Quantcast
[ ]
Notícias de Última Hora
Mostrar mensagens com a etiqueta Cultura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cultura. Mostrar todas as mensagens
Por Unknown | quinta-feira, 13 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O projeto de regeneração urbana "Viver Lamego" que a Câmara Municipal de Lamego começou a desenvolver em 2008 para, entre outros objetivos, inverter a desertificação populacional do Bairro do Castelo e aumentar a sua atratividade turística dará um novo passo com a abertura ao público do Núcleo Arqueológico da Porta dos Figos, agendada para o próximo dia 21 de julho. Na véspera, decorrerá neste local, a apresentação pública do respetivo projeto pela equipa responsável pelo mais importante conjunto arqueológico descoberto em Lamego que ilustra a dinâmica de transformação da cidade ao longo de mais de dois mil anos de história.

Dispostos em "camadas" sobrepostas, os vestígios vão proporcionar ao visitante uma "viagem no tempo", desde a mais recuada ocupação residencial daquele espaço, nos períodos romano (sécs. I a V) e suevo-visigodo (sécs. V-VII), quando a cidade foi promovida a sede episcopal, passando pela sua transformação num cemitério (sécs. IX-XI), abandonado para dar lugar à nova cintura muralhada da cidade (sécs. XII-XIII) e ao casario que está na origem do urbanismo atual do Bairro do Castelo.

O público poderá visitar o novo equipamento museológico de terça a domingo, entre as 10h e as 18 horas. A entrada é gratuita. No interior, dispõe de um percurso que permite a leitura das estruturas arqueológicas acompanhada de uma videoprojeção e da exibição de objetos encontrados no local, com destaque para um importante tesouro monetário romano, do séc. IV, bem como de peças de cerâmica, vidro e outros objetos ilustrativos do quotidiano de quem habitou aquele espaço ao longo do tempo. Um ecrã interativo permitirá explorar informação sobre o cemitério e os dados bioantropológicos dos indivíduos nele sepultados.

O Núcleo Arqueológico da Porta dos Figos integra o Centro Interpretativo da História da Cidade, composto por outros três polos: o Bairro do Castelo, o Castelo e a Cisterna. Este projeto foi objeto de uma candidatura ao "ON.2  - O NOVO NORTE", no valor de 256.195,61€, com um cofinanciamento de 85%.

Por Unknown | | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Sábado, dia 15 de Julho, William Basinski, músico e compositor nova-iorquino  apresenta o seu mais re-cente trabalho A Shadow In Time, na Catedral  de Viseu. Após a aplaudida crítica a The Disintegration Loops, cuja génese coincidiu com o dia 11 de Setembro de 2001, o último trabalho A Shadow in Time, de Janeiro de 2017, é composto por duas faixas:  a primeira é uma homenagem a David Bowie, enquanto, na seguinte, Basinski  recupera o VoyetraEight, um sintetizador obsoleto.

A criação única preparada especificamente para esta sétima edição, conta com os históricos portugueses Pop Dell’Arte, Tiago Pereira e o Grupo de Percussão de Valhelhas - projecto comunitário que nasceu em Valhelhas (Guarda) e que reúne diferentes gerações em redor da percussão tradicional. A apresentação, em conjunto, inclui   uma versão do tema Ritual Transdisco, com duração de 20 minutos, e acontece no mesmo dia, no Adro da Igreja  da Misericórdia.

A voz da performer e compositora norueguesa Stine Janvin irá  povoar o claustro da catedral  com a apresentação de Fake Synthetic Music, onde explora e estende as fronteiras da acústica natural  da voz.

Dia 15 de Julho será também o dia do Festival   Política se estender uma vez mais a Viseu, trazendo do outro lado  do oceano, o retrato dos movimentos sociais da Brasília, com a projecção do filme Ressurgentes de Dácia Ibiapina.

Na sexta-feira, dia 14 de Julho, às 21h30, a Igreja  da Misericórdia será o palco para a apresentação do trio dinamarquês Vanessa Amara, da editora Posh Isolation,  que está em residência artística em Viseu, a preparar o que será uma viagem imersiva  entre loops e feedbacks.

A catedral  recebe a guitarra eléctrica colocada ao serviço da música ambiental  e experimental  do austríaco Fennesz,  que se apresenta na companhia das múltiplas possibilidades tímbricas do trompete do norueguês Arve Henriksen,  e o saxofonista britânico Evan  Parker, um dos mestres da música aton-al  e do free jazz, e um dos mais influentes  saxofonistas europeus.

O concerto dos portugueses Phantom Vision, pela mão da Fora  de Rebanho, Associação Cultural  de Viseu, acontece no adro da Igreja.

Para terminar as noites, sessões de música com Dj Firmeza  (dia 14) da editora portuguesa Príncipe, e com Superpitcher (dia 15), da editora alemã Kompakt.

Hoje,  dia 13, George Marvinson, projecto a solo de Tiago Vilhena, da banda portuguesa Savanna, chega à Praça D. Duarte, pelas 22h00.

