Quantcast
[ ]
Notícias de Última Hora
Mostrar mensagens com a etiqueta Vinho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vinho. Mostrar todas as mensagens
Por Unknown | quinta-feira, 29 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
É distinção atrás de distinção. A última foi alcançada há dias numa prova cega organizada pelo programa “Imperdíveis” (que foi para o ar na última segunda-feira, 26 de junho), espaço televisivo do “Porto Canal” dedicado ao vinho e à gastronomia, cujo foco incide nas grandes quintas produtoras de vinho português e de vinho do Porto, que dá a conhecer os vários eventos dedicados à vitivinicultura, assim como novos locais e espaços de degustação.

Entre cinco marcas de espumante (rosé), com valores de venda ao público até 12 euros a garrafa, o “Terras do Demo”, Rosé Bruto de 2014, foi eleito o melhor, por ser, segundo o painel de provadores, “fantástico”, “muito bom”, “charmoso”, “equilibrado”, entre outros adjetivos elogiosos para a marca produzida pela Cooperativa Agrícola do Távora, sediada em Moimenta da Beira.

Na prova cega estiveram dois espumantes da região “Távora-Varosa” (Terras do Demo e Murganheira) e três da “Bairrada” (Quinta das Bágeiras, Quinta do Ortigão e Filipa Pato).

Classificação:
1º - Terras do Demo
2º - Filipa Pato
3º - Quinta das Bágeiras
4º - Murganheira
5º - Quinta do Ortigão

Só neste primeiro semestre de 2017, a marca de espumantes de Moimenta da Beira já foi distinguida três vezes. Em abril, o ‘Prémio Excelência’ no concurso “Uva de Ouro 2017”; em maio no “Concurso Mundial de Bruxelas”, que já nas edições de 2015 e 2016 tinha premiado com ‘ouro’ um rosé “Terras do Demo”; e agora na prova cega promovida pelo “Porto Canal”. Recordar ainda o ‘ouro’ conquistado, também em 2015, no "Sakura Japan Women's Wine Awards", o maior concurso de vinhos do Japão.

A região Demarcada do "Távora - Varosa", onde tem sede a Cooperativa Agrícola do Távora, região, dadas as suas condições únicas (solos graníticos, primários e pobres em calcário, altitudes elevadas, clima temperado continental, entre outras), faz com que se traduza num lugar privilegiado para a produção dos melhores vinhos e espumantes nacionais, e ainda da maçã, particularmente a tão apreciada variedade "Bravo de Esmolfe".

São os rios Távora e Varosa que dão o nome à região constituída pelos concelhos de Moimenta da Beira, Sernancelhe, Tarouca e ainda algumas freguesias dos municípios de Penedono, S. João da Pesqueira, Tabuaço, Armamar e Lamego.

Por Unknown | quarta-feira, 28 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , , | Com 0 comentários
O Pinking teve origem num trabalho de investigação de mestrado em Enologia, tem pedido de patente registada e vai ser lançado pela Adega Cooperativa de Figueira de Castelo Rodrigo a 7 de julho.

O que se pensou inicialmente ser um “defeito” de produção, afinal deu origem a uma “nova categoria de vinho única no mundo”. Quem afirma é Jenny Silva, enóloga da Adega Cooperativa de Figueira de Castelo Rodrigo que, em 2014, como estudante de mestrado de Enologia na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), identificou o fenómeno Pinking em conjunto com Fernando Nunes e Fernanda Cosme, docentes e investigadores do Centro de Química da UTAD. Identificada a origem deste fenómeno, este tem já um pedido de patente nacional e internacional.

Pinking, “defeito” historicamente conhecido pelo processo de “aparecimento de uma cor rosa-salmão em vinhos produzidos exclusivamente de uvas de castas brancas”, é um processo natural e está “relacionado com as condições climáticas, nomeadamente a temperatura média dos dez primeiros dias do mês de outubro, processo coincidente com o final de maturação das uvas brancas nesta região”. É precisamente estas condições que tornam esta categoria de vinho “tão rara e passível de não poder ser produzida todos os anos, já que em caso de temperaturas médias altas, ou pluviosidade neste período, o fenómeno não ocorre ou ocorre em menor escala, sublinha o investigador da UTAD, Fernando Nunes.

