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Por Unknown | terça-feira, 11 de julho de 2017 | Publicado em , , , , , , | Com 0 comentários
Na sua penúltima expedição cultural, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa visita o concelho de Paços de Ferreira, que o acolhe no próximo fim de semana, nos dias 15 e 16 de julho. O Solar dos Brandões, em Sanfins, que é também a “casa” do Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins, abre as suas portas, desta feita para concertos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 15, às 15h00, com a peça de teatro Mito móvel, de Vera Alvelos, um espetáculo sobre mitos, ou seja, sobre histórias do fundo dos tempos que nos levam até ao início das coisas. Neste acontecimento teatral, uma escultura é “mitómóvel”, pois contém em si a substância para contar estas histórias e viaja pela mão de uma contadora. É no território entre a luz e a sombra, entre o antigo e o atual, que se desvendam ao público as “histórias de princípios”, símbolos fortes do nosso imaginário e da nossa cultura, ora trágicos ora alegres, sempre poéticos e intemporais.

Do teatro para a música. A partir das 16h00, escutaremos Villa Nazca, um duo que explora a musicalidade dos mantras no seu movimento circular/repetitivo e na energia sonora que lhes é própria; The Partisan Seed, que está agora de regresso a andamentos mais obscuros, materializados numa obra instrumentalmente mais despojada e liricamente mais negra; e Coelho Radioactivo, que nos traz um álbum sobre si com os outros, sobre pessoas em particular, sobre apontar o dedo e saber apontá-lo.

À noite continuamos com a música. Pelas 21h45, Noiserv assume o “palco principal” da casa, com o seu novo disco. 00:00:00:00 é descrito pelo músico lisboeta como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”. É um disco diferente daquilo a que Noiserv nos tem habituado. A “orquestra de sons” que tão bem lhe conhecemos deu lugar ao som de um piano tocado a muitas mãos, enquanto da sua voz vemos sair, nos temas não instrumentais, histórias em português.

Com quase 12 anos de existência, Noiserv, “homem-orquestra” ou banda de um homem só, tem vindo a afirmar-se como um dos mais estimulantes projetos da nova geração de músicos portugueses. No currículo conta com o bem-sucedido disco de estreia One Hundred Miles from Thoughtlessness (2008), o EP A Day in the Day of the Days (2010) e Almost Visible Orchestra (2013), disco distinguido como melhor do ano pela Sociedade Portuguesa de Autores e recentemente reeditado internacionalmente pela editora francesa Naive, casa mãe de projetos como Yann Tiersen, M83, entre muitos outros.

No domingo, dia 16, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação das Castanholas de Freamunde, um grupo musical pacense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Paços de Ferreira – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Quarto Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre duas coletividades do Tâmega e Sousa, em palco estarão a Big Band Pedaços de Nós, de Paços de Ferreira, e a Atípica Orquestra, de Castelo de Paiva.

Quarto Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 de julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | quinta-feira, 6 de julho de 2017 | Publicado em , , , , , , | Com 0 comentários
Foi no passado dia 1 de julho, que Y Ping Chow, presidente da Liga dos Chineses em Portugal, visitou o concelho de Resende a convite da candidata à Presidência da Câmara Municipal de Resende, Anabela Oliveira.

Durante a visita Anabela Oliveira apresentou Resende a Y Ping Chow. Apresentou a economia local, visitou empresas locais, pontos turísticos e pontos com relevante potencial de investimento. A comitiva teve passagem obrigatória por Caldas de Aregos, Y Ping Chow ainda teve oportunidade de se deliciar com a excelente gastronomia de Resende.

Anabela Oliveira também apresentou a Y Ping Chow o seu programa eleitoral, no que concerne ao desenvolvimento económico e explicou que com a sua proposta de criação de um gabinete de apoio ao empresário e ao investidor, poderá criar ofertas de investimento “chave na mão” projectos de investimento devidamente regulamentados e previstos em todo o seu processo burocrático, para agilizar e apoiar o processo de decisão e investimento, porque a autarquia deve saber apoiar quem investe e saber captar investimentos. Ofertas essas que foram identificadas e explicadas no local, isto é na diversas freguesias onde se pretendem implementar esses investimentos.

Durante a volta a Resende, Anabela Oliveira, ainda teve oportunidade de apresentar os produtos locais agrícolas, as cerejas, os mirtilos e o vinho, entre outros, assim como as famosas cavacas de Resende.

Anabela Oliveira, salientou também a Y Ping Chow que as virtudes do Eco Turismo são uma oportunidade de excelência para posicionar Resende num patamar de turismo de qualidade e de maior sustentabilidade para quem investe.

Segundo Anabela Oliveira, Resende tem segurança, gastronomia, belas paisagens, serviços e bem-estar e ainda oportunidades de produção agrícola de valor acrescentado, factores que podem atrair os mais variados tipos de investidores, até os simples particulares que procuram usufruir de uma reforma calma, num local idílico, até outro tipo de grupos sociais que procuram afastar-se das rotinas stressantes das cidades.

Y Ping Chow fez questão de agradecer a hospitalidade e demonstrou imediata disponibilidade para levar em boa nota a visita que efetou a Resende, sublinhando que Resende é um território com muitas oportunidades que podem aproveitar as empresas e os Resendenses.

Foi uma visita muito importante para Resende, permitiu mostrar as potencialidades de Resende e a sua capacidade de resposta num mercado competitivo que é mundial.

Anabela Oliveira é candidata à Presidência da Câmara Municipal de Resende, nas próximas eleições autárquicas, pelas listas do CDS, é licenciada em Gestão de Empresas, vereadora na Câmara Municipal de Resende, gestora, voluntária em projetos sociais, dirigente de Associações Empresariais e de Conselhos Regionais de Empresas, é oficial do Instituto dos Registos e do Notariado e é Vice-Presidente do Sindicato Nacional dos Registos.

Y Ping Chow é presidente da Liga dos Chineses em Portugal, e tem entre os seus principais objetivos o fomento, criação e desenvolvimento empresarial, promoção de negócios, assim como a divulgação de territórios de produtos das regiões onde está envolvida, visando ainda aumentar o empreendedorismo e o crescimento da capacidade económica do meio geográfico dentro da sua área de intervenção.

