade. Entre as outras tarefas a cargo da equipa, esteve a criação da imagem corporativa da sua equipa de F1 – designada “Super Turbines” e a preparação de uma apresentação para o júri da prova.

Os jovens baionenses tiveram o suporte institucional do Agrupamento de Escolas e da Câmara Municipal de Baião e o apoio de patrocinadores do concelho.
Por Notícias de Resende | sexta-feira, 18 de Julho de 2014 | Publicado em , | Com 0 comentários
No dia 16 de Julho, Resende celebrou os 500 anos do documento que instituiu o concelho: a Carta de Foral atribuída pelo Rei D. Manuel I, em 1514.

As celebrações iniciaram-se, às 21h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com uma sessão de abertura presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Resende, Garcez Trindade, que, após ter cumprimentado e agradecido a todos a sua presença neste evento, referiu que estava a experimentar no momento sentimentos antagónicos pois, por um lado sentia-se agradado pelo facto de se estar a comemorar os 500 anos de entrega do foral a Resende que, no fundo significou a nascença do concelho e a criação de órgãos locais reguladores da vivência social, económica e de aplicação da justiça e, por outro lado, muito desagradado, desapontado e com um profundo lamento pelo encerramento do Tribunal de Resende pela Sra. Ministra da Justiça do atual Governo, Paula Teixeira da Cruz que se mostrou insensível a todos os apelos para que reconsiderasse a reforma do Mapa Judiciário.

O autarca acrescentou, ainda, que “com esta decisão, a comunidade Resendense vê-se privada do direito do acesso ao seu Tribunal e ao Juiz, em condições de igualdade com outros portugueses, o que constitui um atentado ao que está consagrado na constituição da República Portuguesa”. Disse, também, que tem esperança de que num futuro próximo outros governantes, que por ventura partilhem outras ideias e outra consideração pela população, reabram o Tribunal restituindo, assim, à comunidade Resendense a dignidade e o direito do acesso ao Tribunal e ao Juiz, em condições de igualdade, conforme impõe a Constituição da República Portuguesa.

Seguiu-se um desfile com convidados trajados à época, em direção ao Auditório Municipal, onde decorreu um concerto de música renascentista pelo grupo Vox Chordae, um grupo de voz e cordas friccionadas que aborda o repertório desde a época medieval ao século XX. Depois do concerto assistiu-se a um momento de recriação da entrega do Foral, cujo teor do documento foi lido em voz alta pelo “Arauto” que simbolicamente o entregou ao “Homem Bom”. Este chamou ao palco o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Resende a quem entregou a Carta de Foral, tendo este referido que “a carta ficará no Museu Municipal de Resende onde qualquer pessoa a pode visualizar”.

As comemorações seguiram-se com uma tertúlia subordinada ao tema “Resende - 500 anos de foral, 1000 anos de história”, com a participação de Maria Alegria Marques, Professora Catedrática na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e especialista em tempos medievais, e de Joaquim Correia Duarte, licenciado em Ciências Históricas na Universidade do Porto, autor de diversas publicações históricas, sobretudo com incidência na região de Resende, sendo que ambos são membros da Academia Portuguesa de História. Assim, todos os presentes tiveram oportunidade de ouvir duas pessoas sábias e ilustres que explicaram o significado e a importância da atribuição das Cartas de Foral na época.

Joaquim Correia Duarte explica que “as terras de Resende, Felgueiras e grande parte das de Cárquere, pertenciam aos Senhores do Paço de Resende. Constituíam no seu conjunto a grande Honra de Resende, instituída por D. Afonso Henriques em favor de Egas Moniz de Ribadouro e seus descendentes. Era o senhor e os funcionários por ele nomeados, que administravam a justiça e recebiam os impostos do povo. Tendo falecido, sem descendentes e herdeiros, Vasco Martins de Resende, o último dos descendentes de Egas Moniz na posse da Honra, o Rei D. Manuel I aproveitou para criar aqui um novo concelho, assinando uma carta de foral, em 16 de julho de 1514.

A partir daí começaram as populações de Resende a ter órgãos próprios para a sua administração, ficando assim, desde então e até hoje, a usufruir de autonomia na sua administração, e independência na sua vida social e económica”.

As cerimónias terminaram com um Porto d’ Honra servido a todos os presentes, onde não faltaram as tradicionais cavacas de Resende.