A criação desta nova categoria de vinho, que adotou o nome do fenómeno, vai ser lançada a 7 de julho pela Adega Cooperativa Figueira de Castelo Rodrigo que, entretanto, adquiriu a patente à UTAD e tem como enóloga responsável Jenny Silva, a antiga estudante da UTAD. O vinho Castelo Rodrigo Pinking 2016 é um DOC, exclusivamente vinificado a partir da casta branca Síria, a casta de eleição na Região Demarcada da Beira Interior, apresentando “aroma frutado e boca equilibrada com final harmonioso”.

“As vantagens da criação deste novo vinho são muitas, sobretudo para a Adega”, afirma o seu diretor, António Madeira, que, confrontada com um problema comum na sua região, a cor rosada do vinho branco, cujo tratamento implicava um processo de estabilização associado a elevados custos, deu “luz verde” à UTAD para estudar e identificar a base desta instabilidade.

O processo está descrito e publicado na prestigiada revista científica internacional Journal of Agricultural and Food Chemistry, disponível em http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/jf500825h com o título “Origin of the Pinking Phenomenon of White Wines”, e despertou já o interesse de produtores italianos, confrontados com o mesmo problema, frisa o investigador. “No fundo transformámos um defeito numa nova categoria de vinhos, que irá para o mercado a par dos Brancos, Tintos e Rosés”, explica a enóloga.

O resultado está à vista e vai ser dado a conhecer ao mundo já em julho em Figueira de Castelo Rodrigo.

Por Unknown | sexta-feira, 9 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Mais de 1400 vinhos oriundos de cerca de 100 regiões vitícolas e de 25 países em todo o mundo foram provados em Frankfurt, na 1.ª edição do Troféu Internacional de Frankfurt, por quase 200 provadores.

O Troféu Internacional de Frankfurt tem a particularidade de agregar nos jurados, provadores profissionais (sommeliers, compradores, enólogos, jornalistas e comerciantes de vinhos) e amadores, algo que acrescenta interesse ao concurso.

Mais uma vez, Marco de Canaveses voltou a merecer distinção num concurso enológico internacional, com os seus vinhos verdes a conquistarem três importantes medalhas.
GRANDE MEDALHA DE OURO - S. Caetano Loureiro 2016 - Vítor Agostinho Vieira Mendes
MEDALHA DE OURO - S. Caetano Espadeiro 2016 - Vítor Agostinho Vieira Mendes
MEDALHA DE PRATA - S. Caetano Alvarinho 2016 - Vítor Agostinho Vieira Mendes

No total foram medalhados 425 vinhos, dos quais, 20 foram vinhos portugueses.
Obtiveram-se, ao todo, 9 medalhas Grande Ouro, 6 Medalhas de Ouro e 5 Medalhas de Prata.

Por Unknown | quarta-feira, 7 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Seis vinhos produzidos no concelho do Marco de Canaveses, integrando a Região Demarcada dos Vinhos Verdes, obtiveram seis medalhas – quatro de ouro e duas de prata -, na 16ª edição do concurso internacional de vinhos “La Selezione del Sindaco”.

MEDALHA DE OURO - “Descobrir Alvarinho Branco”- APVV (Apoio a Produtores de Vinho Verde LDA)
MEDALHA DE OURO - “Chapeleiro” - Carlos Gabriel Fernandes
MEDALHA DE OURO - “Ponte de Canavezes“ - APVV (Apoio a Produtores de Vinho Verde LDA)
MEDALHA DE OURO - “Pecado Capital Branco”- Convívio de Sabores Unipessoal Lda
MEDALHA DE PRATA - “Pecado Capital Rosé”- Convívio de Sabores Unipessoal Lda
MEDALHA DE PRATA - “Descobrir Rosé”- APVV (Apoio a Produtores de Vinho Verde LDA)

“La Selezione del Sindaco” é um concurso enológico internacional organizado anualmente pela associação italiana de cidades do vinho Città del Vino, com o patrocínio da OIV (Organização Internacional da Vinha e do Vinho), que prevê a participação conjunta do produtor e do município.

Estiveram em prova  mais de 1200 amostras. O júri era composto por enólogos, provadores e jornalistas do sector enogastronómico, oriundos de diversos países da Europa, Ásia e este ano também do Brasil (país convidado).

Portugal esteve presente no concurso com 269 vinhos, de 44 municípios, e obteve um total de 97 medalhas: 11 Medalhas de Grande Ouro, 65 Medalhas de Ouro  e 21 Medalhas de Prata.