Sob o tema Paradoxo, os Jardins Efémeros  decorrem até ao próximo dia 16 de Julho, no centro histórico de Viseu. Até lá,  há ainda espaço para as múltiplas actividades integradas  no programa, como as criações de teatro de Jorge Fraga,  os dj sets diários dos Pratos da Casa no Largo  Pintor Gata, oficinas para crianças, jovens e adultos, as exposições permanentes de artes visuais e muito mais.
Por Unknown | | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O Auditório Municipal de Mesão Frio foi palco para uma noite inesquecível de Fado, que aconteceu no dia 8 de julho, pelas 21h30, com o grupo de Fado oriundo de Vila Real, «Os Transmontanos». Os Fados de Lisboa e de Coimbra foram interpretados pelas vozes de Cláudia Monteiro e António Teixeira, cadenciadas pela guitarra portuguesa de Miguel Teixeira e pela viola de acompanhamento de Fernando Teixeira.

A noite pautou-se por grande animação, uma vez que a plateia foi convidada a subir ao palco para cantar. Os municipes Manuel Pereira, Liliana Ferrador e Fernando Ferreira aderiram ao desafio e colocaram à prova os seus dotes musicais. O grupo de Fado agradeceu o convite para atuar em Mesão Frio e o acolhimento tão caloroso por parte do público.

A Câmara Municipal de Mesão Frio continua a valorizar este estilo musical português, recentemente reconhecido como património cultural e imaterial da humanidade.

Por Unknown | terça-feira, 11 de julho de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
Está patente no Mosteiro de Ancede, um dos monumentos da Rota do Românico, uma mostra produzida pela CCDR-N, Autoridade de Gestão do NORTE 2020, no contexto de uma campanha que destaca a prestação dos promotores do “ON.2 – O Novo Norte” (Programa Operacional Regional do Norte 2007/2013) na aplicação dos fundos da União Europeia. A exposição, que estará patente até 23 de julho, é de acesso livre e não necessita de marcação.

A campanha pretende assinalar o encerramento de um programa, que injetou 2,7 mil milhões de Euros na economia da região, cujo sucesso ficou a dever-se sobretudo ao empenho e à resiliência dos seus promotores. Dos cerca de 3.500 beneficiários, que incluem entidades públicas e micro e pequenas empresas, uma pequena mostra de promotores foram retratados pelos fotógrafos António Santos, Claude Médale e Egídio Santos para destacar o impacto da aplicação do apoio do ON.2 no desenvolvimento do seu projeto. Na materialização destes testemunhos, há uma forte presença de espelhos de modo a que os visitantes se sintam parte do universo de pessoas apoiadas pelos fundos europeus. Consulte o catálogo da exposição em www.ccdr-n.pt/onortesomosnos.

Além da exposição, a campanha, desenhada pelo Atelier João Borges, inclui um livro e um filme onde os promotores são desafiados a responder à questão de como encaram o papel de ser um “Rosto do Novo Norte”. Responsabilidade, sentimento positivo e orgulho são as mensagens reiteradas pelos participantes.

Na sua penúltima expedição cultural, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa visita o concelho de Paços de Ferreira, que o acolhe no próximo fim de semana, nos dias 15 e 16 de julho. O Solar dos Brandões, em Sanfins, que é também a “casa” do Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins, abre as suas portas, desta feita para concertos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 15, às 15h00, com a peça de teatro Mito móvel, de Vera Alvelos, um espetáculo sobre mitos, ou seja, sobre histórias do fundo dos tempos que nos levam até ao início das coisas. Neste acontecimento teatral, uma escultura é “mitómóvel”, pois contém em si a substância para contar estas histórias e viaja pela mão de uma contadora. É no território entre a luz e a sombra, entre o antigo e o atual, que se desvendam ao público as “histórias de princípios”, símbolos fortes do nosso imaginário e da nossa cultura, ora trágicos ora alegres, sempre poéticos e intemporais.

Do teatro para a música. A partir das 16h00, escutaremos Villa Nazca, um duo que explora a musicalidade dos mantras no seu movimento circular/repetitivo e na energia sonora que lhes é própria; The Partisan Seed, que está agora de regresso a andamentos mais obscuros, materializados numa obra instrumentalmente mais despojada e liricamente mais negra; e Coelho Radioactivo, que nos traz um álbum sobre si com os outros, sobre pessoas em particular, sobre apontar o dedo e saber apontá-lo.

À noite continuamos com a música. Pelas 21h45, Noiserv assume o “palco principal” da casa, com o seu novo disco. 00:00:00:00 é descrito pelo músico lisboeta como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”. É um disco diferente daquilo a que Noiserv nos tem habituado. A “orquestra de sons” que tão bem lhe conhecemos deu lugar ao som de um piano tocado a muitas mãos, enquanto da sua voz vemos sair, nos temas não instrumentais, histórias em português.

