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Estão abertas as candidaturas ao Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E) do Tâmega e Sousa. O programa de financiamento, lançado no contexto dos apoios do Norte 2020, destina-se a micro e pequenas empresas localizadas nos concelhos de Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende e tem como principais objetivos incentivar a criação de emprego, estimular o empreendedorismo empresarial e promover a criação, expansão ou modernização de micro e pequenas empresas.

O SI2E do Tâmega e Sousa apoia investimentos até ao montante máximo de 235 mil euros, sendo que os incentivos a conceder revestirão a natureza de subvenção não reembolsável. Ou seja, as entidades beneficiárias não terão de devolver a verba que lhes venha a ser atribuída. A taxa de incentivo máxima a conceder é de 50% para investimentos localizados em territórios de baixa densidade e de 40% para investimentos nos restantes territórios.

No Tâmega e Sousa, são considerados território de baixa densidade os municípios de Baião, Celorico de Basto, Cinfães e Resende e ainda algumas freguesias dos concelhos de Amarante (Ansiães, Candemil, Gouveia (São Simão), Jazente, Rebordelo, Salvador do Monte, União das freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea, União das freguesias de Bustelo, Carneiro e Carvalho de Rei, União das freguesias de Olo e Canadelo, e Vila Chã do Marão), Castelo de Paiva (Real) e Marco de Canaveses (Várzea, Aliviada e Folhada).

O SI2E será gerido, neste território, pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) e por quatro grupos de ação local (GAL’s): Ader-Sousa – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa, ADRIMAG – Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro, Arada e Gralheira, DOLMEN – Desenvolvimento Local e Regional e PROBASTO – Associação de Desenvolvimento Rural de Basto.

A CIM do Tâmega e Sousa ficará responsável pela gestão das candidaturas com investimentos entre 100 e 235 mil euros, bem como das candidaturas com investimentos até 100 mil euros localizadas em territórios sem intervenção de qualquer GAL. Os GAL’s assumirão as candidaturas com investimentos até 100 mil euros.

O montante global dos fundos afetos ao SI2E da CIM do Tâmega e Sousa é de 7 milhões de euros, correspondendo 5 milhões e 300 mil euros ao FSE – Fundo Social Europeu e 1 milhão e 700 mil euros ao FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

O prazo para a submissão de candidaturas ao SI2E da CIM do Tâmega e Sousa termina às 16h59 do dia 31 de agosto de 2017. A apresentação de candidaturas é feita através de formulário eletrónico próprio, disponibilizado no Balcão 2020, acessível em www.portugal2020.pt/Balcao2020.
Os interessados poderão obter informação mais detalhada no portal do Norte 2020, em http://www.norte2020.pt/si2e.

Por Unknown | quarta-feira, 28 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Terminam no próximo sábado, dia 1 de julho, as Olimpíadas do Desporto do Tâmega e Sousa 2017. Depois de Paços de Ferreira e de Amarante, a terceira e última etapa desta jornada desportiva terá lugar em Lousada, estando a cerimónia de encerramento marcada para as 17h30, no Pavilhão Municipal.

Com competições a decorrer ao longo de todo o dia, na última etapa serão cinco as modalidades em destaque – gira-vólei (masculino/feminino), atletismo (masculino/feminino), basquetebol (masculino/feminino), natação (masculino/feminino) e futebol de 7 (feminino) –, com as provas a disputarem-se nos Campos Multifuncionais e na Pista de Atletismo do Complexo Desportivo, no Pavilhão Municipal e nas Piscinas Municipais de Lousada.

As Olimpíadas do Desporto do Tâmega e Sousa, que na edição de 2017 têm como anfitriões os concelhos de Paços de Ferreira, Amarante e Lousada, são uma iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com aqueles municípios.

Dirigida a jovens atletas masculinos e femininos, federados ou não federados, com idades compreendidas entre os 13 e os 15 anos, e envolvendo cerca de 2000 pessoas, entre atletas, treinadores, e dirigentes e organização, a iniciativa tem como objetivos a promoção da prática de atividade física e do intercâmbio desportivo, bem como o convívio entre a comunidade desportiva juvenil do Tâmega e Sousa.