Os três vinhos mais pontuados são portugueses e no “Top 12” dos melhores estão nove vinhos nacionais, o que faz com que Portugal seja considerado “o grande vencedor” deste prestigiado concurso internacional de vinhos.

Por Unknown | segunda-feira, 29 de maio de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Os Vinhos Verdes da Rota dos Vinhos do Marco de Canaveses estão, mais uma vez, de parabéns depois de terem sido distinguidos agora no Decanter World Wine Awards 2017, concurso promovido pela Revista Decanter, referência absoluta no mercado editorial internacional.

No concurso foram atribuídas, a vinhos do Marco de Canaveses, duas medalhas de bronze e duas medalhas de recomendação.

MEDALHA DE BRONZE - Casa de Vilacetinho Avesso & Arinto - Sociedade Agrícola Casa de Vilacetinho, SA
MEDALHA DE BRONZE - Casa de Vilacetinho Avesso & Azal - Sociedade Agrícola Casa de Vilacetinho, SA
COMMENDED - Casa de Vilacetinho Avesso & Loureiro - Sociedade Agrícola Casa de Vilacetinho, SA
COMMENDED - Casa de Vilacetinho Grande Escolha 2016 - Sociedade Agrícola Casa de Vilacetinho, SA

A edição de 2017 contou com 17.200 amostras. Os vinhos foram avaliados por  219 provadores,  incluindo 65 Masters of Wine e 20 Master Sommeliers, responsáveis por eleger os melhores vinhos nas diversas categorias. Sob a coordenação de Steven Spurrier, a seleção dos melhores vinhos (Platinum Best in Show) ficou a cargo dos maiores especialistas presentes no evento: Sarah Jane Evans (MW), Gérard Basset (MW MS OBE), Michael Hill Smith (MW), Andrew Jefford e Andy Howard (MW).

Refira-se que o Decanter World Wine Awards teve início em 2004 e ao longo dos anos tem recebido uma forte e crescente participação, assumindo-se como uma das mais importantes e prestigiadas competições internacionais de vinhos.

Por Unknown | quarta-feira, 24 de maio de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
O primeiro Grande Reserva Tinto da Casa da Ínsua acaba de ser galardoado com uma medalha de ouro no prestigiado concurso Challenge du Vin – CIVART 2017 que decorreu em Bordéus, França. Existente há mais de 40 anos, este concurso recebeu em 2017 mais de 4000 amostras de vinhos de todo o mundo, tendo o vinho da Casa da Ínsua obtido uma das melhores pontuações, permitindo ao júri atribuir-lhe a medalha de ouro.

Este vinho, o primeiro monocasta tinto da Casa da Ínsua, produzido exclusivamente com a casta Touriga Nacional das uvas cultivadas na premiada parcela da Casa da Ínsua, foi lançado em dezembro de 2016, após um estágio de 24 meses em barricas de carvalho francês novas, adquiridas para o efeito em França.

Numa edição limitada, este vinho é o primeiro tinto Casa da Ínsua com a designação de Grande Reserva, título qualitativo que lhe foi conferido pela câmara de provadores da Comissão Vitivinícola Regional do Dão após a sua apreciação e notação. As garrafas deste vinho têm um design exclusivo para os grande reserva da Casa da Ínsua.

O Vinho Tinto Casa da Ínsua Grande Reserva 2012 apresenta uma exuberância aromática com predominância de violetas e frutos do bosque, tendo um sabor com notas tostadas de barrica, taninos firmes e sólidos com rugosidade vegetal. Tem um teor alcoólico de 14% vol. É um vinho ideal para longos estágios em garrafeira, permitindo uma boa evolução organolética por várias décadas. É aconselhado para acompanhar pratos de carne complexos.

Entretanto, também o Vinho Tinto Colheita 2014 acaba de ser premiado com medalha de ouro no “IWSC - International Wine & Spirits Competition Trophy” que decorreu, em maio, na cidade de Londres. Produzido com as castas Touriga-Nacional, Tinta Roriz e Alfrocheiro, este vinho foi engarrafado em Dezembro de 2014 tendo estagiado ao longo de seis meses em barricas de carvalho americano e allier fino. Com um teor alcoólico de 14%, apresenta cor rubi intensa e densa, um aroma viscoso com nuances a cereja e especiarias, tendo um final de boca bem definido e longo. É um vinho que se apresenta pronto para ser consumido. Contudo, pode ser guardado por mais 10 anos. Pela elegância e frescura que oferece pedirá pratos de tempero e sabor igualmente elegante e complexo.