Recorde-se que, para além de Resende, os extintos concelhos de Caldas de Aregos e S. Martinho de Mouros tiveram as suas Cartas de Foral renovados pelo Rei D. Manuel I em 1513, sendo de referir que o Município conseguiu salvaguardar na sua posse os três documentos originais com 500 anos de História. Com o seu texto iluminado, regista os vistos das várias correições que foi sofrendo ao longo dos tempos até à sua vigência. Os três documentos estão em exposição permanente no Museu Municipal de Resende onde poderão ser observados.
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A Comunidade Intermunicipal – CIM Douro que abrange os 19 municípios da região Douro, NUTS III, reuniu no passado dia 16 de julho, na Biblioteca Municipal de Mesão Frio, para 46ª reunião do conselho executivo, que teve início pelas 10 horas.

O período antes da ordem do dia foi aberto pelo presidente do Conselho Executivo, Francisco Lopes que, começou por dar a palavra ao Presidente da Câmara Municipal de Mesão Frio, Alberto Pereira, na qualidade de anfitrião, seguindo-se o 1.º Secretário Executivo Intermunicipal, Paulo Noronha que, informou sobre a abertura de candidaturas ON2 até ao final de agosto para intervenções em equipamentos desportivos no âmbito do PO Norte, referindo também os requisitos que cada Município deve cumprir para se poder candidatar. O 1.º Secretário Intermunicipal deu ainda conta do concurso de energia elétrica 2015, tendo referido que foi realizada a recolha de informação para o concurso e remetido a todos os municípios um quadro com as instalações do concurso 2014, solicitando a sua atualização. Seguidamente, os presentes foram informados acerca dos quantitativos para a vindima de 2014, através de um Comunicado emitido pela direção da Casa do Douro. Na reunião foi ainda informado de que, a partir do quadro elaborado pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), para anterior repartição de 70%-30% das contribuições para o Fundo de Apoio Municipal (FAM) de cada município foi elaborado um quadro com as contribuições para a repartição 50%-50% aprovada entre a ANMP e o Governo.

O presidente do Conselho Intermunicipal abriu o período da ordem do dia, tendo sido deferida, por unanimidade, a adenda com vista a clarificar o montante da subvenção global FEDER face aos acertos da taxa de confinamento das candidaturas incluídas na contratualização e à reanálise dos montantes máximos de referência. De acordo com o deliberado na última reunião, a discussão centrou-se ainda, num conjunto de propostas apresentadas e o seu enquadramento nos eixos da estratégia Douro 2020, tendo sido solicitada a cada município uma análise crítica da lista de projetos, no sentido de se começar a estabelecer um plano de ação e uma lista de projetos comuns.

No âmbito da Proteção Civil, foram aprovados por unanimidade o relatório final, a adjudicação do Concurso Público Internacional e as minutas dos contratos para aquisição de Equipamento de Proteção Individual (EPI) para combate a incêndios naturais no Douro.

Depois da reunião houve um almoço no Água Hotels Douro Scala, em Cidadelhe. Este é o segundo ano consecutivo que a Comunidade Intermunicipal – CIM Douro reúne em Mesão Frio. A associação de municípios de fins múltiplos, pessoa coletiva de direito público de natureza associativa e de âmbito territorial, abrange os Municípios de Mesão Frio, Alijó, Armamar, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Murça, Peso da Régua, Moimenta da Beira, Penedono, S. João da Pesqueira, Sernancelhe, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Tabuaço, Tarouca, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa e Vila Real.
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Na passada terça-feira, dia 15 de julho, milhares de pessoas manifestaram-se contra a reorganização do mapa judiciário proposto pelo Governo, junto à Assembleia da República. A Câmara Municipal de Mesão Frio cedeu transporte gratuito a todos os seus munícipes, tendo também participado nesta manifestação todos os advogados do concelho, o presidente da Câmara Municipal e todos os presidentes das Juntas de freguesia que, juntos contestaram os critérios para o encerramento do Tribunal Judicial de Mesão Frio. À manifestação não faltaram mesmo vários autarcas do PSD vindos de todos os pontos do país.

A classe dos advogados fez-se representar de toga, com balões negros e em grande número, na manifestação de desagrado e indignação, queixando-se que o critério para o encerramento de tribunais está mal desenhado e que os dados são, em alguns casos, obscuros. Por sua vez, os mesãofrienses não aceitam de forma alguma a desqualificação do tribunal de Mesão Frio e, por esse motivo, voltaram a manifestar uma vez mais o seu desagrado.

Alberto Pereira, presidente da Câmara Municipal de Mesão Frio, reiterou que o encerramento do Tribunal Judicial “não irá favorecer ninguém, já que os munícipes terão que fazer vários quilómetros para aceder à justiça.” O autarca considera ainda que, “a medida é prejudicial tanto para os cidadãos como para quem trabalha no setor e, ao entrar em vigor o novo mapa judiciário é o fim da justiça de proximidade”, afirmou, antecipando grandes dificuldades na deslocação dos munícipes devido à falta de transportes públicos.