Com quase 12 anos de existência, Noiserv, “homem-orquestra” ou banda de um homem só, tem vindo a afirmar-se como um dos mais estimulantes projetos da nova geração de músicos portugueses. No currículo conta com o bem-sucedido disco de estreia One Hundred Miles from Thoughtlessness (2008), o EP A Day in the Day of the Days (2010) e Almost Visible Orchestra (2013), disco distinguido como melhor do ano pela Sociedade Portuguesa de Autores e recentemente reeditado internacionalmente pela editora francesa Naive, casa mãe de projetos como Yann Tiersen, M83, entre muitos outros.

No domingo, dia 16, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação das Castanholas de Freamunde, um grupo musical pacense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Paços de Ferreira – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Quarto Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre duas coletividades do Tâmega e Sousa, em palco estarão a Big Band Pedaços de Nós, de Paços de Ferreira, e a Atípica Orquestra, de Castelo de Paiva.

Quarto Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 de julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | segunda-feira, 10 de julho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Integrado no programa da sétima edição dos Jardins Efémeros, o encontro de improvisação liderado por Evan   Parker, um dos mais influentes saxofonistas europeus, sob um conceito de Pedro Rebelo, com-positor, performer e artista sonoro português, acontece até quarta-feira. O encontro contempla uma oficina de criação com músicos improvisadores do território nacional que tem como objectivo explorar a relação entre o espaço e a improvisação. Entre hoje e amanhã, o grupo de músicos, seleccionado após candidaturas, conduzido por Evan Parker, ocupa espaços menos comuns à performance musical, espalhados pela cidade de Viseu. Dois dias de improvisação e gravação que culminam com o debate público com todos os participantes, moderado pela saxofonista e investigadora Franziska   Schroeder, assente na improvisação como prática criativa, a ter lugar quarta-feira, dia 12 de Julho às 18h30.

O ciclo de cinema programado por Isabel     Nogueira para esta edição sob o tema “Paradoxo”, centra-se nos clássicos de cineastas como Wim Wenders ou Orson Welles, e reporta questões paradoxais pre-sentes em vivências diárias individuais e colectivas ou em situações emocionais, políticas e sociais. Ao ar livre, na Praça D. Duarte, serão exibidos Touch of Evil     (A Sede do Mal) de Orson Welles, The Foun   - tainhead (Vontade Indómita) de King Vidor e Der Himmel     über Berlin (As Asas do Desejo) de Wim Wenders. A extensão do Festival     Política a Viseu, traz do outro lado do oceano, no próximo dia 15 de Julho, o retrato dos movimentos sociais da Brasília, com a projecção do filme Ressurgentes de Dácia Ibiapina.

Com espírito no jazz e na música improvisada, a aparição do duo Peter Gabriel   (Gabriel Ferrandini, bateria e percussão, e Pedro Sousa, saxofone tenor) acontece na próxima quarta-feira, dia 12, na Praça D. Duarte. Quinta-feira, dia 13, é o dia de George Marvinson, projecto a solo de Tiago Vilhena, da banda portuguesa Savanna.

Durante a semana, para além das instalações e exposições permanentes, e das oficinas e mercados que decorrem também diariamente, o programa integra ainda as criações e apresentações de teatro de Jorge Fraga,   assentes no paradoxo de que o Silêncio é o Grito Mais Forte.

Para o segundo fim-de-semana (14 e 15 de Julho) esperam-se os momentos únicos da Catedral de Viseu, com o americano William Basinski, um dos compositores mais fascinantes do nosso tem-po, que irá apresentar a sua mais recente obra. A Shadow In Time é composta por duas faixas: a primeira é uma homenagem a David Bowie, enquanto, na seguinte, Basinski recupera o VoyetraEight, um sintetizador obsoleto. A Catedral recebe igualmente o austríaco Fennesz,   que se apresentará na companhia do norueguês Arve Henriksen   (trompete) e o saxofonista britânico Evan   Parker, um dos mestres da música atonal e do free jazz.

A voz da performer e compositora norueguesa Stine Janvin irá povoar o Claustro da Catedral com a apresentação de Fake Synthetic Music, onde explora e estende as fronteiras da acústica natural da voz. Outros dos destaques são a Igreja da Misericórdia como palco para a apresentação do trio dinamarquês Vanessa Amara, da editora Posh Isolation. A criação única dos históricos portugueses Pop Dell’Arte com Tiago Pereira e o Grupo de Percussão de Valhelhas, e o concerto dos portugueses Phantom Vision, pela mão da Fora   de Rebanho, Associação Cultural de Viseu, acontecem no adro da Igreja.

Para terminar as noites, sessões de música com Superpitcher, da editora alemã Kompakt, e Dj Firmeza,   da editora portuguesa Príncipe.

Sob o tema Paradoxo, os Jardins Efémeros decorrem até ao próximo dia 16 de Julho, no centro histórico de Viseu.
Por Unknown | sexta-feira, 7 de julho de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
O Festival Política terá a sua primeira extensão na cidade de Viseu com uma programação inclui filmes, uma exposição e um workshop. Todas as atividades são de acesso gratuito e integram a programação dos Jardins Efémeros, festival cultural que durante 10 dias vai animar a cidade.