No mesmo concurso, a Casa da Ínsua viu ainda ser premiado com medalha de prata o Vinho Branco Colheita 2016, produzido com as castas Encruzado, Malvasia-Fina e Semillon, néctar que estagiou durante três meses em barricas de allier fino. O Vinho Branco Casa da Ínsua Colheita 2016 tem um teor alcoólico de 13.5% vol., de cor citrina, aroma mineral e vegetal e um sabor de grande complexidade estrutural e de elevada persistência final. É um típico vinho de guarda que se apresenta pronto para se consumir mas com elevado potencial de evolução na garrafa durante largos anos. Revela-se capaz de acompanhar pratos de peixe gordo e várias carnes brancas e vermelhas.

De referir, ainda, que este Vinho Branco Casa da Ínsua Colheita 2016 também foi galardoado com uma medalha de prata no concurso “Os melhores vinhos do Dão no produtor - Dão Primores - colheita 2016” promovido pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão, cujos prémios foram entregues numa cerimónia que decorreu no Solar do Dão com a presença dos produtores e diversas entidades oficiais.

Estas quatro medalhas vêm engrandecer o já rico portefólio de prémios nacionais e internacionais da Casa da Ínsua, do Grupo Visabeira, onde se destacam distinções obtidas no Concurso Mundial de Bruxelas e na Vinalies, entre muitos outros prémios.

Por Unknown | | Publicado em , , | Com 0 comentários
O Concurso Vinhos de Portugal, promovido pela ViniPortugal, atribuiu este ano 341 medalhas aos melhores vinhos nacionais, 30 na categoria Grande Ouro, 121 de Ouro e 190 de Prata.

Três vinhos da Rota dos Vinhos do Marco de Canaveses foram premiados e reconhecidos com a distinção Ouro e Prata no Concurso Vinhos de Portugal 2017, o maior e mais importante concurso nacional de vinhos.

Os resultados foram conhecidos na última sexta-feira, dia 19 de maio, na gala de entrega de prémios, decorrida em Arraiolos, e que contou com a presença do Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, Luís Medeiros Vieira.

Do Marco de Canaveses, o CHAPELEIRO, 2016 do produtor Carlos Gabriel Fernandes, "DOP" Vinho Verde recebeu a Medalha de Ouro; S.CAETANO, 2016 do produtor Vítor Agostinho Mendes e PECADO CAPITAL, 2016 da Convívio de Sabores, Unipessoal, Lda, "DOP" Vinho Verde foram premiados com a Medalha de Prata.

«Mais uma boa notícia para o Marco de Canaveses e para os nossos vinhos verdes, que voltaram a merecer o reconhecimento de um importante júri, nacional e internacional, no Concurso Vinhos de Portugal», referiu o Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Manuel Moreira, que aproveitou para felicitar «os nossos produtores pelos seus vinhos excecionais e únicos, como se comprova pela atribuição destas medalhas. Uma distinção que valoriza a nossa Rota dos Vinhos do Marco de Canaveses e o nosso território», realçou o Autarca.

O Concurso Vinhos de Portugal 2017 reuniu candidaturas de 1.373 vinhos, que foram avaliados por um painel de 110 especialistas, nacionais e internacionais.

Por Unknown | segunda-feira, 15 de maio de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Os vinhos verdes produzidos nas quintas do concelho do Marco de Canaveses voltaram a subir ao pódio do Concurso Mundial de Bruxelas. A 24º edição do concurso decorreu em Valladolid, Espanha.

No total, os vinhos do Marco de Canaveses conquistaram uma medalha de ouro e duas de prata na edição 2017 do Concurso Mundial de Bruxelas. Com a medalha de ouro foi premiado o vinho Casa de Vilacetinho Avesso & Azal Superior 2016, da Sociedade Agrícola da Casa de Vilacetinho, e com medalha de prata foram distinguidos os vinhos Casa de Vilacetinho Avesso & Loureiro Superior 2016, da Sociedade Agrícola da Casa de Vilacetinho, e Chapeleiro Arinto Loureiro 2016, do produtor Carlos Gabriel Fernandes.