1 DE JULHO DE 2017 (SÁBADO)
LOUSADA
9h45 – Competições
Modalidade: Gira-vólei (masculino/feminino)
Local: Campos Multifuncionais – Complexo Desportivo
Modalidade: Atletismo (masculino/feminino)
Local: Pista de Atletismo – Complexo Desportivo
Modalidade: Basquetebol (masculino/feminino)  
Local: Pavilhão Municipal de Lousada
Modalidade: Natação (masculino/feminino)  
Local: Piscinas Municipais de Lousada
Modalidade: Futebol de 7 (feminino)
Local: Campos Multifuncionais – Complexo Desportivo

17h30 – Cerimónia de encerramento
Local: Pavilhão Municipal de Lousada

Por Unknown | terça-feira, 13 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
A Casa de Vila Verde, em Caíde de Rei, Lousada, abre as suas portas ao Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa no próximo fim de semana, dias 17 e 18 de junho. Serão dois dias de concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 17, às 15h15, com a peça de teatro Ez sapadores, pela companhia Projeto Ez, um espetáculo no qual uma dupla de sapadores loucos invade o território do público, prontos a não ajudar, mas sim para atrapalhar! Um ambiente clownesco cria o cenário perfeito onde tudo pode acontecer.

A partir das 16h00, ora na escadaria da casa, ora no pátio, escutaremos Vai e Vem, uma banda felgueirense que usa a sua língua materna como pronúncio da alma, por entre metáforas melódicas transformadas pelas mãos de quatro jovens e versáteis músicos, Luís Severo, jovem cantor e compositor que escreve canções de amor que ficam no ouvido, com uma lírica marcada por metáforas luminosas e histórias do quotidiano, e Primeira Dama, pseudónimo de Manel Lourenço, com o amor, os amigos e as chatices, que, por vezes, trazem…

À noite, pelas 21h45, o palco principal pertence aos Best Youth, banda composta por Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, dois jovens músicos do Porto. Os Best Youth são mais do que uma banda; são uma celebração da amizade que os une.

Em 2012 lançaram o primeiro EP, Winterlies. Rapidamente, a reação do público a canções como “Honey Trap” ou “Hang Out” apanhou os Best Youth de surpresa, alcançando os lugares cimeiros dos tops de airplay da Antena 3 e da Rádio Comercial. Também ao vivo os convites não pararam de surgir: entre outros, a banda atuou nos festivais Paredes de Coura, Optimus Alive, Sudoeste TMN e Optimus Primavera Sound. Tanto Catarina, que em 2012 foi convidada por David Fonseca a cantar o tema “Heavy Heart (It Won’t Go Away)”, como Ed descrevem os Best Youth como uma banda ambiciosa, no melhor dos sentidos, e provaram essas vistas largas ao embarcarem na aventura There Must Be a Place, partilhando vários palcos com os amigos We Trust. Mas o raio de ação do grupo do Porto vai além das fronteiras nacionais: em 2013, foram capazes de levar ao delírio tanto os espectadores do festival Glimps, em Gent, na Bélgica, que receberam os portugueses com uma verdadeira enchente (a organização também não lhes poupou elogios, descrevendo-os, no site do evento, como “uma versão ibérica dos Cardigans”). Prova do fascínio que os Best Youth exercem no público internacional foi, ainda, também em 2013, a atuação na gala Pop-Eye, em Cáceres, Espanha, onde receberam o prémio de Melhor Artista Português. 2014 foi um ano essencialmente dedicado à composição de novas canções e ao trabalho em estúdio. Em 2015, com Fernando Sousa (X-Wife) no baixo e Sarafa na bateria, Ed e Catarina lançaram o primeiro álbum, Highway Moon, que os colocou entre os melhores novos nomes portugueses.

No domingo, dia 18, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei”, um grupo lousadense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Lousada – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende (Cinfães), o Grupo Coral de Resende e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar” (Lousada), sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) vai estar presente, pelo terceiro ano consecutivo, naquela que é considerada a maior feira da indústria do turismo nacional, a BTL 2017 – Bolsa de Turismo de Lisboa, que decorre de 15 a 19 de março, no Parque das Nações.

