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Por Unknown | sexta-feira, 14 de julho de 2017 | Publicado em , , | Com 6 comentários
O Centro Cultural de S. Cipriano, localizado na freguesia de S. Cipriano, em Resende, vai receber na próxima semana, entre os dias 17 e 22 de julho, a Semana da Música de Câmara.

Este evento musical de excelência é organizado pelas duas bandas de música da Aldeia da Música, a Banda de Música de S. Cipriano “A Velha” e a Banda de Música de S. Cipriano “A Nova”, e conta com o apoio da Junta de Freguesia de S. Cipriano e da Câmara Municipal de Resende.

Entre os dias 17 e 22 de julho, a freguesia de S. Cipriano fará jus à sua denominação de Aldeia da Música, proporcionando aos seus habitantes e visitantes um programa recheado de diversas atuações musicais, as quais se encontram inerentes à singularidade da música de câmara.

Quinteto Metais, Ensemble Clarinetes, Quarteto Saxofones, Sexteto Trompetes, Quarteto Flautas, serão alguns dos momentos musicais que se farão ouvir no Centro Cultural de S. Cipriano.

A inscrição é gratuita e a Aldeia da Música vestir-se-á de forma singular para receber os visitantes que durante a próxima semana decidam viajar até S. Cipriano para “saborearem” momentos únicos de música de câmara.

Por Unknown | quinta-feira, 13 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Sábado, dia 15 de Julho, William Basinski, músico e compositor nova-iorquino  apresenta o seu mais re-cente trabalho A Shadow In Time, na Catedral  de Viseu. Após a aplaudida crítica a The Disintegration Loops, cuja génese coincidiu com o dia 11 de Setembro de 2001, o último trabalho A Shadow in Time, de Janeiro de 2017, é composto por duas faixas:  a primeira é uma homenagem a David Bowie, enquanto, na seguinte, Basinski  recupera o VoyetraEight, um sintetizador obsoleto.

A criação única preparada especificamente para esta sétima edição, conta com os históricos portugueses Pop Dell’Arte, Tiago Pereira e o Grupo de Percussão de Valhelhas - projecto comunitário que nasceu em Valhelhas (Guarda) e que reúne diferentes gerações em redor da percussão tradicional. A apresentação, em conjunto, inclui   uma versão do tema Ritual Transdisco, com duração de 20 minutos, e acontece no mesmo dia, no Adro da Igreja  da Misericórdia.

A voz da performer e compositora norueguesa Stine Janvin irá  povoar o claustro da catedral  com a apresentação de Fake Synthetic Music, onde explora e estende as fronteiras da acústica natural  da voz.

Dia 15 de Julho será também o dia do Festival   Política se estender uma vez mais a Viseu, trazendo do outro lado  do oceano, o retrato dos movimentos sociais da Brasília, com a projecção do filme Ressurgentes de Dácia Ibiapina.

Na sexta-feira, dia 14 de Julho, às 21h30, a Igreja  da Misericórdia será o palco para a apresentação do trio dinamarquês Vanessa Amara, da editora Posh Isolation,  que está em residência artística em Viseu, a preparar o que será uma viagem imersiva  entre loops e feedbacks.

A catedral  recebe a guitarra eléctrica colocada ao serviço da música ambiental  e experimental  do austríaco Fennesz,  que se apresenta na companhia das múltiplas possibilidades tímbricas do trompete do norueguês Arve Henriksen,  e o saxofonista britânico Evan  Parker, um dos mestres da música aton-al  e do free jazz, e um dos mais influentes  saxofonistas europeus.

O concerto dos portugueses Phantom Vision, pela mão da Fora  de Rebanho, Associação Cultural  de Viseu, acontece no adro da Igreja.

Para terminar as noites, sessões de música com Dj Firmeza  (dia 14) da editora portuguesa Príncipe, e com Superpitcher (dia 15), da editora alemã Kompakt.

Hoje,  dia 13, George Marvinson, projecto a solo de Tiago Vilhena, da banda portuguesa Savanna, chega à Praça D. Duarte, pelas 22h00.

Sob o tema Paradoxo, os Jardins Efémeros  decorrem até ao próximo dia 16 de Julho, no centro histórico de Viseu. Até lá,  há ainda espaço para as múltiplas actividades integradas  no programa, como as criações de teatro de Jorge Fraga,  os dj sets diários dos Pratos da Casa no Largo  Pintor Gata, oficinas para crianças, jovens e adultos, as exposições permanentes de artes visuais e muito mais.
Por Unknown | | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O Auditório Municipal de Mesão Frio foi palco para uma noite inesquecível de Fado, que aconteceu no dia 8 de julho, pelas 21h30, com o grupo de Fado oriundo de Vila Real, «Os Transmontanos». Os Fados de Lisboa e de Coimbra foram interpretados pelas vozes de Cláudia Monteiro e António Teixeira, cadenciadas pela guitarra portuguesa de Miguel Teixeira e pela viola de acompanhamento de Fernando Teixeira.

A noite pautou-se por grande animação, uma vez que a plateia foi convidada a subir ao palco para cantar. Os municipes Manuel Pereira, Liliana Ferrador e Fernando Ferreira aderiram ao desafio e colocaram à prova os seus dotes musicais. O grupo de Fado agradeceu o convite para atuar em Mesão Frio e o acolhimento tão caloroso por parte do público.

A Câmara Municipal de Mesão Frio continua a valorizar este estilo musical português, recentemente reconhecido como património cultural e imaterial da humanidade.