Para o Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Manuel Moreira, «é uma grande honra ver que os vinhos do nosso concelho voltam a ser premiados no prestigiado Concurso Mundial de Bruxelas, sendo reconhecidos pela sua qualidade e excelência por um prestigiado júri internacional. A conquista destas três medalhas, uma de ouro e duas de prata, constitui um forte motivo de orgulho para a Câmara Municipal que tem procurado apoiar e promover os vinhos produzidos, na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, nomeadamente nesta Sub-região do Marco de Canaveses, que tem já uma longa tradição na cultura da vinha e do vinho», afirmou o Autarca.

No Concurso Mundial de Bruxelas 2017 foram submetidos à prova mais de 9.000 vinhos provenientes de 50 países.
Por Unknown | quinta-feira, 4 de maio de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
O Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Manuel Moreira, esteve presente na Gala do 10º aniversário da AMPV - Associação de Municípios Portugueses do Vinho, decorrida no Centro Cultural do Cartaxo, no dia 30 de abril.

Manuel Moreira foi homenageado enquanto presidente de câmara associado da AMPV que já terminaram ou vão este ano terminar o seu mandato.

Numa alusão ao concelho do Marco de Canaveses, o Autarca destacou «a longa tradição na cultura da vinha, traduzida num crescendo da qualidade e excelência dos vinhos verdes produzidos nas quintas locais, e que têm merecido a distinção e o reconhecimento em vários concursos vínicos nacionais e internacionais.

Títulos que contribuíram para aumentar a notoriedade dos seus vinhos, para valorizar o território e para fazer crescer a economia local.

Assim, e na qualidade de Município associado da Associação de Municípios Portugueses do Vinho e integrante da Rede Europeia de Cidades do Vinho, o Município de Marco de Canaveses comunga desta data comemorativa e felicita a instituição pelo trabalho meritório que tem vindo a realizar, ao longo da última década, na valorização da cultura da vinha e do vinho.

Um processo alargado que pressupõe o fortalecimento endógeno dos Municípios, onde a produção e degustação do vinho passa também pela apreciação das tradições, da cultura, da gastronomia, da paisagem, do património e das tipicidades dos territórios, trazendo até si mais visitantes, mais riqueza e desenvolvimento.

Parabéns pelo aniversário e votos de sucesso na prossecução dos objetivos estabelecidos em torno de um vasto património ligado à vinicultura», concluiu o Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses.

Por Unknown | quarta-feira, 26 de abril de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
É mais uma honrosa distinção para o espumante produzido pela Cooperativa Agrícola do Távora, de Moimenta da Beira. Numa prova cega, entre mais de 600 vinhos a concurso, um espumante “Terras do Demo”, branco bruto 2015, casta Malvasia Fina, conquistou um “Prémio Excelência” no concurso “Uva de Ouro 2017”.

A prova foi realizada nos passados dias 4 e 5 de abril, na Escola de Turismo do Estoril, que integra a rede de Escolas do Turismo de Portugal, na presença de 80 jurados, entre enólogos, sommeliers, produtores, escanções, distribuidores e consumidores.

“O Espumante Terras do Demo Malvasia fina é o resultado da paixão pelos espumantes de qualidade. Com um método de produção aprimorado conseguiu-se criar um espumante premiado com uma qualidade reconhecida. De aspeto límpido e com bolha fina e persistente, a vinificação deste produto ocorre em sistema de “Bica aberta” com decantação e fermentação a baixas temperaturas controladas. A maturação e envelhecimento ocorrem segundo uma evolução lenta, com arredondamento dos picos do frutado a partir dos 12 meses. Os aromas complexos acontecem na fase posterior de envelhecimento. Este é um espumante ideal para acompanhamento de mariscos, ostras, peixes, aves e carnes brancas”, escreve na sua página digital a “Vinha”, uma loja 100% dedicada ao bom vinho português.

http://uvadeouro.jn.pt/2017/04/19/premiados-excelencia-2017/

Por Unknown | terça-feira, 11 de abril de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
Pelo segundo ano consecutivo, a Região Demarcada do Douro acolheu o Seminário “A Geologia na Rota da Vinha e do Vinho na Região” que se realiza anualmente pelas diferentes regiões vitivinícolas do país, organizado pela Associação Portuguesa de Geólogos em colaboração com diversas Instituições como Universidades, Museus, Quintas, Adegas, etc. Este ano  integrou o conjunto de iniciativas da Semana dos Parceiros do "Roteiro das Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal".