A extensão do Festival Política arranca a 8 de Julho pelas 22h, na Praça D. Duarte, onde será exibido o filme “Os Negócios de Bruxelas”, de Matthieu Lietaert e Friedrich Moser (Alemanha). Trata-se de um documentário que mergulha nas delicadas relações entre a elite política e as grandes multinacionais e analisa o modelo atual da Europa.

A 15 de Julho (21h50), na mesma praça, será exibido o documentário “Ressurgentes”, de Dácia Ibiapina (Brasil). O filme acompanha os movimentos sociais de Brasília entre 2005 e 2013: Movimento Passe Livre (por um transporte gratuito e de qualidade), Fora Arruda e Máfia (contra o governador José Arruda) e Santuário Não se Move (contra a criação de um bairro em território indígena).

Em colaboração com a Escola de Tecnologias Inovação e Criação – ETIC serão estreados seis filmes desenvolvidos por alunos que têm como objetivo entusiasmar os mais novos a participar nas próximas eleições, numa linguagem adaptada às redes sociais. O resultado desta parceria entre o Festival Política e o curso de Cinema e Televisão da ETIC será apresentado antes da projeção dos filmes “Os Negócios de Bruxelas” e “Ressurgentes”.

Ainda no dia 15 de Julho, às 18h, no espaço CAOS – Casa d'Artes e Ofícios, será dinamizado o workshop Empaville. Desenvolvido pela Oficina do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES) será dirigido ao público juvenil tendo como propósito a capacitação cívica e formas de intervenção no espaço público, nomeadamente ao nível dos orçamentos participativos.

Nos espaços expositivos dos Jardins Efémeros será também possível encontrar as obras criadas pelos artistas e designers Alberto Faria, André da Loba, Carolina Maria, ± Miguel Januário, Sara Maia, que desenvolveram peças artísticas sobre a abstenção/não participação cívica.

A extensão na cidade de Viseu do Festival Política integra-se assim no festival cultural Jardins Efémeros, cuja programação está disponível no site http://jardinsefemeros.pt/.
A primeira edição do Festival Política decorreu em Abril, em Lisboa, tendo a abstenção como tema central.

Por Unknown | quinta-feira, 6 de julho de 2017 | Publicado em , , , , , , , | Com 0 comentários
Resende é o destino do oitavo fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, que tem como cenário a Casa da Soenga, na freguesia de São Martinho de Mouro. Durante dois dias, 8 e 9 de julho, haverá, como vem sendo habitual, concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade. A entrada é gratuita.

No sábado, dia 8, “abre-se o pano” às 15h30, com a peça de teatro Mariela, pela companhia Nuvem Voadora. Mariela é grande, pesada e está apaixonada, às vezes... O mestre Sousa é um músico zarolho com ideias extravagantes. O mestre Sousa está apaixonado pela Mariela. O seu ajudante, Rodriguez, é um refugiado mexicano que tem pouca aptidão para a música e muita vontade de ajudar no êxito dos concertos do mestre Sousa. Dois personagens que vão surpreender o público com momentos hilariantes de humor, música e non sense!

A partir das 16h00, os jardins e recantos da Casa da Soenga transformam-se em palcos, onde escutaremos Ana, que desafia as potencialidades de uma só guitarra na forma audaz como manipula as dinâmicas acústicas; Homem em Catarse, com o reflexo da beleza da natureza, dos locais e das gentes do interior de Portugal nas cordas de uma guitarra e na poesia de uma voz; e Gobi Bear, alter-ego de Diogo Pinto, com acordes que se soltam por caminhos ou volteiam por labirintos, sempre guiados por uma voz meiga.

À noite, pelas 21h45, o palco principal instala-se no terreiro da Casa da Soenga para acolher os Birds are Indie. Let’s pretend the world has stopped, o novo disco do trio conimbricense, é já o seu terceiro longa-duração, a somar a alguns EP’s que foram editando desde 2010. Numa altura em que o presente se parece tornar obsoleto tão rapidamente, este é um álbum sobre a vontade de parar o mundo e ver o que acontece... às dúvidas e às certezas, ao amor e à solidão, à calma e à urgência.

Editado em formato digital, CD e vinil, a composição, gravação, mistura, masterização e o artwork foram totalmente feitos pela banda, à sua maneira, de forma independente. Por isso, ouvir este disco é como receber a Joana, o Jerónimo e o Henrique em casa. E esta casa é a Casa da Soenga.

No domingo, dia 9, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa prossegue, às 15h30, com a atuação do Grupo de Bombos “BomMouros”, uma coletividade de Resende, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Resende – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere –, pela Limite Zero. Romão, que tem andado em digressão com Festival, é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor... Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.
Às 17h30, o programa apresenta o seu último espetáculo, fechando com o concerto de comunidade Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artísticas do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Grupo Coral de Resende, o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende, de Cinfães, e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar”, de Lousada, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe concertos, espetáculos para famílias e novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).