Por Unknown | terça-feira, 11 de julho de 2017 | Publicado em , , , , , , | Com 0 comentários
Na sua penúltima expedição cultural, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa visita o concelho de Paços de Ferreira, que o acolhe no próximo fim de semana, nos dias 15 e 16 de julho. O Solar dos Brandões, em Sanfins, que é também a “casa” do Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins, abre as suas portas, desta feita para concertos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 15, às 15h00, com a peça de teatro Mito móvel, de Vera Alvelos, um espetáculo sobre mitos, ou seja, sobre histórias do fundo dos tempos que nos levam até ao início das coisas. Neste acontecimento teatral, uma escultura é “mitómóvel”, pois contém em si a substância para contar estas histórias e viaja pela mão de uma contadora. É no território entre a luz e a sombra, entre o antigo e o atual, que se desvendam ao público as “histórias de princípios”, símbolos fortes do nosso imaginário e da nossa cultura, ora trágicos ora alegres, sempre poéticos e intemporais.

Do teatro para a música. A partir das 16h00, escutaremos Villa Nazca, um duo que explora a musicalidade dos mantras no seu movimento circular/repetitivo e na energia sonora que lhes é própria; The Partisan Seed, que está agora de regresso a andamentos mais obscuros, materializados numa obra instrumentalmente mais despojada e liricamente mais negra; e Coelho Radioactivo, que nos traz um álbum sobre si com os outros, sobre pessoas em particular, sobre apontar o dedo e saber apontá-lo.

À noite continuamos com a música. Pelas 21h45, Noiserv assume o “palco principal” da casa, com o seu novo disco. 00:00:00:00 é descrito pelo músico lisboeta como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”. É um disco diferente daquilo a que Noiserv nos tem habituado. A “orquestra de sons” que tão bem lhe conhecemos deu lugar ao som de um piano tocado a muitas mãos, enquanto da sua voz vemos sair, nos temas não instrumentais, histórias em português.

Com quase 12 anos de existência, Noiserv, “homem-orquestra” ou banda de um homem só, tem vindo a afirmar-se como um dos mais estimulantes projetos da nova geração de músicos portugueses. No currículo conta com o bem-sucedido disco de estreia One Hundred Miles from Thoughtlessness (2008), o EP A Day in the Day of the Days (2010) e Almost Visible Orchestra (2013), disco distinguido como melhor do ano pela Sociedade Portuguesa de Autores e recentemente reeditado internacionalmente pela editora francesa Naive, casa mãe de projetos como Yann Tiersen, M83, entre muitos outros.

No domingo, dia 16, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação das Castanholas de Freamunde, um grupo musical pacense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Paços de Ferreira – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Quarto Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre duas coletividades do Tâmega e Sousa, em palco estarão a Big Band Pedaços de Nós, de Paços de Ferreira, e a Atípica Orquestra, de Castelo de Paiva.

Quarto Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 de julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | quinta-feira, 6 de julho de 2017 | Publicado em , , | Com 6 comentários
A maioria dos portugueses vai a Festivais de Música em 2017;
60% da população gasta o máximo de 150€/ano em Festivais de Música;
77% adquire bilhetes via internet;
58% indica que a duração ideal de um Festival é de 3 dias;
85% conhece os Festivais através das redes sociais.

Cerca de 93% dos portugueses que assiste a Festivais de Música pelo menos uma vez por ano vai marcar presença nos Festivais de Música de 2017, de acordo com o estudo do Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM) sobre a relação dos portugueses com eventos musicais.

A população inquirida neste estudo do IPAM indica estar disponível para fazer gastos significativos em Festivais de Música: 60% gasta até um limite máximo anual de 150€ (incluindo deslocações e alimentação) e 74% gasta até 100€ apenas com a compra de bilhetes.

O estudo do IPAM identificou também os aspetos que são mais valorizados pelos portugueses nos festivais de música, destacando-se o Estilo de Musica/Cartaz, Condições de Higiene, Segurança do Recinto e Experiência/Envolvência. A maioria da amostra inquirida (58%) indica que um Festival de Musica tem uma duração ideal de três dias e que se desloca de viatura própria (79%) para os recintos, com apenas 1% dos inquiridos a referir que utiliza os meios de transporte disponibilizados.

O trabalho da escola de Marketing mais antiga do país realça ainda o contributo dos novos media e da internet para a promoção dos Festivais de Música, com 85% dos inquiridos a revelar ter conhecimento dos Festivais através das Redes Sociais e 54% a eleger a Internet como fonte de informação por excelência. Destaca-se que a compra de bilhetes para esta tipologia de eventos é antecipada, com 77% a adquirir bilhetes via Internet e apenas 18% no próprio recinto.

Resende é o destino do oitavo fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, que tem como cenário a Casa da Soenga, na freguesia de São Martinho de Mouro. Durante dois dias, 8 e 9 de julho, haverá, como vem sendo habitual, concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade. A entrada é gratuita.

No sábado, dia 8, “abre-se o pano” às 15h30, com a peça de teatro Mariela, pela companhia Nuvem Voadora. Mariela é grande, pesada e está apaixonada, às vezes... O mestre Sousa é um músico zarolho com ideias extravagantes. O mestre Sousa está apaixonado pela Mariela. O seu ajudante, Rodriguez, é um refugiado mexicano que tem pouca aptidão para a música e muita vontade de ajudar no êxito dos concertos do mestre Sousa. Dois personagens que vão surpreender o público com momentos hilariantes de humor, música e non sense!