Resende é o destino do oitavo fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, que tem como cenário a Casa da Soenga, na freguesia de São Martinho de Mouro. Durante dois dias, 8 e 9 de julho, haverá, como vem sendo habitual, concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade. A entrada é gratuita.

No sábado, dia 8, “abre-se o pano” às 15h30, com a peça de teatro Mariela, pela companhia Nuvem Voadora. Mariela é grande, pesada e está apaixonada, às vezes... O mestre Sousa é um músico zarolho com ideias extravagantes. O mestre Sousa está apaixonado pela Mariela. O seu ajudante, Rodriguez, é um refugiado mexicano que tem pouca aptidão para a música e muita vontade de ajudar no êxito dos concertos do mestre Sousa. Dois personagens que vão surpreender o público com momentos hilariantes de humor, música e non sense!

A partir das 16h00, os jardins e recantos da Casa da Soenga transformam-se em palcos, onde escutaremos Ana, que desafia as potencialidades de uma só guitarra na forma audaz como manipula as dinâmicas acústicas; Homem em Catarse, com o reflexo da beleza da natureza, dos locais e das gentes do interior de Portugal nas cordas de uma guitarra e na poesia de uma voz; e Gobi Bear, alter-ego de Diogo Pinto, com acordes que se soltam por caminhos ou volteiam por labirintos, sempre guiados por uma voz meiga.

À noite, pelas 21h45, o palco principal instala-se no terreiro da Casa da Soenga para acolher os Birds are Indie. Let’s pretend the world has stopped, o novo disco do trio conimbricense, é já o seu terceiro longa-duração, a somar a alguns EP’s que foram editando desde 2010. Numa altura em que o presente se parece tornar obsoleto tão rapidamente, este é um álbum sobre a vontade de parar o mundo e ver o que acontece... às dúvidas e às certezas, ao amor e à solidão, à calma e à urgência.

Editado em formato digital, CD e vinil, a composição, gravação, mistura, masterização e o artwork foram totalmente feitos pela banda, à sua maneira, de forma independente. Por isso, ouvir este disco é como receber a Joana, o Jerónimo e o Henrique em casa. E esta casa é a Casa da Soenga.

No domingo, dia 9, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa prossegue, às 15h30, com a atuação do Grupo de Bombos “BomMouros”, uma coletividade de Resende, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Resende – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere –, pela Limite Zero. Romão, que tem andado em digressão com Festival, é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor... Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.
Às 17h30, o programa apresenta o seu último espetáculo, fechando com o concerto de comunidade Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artísticas do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Grupo Coral de Resende, o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende, de Cinfães, e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar”, de Lousada, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe concertos, espetáculos para famílias e novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).


Por Unknown | segunda-feira, 26 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
No próximo fim de semana, 1 e 2 de julho, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa monta o(s) palco(s) na Casa da Quinta da Calçada, em Oliveira do Douro, no concelho de Cinfães. O programa para os dois dias apresenta, como vem sendo habitual, concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade. A entrada é gratuita.

No sábado, dia 1, “abre-se o pano” às 15h30, com a peça de teatro Muita tralha pouca tralha, com direção artística de Catarina Requeijo, em coprodução com a Formiga Atómica Associação Cultural e o Teatro Maria Matos. Se o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa já anda em viagem desde maio, o casal Querido está pouco habituado a viajar. No entanto, decide ir ver a sua sobrinha Manela participar numa corrida de automóveis, mas antes da viagem é preciso preparar a bagagem. É aqui que os problemas começam. Levam o quê? Pouca tralha? Muita tralha? Apenas o essencial? Estas decisões difíceis podem complicar o início da viagem. Só o início?... É o que vamos ver.

A partir das 16h00, escutaremos Calcutá, ou seja, Teresa Castro, que viaja entre a folk, a psych, o surf rock, em ambiente quase lynchiano, taciturno e aliciante; o virtuoso guitarrista Marco Luz, de coração aberto para o céu; e Old Jerusalem, que depois de um período de interregno desde 2011, regressou às edições discográficas com A rose is a rose is a rose.

À noite, pelas 21h45, os Dead Combo tomam conta do palco principal. A sua música é indissociável dos espaços (físicos e mitológicos) que a geraram. Sem letras nem palavras, o duo de Tó Trips e Pedro Gonçalves canta o Tejo e Lisboa, Portugal e o Mediterrâneo, uma África idealizada e a vastidão da América, imaginada em Itália nos westerns de Morricone, majestosamente filmada por Wim Wenders e tocada por Ry Cooder.

Para cantarem estes retratos não precisam de uma voz. Precisam apenas de uma guitarra e de um contrabaixo, que, informados por uma certa vivência do rock’n’roll, conjuram anos e anos de música e atravessam continentes, reunindo o fado e os blues na mesma canção. A Bunch of Meninos é o mais recente capítulo de um dos mais belos e singulares corpos de trabalho produzidos em Portugal ao longo da última década.

No domingo, dia 2, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa prossegue, às 15h30, com a atuação das Concertinas do Vale do Bestança, um grupo cinfanense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Cinfães – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador –, pela Limite Zero. Romão, que tem andado em digressão com Festival, é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor... Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.

Às 17h30, o programa apresenta o seu último espetáculo, fechando com o concerto de comunidade Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende, de Cinfães, o Grupo Coral de Resende e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar”, de Lousada, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe concertos, espetáculos para famílias e novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

No âmbito do projeto “Territórios de Baixa Densidade – Low Density High Quality”, apoiado pelo NORTE 2020, a Dolmen – Desenvolvimento Local e Regional, em parceria com os Municípios de Baião, Cinfães e Resende e com o apoio da Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal, promove entre os dias 30 de junho e 02 de julho no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, o “Douro Verde | Sabores & Saberes”.

Quando se fala de territórios de baixa densidade pensa-se em territórios longínquos, situados no interior profundo de Portugal, que muitos abandonam por falta de oportunidades. Ora, esta iniciativa pretende contrariar esta tendência, sendo o Porto o local óbvio para o fazer, desde logo pela proximidade geográfica, estando a cerca de 60 km de distância destes territórios, representando em tempo, cerca de 45 minutos de distância.