O Seminário “A Geologia na Rota da Vinha e do Vinho na Região do Douro Superior” decorreu no fim-de-semana de 07 a 09 de abril, em Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa e Freixo de Espada à Cinta e incluiu conferências, debates, provas de vinho e visitas a espaços museológicos e quintas, assim como excursões de campo, onde se abordaram as relações existentes entre as caraterísticas geológicas e vitivinícolas da Região.

O Seminário contou com 60 participantes entre docentes do Ensino Secundário; Profissionais de Geologia, Enologia; Estudantes e Geoturistas e pretendeu promover e divulgar o património geológico, vinhateiro e paisagístico da Região do Douro Superior, bem como o seu património histórico, arqueológico e cultural. Abordou conteúdos temáticos multidisciplinares, inter-relações e interações entre Geologia, a Vinha e o Vinho, interpretando as paisagens da Região do Douro Superior, terminando com um magnífico passeio de barco no Douro Internacional com início e termo no Cais da Congida.

Por Unknown | terça-feira, 4 de abril de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
MADE IN Douro é o nome do primeiro vinho da gama MADE IN, projeto que a FAPWINES acaba de lançar no mercado com o objetivo de dar a conhecer a genuinidade e autenticidade das regiões vinícolas portuguesas nos mercados internacionais, mostrando o seu terroir e potencial de uma forma moderna e acessível.

Em Portugal, o projeto iniciou com uma parceria com a cadeia de supermercados Lidl, onde o MADE IN Douro está já disponível, sendo que a estratégia da FAPWINES passa por estender esta parceria à cadeia internacional do Lidl, bem como a outras grandes superfícies de países como os Estados Unidos, Inglaterra e Bélgica, estimando atingir, nos próximos 3 anos, a comercialização de 250 mil garrafas.

"Os próprios rótulos das garrafas do MADE IN foram feitos a pensar na prateleira internacional e representam geograficamente Portugal, assinalando no mapa a região vitivinícola de proveniência do vinho. Em breve, vamos alargar a gama de vinhos, que passará também a contar com um branco da região dos Vinhos Verdes e com um rosé, em representação da região Tejo", revela João Matos, fundador da FAPWINES.

Produzido a partir de castas exclusivamente portuguesas - Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca -, o MADE IN Douro é um tinto que provém de vinhas com idade média de 20 anos, plantadas a cerca de 350 metros de altitude, em solos xistosos.

Apresenta um aroma a frutos vermelhos, com ligeiro toque a baunilha, proveniente do estágio em barricas de carvalho americano. Na boca, revela-se fresco e persistente.

Fundada em 2013, a FAPWINES é o projeto a partir do qual o enólogo João Matos redesenhou o seu percurso no mundo dos vinhos, após 12 anos de experiência na criação e comercialização de vinhos. A amizade que o une a vários enólogos e o gosto pela partilha permite-lhe construir vinhos em diversas regiões, tirando partido da identidade de cada uma delas.

Recorde-se que, ainda em 2013, a FAPWINES lançou no mercado nacional a marca de vinhos Giroflé, que exporta também para os Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Suíça, Bélgica e Holanda, mercados que representaram, em 2016, 35% do volume de negócios da empresa.
Por Unknown | segunda-feira, 3 de abril de 2017 | Publicado em , | Com 0 comentários
O vinho Tinto Reserva Casa da Ínsua 2011 foi distinguido com duas medalhas de prata, no prestigiado Concurso Internacional de Vinhos de Lyon e no mundialmente reconhecido Vinalies Internationales Competition Paris 2017.

Produzido a partir das castas Touriga-Nacional, Tinta-Roriz e Alfrocheiro, o Tinto Casa da Ínsua Reserva 2011 foi o único vinho da Região Demarcada do Dão a ser distinguido no Concurso Internacional de Vinhos de Lyon, que recebeu nesta edição mais de 3500 amostras de vinhos, cervejas e bebidas espirituosas e mais de 700 provadores. A capital dos sentidos e do gosto, como é conhecida a cidade de Lyon, reconheceu através deste certame a qualidade superior daquele vinho Casa da Ínsua, que, já na edição do ano passado, trouxe de Lyon para Penalva do Castelo uma medalha de prata.

Também a Vinalies Internationales Competition, um dos maiores concursos mundiais de vinhos, que se realizou em Fevereiro em Paris, distinguiu aquele néctar produzido nos vinhedos do Parador Casa da Ínsua, unidade de charme do Grupo Visabeira. Organizado pela União dos Enólogos de França, o certame, que já vai na sua 23ª edição, contou este ano com mais de 3500 amostras, que foram avaliadas, durante cinco dias, por 150 jurados.