A partir das 16h00, os jardins e recantos da Casa da Soenga transformam-se em palcos, onde escutaremos Ana, que desafia as potencialidades de uma só guitarra na forma audaz como manipula as dinâmicas acústicas; Homem em Catarse, com o reflexo da beleza da natureza, dos locais e das gentes do interior de Portugal nas cordas de uma guitarra e na poesia de uma voz; e Gobi Bear, alter-ego de Diogo Pinto, com acordes que se soltam por caminhos ou volteiam por labirintos, sempre guiados por uma voz meiga.

À noite, pelas 21h45, o palco principal instala-se no terreiro da Casa da Soenga para acolher os Birds are Indie. Let’s pretend the world has stopped, o novo disco do trio conimbricense, é já o seu terceiro longa-duração, a somar a alguns EP’s que foram editando desde 2010. Numa altura em que o presente se parece tornar obsoleto tão rapidamente, este é um álbum sobre a vontade de parar o mundo e ver o que acontece... às dúvidas e às certezas, ao amor e à solidão, à calma e à urgência.

Editado em formato digital, CD e vinil, a composição, gravação, mistura, masterização e o artwork foram totalmente feitos pela banda, à sua maneira, de forma independente. Por isso, ouvir este disco é como receber a Joana, o Jerónimo e o Henrique em casa. E esta casa é a Casa da Soenga.

No domingo, dia 9, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa prossegue, às 15h30, com a atuação do Grupo de Bombos “BomMouros”, uma coletividade de Resende, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Resende – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere –, pela Limite Zero. Romão, que tem andado em digressão com Festival, é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor... Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.
Às 17h30, o programa apresenta o seu último espetáculo, fechando com o concerto de comunidade Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artísticas do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Grupo Coral de Resende, o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende, de Cinfães, e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar”, de Lousada, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe concertos, espetáculos para famílias e novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).


Por Unknown | terça-feira, 4 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Tem um percurso admirável de quase 180 anos. E é, porventura, o expoente máximo deste género musical em Portugal. A Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana dá um concerto ao ar livre em Moimenta da Beira na próxima sexta-feira à noite (21h30), 7 de julho, no Terreiro das Freiras, o largo mais histórico da vila. O evento, aberto ao público, realiza-se no âmbito das comemorações do “Dia do Comando Territorial de Viseu” que decorrem na vila desde sexta-feira passada, 30 de junho, até ao próximo sábado, 8 de julho. O Capitão João Afonso Cerqueira é o atual maestro, tendo a coadjuvá-lo o Sargento-mor Armindo Pereira Luís.

A história da Banda começa em 1838 quando D. Maria II a cria por decreto. Nasce como Banda da Guarda Municipal, mas muda de nome logo após a implantação da República, passando a chamar-se Banda de Música da Guarda Nacional Republicana.

Atualmente a Banda Sinfónica está na dependência da Unidade de Segurança e Honras de Estado, sendo que constitui um dos órgãos que o Comandante-Geral tem à sua disposição para, no âmbito da atividade musical, concorrer com a sua ação em atividades de Representação a nível do Protocolo de Estado, cerimónias militares, culturais e recreativas e de divulgação da GNR. A elevada especialização dos seus componentes e o seu amplo e valioso arquivo (mais de três mil obras) permitem que a Banda em Concerto atinja um nível artístico difícil de encontrar em agrupamentos congéneres.

Dos muitos êxitos obtidos em digressões fora do País destacam-se, em 1892, o Concurso Internacional de Bandas Militares em Badajoz; em 1910 em Madrid, S. Sébastian e Barcelona; em 1930, digressão ao Brasil; em 1963, na Holanda participando na NATO- TAPTOE, e em Paris gravando concertos para a rádio; em 1965, representando Portugal no IV Centenário da Fundação do Rio de Janeiro; no mesmo ano na cidade de Badajoz; em 1980, em Mons (Bélgica) no 20º Festival Internacional de Bandas Militares; em 1987, Cáceres, intercâmbio cultural entre Portugal e Espanha; em 1988, Cáceres e Plasência, (Espanha) jornada de solidariedade com a zona sinistrada do Chiado (Lisboa); em 1995, Modena (Itália) para participar no 4º Festival Internacional de Bandas Militares; em 1996, Basileia (Suíça) para participar no 5º, Festival Internacional de Bandas de Polícia; em 1998, digressão ao Luxemburgo tendo atuado em três cidades: Differdange, Luxemburgo e Vianden, tendo obtido grande êxito sobretudo no concerto efetuado na sala de concertos do Conservatório do Luxemburgo.

Ainda de salientar os tradicionais concertos de Ano Novo com a presença do Presidente da República. Em 2005 a Banda foi distinguida com o prémio “Amália” na categoria de Música Clássica. Em 2006 foi conferido à Banda, pelo Presidente da República, Jorge Sampaio, o Título de Membro-honorário da Ordem do Infante D. Henrique.

Por Unknown | | Publicado em , , , | Com 0 comentários
No arranque do concerto da orquestra de sopros e percussão do estágio "Férias com Música" que decorreu no Teatro Ribeiro Conceição, a Banda Marcial de Cambres foi distinguida com a Medalha de Ouro da Cidade de Lamego, tendo em conta "a obra dedicada, permanente e constante que tem desenvolvido desde a sua fundação, enaltecendo e honrando a cidade de Lamego, o Concelho e a Região". O Presidente da Direção desta filarmónica, Manuel João Canelas, recebeu das mãos de Francisco Lopes a mais alta distinção outorgada por este Município.