Mas à escolha do Porto, enquanto local para a realização desta ação de marketing territorial, não é alheio o facto de ser um destino que está inquestionavelmente na moda, eleito pela terceira vez, pela European Best Destinations, como melhor destino de viagem na Europa, superando cidades de reconhecida relevância internacional, como sejam Madrid, Paris, Roma ou Viena, questão que se assume de extrema relevância, pelo facto da iniciativa estar enquadrada num projeto, que tem como objetivo principal o desenvolvimento de ações de apoio à internacionalização do territórios de baixa densidade e das micro e pequenas empresas aqui localizadas.

Uma nota ainda para o trabalho em rede subjacente a esta iniciativa, que por si é potenciadora dos resultados que se almejam, sendo aliás esta a filosofia de atuação subjacente ao trabalho desenvolvido pela Dolmen, enquanto entidade que promove o desenvolvimento económico e social do Território Douro Verde numa perspetiva supramunicipal, cujas fronteiras estendem-se para além de Baião, Cinfães e Resende, aos municípios de Amarante, Marco de Canaveses e Penafiel.

A inauguração oficial está agendada para o dia 30 de junho às 17 horas, prolongando-se pelo fim-de-semana, com uma programação diversa, estando em destaque os Produtos Locais, a Gastronomia & Vinhos, destacando-se a carne arouquesa, o anho assado os vinhos verdes e as cerejas de Resende, o Património & Cultura, o Turismo de Natureza, o Alojamento Turístico e muita animação.
Uma excelente oportunidade para (re)visitar o Douro Verde, no Porto.

Horários do evento:
Sexta-feira | 30 de junho das 17h às 24h
Sábado | 01 de julho das 10h30 às 24h
Domingo | 02 de julho das 10h30 às 22h

Por Unknown | quinta-feira, 22 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Arranca na próxima semana a primeira fase do projeto-piloto de promoção da formação financeira que a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa), em articulação com os 11 municípios que a integram – Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende –, vai implementar no território.

A CIM do Tâmega e Sousa será a primeira comunidade intermunicipal do Norte do País a avançar com este projeto-piloto, que resulta de um Acordo de Cooperação celebrado entre esta entidade, o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte para a implementação do Plano Nacional de Formação Financeira na Região Norte.

Este Acordo de Cooperação tem como objetivo reforçar o papel das autarquias na formação dos munícipes em matéria de poupança e gestão de finanças pessoais e familiares, contribuindo, assim, para elevar os conhecimentos financeiros das suas populações, melhorar os seus comportamentos financeiros e promover a adoção de atitudes financeiras adequadas.

A primeira linha de ação deste projeto-piloto está agendada para os próximos dias 27, 28 e 29, através da realização de um programa de formação de formadores, dirigido aos técnicos das autarquias da CIM da Tâmega e Sousa da área financeira, económica e social, designadamente aqueles que prestam informação e apoio aos cidadãos em organismos associados aos respetivos municípios.

A formação terá lugar no Instituto Superior de Ciências Educativas do Douro (ISCE Douro), localizado junto à CIM do Tâmega e Sousa, em Penafiel, e será ministrada por técnicos do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros.

A sessão de abertura, que está agendada para o dia 27, às 9h30, contará com a presença da representante do Banco de Portugal e Presidente da Comissão de Coordenação do Plano Nacional de Formação Financeira, Lúcia Leitão, da representante da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários na Comissão de Coordenação do Plano, Maria Igreja, do representante da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões na Comissão de Coordenação do Plano, Rui Fidalgo, da representante da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte na Comissão de Coordenação do Plano, Natália Gravato, e do Presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa, Inácio Ribeiro.

Nestes três dias serão abordadas as seguintes temáticas: planear e gerir o orçamento familiar; contas e serviços mínimos bancários; usar meios de pagamento; importância da poupança; fazer um depósito a prazo; investir no mercado de capitais; preparar a reforma; recorrer ao crédito; prevenir o incumprimento; fazer um seguro; e serviços dos supervisores financeiros.

Lançado pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, o Plano Nacional de Formação Financeira “Todos Contam” visa contribuir para elevar o nível de conhecimentos financeiros da população e promover a adoção de comportamentos financeiros adequados, através de uma visão integrada de projetos de formação financeira e pela junção de esforços das partes interessadas, concorrendo para aumentar o bem-estar da população e para a estabilidade do sistema financeiro. São objetivos deste Plano melhorar conhecimentos e atitudes financeiras, aprofundar conhecimentos e capacidades na utilização dos serviços financeiros digitais, apoiar a inclusão financeira, desenvolver hábitos de poupança, promover o recurso responsável ao crédito, criar hábitos de precaução e reforçar conhecimentos financeiros na área empresarial.


Por Unknown | sexta-feira, 16 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
A CCDR-N e o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (CNSF) – presidido pelo Governador do Banco de Portugal, Carlos da Silva Costa, com participação da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, bem como da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões –, assinam no próximo dia 19 de junho (segunda-feira), pelas 10h00, no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, um protocolo de cooperação para promover a formação financeira na Região do Norte.

O protocolo, que se enquadra no Plano Nacional de Formação Financeira, marca o arranque de um projeto-piloto na Região do Norte que pretende reforçar o papel das autarquias na formação dos munícipes em matéria de gestão de finanças pessoais e familiares. Numa primeira fase, a iniciativa envolve a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa no sentido de chegar às respetivas 11 câmaras municipais através de ações de informação e formação financeira, campanhas de sensibilização e distribuição de materiais informativos.

Saiba mais sobre o Plano Nacional de Formação Financeira em www.todoscontam.pt.

Por Unknown | terça-feira, 13 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
A Casa de Vila Verde, em Caíde de Rei, Lousada, abre as suas portas ao Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa no próximo fim de semana, dias 17 e 18 de junho. Serão dois dias de concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 17, às 15h15, com a peça de teatro Ez sapadores, pela companhia Projeto Ez, um espetáculo no qual uma dupla de sapadores loucos invade o território do público, prontos a não ajudar, mas sim para atrapalhar! Um ambiente clownesco cria o cenário perfeito onde tudo pode acontecer.