Por Unknown | quarta-feira, 5 de julho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
No passado fim-de-semana, milhares de visitantes encheram o centro histórico da vila de Penedono que se vestiu a rigor para mais uma edição da Feira Medieval, um evento que contou com a organização da autarquia do município.

Durante três dias, Penedono viajou à “Memória dos tempos medievais”, num ambiente repleto de animação onde não faltaram treinos de armas, espetáculos de acrobacias e malabarismos, encantadores de serpentes, cuspidores de fogo, músicos, trovadores e danças. Com a recriação de um mercado histórico, produtos típicos, tabernas, mercadores e gastronomia da época, o encantador cenário histórico apelou à participação das gentes locais evidenciando a valorização que é dada às tradições e ao património etnográfico de Penedono.

Associações, entidades culturais, artesãos, artífices, mercadores alimentares, comerciantes de doces e bebidas, entre outros, fizeram as delícias dos milhares de pessoas que assistiram ao certame deste ano. “É um evento que está absolutamente consolidado, não apenas no concelho, direi mesmo na região e até cada vez mais com uma expressão nacional”, afirma Carlos Esteves, Presidente da Câmara Municipal de Penedono.

“Estamos muito satisfeitos com a realização de mais uma edição da nossa Feira Medieval, de ano para ano temos vindo a registar um aumento de visitantes que chegam de todo o país, e também de turistas estrangeiros, sobretudo dos nossos vizinhos espanhóis que têm manifestado um interesse crescente neste que é um dos maiores eventos do município”, afirma o Presidente da Autarquia, perspetivando já a edição do próximo ano, “temos de continuar a inovar e criar coisas novas, mantendo sempre o rigor histórico, é assim que deve ser e é também por isso que tem o sucesso que tem”.

Por Unknown | terça-feira, 4 de julho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
De 10 a 21 de julho, a Biblioteca Municipal oferece um vasto programa de atividades para crianças e jovens, dos 5 aos 12 anos de idade.

O programa “Férias Animadas” tem como objetivo proporcionar a ocupação construtiva dos tempos livres das crianças em torno de áreas tão diversas como a pintura, dança, jogos tradicionais, teatro, criação de histórias, expressão musical, cerâmica, pintura facial e marionetas, potenciando em simultâneo divertimento, aprendizagens, conhecimento e enriquecimento cultural.

As atividades vão decorrer na Biblioteca Municipal (junto aos Paços do Concelho), de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30.

As inscrições são gratuitas e devem ser efetuadas na Biblioteca Municipal, no horário de expediente, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, por telefone 255 538 800 (extensão 301) ou via e-mail: biblioteca.atendimento@cm-marco-canaveses.pt.

Participe!

Por Unknown | | Publicado em , , , | Com 0 comentários
No arranque do concerto da orquestra de sopros e percussão do estágio "Férias com Música" que decorreu no Teatro Ribeiro Conceição, a Banda Marcial de Cambres foi distinguida com a Medalha de Ouro da Cidade de Lamego, tendo em conta "a obra dedicada, permanente e constante que tem desenvolvido desde a sua fundação, enaltecendo e honrando a cidade de Lamego, o Concelho e a Região". O Presidente da Direção desta filarmónica, Manuel João Canelas, recebeu das mãos de Francisco Lopes a mais alta distinção outorgada por este Município.

Fundada provavelmente em 1881, a Banda Marcial de Cambres apresenta atualmente cerca de 45 músicos na sua maioria jovens formados pela escola de música da Banda e pelas escolas de música da região. Executa todo o tipo de reportório, do religioso ao profano, que existe para este tipo de formação. A par da Banda, funciona ainda uma Escola de Música com cerca de 15 jovens, com idades compreendidas entre os 10 e os 17 anos. Recorde-se que, já anteriormente, a Câmara Municipal de Lamego tinha distinguido as outras bandas filarmónicas centenárias existentes no concelho: a Sociedade Filarmónica de Lalim e a Associação Filarmónica e Banda Juvenil de Magueija.

O projeto artístico "Férias com Música" é organizado pela Banda Marcial de Cambres numa parceria institucional com o Curso Profissional de Música da Escola Secundária de Cinfães e a Academia d´Artes de Cinfães. O espetáculo realizado no Teatro Ribeiro Conceição teve a particularidade da direção artística ter sido da responsabilidade de um conjunto de estudantes em direção que ao longo da atuação partilharam o pódio.

Por Unknown | | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Realiza-se de 9 a 15 de julho, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), o curso Cultural Tour Guiding. Theory & Practice; Skills and competences for guiding, interpretation and mediation in cultural tourism. Este curso internacional, lecionado em inglês, pretende dar a conhecer aos participantes princípios e técnicas fundamentais não só na orientação turística, mas também na interpretação do património cultural e da paisagem natural, entre outras competências.