Fundada provavelmente em 1881, a Banda Marcial de Cambres apresenta atualmente cerca de 45 músicos na sua maioria jovens formados pela escola de música da Banda e pelas escolas de música da região. Executa todo o tipo de reportório, do religioso ao profano, que existe para este tipo de formação. A par da Banda, funciona ainda uma Escola de Música com cerca de 15 jovens, com idades compreendidas entre os 10 e os 17 anos. Recorde-se que, já anteriormente, a Câmara Municipal de Lamego tinha distinguido as outras bandas filarmónicas centenárias existentes no concelho: a Sociedade Filarmónica de Lalim e a Associação Filarmónica e Banda Juvenil de Magueija.

O projeto artístico "Férias com Música" é organizado pela Banda Marcial de Cambres numa parceria institucional com o Curso Profissional de Música da Escola Secundária de Cinfães e a Academia d´Artes de Cinfães. O espetáculo realizado no Teatro Ribeiro Conceição teve a particularidade da direção artística ter sido da responsabilidade de um conjunto de estudantes em direção que ao longo da atuação partilharam o pódio.

Por Unknown | segunda-feira, 3 de julho de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
Estamos em contagem decrescente para mais uma edição da ExpoMontemuro – Feira Regional. Estão reunidos os ingredientes certos para uma visita a Cinfães de 12 a 16 de julho. Conheça os produtos endógenos, a atividade económica e o empreendedorismo do Concelho neste certame organizado pela Câmara Municipal de Cinfães. Um cartaz musical de renome, showcookings, workshops e muita animação esperam por si…

O largo da feira quinzenal transforma-se, de 12 a 16 de julho, numa mostra da vitalidade económica do Concelho, sendo uma fonte de oportunidades para os produtores, as empresas e restaurantes presentes. A realçar a gastronomia, os vinhos verdes, o fumeiro, a doçaria, as compotas, o artesanato, a agroindústria e os desportos de natureza. A juntar a tudo isto muita animação musical, com os grandes nomes da música nacional a passar por Cinfães, de forma a potenciar a promoção dos nossos produtos. Quim Barreiros, Raquel Tavares, Anselmo Ralph e Fernando Pereira compõem o cartaz de excelência proposto pelo Município de Cinfães. Os grupos da Terra, as orquestras típicas e os ranchos folclóricos também são uma presença assídua mostrando a riqueza cultural do Concelho e que fazem jus à denominação Cinfães – Capital da Música e das Tradições.

A abertura do certame está marcada para o dia 12 de julho, às 18h. Não falte! De 12 a 16 de julho, venha (re)descobrir Cinfães em mais uma edição da ExpoMontemuro – Feira Regional…

Por Unknown | quarta-feira, 28 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
A Banda Marcial de Cambres vai ser agraciada com a Medalha de Ouro da Cidade de Lamego, a mais alta distinção outorgada por este Município, tendo em conta "a obra dedicada, permanente e constante que tem desenvolvido desde a sua fundação, enaltecendo e honrando a cidade de Lamego, o Concelho e a Região". Este galardão vai ser entregue durante o espetáculo musical que esta instituição vai promover no Teatro Ribeiro Conceição na próxima sexta-feira, a partir das 21h30.

Fundada provavelmente em 1881, a Banda Marcial de Cambres apresenta atualmente cerca de 45 músicos na sua maioria jovens formados pela escola de música da Banda e pelas escolas de música da região. Executa todo o tipo de reportório, do religioso ao profano, que existe para este tipo de formação. A par da Banda, funciona ainda uma Escola de Música com cerca de 15 jovens, com idades compreendidas entre os 10 e os 17 anos.

Recorde-se que a Câmara Municipal de Lamego também já distinguiu anteriormente as outras duas bandas filarmónicas centenárias existentes neste concelho: a Sociedade Filarmónica de Lalim e a Associação Filarmónica e Banda Juvenil de Magueija.

A entrada para o espetáculo que se irá realizar no Teatro Ribeiro Conceição é livre, estando limitada à lotação do recinto.

Por Unknown | segunda-feira, 26 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
No próximo fim de semana, 1 e 2 de julho, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa monta o(s) palco(s) na Casa da Quinta da Calçada, em Oliveira do Douro, no concelho de Cinfães. O programa para os dois dias apresenta, como vem sendo habitual, concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade. A entrada é gratuita.

No sábado, dia 1, “abre-se o pano” às 15h30, com a peça de teatro Muita tralha pouca tralha, com direção artística de Catarina Requeijo, em coprodução com a Formiga Atómica Associação Cultural e o Teatro Maria Matos. Se o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa já anda em viagem desde maio, o casal Querido está pouco habituado a viajar. No entanto, decide ir ver a sua sobrinha Manela participar numa corrida de automóveis, mas antes da viagem é preciso preparar a bagagem. É aqui que os problemas começam. Levam o quê? Pouca tralha? Muita tralha? Apenas o essencial? Estas decisões difíceis podem complicar o início da viagem. Só o início?... É o que vamos ver.

A partir das 16h00, escutaremos Calcutá, ou seja, Teresa Castro, que viaja entre a folk, a psych, o surf rock, em ambiente quase lynchiano, taciturno e aliciante; o virtuoso guitarrista Marco Luz, de coração aberto para o céu; e Old Jerusalem, que depois de um período de interregno desde 2011, regressou às edições discográficas com A rose is a rose is a rose.