A partir das 16h00, ora na escadaria da casa, ora no pátio, escutaremos Vai e Vem, uma banda felgueirense que usa a sua língua materna como pronúncio da alma, por entre metáforas melódicas transformadas pelas mãos de quatro jovens e versáteis músicos, Luís Severo, jovem cantor e compositor que escreve canções de amor que ficam no ouvido, com uma lírica marcada por metáforas luminosas e histórias do quotidiano, e Primeira Dama, pseudónimo de Manel Lourenço, com o amor, os amigos e as chatices, que, por vezes, trazem…

À noite, pelas 21h45, o palco principal pertence aos Best Youth, banda composta por Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, dois jovens músicos do Porto. Os Best Youth são mais do que uma banda; são uma celebração da amizade que os une.

Em 2012 lançaram o primeiro EP, Winterlies. Rapidamente, a reação do público a canções como “Honey Trap” ou “Hang Out” apanhou os Best Youth de surpresa, alcançando os lugares cimeiros dos tops de airplay da Antena 3 e da Rádio Comercial. Também ao vivo os convites não pararam de surgir: entre outros, a banda atuou nos festivais Paredes de Coura, Optimus Alive, Sudoeste TMN e Optimus Primavera Sound. Tanto Catarina, que em 2012 foi convidada por David Fonseca a cantar o tema “Heavy Heart (It Won’t Go Away)”, como Ed descrevem os Best Youth como uma banda ambiciosa, no melhor dos sentidos, e provaram essas vistas largas ao embarcarem na aventura There Must Be a Place, partilhando vários palcos com os amigos We Trust. Mas o raio de ação do grupo do Porto vai além das fronteiras nacionais: em 2013, foram capazes de levar ao delírio tanto os espectadores do festival Glimps, em Gent, na Bélgica, que receberam os portugueses com uma verdadeira enchente (a organização também não lhes poupou elogios, descrevendo-os, no site do evento, como “uma versão ibérica dos Cardigans”). Prova do fascínio que os Best Youth exercem no público internacional foi, ainda, também em 2013, a atuação na gala Pop-Eye, em Cáceres, Espanha, onde receberam o prémio de Melhor Artista Português. 2014 foi um ano essencialmente dedicado à composição de novas canções e ao trabalho em estúdio. Em 2015, com Fernando Sousa (X-Wife) no baixo e Sarafa na bateria, Ed e Catarina lançaram o primeiro álbum, Highway Moon, que os colocou entre os melhores novos nomes portugueses.

No domingo, dia 18, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei”, um grupo lousadense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Lousada – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende (Cinfães), o Grupo Coral de Resende e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar” (Lousada), sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | sexta-feira, 9 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Novo projeto de Apoio às PME’s no âmbito da Formação-Ação, tendo como eixo prioritário a Internacionalização e a Qualificação, é a mais recente aposta do Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS).

 O ‘Formação-Ação Para PME – Dinamizar’ dirige-se especificamente às entidades que atuam no setor do Comércio e dos Serviços, visando a promoção da sustentabilidade e da qualidade do emprego, assim como a adaptação das empresas e empresários à mudança.  Como revela o presidente do CETS, Paulo Portela, o objetivo passa por “implementar ações de formação em contexto empresarial, que proporcionem aos trabalhadores maior aptidão na área da gestão, inovação e internacionalização”.

Recorde-se que este é um projeto CETS no domínio dos Projetos Conjuntos de Formação-Ação para  PME – Aviso nº 34/SI/2015, coordenado pela Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP).

Por Unknown | | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O NORTE 2020 lançou os primeiros três concursos de apoio ao microempreendedorismo que preveem a aplicação de fundos da União Europeia na criação, expansão ou modernização de pequenos negócios. Este financiamento enquadra-se no SI2E – Sistema de Apoio ao Empreendedorismo e Emprego e deverá permitir a transferência para a economia do Norte de Portugal de 11,5 milhões de Euros.

Este pacote de apoios, com gestão das Comunidades Intermunicipais da Região, da Área Metropolitana do Porto e de Grupos de Ação Local, prevê a aplicação do financiamento do Fundo Social Europeu para a criação de postos de trabalho. Adicionalmente, o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional apoia a vertente de investimento (por exemplo, a aquisição de máquinas e equipamentos, informática, gestão de marcas e planos de marketing ou pequenas obras de remodelação).

Os concursos agora abertos, que decorrem até 15 de dezembro, valorizam projetos implementados em territórios de baixa densidade e são dinamizados pelas Comunidades Intermunicipais de Terras de Trás-os-Montes e do Alto Tâmega e pelo Grupo de Ação Local ADRAT – Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega.
Saiba mais em www.norte2020.pt/si2e.

Integrada na Cátedra UNESCO da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), terá lugar de 3 de julho a 14 de julho de 2017, a primeira Universidade Internacional de Verão em Geoparques, Desenvolvimento Regional Sustentado e Estilos de Vida Saudáveis.

Esta formação, destinada ao público em geral, não depende de graus de escolaridade ou áreas de estudos específicas e pretende constituir uma formação educacional e profissional avançada, em forma de seminários, nos domínios específicos de geoparques, desenvolvimento sustentado, estilos de vida saudáveis e património e cultura. Pretende-se formar e capacitar agentes de desenvolvimento territorial, para a criação e a implementação de iniciativas de proteção e promoção das regiões e de estilos de vida que promovam sinergicamente o geoturismo, a saúde e o desenvolvimento económico sustentado dos territórios.

Assim, esta iniciativa educativa, de amplo espectro, será complementada com uma forte componente prática, através de visitas de estudo a locais emblemáticos da Região com elevado valor geológico, património natural e arte, no sentido dos participantes vivenciarem uma prática inovadora que lhes permita confrontar os conhecimentos teóricos com as realidades concretas e as boas práticas na gestão dos territórios e na implementação de distintas atividades.

A implementação de um estilo de vida saudável constitui o pilar de um desenvolvimento sustentável, corporizado em paradigmas de desenvolvimento territorial como os Geoparques Mundiais da UNESCO. Neste contexto, a Cátedra UNESCO da UTAD em Geoparques, Desenvolvimento Regional Sustentado e Estilos de Vida Saudáveis, baseia-se numa rede inovadora e integrada de pesquisa, ensino e transferência de conhecimento, que contempla investigação aplicada aos territórios e mobilidade de estudantes, especialmente do Espaço Ibero-Americano e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

A iniciativa conta com vários parceiros, onde se inclui a Comissão Nacional da UNESCO e dois dos seus escritórios – Nairobi (Quénia) e Montevideu (Uruguai), as universidades Complutense de Madrid (Espanha), Agostinho Neto (Angola), Eduardo Mondlane (Moçambique), Regional do Cariri (Brasil), Federal de Pernambuco (Brasil), Nacional de Tucumán (Argentina), Atacama (Chile) e Autónoma de San Luís de Potosí (México), assim como, na Universidade de Coimbra, o Centro de Geociências (CGeo) e na UTAD os centros de investigação em Desporto Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD), de Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB) e de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento (CETRAD).