Sendo o turismo uma das áreas de intervenção da CIM do Tâmega e Sousa, a participação na BTL constituirá, uma vez mais, uma oportunidade para promover o potencial turístico deste território – natural, patrimonial, cultural e gastronómico – junto de agentes do setor turístico, turistas e visitantes, fundamentais para alavancar o desenvolvimento e o crescimento desta sub-região. Recorde-se que, no passado mês de janeiro, a CIM do Tâmega e Sousa participou, pela primeira vez, na Feira de Turismo de Madrid (Espanha), numa participação articulada com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), e organizou, em fevereiro, uma vez mais com o apoio da TPNP, duas visitas ao território exclusivamente para operadores turísticos e agentes de viagens da Galiza (Espanha).

Esta parceria mantém-se na BTL 2017, já que o stand da CIM do Tâmega e Sousa estará integrado no espaço expositivo da TPNP, localizado no Pavilhão 1 (stand 1A04), principal entrada da feira.

A programação da CIM do Tâmega e Sousa, desenhada em estreita articulação com os 11 municípios que a constituem – Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende –, será diversificada, destacando-se a apresentação de projetos, programas e empresas de animação turística, eventos e propostas de animação, showcooking, degustação de gastronomia e doçaria típica e provas de vinho verde.
O Presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, Manuel Moreira, acompanhado da Vereadora com o Pelouro da Educação, Gorete Monteiro, reuniram com os Presidentes dos vários Agrupamentos Escolares concelhios, representantes dos Estabelecimentos de Ensino Profissional, para atribuírem diverso material promocional da Rota do Românico, que serão divididos pelos todos as escolas concelhias, desde o primeiro ciclo até ao ensino secundário.

Na região do Tâmega e Sousa ergue-se um importante património arquitetónico de origem românica. A sua riqueza e singularidade expressa-se nos 58 monumentos, entre mosteiros, igrejas, capelas, memoriais, pontes, castelos e torres, que compõem a Rota do Românico, 10 dos quais se encontram no concelho de Marco de Canaveses

A produção e disseminação de conhecimentos, fulcrais para a compreensão deste legado histórico e patrimonial, assume-se como um dos objetivos da Rota do Românico e do Município de Marco de Canaveses, procurando, numa missão mais ampla, abrir novas perspetivas para entender e sentir a evolução deste território ao longo de séculos de vivências.

Com o objetivo de sensibilizar toda a comunidade escolar concelhia, assim como todos os cidadãos para a temática do património histórico, arquitetónico, cultural e paisagístico, despertando-os para a importância da preservação dos seus recursos, constitui um relevante elemento de integração, educação e formação das populações.

Nesse sentido, o Município de Marco de Canaveses em parceria com a Rota do Românico, distribuiu por todos os Estabelecimentos de Ensino do primeiro ciclo até ao Ensino Secundário, diverso material da Rota do Românico, dos quais se destacam monografias, guias juvenis, cadernos, outros livros editados pela Rota, jogos didáticos, postais, entre outro material promocional, assumindo-se, desta forma, como um instrumento fundamental para a definição e realização de um amplo e contínuo projeto de educação patrimonial, capaz de difundir e valorizar o extenso legado histórico deste território.

Cumprindo um dos desideratos da Rota do Românico, o Municipio de Marco de Canaveses, considera que o envolvimento da comunidade escolar, através do desenvolvimento de atividades lúdicas e pedagógicas em contexto educativo, cultural e social, contribuem para reforçar o interesse pela história e pelo património local, promovendo, simultaneamente, o orgulho pelo passado, contribuindo para o desenvolvimento de novos saberes e competências.

Relembra-se que no ano letivo de 2016-2017 continuará a merecer destaque a atividade subordinada à temática “O românico no território do Tâmega e Sousa”, a desenvolver, no mínimo, em 60 turmas do 1º ciclo do ensino básico dos 12 concelhos que integram a Rota do Românico (Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende).

Concebida em complementaridade com o currículo escolar, esta atividade pretende proporcionar aos alunos um dia diferente com a Rota do Românico, dando-lhes a conhecer o estilo românico, a sociedade e a cultura da época medieval no território dos vales do Sousa, Douro Tâmega. Também a paisagem natural será abordada, assim como os saberes tradicionais e as gentes que caracterizam este território. Aos alunos será, ainda, oferecida a oportunidade de sentir o “seu” património, através do contacto direto com os monumentos, refletindo em conjunto sobre a história e a arte deste legado com quase mil anos de memórias.