À noite, pelas 21h45, os Dead Combo tomam conta do palco principal. A sua música é indissociável dos espaços (físicos e mitológicos) que a geraram. Sem letras nem palavras, o duo de Tó Trips e Pedro Gonçalves canta o Tejo e Lisboa, Portugal e o Mediterrâneo, uma África idealizada e a vastidão da América, imaginada em Itália nos westerns de Morricone, majestosamente filmada por Wim Wenders e tocada por Ry Cooder.

Para cantarem estes retratos não precisam de uma voz. Precisam apenas de uma guitarra e de um contrabaixo, que, informados por uma certa vivência do rock’n’roll, conjuram anos e anos de música e atravessam continentes, reunindo o fado e os blues na mesma canção. A Bunch of Meninos é o mais recente capítulo de um dos mais belos e singulares corpos de trabalho produzidos em Portugal ao longo da última década.

No domingo, dia 2, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa prossegue, às 15h30, com a atuação das Concertinas do Vale do Bestança, um grupo cinfanense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Cinfães – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador –, pela Limite Zero. Romão, que tem andado em digressão com Festival, é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor... Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.

Às 17h30, o programa apresenta o seu último espetáculo, fechando com o concerto de comunidade Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende, de Cinfães, o Grupo Coral de Resende e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar”, de Lousada, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe concertos, espetáculos para famílias e novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

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No dia em celebrou 25 anos de vida, a Academia de Música de Lamego viu publicamente reconhecida a excelência do seu projeto inovador assente em dois objetivos: o ensino e a divulgação da música. Durante a realização da 3ª Gala dos Alunos desta instituição, foi agraciada com a Medalha de Mérito Municipal, Categoria de Ouro, atribuída pela Câmara Municipal de Lamego, tendo em conta "os relevantes serviços prestados à população de Lamego, no âmbito cultural, em particular através do ensino, promoção e divulgação da música e canto". Francisco Lopes entregou o diploma com esta distinção a Mendes Dias, Presidente da Direção.

O Teatro Ribeiro Conceição foi palco deste espetáculo de aniversário muito especial pontuado por vários momentos de reconhecimento da excelência dos alunos, através da atribuição de diplomas de distinção e troféus. A Academia de Música de Lamego está certificada para o ensino da música no Curso Português do Conservatório e dos Cursos de Música Ingleses da Associated Board of Royal Schools of Music e da Rockschool, abrindo a oportunidade aos seus alunos de continuarem os seus estudos em universidades e politécnicos portugueses e ingleses. "Somos a escola de música de referência na cidade e continuamos, no presente, a ser a única que certifica as aprendizagens musicais dos alunos, a única que possui professores devidamente qualificados para cada uma das disciplinas que ministra e a que pratica os preços mais baixos na região atendendo à relação qualidade-preço. Estamos muito orgulhosos do trabalho desenvolvido", sublinha Mendes Dias.

Por Unknown | quarta-feira, 21 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Dengaz, Ana Moura, Tony Carreira, Xana Toc Toc, D.A.M.A. E Pedro Abrunhosa são os artistas que compõem o cartaz musical deste evento

Nos dias 1 e 2 de julho, o Parque da Cidade do Porto vai receber o Festival da Comida Continente, um novo conceito que leva a palco grandes nomes da gastronomia, com degustação das melhores iguarias de Portugal e do mundo. Para conciliar esta experiência única, o Continente aliou a melhor música nacional como um cartaz composto por grandes nomes: Tony Carreira, Ana Moura, Pedro Abrunhosa, Dengaz, D.A.M.A. e Xana Toc Toc.

Em seis concertos, distribuídos por dois dias, o Continente apresenta um cartaz apelativo, para toda a família, que inclui artistas de referência seguidos por milhares de crianças, adolescentes, mas também pelos pais. Todos distintos no género musical que interpretam, estes nomes são atuais símbolos da produção nacional, uma vez que têm, entre si, um atributo comum: cantam, exclusivamente, em português, elemento imprescindível para o Continente, estando alinhados com o conceito do Festival.

No sábado, o primeiro dia do evento, Dengaz abre o Palco Principal, às 15 horas, onde provavelmente irá apresentar o seu single “Para Sempre (Unplugged)”, que conta com a participação do artista Seu Jorge, ou vai interpretar temas conhecidos como “Tudo Muda” ou “Queria Dizer Que Não”. Às 17h00 será a vez de Ana Moura, a fadista irá encantar com sucessos que podem passar pelo “Desfado”, “Dia de Folga” ou “Tens Os Olhos De Deus”, arrepiando toda a plateia, como sempre. O último concerto deste dia será do Tony Carreira, que está previsto atuar às 19h30, com a apresentação de alguns clássicos, como por exemplo, “A Saudade de Ti”, “Hoje Menina Amanhã Uma Mulher” ou ainda “Não te vás sem mim” ou “Quando me lembro de ti”.

No dia seguinte, o segundo dia do Festival da Comida Continente, esperam-se mais três artistas. A primeira é Xana Toc Toc, artista que promete divertir os mais novos logo às 11h00 com as suas músicas animadas e com o seu novo espetáculo, recentemente levado a palco. Às 17h30 é a vez dos D.A.M.A., a banda sensação que encanta o público mais jovem, especialmente as adolescentes, com músicas como o “Era Eu”, ou “Não faço Questão” ou ainda “Miúdos”. Pedro Abrunhosa será o artista a fechar este palco, pelas 19h30, com um concerto repleto de músicas conhecidas dos portugueses como por exemplo, “Momento” ou os intemporais “Se Eu Fosse Um Dia O teu Olhar” e “Tudo O Que Eu Te Dou”.