Além de conteúdos teóricos, este curso intensivo desenvolverá práticas de campo em contextos naturais e culturais muito diferentes: centros históricos, museus, sítios arqueológicos, rotas culturais temáticas, vinhas e adegas, centros termais, locais com denominação de origem e interesse gastronómico registrados, entre outros. As aulas e atividades serão ministradas por professores, investigadores e especialistas de universidades e guias europeus com anos de experiência.

Das competências a adquirir ao longo desta semana, destacam-se as técnicas de interpretação do património, ferramentas de reflexão para uma melhor comunicação intercultural com os visitantes, novos conhecimentos científicos aplicáveis ao acompanhamento de grupos, dicas sobre como aplicar os princípios da sustentabilidade na prática ou ainda como estimular o espírito empreendedor.  
A maior parte do tempo os alunos estarão envolvidos em atividades práticas, enquanto podem disfrutar todo o bom desta região: ar livre puro, gastronomia e património cultural e natural.

Destaca-se a visita a São Pedro do Sul, a caminhada pelas Fisgas de Ermelo,  a visita ao local de produção do barro de Bisalhães – recentemente reconhecido como património cultural da UNESCO – e ainda uma prova de vinhos na Adega Cooperativa de Vila Real.

Por Unknown | segunda-feira, 3 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
“É esta uma exposição de fotografias - de imagens materializadas, portanto - daqueles que durante um ano, juntos, percorreram caminhos. Quem está neste Ci.CLO - das coisas, da fotografia, do fazer – mostra aqui o que chamamos o culminar de um processo, que aparentemente individual, todavia se consolida a partir de um grupo. (...)” Rita Castro Neves

A inauguração terá lugar no Museu do Douro, em Peso da Régua, no dia 7 de julho de 2017, às 17 horas.

A Plataforma de Fotografia Ci.CLO é uma estrutura independente de pesquisa, formação e criação, na área da fotografia e a sua interação com outras disciplinas artísticas, ambientais e sociais. Um ano após o início da Ci.CLO, nove autores e participantes do programa, nomeadamente Daniel Magalhães, Douglas Rogerson, Francisco M. Gomes, João Monteiro, Luís Preto, Maria Oliveira, Marisa Bernardes, Mide Plácido, Telmo Sá, partiram rumo à criação de um novo corpo de trabalho discursivo e experimental, em conjunto partilharam oficinas, seminários, mentorias e residências artísticas, orientados por uma equipa eclética de artistas formadores, curadores e investigadores de renome nacional e internacional, a saber: Virgilio Ferreira (fotógrafo e fundador da plataforma Ci.CLO), Maria do Carmo Serén, Paulo Catrica, Rita Castro Neves, Álvaro Domingues, Susana Lourenço Marques, Olívia da Silva, Pedro Sena Nunes, João Lima, Tiago Porteiro e Manuela Ferreira, Rui Leal, Luís Fernandes, David Antunes, Krzysztof Candrowicz, Ricardo Mendes, Christian Barbe, Pedro Leão Neto, Marco Rocha. Esta equipa, constituída por profissionais ligados à fotografia, mas também a outras disciplinas artísticas, à filosofia, às ciências sociais e ambientais, foi responsável por levar os participantes a desencadear processos de pensamentos criativos e por estimular a produção artística transversal a diversos conhecimentos e experiências. O ciclo completa-se numa exposição coletiva itinerante “Unidade e Divisão”, que é agora dada a conhecer ao público que tem gosto e interesse pela fotografia e pela sua narrativa.

A Exposição estará patente no Museu do Douro até dia 29 de agosto de 2017, e pode ser visitada todos os dias, das 10h00 às 18h00.

Mais informações sobre os programas e modalidades de visita em: http://www.museudodouro.pt/visite-o-museu-do-douro

Por Unknown | | Publicado em , , | Com 0 comentários
A Câmara Municipal de Lamego continua a apoiar ativamente todas as manifestações culturais existentes no concelho, através, por exemplo, da promoção de um vasto conjunto de ações de divulgação de obras da autoria de personalidades locais e regionais e de livros que se debruçam sobre a realidade sociocultural da nossa região. Neste sentido, o Salão Nobre dos Paços do Concelho foi, na tarde de 30 de junho, o palco escolhido para a apresentação pública do livro “Eu saltei em Creta", da autoria de Ricardo Marques Gonçalves. Este evento integrou o programa de comemorações do Dia da Unidade do Centro de Tropas de Operações Especiais (CTOE) que assinalou o seu 57º aniversário.

Colocado, desde 2009, no CTOE, o autor é primeiro-sargento do Exército Português e entusiasta por história militar e colecionismo bélico. A obra “Eu Saltei em Creta” marca a estreia de Ricardo Gonçalves no romance histórico. "Este livro assenta sobre um pilar romanceado e é o corolário de uma série de viagens que realizei, predominantemente à Alemanha e aos estados bálticos, onde privei com alguns veteranos da 2ª Guerra Mundial que me inspiraram a escrever", explica.