A reorganização do mapa judiciário deverá entrar em vigor a partir de 1 de Setembro, sendo encerrados 47 tribunais em todo o país, entre os quais 27 passarão a ser balcões de apoio. No caso de Mesão Frio, os processos vão transitar para outras comarcas, como a de Peso da Régua, Vila Real ou Chaves.
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Nos dias 12 e 13 de julho, realizou-se o «Circuito NGPS 2013, 6ª Etapa Passeio de BTT Mesão Frio – Srª da Serra», que teve início e fim em Mesão Frio. Esta atividade desportiva contou com o apoio da Câmara Municipal e teve como objetivo promover o conhecimento da região e dinamizar a economia local, dado que o mesmo foi efetuado em autonomia total. O alto da serra do Marão (1415 metros) foi o destino, onde mais uma vez, este ano, ocorreu a romaria em honra da Sr.ª da Serra do Marão, tendo os participantes assistido ao nascer do sol, como manda a tradição.

O caminho de ida e volta foi guiado por GPS e por trilhos e caminhos rurais, não tendo existido cronometragens nem prémios, sendo o objetivo a conclusão do percurso proposto e a descoberta da região. A inscrição teve o valor de 5€ por participante, incluindo um seguro de acidentes pessoais. A organização entregou o remanescente das receitas das inscrições à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Mesão Frio. A Câmara Municipal de Mesão Frio disponibilizou um espaço ao ar livre para a receção dos participantes, balneários e deliciou os participantes com o afamado doce do concelho, o Biscoito de Donsumil.
Por Notícias de Resende | quinta-feira, 17 de Julho de 2014 | Publicado em , | Com 0 comentários
O Grupo Desportivo de Resende já prepara a nova época na Divisão de Honra da A. F. Viseu e já começam a ser reveladas várias decisões, nomeadamente em relação ao plantel.

Tiago Correia, natural de Cinfães, é o primeiro nome a ser anunciado como continuidade na formação resendense. O médio, que também já experimentou posições nas alas, chegou ao G. D. Resende há 3 anos, oriundo do C.D. Cinfães e desde aí tem-se afirmado como peça importante do plantel.

Ao notícias de Resende, Tiago revelou que “já se sente da casa” e que continuará a dar tudo pelo Grupo Desportivo de Resende.

O Grupo Desportivo de Resende vai disputar a Divisão de Honra da A.F. Viseu, onde milita há duas épocas consecutivas. Na época passada conseguiu o 7º lugar com 42 pontos.

Para a nova época, aguarda-se ainda o sorteio das jornadas e do calendário por parte da Associação de Futebol de Viseu.
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O concelho de Baião irá ser palco, nos próximos dias 19 e 20 de julho, do 6º Encontro Nacional de Cenografia, uma ocasião que será aproveitada para apresentar o 1º Anuário da Cenografia Portuguesa, segundo avançou o presidente da Associação Portuguesa de Cenografia, José Manuel Castanheira.

O evento será, ainda, uma oportunidade para profissionais de todo o país debateram e refletirem sobre a arte da cenografia a nível nacional e internacional, referiu José Manuel Castanheira, que é também professor universitário, arquiteto, artista plástico e esteve envolvido em projetos de grande envergadura, como sejam a Expo 1998, a “Castelo Branco - Capital do Teatro”, a Fundação Calouste Gulbenkian ou o Teatro Nacional D. Maria II.

Da agenda de trabalhos a decorrer no Auditório Municipal de Baião constam a realização de uma Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Cenografia e um debate sobre a Quadrienal de Praga, a ter lugar em 2015.

Destaca-se ainda um encontro com os profissionais de cenografia do norte do país, agendado para o dia 20 de julho, às 15h30.

Este evento tem o apoio da Câmara Municipal de Baião.

6º ENCONTRO NACIONAL DE CENOGRAFIA

Programa público (Entrada Livre)

19 de julho – Auditório Municipal de Baião
- 15h00 – Receção pelo Presidente da Câmara Municipal de Baião
- 15h15 – Lançamento do 1º Anuário da Cenografia Portuguesa
- 16h00 – Pausa
- 16h15 – Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Cenografia
 – Debate sobre a Quadrienal de Praga – 2015

20 de julho – Auditório Municipal de Baião
        - 15h30 – Encontro com os Profissionais do Norte