Programa do Jardim da Cerveja:

Sábado, 01 de julho
13h30 – 14h30: Peter Storm & The Blues Society
17h30 –18h30: Peter Storm & The Blues Society

Domingo, 02 de julho
13h00 – 14h00: Reportório Osório
15h00 – 16h00: Peter Storm & The Blues Society
16h30 – 17h30: Tia Graça
17h30 – 18h30: Peter Storm & The Blues Society


O Festival da Comida Continente é um evento composto por experiências gastronómicas e um momento de celebração da comida, para ver, provar e comprar, pensado para todos os gostos, públicos e idades. O evento, além dos concertos, disponibiliza momentos de degustação, desde comida tradicional portuguesa, healthy food, opções mais exóticas, e atividades ao ar livre, como workshops (de pão, de sobremesas saudáveis, de queijos e vinhos, entre outros), sessões de showcooking, que vão contar com a presença de várias duplas com um chef de cozinha e um convidado especial para confecionar uma refeição. Haverá ainda uma área de diversão para os mais novos. O Festival da Comida Continente promete fazer da comida um espetáculo e proporcionar dois dias de descontração, com autênticas viagens gastronómicas e divertidas experiências.


Por Unknown | sábado, 17 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O Santuário de Nossa Senhora da Lapa, em Sernancelhe, foi palco da primeira atuação “fora de portas” do Coro da Santa Casa da Misericórdia de Lamego, o primeiro constituído em quase 500 anos de história da instituição. Sob a batuta do maestro Gualberto Rocha e ao som do organista Joel Valente, os elementos que integram este grupo coral superaram a ansiedade e o nervosismo iniciais e deram provas da qualidade vocal que já alcançaram, após alguns meses de ensaios.

A apresentação do seu reportório eucarístico na missa dominical deste local de culto, outrora um dos mais importantes santuários da Península Ibérica, foi muito elogiada. “O sentimento geral vivido após esta atuação foi de grande satisfação”, recorda António Marques Luís, Provedor da Santa Casa.

A paixão pela música e a preocupação em aperfeiçoar a componente vocal são as principais motivações dos elementos que compõem o Coro da Misericórdia de Lamego que semanalmente participa na eucaristia celebrada na Igreja das Chagas. Os cantores são voluntários que, na sua maioria, não possuem “conhecimentos musicais profundos”. Aceitaram este novo desafio cerca de 20 funcionários, “irmãos” e familiares.

A criação deste grupo coral enquadra-se na estratégia da instituição de desenvolver e consolidar o seu contributo para o engrandecimento da vida cultural da cidade. Para além da participação na missa dominical, também está prevista a sua atuação em espetáculos, promovidos por esta instituição ou organizados por outras entidades públicas ou sociais, com a apresentação de um reportório clássico coral.

Por Unknown | quarta-feira, 14 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Mão Morta – 25 anos Mutantes S.21, Dead Combo e As Cordas da Má Fama, The Legendary Tigerman, Márcia, Samuel Úria, Capicua (com banda), Slow J, Sensible Soccers, Beatbombers e DJ Marfox integram a edição de festival gratuito que aposta no melhor da música portuguesa.

Nomes de peso da atualidade da música portuguesa protagonizam a edição de 2017 do festival Rock Nordeste, em Vila Real. O festival tem como característica a entrada livre, a forte aposta no melhor da música portuguesa e supera este ano a edição de 2016, a sua melhor edição de sempre até então.

Três anos depois de regressar com um novo formato e após uma última edição com um cartaz avassalador, o Rock Nordeste está de volta para o quarto ano e apresenta, novamente, outro avassalador cartaz. A 16 e 17 de junho, sexta e sábado, respetivamente, os melhores nomes da música portuguesa apresentam-se na beleza ímpar do Parque Corgo, margem esquerda do Rio Corgo, e no singular Auditório Exterior do Teatro de Vila Real. A entrada é livre e oferece dois dias repletos da melhor música que se faz no país.

Mão Morta, que celebrarão em concerto especial os 25 anos do histórico disco Mutantes S.21, com o Nordeste a receber a primeira data de uma tour memorável, Dead Combo e As Cordas da Má Fama, que se apresentam com o conjunto de cordas que originou a disco com o mesmo nome, The Legendary Tigerman, a maior máquina rock’n’roll que o país já viu conhecer, Márcia, a doce cantautora que a Nordeste se apresentará a solo e ainda se juntará em palco ao enigmático Samuel Úria, protagonizando um momento único no festival, Capicua, a rapper portuguesa que dispensa apresentações e trará concerto em formato banda, Slow J, o segredo mais bem guardado da música nacional, que se estreou com um longa-duração arrebatador este ano, e Sensible Soccers, autores eletrónica mais admirada deste país, preenchem o programa de bandas. Já os finais de noite estarão entregues aos Beatbombers, dupla constituída por DJ Ride e Stereossauro, dois dos melhores dj’s nacionais e os mais galardoados no scracth, e DJ Marfox, nome maior da internacionalmente aclamada Príncipe Discos, completam o programa da edição de 2017.

O festival Rock Nordeste levou, nas três anteriores edições, mais de quarenta e cinco mil pessoas à relva do Parque Corgo, motivadas para ouvir o melhor da atualidade da música moderna portuguesa. Pelo evento de música, ao longo das três edições, passaram nomes como Orelha Negra, Linda Martini, Paus, Best Youth, Sean Riley & The Slowriders, Batida, peixe:avião ou Octa Push, entre muitos outros nomes da música nacional.