A elevada complexidade aromática e estrutural do Tinto Casa da Ínsua Reserva 2011, com estágio de seis meses em barricas de Carvalho Americano e Allier Fino, convenceu de forma clara e inequívoca os palatos exigentes dos provadores internacionais.

Com estas duas importantes medalhas de prata, a qualidade superior dos vinhos Casa da Ínsua volta a ser reconhecida internacionalmente, alargando o já extenso portefólio de prémios, nacionais e internacionais, que os néctares Casa da Ínsua vêm colecionando, afirmando esta unidade como uma das referências da produção vinícola da Região Demarcada do Dão.

A tradição vinícola do Parador Casa da Ínsua remonta a 1852, tendo ao longo dos séculos deixado uma marca perene na produção da região, fruto de um processo de constante inovação e apuro da qualidade dos vinhos. A fruição daqueles vinhos premiados está ao alcance dos visitantes do Parador Casa da Ínsua, que disponibiliza ao longo do ano programas de alojamento combinados com atividades ligadas às lides agrícolas da quinta. Passear pelas extensas vinhas, como a parcela de Touriga-Nacional várias vezes premiada, perder o olhar nos 30 hectares de terreno que albergam as castas brancas Malvasia-Fina, Encruzado e Semillon e as tintas Touriga-Nacional, Cabernet-Sauvignon, Tinta Roriz, Alfrocheiro, Jaen e Alicante Bouchet ou visitar a adega onde se produzem os vinhos tintos, brancos, rosés e espumantes Casa da Ínsua, são apenas algumas das sugestões da unidade de charme, que abre as portas do solar do Século XVIII para receber com história e requinte todos os apreciadores de vinhos, de gastronomia e de tranquilidade no meio da natureza.
Por Unknown | sexta-feira, 31 de março de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Mais uma boa notícia para Marco de Canaveses, com a atribuição de duas medalhas de prata aos vinhos S. Caetano Arinto - 2016 e S. Caetano Espadeiro – 2016, no Concurso Internacional de Lyon 2017.

Lyon, famosa por ser a capital dos sentidos e do sabor, acolheu mais uma vez este concurso de relevância a nível internacional que acolheu mais de 700 provadores que provaram e avaliaram mais de 5.800 vinhos, cervejas e bebidas espirituosas de todo o mundo.

«É com grande entusiasmo e satisfação que a Câmara Municipal recebeu esta notícia, que vem reforçar a notoriedade e a qualidade dos vinhos verdes produzidos na nossa região», referiu o Presidente da Autarquia do Marco de Canaveses, Manuel Moreira, aproveitando para felicitar «o produtor Quinta da Torre e os seus vinhos S. Caetano que, mais uma vez, foram merecedores do reconhecimento internacional, o que muito nos honra e prestigia, valorizando também a nossa Rota dos Vinhos do Marco de Canaveses», realçou o Autarca.
Por Unknown | sexta-feira, 24 de março de 2017 | Publicado em , , , , , , | Com 0 comentários
Irá decorrer nas instalações do Porto School Hotel, escola de aplicação do Douro Royal Valley Hotel & Spa, a Formação Especializada em Vinho do Porto e suas harmonizações, entre os dias 26 e 27 de maio.

Fruto de uma parceria entre o Politécnico do Porto e o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, esta iniciativa visa explorar os mais importantes fatores de produção e consumo do Vinho do Porto, desde a certificação à harmonização, consoante as características deste tipo de vinho.

Os formadores do IVDP irão ensinar e investigar os principais conceitos, tais como o processo de vinificação, estilo e formas de envelhecimento, as temperaturas adequadas a cada serviço, a importância do rótulo ou ainda o armazenamento. No final, será realizado um conjunto de provas harmonizadas, seguindo as sugestões dos formadores e do Chef Hélio Loureiro para cada momento de consumo e tipo de produto a acompanhar o Vinho do Porto.

Serão 8 horas divididas por 2 dias e o valor por pessoa é de €75, e inclui alojamento em regime de pensão completa no Porto School Hotel durante os 2 dias de formação, manual de formação e certificado de participação

As candidaturas estão abertas até ao dia 24 de maio em https://www.psh.ipp.pt/programas/candidaturas/candidatura_cursos_de_educacao_continua_formacao_especializada/formulario-de-candidaturas