Por Unknown | quinta-feira, 29 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O Museu do Douro apoia a II Festa do Voluntariado Animal, organizada pelo GPAR – Grupo Proteção Animais Régua, que tem por objetivo principal sensibilizar a comunidade para a defesa e proteção dos animais.

O Museu do Douro associa-se e apoia uma causa social e comunitária, acolhendo nas suas instalações a II Festa do Voluntariado Animal, organizada pelo GPAR – Grupo Proteção Animais Régua. O GPAR – Grupo Proteção Animais Régua, criado em Abril de 2014, é um grupo constituído por algumas pessoas particulares que dispõem do pouco tempo livre que têm para fazer voluntariado na causa animal e que pretende envolver a população do concelho de Peso da Régua e concelhos vizinhos na resolução da situação de abandono, maus-tratos a animais domésticos e controlo de matilhas e colónias, tentando estabelecer parcerias com as autoridades policiais, entidades públicas e privadas. Neste momento, o GPAR está a efetuar os procedimentos necessários e a reunir condições para formalizar a constituição do mesmo como uma organização sem fins lucrativos.

De modo a incentivar a ajuda e o envolvimento de toda a sociedade civil na causa animal, e à semelhança do ano anterior, o GPAR vai levar a cabo a II Festa do Voluntariado Animal, no próximo dia 2 julho, no Museu do Douro, Peso da Régua.

Programa
09h30 – Yoga com Joana Vale
11h00 – Conferência COMPORTAMENTOS - DIREITOS, DEVERES E EDUCAÇÃO
Oradores – Eng. António Correia Neves (Treinador de cães de assistência, Quinta Equestre da Sardoeira) e GPAR – Grupo Proteção Animais Régua
15h30 – Desfile canino e acrobacias caninas com Dasha e Jade
18h00 - Sunset com música de Vasco Valente (DJ na Discoteca Indústria, Porto)
22h00 - Encerramento da festa
Ao longo de todo o dia há bazar, farmácias, clínicas, apresentação de produtos para animais, bar.

Por Unknown | quarta-feira, 28 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
A Feira Medieval de Penedono está de volta para mais uma edição, que vai decorrer entre os dias 30 de junho e 2 de julho no centro histórico da vila, uma iniciativa organizada pela Câmara Municipal que respeita o rigor histórico e que promete transportar todos os visitantes para uma experiência num ambiente exclusivamente medieval.

Evocando as “Memórias dos tempos medievais”, durante três dias a vila Penedono vai embarcar numa aventura medieval, levando às ruas os pregões dos almocreves, a música dos bobos, os gritos dos guerreiros e os clamores da justiça medieval.

Num cenário encantador, que conta com a participação das pessoas locais, nobres, monges, mercadores, jograis e cavaleiros destemidos vão invadir as ruas que circundam o castelo, e não vão também faltar tendas de mercadores com produtos característicos e uma área com tabernas de gastronomia de época.

No programa da festa não faltam momentos de animação, com diversos espetáculos de música e representações teatrais, malabaristas e cuspidores de fogo, acrobatas e encantadores de serpentes, danças do ventre e cortejos que vão acontecer pelas ruas da vila. Dos três dias do evento destaque para a representação histórica do assalto ao Castelo por alguns escudeiros mandados por El-Rei de Castela, que acontecerá no sábado, e para a entrega da Carta de Beetria que representa o momento da História da vila em que as suas gentes entenderam escolher um senhor que protegesse a terra e o seu castelo muito ameaçados pelos inimigos do rei.

A entrada no recinto é gratuita e o programa completo pode ser consultado no site da Câmara Municipal de Penedono.

Por Unknown | terça-feira, 27 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Levam saco-cama e almofada, pijama ou fato de treino, chinelos, material de higiene pessoal e uma muda de roupa para o dia seguinte. Uma noite inteira na biblioteca, em ambiente agradável e descontraído, mas com horários para brincar, comer, participar em atividades lúdicas e pedagógicas e hora para dormir. É uma experiência única que a Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro, em Moimenta da Beira, oferece às crianças dos 6 aos 12 anos (grupo máximo de 25) na noite de sábado, 1 de julho, para domingo, 2 de julho. As inscrições devem ser feitas na biblioteca ou pelo e-mail biblioteca@cm-moimenta.pt. Mais informações pelo contacto telefónico 254 520 080.

Programa
Sábado (1 de julho)
19h30 – Vamos vestir o pijama e preparar a nossa sala para as atividades
20h00 – Pinturas de rosto e modelagem de balões
21h00 – Jantar com livros (pizza). Bom Apetite!
21h45 – Karaoke Kids
22h00 – Noite de cinema
23h30 – Hora do chocolate quente/leite
24h00 – Hora dos dentinhos, chichis e cama

Domingo (2 de julho)
08h30 – Alvorada e pequeno-almoço
09h30 – Despedida e até à próxima!

Por Unknown | | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
Uma composição formada por carruagens da década de 40 vai voltar a circular na Linha do Douro, num novo comboio diário, dirigido essencialmente aos muitos turistas que no período de verão visitam a região a partir do Porto, até ao Tua.