O festival Rock Nordeste é uma iniciativa da Câmara Municipal de Vila Real e conta com programação e produção da promotora covilhete na mão.

Festival Rock Nordeste 2017
programa

SEXTA • 16 • JUN
Dead Combo e As Cordas da Má Fama • 22:30 • palco teatro
Capicua • 00:00 • palco parque
Sensible Soccers • 01:40 • palco parque
DJ Marfox • 02:50 • palco parque

SÁBADO • 17 • JUN
Márcia • 18:00 • palco parque
Samuel Úria • 19:00 • palco parque
Mão Morta - 25 anos Mutantes S.21 • 22.30 • palco teatro
The Legendary Tiger Man • 00:00 • palco parque
Slow J • 01:40 • palco parque
Beatbombers • 02:50 • palco parque

Por Unknown | terça-feira, 13 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Está de regresso a Resende o Aregos Marina Fest que cumpre este ano a sua 3ª Edição. Com data marcada para 01 de julho, o evento promete animar os Jardins das Termas, junto à Marina de Caldas de Aregos, numa iniciativa que tem o cunho da Câmara Municipal.

O line-up deste ano tem início agendado para as 20h00, com a atuação dos A Kind of Queen – uma banda tributo que celebra a música dos lendários Queen e que traz para este espetáculo alguns clássicos incontornáveis do rock de Freddie Mercury como “I want to break free” ou “Radio Ga Ga”.
Já perto das 21h30 sobem ao palco os Lado Porto, uma banda com origens no Porto e que apresentem um repertório de covers inspirado no rock das últimas três décadas, à qual não escapam nomes como Pearl Jam, U2, INXS, James, Radiohead ou Rolling Stones.

Mais tarde, perto das 23h00, o convidado mais aguardado desta edição, Mundo Segundo, recentemente premiado como Melhor Act Nacional. Considerado um dos maiores embaixadores da cultura hip-hop em Portugal, o rapper de Gaia conta com mais de 20 anos de carreira e um legado indiscutível neste movimento urbano. Produtor e MC, faz parte do emblemático colectivo Dealema e é companheiro de palcos de Sam the Kid. Nesta apresentação ao vivo, traz alguns clássicos da sua carreira, assim como temas novos do último EP editado em Janeiro com o título “Sempre Grato”.

A noite termina com sonoridades electrónicas, sendo a DJ Isabel Figueira a convidada para o encerramento do evento. A modelo e apresentadora de televisão é uma cara conhecida do grande público e apresenta-se aos comandos da cabine com um set que reúne os maiores hits das pistas de dança.

Em paralelo à componente musical, o Aregos Marina Fest reúne diversos stands de exposição e venda de produtos artesanais, bem como espaços de restauração para que possam ser degustadas as iguarias da região.

A entrada é livre.

A Casa de Vila Verde, em Caíde de Rei, Lousada, abre as suas portas ao Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa no próximo fim de semana, dias 17 e 18 de junho. Serão dois dias de concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 17, às 15h15, com a peça de teatro Ez sapadores, pela companhia Projeto Ez, um espetáculo no qual uma dupla de sapadores loucos invade o território do público, prontos a não ajudar, mas sim para atrapalhar! Um ambiente clownesco cria o cenário perfeito onde tudo pode acontecer.

A partir das 16h00, ora na escadaria da casa, ora no pátio, escutaremos Vai e Vem, uma banda felgueirense que usa a sua língua materna como pronúncio da alma, por entre metáforas melódicas transformadas pelas mãos de quatro jovens e versáteis músicos, Luís Severo, jovem cantor e compositor que escreve canções de amor que ficam no ouvido, com uma lírica marcada por metáforas luminosas e histórias do quotidiano, e Primeira Dama, pseudónimo de Manel Lourenço, com o amor, os amigos e as chatices, que, por vezes, trazem…

À noite, pelas 21h45, o palco principal pertence aos Best Youth, banda composta por Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, dois jovens músicos do Porto. Os Best Youth são mais do que uma banda; são uma celebração da amizade que os une.

Em 2012 lançaram o primeiro EP, Winterlies. Rapidamente, a reação do público a canções como “Honey Trap” ou “Hang Out” apanhou os Best Youth de surpresa, alcançando os lugares cimeiros dos tops de airplay da Antena 3 e da Rádio Comercial. Também ao vivo os convites não pararam de surgir: entre outros, a banda atuou nos festivais Paredes de Coura, Optimus Alive, Sudoeste TMN e Optimus Primavera Sound. Tanto Catarina, que em 2012 foi convidada por David Fonseca a cantar o tema “Heavy Heart (It Won’t Go Away)”, como Ed descrevem os Best Youth como uma banda ambiciosa, no melhor dos sentidos, e provaram essas vistas largas ao embarcarem na aventura There Must Be a Place, partilhando vários palcos com os amigos We Trust. Mas o raio de ação do grupo do Porto vai além das fronteiras nacionais: em 2013, foram capazes de levar ao delírio tanto os espectadores do festival Glimps, em Gent, na Bélgica, que receberam os portugueses com uma verdadeira enchente (a organização também não lhes poupou elogios, descrevendo-os, no site do evento, como “uma versão ibérica dos Cardigans”). Prova do fascínio que os Best Youth exercem no público internacional foi, ainda, também em 2013, a atuação na gala Pop-Eye, em Cáceres, Espanha, onde receberam o prémio de Melhor Artista Português. 2014 foi um ano essencialmente dedicado à composição de novas canções e ao trabalho em estúdio. Em 2015, com Fernando Sousa (X-Wife) no baixo e Sarafa na bateria, Ed e Catarina lançaram o primeiro álbum, Highway Moon, que os colocou entre os melhores novos nomes portugueses.