Conta ainda com o patrocínio da Fundação Manuel António da Mota e com a colaboração institucional da Universidade de Coimbra, através da cátedra UNESCO “Salvaguarda da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável” e com o Alto Patrocínio de Sua Excelência, O Presidente da República.

Inscrições e informação sobre o evento na página da UTAD em: goo.gl/7KwvQ0

Por Unknown | terça-feira, 6 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Depois de Celorico de Basto, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa retoma a sua expedição cultural até ao concelho de Felgueiras, que o acolhe no próximo fim de semana, dias 10 e 11 de junho. A Casa de Simães, em Moure, é o cenário barroco desta jornada cultural e os seus jardins são os palcos naturais dos concertos para pequenos e graúdos, dos espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e das criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 10, às 15h30, com a peça de teatro Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália, um espetáculo construído sobre o guarda-fatos, um objeto muito particular que é, na infância, símbolo de refúgio e de portal para uma outra dimensão, capaz de atrair a curiosidade das crianças e de as catapultar para o universo da imaginação.

Do teatro para a música. A partir das 16h00, ora na escadaria da casa, ora no pátio com as suas cinco frontes, escutaremos Dawn Bird, com melodias que permanecem errantes no ouvido, José Valente, com a irreverência, o virtuosismo e a contemporaneidade da sua viola d’arco, e Valter Lobo, cantautor com o português em punho e com uma componente lírica marcada por um grande sentimentalismo e uma melancolia quase permanente.

À noite continuamos com a música. Pelas 21h45, os First Breah After Coma assumem o “palco principal” do pátio da casa, apresentando o seu mais recente álbum, Drifter, que já lhes mereceu a nomeação, pela Associação Europeia de Editoras Independentes, para melhor disco europeu lançado em 2016, numa lista de 25, ao lado de nomes como Agnes Obel, Radiohead ou Royal Blood.
No domingo, dia 11, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação dos Audivi Vocem, um coro felgueirense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Felgueiras – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Segundo Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o grupo Cantar é Viver, de Penafiel, o Clube de Música, de Celorico de Basto, o Conservatório de Música de Felgueiras, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Jorge Queijo e Maria Mónica.

Segundo Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | quarta-feira, 31 de maio de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Celorico de Basto é o destino do quarto fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, que tem como cenário a Casa da Boavista, na freguesia de Veade. Durante dois dias, 3 e 4 de junho, haverá concertos, espetáculos de teatro, marionetas e criações musicais colaborativas.

No sábado, dia 3, o Festival começa, como habitualmente, com um programa para famílias, apresentando, pelas 15h00, a peça de teatro Talvez, pela companhia Nuvem Voadora. Segue-se, às 16h00, um ciclo de concertos pelos recantos da Casa da Boavista, com Bié, Mute Swimmer e Manish Pingle.

À noite, pelas 21h45, Celina da Piedade atua nas escadarias da fachada principal da Casa da Boavista. Quem já a viu em concerto, pisando palcos ao lado de Rodrigo Leão, Mayra Andrade ou Ludovico Einaudi, reconhece-lhe o imenso carisma. Celina da Piedade tem levado o seu acordeão até aos mais diferentes contextos e agora estreia-se a solo, com um disco recheado de surpresas. Algures entre as formas e cores tradicionais, com viagens pelas memórias das danças portuguesas e um sentir mais moderno e universalista, Celina da Piedade desenha uma música cheia de alma e de personalidade, que, em palco, ganha com a sua formidável presença. É este álbum, que tem o sugestivo nome Em Casa, que vai ser apresentado. No acordeão e ao microfone, Celina da Piedade é um tesouro que agora urge descobrir no centro do palco.

No domingo, dia 4, o Festival retoma, às 15h30, com uma atuação do Grupo de Cavaquinhos de Arnoia, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Celorico de Basto – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Castelo de Arnoia –, concebido pela Limite Zero. Romão é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. Romão é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor. Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Segundo Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o grupo Cantar é Viver, de Penafiel, o Clube de Música, de Celorico de Basto, o Conservatório de Música de Felgueiras, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Jorge Queijo e Maria Mónica.

Com entrada gratuita, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

De Celorico de Basto percorremos o caminho até Felgueiras, que nos leva à Casa de Simães, no fim de semana de 10 e 11 de junho. O programa inclui, no dia 10, a peça de teatro para famílias Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália (15h30), um ciclo de concertos com Dawn Bird, José Valente e Valter Lobo (16h00) e um concerto dos First Breath After Coma (21h45) e, no dia 11, uma atuação dos Audivi Vocem (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | terça-feira, 30 de maio de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Estão abertas as candidaturas à 2.ª edição do Concurso “TâmegaSousa Empreendedor – Onde as ideias se concretizam!”, uma ação da Rede de Apoio à Atividade Económica “TâmegaSousa Empreendedor” que visa distinguir e apoiar iniciativas sociais, projetos e ideias de negócio inovadoras e criativas, que contribuam para o desenvolvimento económico e social da região do Tâmega e Sousa. Os interessados podem candidatar-se até ao próximo dia 30 de junho.

CATEGORIAS
Categoria 1 – Ideias com futuro: ideias de negócio em fase de projeto (empresa não constituída) que potenciem o aparecimento de novos produtos, novos processos produtivos, novos serviços, novas formas de comercialização ou novas abordagens de mercado. As ideias de negócio enquadradas nos setores do turismo, mobiliário, agroalimentar e indústrias criativas e moda serão majoradas nos critérios de avaliação.
Categoria 2 – Empresas com futuro: empresas que demonstrem resultados de inovação até três anos antes do início do período de candidaturas, nomeadamente em termos de inovação e criatividade dos seus processos, produtos e/ou serviços, de internacionalização dos seus produtos e/ou serviços, de sustentabilidade e de interesse estratégico para a região.
Categoria 3 – Inovação social com futuro: ideias de inovação social que procurem dar resposta a problemas importantes e negligenciados da sociedade, através de soluções criativas e inovadoras, passíveis de serem sistematizadas e replicadas para outros contextos.