As viagens deste comboio iniciam-se a 30 de junho e prolongam-se até 30 de setembro, com partida de Porto São Bento às 09H25 e chegada à estação do Tua às 12H28. No regresso, tem partida do Tua às 16H34 e chegada a Porto São Bento às 20H55 nos dias úteis e às 20H30 aos sábados, domingos e feriados.

Designado de MiraDouro, este novo serviço da CP – Comboios de Portugal resulta da recuperação de seis charmosas carruagens produzidas na década de 40 pela fabricante suíça Schindler e colocadas ao serviço na rede ferroviária nacional entre 1949 e 1977. Nesse período, estiveram quase vinte anos na Linha do Douro, para onde regressam agora, após um cuidadoso restauro levado a cabo pela EMEF - Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (do Grupo CP). A tração será feita com uma locomotiva diesel dos anos 60, que mantém todas as características da sua época original.

Este comboio é uma resposta da CP à crescente procura turística sazonal, de portugueses e estrangeiros, pela região do Douro e, em particular, pelos serviços de transporte naquele é um dos mais belos trajetos ferroviários do país.

O MiraDouro terá paragem em Porto Campanhã, Régua, Pinhão e Tua e os preços são idênticos aos praticados no serviço Interregional da CP (11,60 euros para o percurso Porto – Tua e 9,75 euros entre Porto e Peso da Régua).

As carruagens beneficiam de grande espaço interior e de janelas amplas e panorâmicas, que se podem abrir para melhor contemplar as paisagens do Douro vinhateiro, reconhecidas pela UNESCO como património da humanidade.

Breve história das carruagens Schindler 

Produzidas na suíça pela Schindler, em meados da década de 40, estas seis carruagens chegaram a Portugal em 1947 e estiveram ativas entre 1949 e 1977. Durante esse período, circularam na Linha do Douro por duas décadas, primeiro com tração a vapor e mais tarde puxada por locomotivas diesel.
Foram também ao longo do tempo sofrendo alterações várias ao nível estético e comercial, tendo iniciado a operação com serviço de 2.ª e 3.ª classes e mais tarde com serviço de 1.ª e 2.ª classes.

Trata-se de um conjunto de material circulante de grande relevância na história do transporte ferroviário português, tendo servido as populações durante vários anos e em diferentes zonas do país.

Por Unknown | segunda-feira, 26 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
No dia em celebrou 25 anos de vida, a Academia de Música de Lamego viu publicamente reconhecida a excelência do seu projeto inovador assente em dois objetivos: o ensino e a divulgação da música. Durante a realização da 3ª Gala dos Alunos desta instituição, foi agraciada com a Medalha de Mérito Municipal, Categoria de Ouro, atribuída pela Câmara Municipal de Lamego, tendo em conta "os relevantes serviços prestados à população de Lamego, no âmbito cultural, em particular através do ensino, promoção e divulgação da música e canto". Francisco Lopes entregou o diploma com esta distinção a Mendes Dias, Presidente da Direção.

O Teatro Ribeiro Conceição foi palco deste espetáculo de aniversário muito especial pontuado por vários momentos de reconhecimento da excelência dos alunos, através da atribuição de diplomas de distinção e troféus. A Academia de Música de Lamego está certificada para o ensino da música no Curso Português do Conservatório e dos Cursos de Música Ingleses da Associated Board of Royal Schools of Music e da Rockschool, abrindo a oportunidade aos seus alunos de continuarem os seus estudos em universidades e politécnicos portugueses e ingleses. "Somos a escola de música de referência na cidade e continuamos, no presente, a ser a única que certifica as aprendizagens musicais dos alunos, a única que possui professores devidamente qualificados para cada uma das disciplinas que ministra e a que pratica os preços mais baixos na região atendendo à relação qualidade-preço. Estamos muito orgulhosos do trabalho desenvolvido", sublinha Mendes Dias.

Por Unknown | sexta-feira, 23 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
- Apresentação à comunicação social do comboio recuperado, que fará o percurso diário entre Porto São Bento e Tua, ao longo das margens do Rio Douro.

- Será realizada uma pequena viagem entre Contumil e Ermesinde, com regresso (duração total: 30 minutos), para experienciação e recolha de imagens.

DESCRIÇÃO

Designado de MiraDouro, este novo serviço da CP – Comboios de Portugal resulta da recuperação de seis charmosas carruagens produzidas na década de 40 pela fabricante suíça Schindler e colocadas ao serviço na rede ferroviária nacional entre 1949 e 1977. Nesse período, estiveram quase vinte anos na Linha do Douro, para onde regressam agora, após um cuidadoso restauro levado a cabo pela EMEF - Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (do Grupo CP).

A tração será feita com uma locomotiva diesel dos anos 60, que mantém todas as características da sua época original.

Este comboio, ligará diariamente Porto Campanhã ao Tua, é uma resposta da CP à crescente procura turística sazonal pela região do Douro e, em particular, pelos serviços de transporte naquele é um dos mais belos trajectos ferroviários do país.