No domingo, dia 18, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei”, um grupo lousadense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Lousada – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende (Cinfães), o Grupo Coral de Resende e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar” (Lousada), sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | terça-feira, 6 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Depois de Celorico de Basto, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa retoma a sua expedição cultural até ao concelho de Felgueiras, que o acolhe no próximo fim de semana, dias 10 e 11 de junho. A Casa de Simães, em Moure, é o cenário barroco desta jornada cultural e os seus jardins são os palcos naturais dos concertos para pequenos e graúdos, dos espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e das criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 10, às 15h30, com a peça de teatro Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália, um espetáculo construído sobre o guarda-fatos, um objeto muito particular que é, na infância, símbolo de refúgio e de portal para uma outra dimensão, capaz de atrair a curiosidade das crianças e de as catapultar para o universo da imaginação.

Do teatro para a música. A partir das 16h00, ora na escadaria da casa, ora no pátio com as suas cinco frontes, escutaremos Dawn Bird, com melodias que permanecem errantes no ouvido, José Valente, com a irreverência, o virtuosismo e a contemporaneidade da sua viola d’arco, e Valter Lobo, cantautor com o português em punho e com uma componente lírica marcada por um grande sentimentalismo e uma melancolia quase permanente.

À noite continuamos com a música. Pelas 21h45, os First Breah After Coma assumem o “palco principal” do pátio da casa, apresentando o seu mais recente álbum, Drifter, que já lhes mereceu a nomeação, pela Associação Europeia de Editoras Independentes, para melhor disco europeu lançado em 2016, numa lista de 25, ao lado de nomes como Agnes Obel, Radiohead ou Royal Blood.
No domingo, dia 11, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação dos Audivi Vocem, um coro felgueirense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Felgueiras – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Segundo Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o grupo Cantar é Viver, de Penafiel, o Clube de Música, de Celorico de Basto, o Conservatório de Música de Felgueiras, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Jorge Queijo e Maria Mónica.

Segundo Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | sexta-feira, 2 de junho de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
Mais de 560 crianças do concelho estiveram envolvidas nas atividades que assinalaram, na passada quinta-feira, 1 de junho, o Dia Mundial da Criança, comemoração que teve lugar no estádio municipal de Moimenta da Beira.

Nas bancadas, no relvado e noutros espaços do recinto desportivo, as crianças do pré-escolar e 1º ciclo do Agrupamento de Escolas de Moimenta da Beira, e da Santa Casa da Misericórdia e da AMAI, participaram em todas as atividades desenvolvidas, desde a dança ao desporto, da música ao inglês, expressão plástica e expressão dramática, nutrição, pinturas faciais e balões, entre outras. Apoiaram as ações em campo cerca de 130 professores e funcionários.

O evento, organizado pelo Município, teve o apoio empenhado do corpo de bombeiros da Associação Humanitária de Moimenta da Beira, e o patrocínio da empresa "Minipreço - Market".

Por Unknown | quarta-feira, 31 de maio de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Celorico de Basto é o destino do quarto fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, que tem como cenário a Casa da Boavista, na freguesia de Veade. Durante dois dias, 3 e 4 de junho, haverá concertos, espetáculos de teatro, marionetas e criações musicais colaborativas.

No sábado, dia 3, o Festival começa, como habitualmente, com um programa para famílias, apresentando, pelas 15h00, a peça de teatro Talvez, pela companhia Nuvem Voadora. Segue-se, às 16h00, um ciclo de concertos pelos recantos da Casa da Boavista, com Bié, Mute Swimmer e Manish Pingle.

À noite, pelas 21h45, Celina da Piedade atua nas escadarias da fachada principal da Casa da Boavista. Quem já a viu em concerto, pisando palcos ao lado de Rodrigo Leão, Mayra Andrade ou Ludovico Einaudi, reconhece-lhe o imenso carisma. Celina da Piedade tem levado o seu acordeão até aos mais diferentes contextos e agora estreia-se a solo, com um disco recheado de surpresas. Algures entre as formas e cores tradicionais, com viagens pelas memórias das danças portuguesas e um sentir mais moderno e universalista, Celina da Piedade desenha uma música cheia de alma e de personalidade, que, em palco, ganha com a sua formidável presença. É este álbum, que tem o sugestivo nome Em Casa, que vai ser apresentado. No acordeão e ao microfone, Celina da Piedade é um tesouro que agora urge descobrir no centro do palco.

No domingo, dia 4, o Festival retoma, às 15h30, com uma atuação do Grupo de Cavaquinhos de Arnoia, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Celorico de Basto – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Castelo de Arnoia –, concebido pela Limite Zero. Romão é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. Romão é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor. Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Segundo Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o grupo Cantar é Viver, de Penafiel, o Clube de Música, de Celorico de Basto, o Conservatório de Música de Felgueiras, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Jorge Queijo e Maria Mónica.

Com entrada gratuita, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

De Celorico de Basto percorremos o caminho até Felgueiras, que nos leva à Casa de Simães, no fim de semana de 10 e 11 de junho. O programa inclui, no dia 10, a peça de teatro para famílias Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália (15h30), um ciclo de concertos com Dawn Bird, José Valente e Valter Lobo (16h00) e um concerto dos First Breath After Coma (21h45) e, no dia 11, uma atuação dos Audivi Vocem (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).