DESTINATÁRIOS
Categoria 1 – Ideias com futuro: pessoas singulares (maiores de idade), individualmente ou em grupo, cuja ideia de negócio não esteja associada a qualquer iniciativa empresarial já existente.
Categoria 2 – Empresas com futuro: empresas, em qualquer das suas formas jurídicas, designadamente empresas individuais e societárias, que tenham atividade na região, legalmente constituídas há mais de três anos, à exceção de empresas públicas.
Categoria 2 – Inovação social com futuro: pessoas singulares (maiores de idade), individualmente ou em grupo, e pessoas coletivas de direito público ou privado, que apresentem ideias de inovação social.

PRÉMIOS
Categoria 1 – Ideias com futuro/ Categoria 2 – Empresas com futuro/ Categoria 3 – Inovação social com futuro:
- Incentivo monetário no valor de 2.500€ (dois mil e quinhentos euros), 1.500€ (mil e quinhentos euros) e 1.000€ (mil euros) ao primeiro, segundo e terceiro classificados, respetivamente.
- Participação em campanhas de comunicação, a promover pela Rede de Apoio à Atividade Económica “TâmegaSousa Empreendedor”.

CANDIDATURAS
As candidaturas devem ser formalizadas através do preenchimento do formulário eletrónico, disponível em empreendedor.cimtamegaesousa.pt, até ao dia 30 de junho de 2017.

O Concurso “TâmegaSousa Empreendedor – Onde as ideias se concretizam!” é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa e pela empresa municipal Qualidade de Basto – Empresa para o Desenvolvimento do Tecido Económico Local, com o patrocínio da EDP – Energias de Portugal, EDP Distribuição e EDP Renováveis e em parceria com o Instituto Politécnico do Porto – Escola Superior de Tecnologia e Gestão – Gabinete de Apoio ao Empreendedor, o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Esta iniciativa é cofinanciada pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Por Unknown | segunda-feira, 29 de maio de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Estão abertas as candidaturas à 2.ª edição do Concurso “TâmegaSousa Empreendedor – Onde as ideias se concretizam!”, uma ação da Rede de Apoio à Atividade Económica “TâmegaSousa Empreendedor” que visa distinguir e apoiar iniciativas sociais, projetos e ideias de negócio inovadoras e criativas, que contribuam para o desenvolvimento económico e social da região do Tâmega e Sousa. Os interessados podem candidatar-se até ao próximo dia 30 de junho.

Nesta 2.ª edição do Concurso foram definidas três categorias: Categoria 1 – Ideias com futuro, Categoria 2 – Empresas com futuro e Categoria 3 – Inovação social com futuro.

A Categoria 1 – Ideias com futuro destina-se a ideias de negócio em fase de projeto (empresa não constituída) que potenciem o aparecimento de novos produtos, novos processos produtivos, novos serviços, novas formas de comercialização ou novas abordagens de mercado. As ideias de negócio enquadradas nos setores do turismo, mobiliário, agroalimentar e indústrias criativas e moda serão majoradas nos critérios de avaliação. Podem candidatar-se a esta categoria pessoas singulares (maiores de idade), individualmente ou em grupo, cuja ideia de negócio não esteja associada a qualquer iniciativa empresarial já existente.

A Categoria 2 – Empresas com futuro aplica-se a empresas que demonstrem resultados de inovação até três anos antes do início do período de candidaturas, nomeadamente em termos de inovação e criatividade dos seus processos, produtos e/ou serviços, de internacionalização dos seus produtos e/ou serviços, de sustentabilidade e de interesse estratégico para a região. A esta categoria podem candidatar-se empresas, em qualquer das suas formas jurídicas, designadamente empresas individuais e societárias, que tenham atividade na região, legalmente constituídas há mais de três anos, à exceção de empresas públicas.

A Categoria 3 – Inovação social com futuro visa distinguir ideias de inovação social que procurem dar resposta a problemas importantes e negligenciados da sociedade, através de soluções criativas e inovadoras, passíveis de serem sistematizadas e replicadas para outros contextos, podendo candidatar-se a esta categoria pessoas singulares (maiores de idade), individualmente ou em grupo, e pessoas coletivas de direito público ou privado, que apresentem ideias de inovação social.
As candidaturas devem ser formalizadas através do preenchimento do formulário eletrónico, disponível em http://empreendedor.cimtamegaesousa.pt. Neste sítio da internet está também disponível o regulamento do Concurso, bem como mais informações sobre o mesmo.

O Concurso “TâmegaSousa Empreendedor – Onde as ideias se concretizam!” é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa e pela empresa municipal Qualidade de Basto – Empresa para o Desenvolvimento do Tecido Económico Local, com o patrocínio da EDP – Energias de Portugal, EDP Distribuição e EDP Renováveis e em parceria com o Instituto Politécnico do Porto – Escola Superior de Tecnologia e Gestão – Gabinete de Apoio ao Empreendedor, o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Esta iniciativa é cofinanciada pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Por Unknown | quarta-feira, 24 de maio de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
Depois de, no passado fim de semana, as Obras do Fidalgo, no Marco de Canaveses, terem servido de cenário ao Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, por onde passaram cerca de 10 mil pessoas, é a vez da Casa da Companhia, na freguesia de Paço de Sousa, em Penafiel, abrir as suas portas ao evento, com dois dias, 27 e 28 de maio, de concertos, espetáculos de teatro, marionetas e criações musicais colaborativas.

No sábado, dia 27, o Festival começa, como habitualmente, com um programa para famílias, apresentando, pelas 15h00, a peça de teatro Baile das histórias, pela companhia Pé de Xumbo. Segue-se, às 16h00, um ciclo de concertos para pequenos e graúdos com de Turquoise, João Martins & Carlos Santos e Luca Argel.

À noite, pelas 21h45, sobem ao palco os Sean Riley & The Slowriders, que comemoram, este ano, o seu 10.º aniversário. Tudo começou em 2007 com a edição de Farewell, 11 belíssimas canções que projetaram Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas da história da música produzida em Portugal. A relevância dada a Farewell e a consequente exposição mediática da banda elevaram a fasquia para o segundo disco. A banda respondeu com um inspirado Only Time Will Tell, aclamado pela crítica, sustentado com grandes prestações ao vivo, caso do sucesso alcançado nos festivais de Paredes de Coura e Alive, e com dois discos editados na Bélgica, Holanda e Luxemburgo. Seguiu-se a edição nacional de It’s Been A Long Night, um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico. Depois de três anos afastados dos palcos, para prosseguirem projetos paralelos (como, no caso de Afonso Rodrigues, com Keep Razors Sharp), 2015 marcou o regresso aos palcos e 2016 o regresso aos discos de originais.

No domingo, dia 28, às 15h30, o Festival retoma com um concerto do Grupo de Guitarras de Penafiel, seguindo-se, às 16h30, de um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda da Pena Fiel –, concebido pela Limite Zero. Romão é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. Romão é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor. Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Segundo Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o grupo Cantar é Viver, de Penafiel, o Clube de Música, de Celorico de Basto, o Conservatório de Música de Felgueiras, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Jorge Queijo e Maria Mónica.

Com entrada gratuita, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.
Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

Celorico de Basto é o destino do quarto fim de semana do Festival, a 3 e 4 de junho, e tem como cenário a Casa da Boavista. O programa inclui, no dia 3, a peça de teatro para famílias Talvez, pela companhia Nuvem Voadora (15h00), um ciclo de concertos com Bié, Mute Swimmer e Manish Pingle (16h00) e um concerto de Celina da Piedade (21h45) e, no dia 4, uma atuação do Grupo de Cavaquinhos de Arnoia (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Castelo de Arnoia, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

De Celorico de Basto percorremos o caminho até Felgueiras, que nos leva à Casa de Simães, no fim de semana de 10 e 11 de junho. O programa inclui, no dia 10, a peça de teatro para famílias Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália (15h30), um ciclo de concertos com Dawn Bird, José Valente e Valter Lobo (16h00) e um concerto dos First Breath After Coma (21h45) e, no dia 11, uma atuação dos Audivi Vocem (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | quinta-feira, 18 de maio de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) promoveu, no passado dia 16, um seminário subordinado à temática dos transportes e da mobilidade sustentável, um dos eixos estratégicos de intervenção para a sub-região do Tâmega e Sousa.

A sala do INATEL de Entre-os-Rios, em Penafiel, encheu-se de autarcas da região, técnicos municipais e empresários do setor para ouvirem os convidados dos dois painéis que preencheram o dia. A manhã começou com as boas-vindas do Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Antonino de Sousa, que, desde logo, sublinhou a importância desta temática para a CIM do Tâmega e Sousa. Realçando a heterogeneidade demográfica, geográfica e social dos 11 municípios que compõem o Tâmega e Sousa, Antonino de Sousa recordou que este território continua a aguardar por obras fundamentais que em muito contribuiriam para esbater estas assimetrias, como é o caso, entre outras, do IC 35.

Logo de seguida, o Primeiro-secretário da CIM do Tâmega e Sousa, Alírio Costa, fez a apresentação do Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável do Tâmega e Sousa. Este Plano reflete a estratégia de intervenção para a sub-região do Tâmega e Sousa na área da mobilidade e dos transportes e pretende promover um ambiente urbano mais saudável, eficiente e sustentável, uma adequada mobilidade das populações, uma maior inclusão social e a melhoria da qualidade de vida da população.

Alírio Costa explicou que a CIM do Tâmega e Sousa está em condições para assumir as funções da Autoridade Intermunicipal de Transportes, conferida pela Lei n.º 52/2015. Efetivamente, uma vez feito o diagnóstico e identificadas as lacunas nesta área, a CIM do Tâmega e Sousa está agora a iniciar os procedimentos com vista à implementação do Plano entretanto desenhado. A melhoria da eficiência e da eficácia do transporte de pessoas e bens, a promoção de modos de transporte mais limpos e eficientes, a garantia de um sistema de acessibilidade e transporte mais inclusivo, a diminuição do impacto negativo do sistema de transportes na saúde e segurança dos cidadãos, bem como a redução da poluição atmosférica, do ruído, das emissões de gases com efeito de estufa e do consumo de energia são objetivos estratégicos deste Plano e representam a visão macro da Autoridade Intermunicipal de Transportes.

Na mesa redonda da manhã foi discutido o tema “Planeamento, gestão e mobilidade e acessibilidade no Tâmega e Sousa”, moderado por Ricardo Bento, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, e com a participação de Luís Ramos, Deputado da Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, de Jorge Nunes, Vogal da Autoridade de Gestão do Norte 2020 – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), de Paulo Ferraz, Administrador do Instituto Politécnico do Porto, de Cecília da Silva, investigadora da Universidade do Porto, e de Armando Mourisco, Vice-presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa. No debate ficou bem patente a importância da mudança de comportamento de todos, de modo a que o transporte público e os chamados modos suaves (deslocações a pé e em bicicleta) sejam cada vez mais utilizados.

A tarde foi dedicada à discussão de uma questão: “Descentralização da concessão de transportes: quais os modelos e as vantagens?”. José Limão, Diretor da Transportes em Revista, moderou a mesa, que contou com a participação de Eduardo Lopes Rodrigues, Vice-presidente do Conselho de Administração da AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, de Eduardo Feio, Presidente do IMT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes, de Luís Cabaço Martins, Presidente da ANTROP – Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros, e de José Luís Gaspar, Vice-presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa. A conversa-debate destacou a importância de se passar a considerar a mobilidade sustentável como algo fundamental para as pessoas e consequentemente dotar as Comunidades Intermunicipais e as Câmaras Municipais de capacidade financeira e técnica para assumir as responsabilidades que agora lhes são confiadas.

No encerramento dos trabalhos, o Presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa, Inácio Ribeiro, agradeceu os contributos dados para o aprofundamento de uma temática absolutamente estratégica para o Tâmega e Sousa. À semelhança do que já havia sido sublinhado ao longo do dia, Inácio Ribeiro expressou o seu desagrado pelo facto de os recursos alocados para o Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável do Tâmega e Sousa terem ficado muito aquém do necessário, prejudicando, claramente, os municípios de baixa densidade. Aproveitando a presença do Presidente da CCDRN, Fernando Freire de Sousa, pediu que, na reprogramação que se aproxima, seja atenuada a injustiça de que o Tâmega e Sousa foi alvo.

O Presidente da CCDRN afirmou que a sua presença no encerramento desta jornada de trabalho promovida pela CIM do Tâmega e Sousa era mais um sinal da sua consciência em relação às injustiças cometidas na distribuição dos recursos financeiros para esta sub-região, tendo-se manifestado disponível para atenuar ou corrigir esta evidência.

Sublinhou, ainda, e reforçando a opinião generalizada dos intervenientes neste seminário, que a CIM do Tâmega e Sousa é uma referência nacional, quer pelo trabalho que tem desenvolvido nesta área, quer noutras de importância estratégica para o seu desenvolvimento sustentável, já que tem sabido trabalhar de forma coesa, com os autarcas dos seus 11 municípios a encontrarem soluções que atenuem as suas diferenças, sobrepondo o interesse da região ao municipal. Referiu, ainda, que só assim será possível concentrar na Autoridade de Intermunicipal Transportes todas as competências para que se implemente no território uma melhor rede de transportes e se assegure uma mobilidade urbana mais sustentável.
Por Unknown | sábado, 29 de abril de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Decorreu ontem, dia 28, na Quinta da Aveleda, em Penafiel, a apresentação oficial do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, uma iniciativa promovida Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa), em articulação com os municípios que a integram e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal.

A sessão contou com a presença do Presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa, Inácio Ribeiro, da representante do Diretor Regional de Cultura do Norte, Fernanda Araújo, do Presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, Melchior Moreira, do Vogal da Autoridade de Gestão do Norte 2020 – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Jorge Nunes, e do Diretor Executivo da Opium, entidade responsável pela direção executiva e artística do Festival, Carlos Martins.

Inácio Ribeiro destacou o papel do barroco enquanto elemento de união do território do Tâmega e Sousa, servindo de mote a uma iniciativa cultural conjunta – o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa – pensada para todos os públicos.

Este trabalho em rede foi também apontado por Fernanda Araújo como uma das características incontornáveis do evento, que salientou, ainda, o facto de este assumir uma nova abordagem em relação ao património, ao percecioná-lo como mediador de expressões artísticas e turísticas, indo, assim, ao encontro da missão da Direção Regional de Cultura do Norte.

O empenho dos municípios no quadro da articulação intermunicipal mereceu igualmente o enfoque de Jorge Nunes, que reconheceu os esforços encetados pelo Tâmega e Sousa em termos de cooperação e associativismo.

Carlos Martins fez referência ao grande desafio do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa: valorizar o património, em particular o de estilo barroco, do ponto da vivência, dando-lhe novas leituras e tornando-o mais atrativo. Na sua perspetiva, este Festival é sinónimo de festa e de celebração, mas é, sobretudo, um convite a viver o património, a conhecer as quintas, a maioria privadas, criando espaços onde as pessoas podem contactar com as comunidades locais e as suas expressões artísticas e conhecer artistas de referência nacional e internacional.

Para Melchior Moreira o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um projeto inovador, com potencial para ser replicado por outras Comunidades Intermunicipais, pela sua escala, pela ligação entre a cultura e o turismo e pela capacidade de atração de novos públicos.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, que decorre entre 06 de maio e 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo quintas barrocas dos municípios do Tâmega e Sousa, propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O primeiro fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa arranca nos dias 6 e 7 de maio, sábado e domingo, no Solar dos Magalhães, no centro da cidade de Amarante. No sábado, dia 06, o festival tem início às 15h30, com as peças de teatro para famílias O Zé do Telhado e O Castelo Assombrado, pela companhia Marionetas da Feira, seguindo-se, pelas 16h00, um ciclo de concertos com o Trio de Cordas Ricardo Tojal, Captain Boy e Filho da Mãe. À noite, pelas 21h45, sobem ao palco os Virgem Suta.

No domingo, às 15h30, atua a Tuna de Fridão, seguida, às 16h30, de um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Amarante – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Penedo da Moura –, concebido pela Limite Zero. O programa continua, às 16h00, com um concerto de comunidade – Primeiro Andamento –, com direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Teresa Melo Campos e Ricardo Coelho com Propagode (Amarante), Rancho Folclórico de Baião e Rancho Folclórico de Santa Maria de Maureles (Marco de Canaveses).

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No fim de semana de 20 e 21 de maio o Festival viaja até ao Marco de Canaveses, tendo como palco as Obras do Fidalgo. O programa inclui, no dia 20, a peça de teatro para famílias Ephemeros, a vida num só dia, pela companhia Teatro em Caixa (15h00), um ciclo de concertos com Filipe Sambado, Éme e Lavoisier (16h00) e um concerto de Salvador Sobral (21h45) e, no dia 21, uma atuação do Grupo de Concertinas de Sobretâmega (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos quatro irmãos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Primeiro Andamento (17h30).

A Casa da Companhia, em Penafiel, acolhe o Festival no fim de semana de 27 e 28 de maio. O programa inclui, no dia 27, a peça de teatro para famílias Baile das histórias, pela companhia Pé de Xumbo (15h00), um ciclo de concertos com de Turquoise, João Martins & Carlos Santos e Luca Argel (16h00) e um concerto de Sean Riley & The Slowriders (21h45) e, no dia 28, uma atuação do Grupo de Guitarras de Penafiel (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda da Pena Fiel, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

Celorico de Basto é o destino do quarto fim de semana do Festival, a 3 e 4 de junho, e tem como cenário a Casa da Boavista. O programa inclui, no dia 3, a peça de teatro para famílias Talvez, pela companhia Nuvem Voadora (15h00), um ciclo de concertos com Bié, Mute Swimmer e Manish Pingle (16h00) e um concerto de Celina da Piedade (21h45) e, no dia 4, uma atuação do Grupo de Cavaquinhos de Arnoia (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Castelo de Arnoia, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

De Celorico de Basto percorremos o caminho até Felgueiras, que nos leva à Casa de Simães, no fim de semana de 10 e 11 de junho. O programa inclui, no dia 10, a peça de teatro para famílias Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália (15h30), um ciclo de concertos com Dawn Bird, José Valente e Valter Lobo (16h00) e um concerto dos First Breath After Coma (21h45) e, no dia 11, uma atuação dos Audivi Vocem (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Mint & Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).