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Por Unknown | terça-feira, 11 de julho de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
Depois de na semana passada o Grupo Parlamentar do PCP, ter interpelado o Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, sobre os prejuízos causados na Região Demarcada do Douro pelas intempéries, esta semana será apresentada nova pergunta ao Governo sobre a situação específica dos concelhos de Armamar, Tabuaço e Tarouca, no Distrito de Viseu.

O Grupo Parlamentar do PCP, fundamenta assim as perguntas que vai endereçar ao Governo:

“A forte chuva e o granizo que Quinta-feira, dia 6 de Julho, atingiu os Concelhos de Armamar, Tabuaço e Tarouca, no Distrito de Viseu, provocaram estragos devastadores em muitas culturas, nomeadamente em pomares, vinhedos, olival e baga do sabugueiro, para além de prejuízos em muros e habitações.

Feito um primeiro balanço, pelos agricultores e associações do sector, contabilizam-se por muitos milhões de euros os prejuízos verificados nestes três concelhos. Só em Armamar, sofreram prejuízos mais de uma centena de produtores, abrangendo mais de 800 hectares de pomares e vinhas. Em Tarouca foi a produção de Baga do Sabugueiro e as vinhas que mais estragos sofreram. Em Tabuaço, a chuva e o granizo, atingiram principalmente as vinhas inseridas na Região Demarcada do Douro, os muros e as habitações.

Numa região de pequena propriedade, enteada histórica do investimento público, onde prevalece a agricultura familiar, a grandeza da devastação e os consequentes prejuízos, não apenas na safra para 2017, mas igualmente, na necessidade de investimentos elevados para repor infraestruturas e recuperar árvores, colocam em risco a subsistência de muitas famílias e o emprego, já de si escasso, de centenas de trabalhadores destes concelhos.

Considerando que apoiar as populações afectadas, é contribuir para a produção nacional, para a soberania do País, o crescimento económico, a fixação de pessoas nas regiões mais desfavorecidas e a elevação da qualidade de vida da população; Dispondo o Governo de um Fundo de Calamidade e sendo obrigação constitucional do Estado a solidariedade com todo o território nacional e as suas populações; significando a produção de maçã, vinho, azeite e Baga do Sabugueiro, a base de subsistência económica da maioria da população das regiões afectadas; contribuindo as produções referidas, para o equilíbrio da nossa balança comercial com o exterior, pelo significativo volume de exportações que alimenta e pelas importações que evita (lembrar que produzimos apenas cerca de 50% da maçã que consumimos); Pergunto ao Senhor Ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, ao abrigo das disposições regimentais:  

1 – Que medidas imediatas já tomou ou está a pensar tomar o Governo, para acudir à situação descrita, de perdas irremediáveis de produção de Maçã, Vinho, Azeite e Baga do Sabugueiro, nos concelhos de Armamar, Tabuaço e Tarouca?

2 – Que instrumentos de apoio financeiro de curto e médio prazo, pensa o Governo disponibilizar, nomeadamente no âmbito do PDR, para que os produtores possam refazer as infra-estruturas destruídas ou afectadas, bem como para recuperar vinhas, árvores e pomares?

3 – Sabendo que o actual custo e modalidade dos seguros agrícolas, impede muitos pequenos agricultores de os realizar, deixando por esse facto a descoberto as suas produções, pensa o Governo adoptar um modelo mais favorável à agricultura familiar, enfrentando as seguradoras ou estimulando um sistema alternativo que proteja, de facto, a pequena produção?

Por Unknown | sexta-feira, 7 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Armamar recebeu mais uma sessão de formação para fruticultores, no âmbito do Programa de formação da Academia 2017 do Centro de Frutologia Compal. A sessão foi organizada em conjunto com a Associação de Fruticultores de Armamar (AFA) e permitiu que os formandos visitassem uma exploração-modelo, ficando a saber mais sobre a Maçã de Montanha de Armamar.

Esta formação tinha como objetivo transmitir aos empreendedores agrícolas mais conhecimento sobre novas técnicas agrícolas e fatores inerentes da atividade, como as condições edafo-climáticas da região e necessidades hídricas, condução das árvores e poda, maneio da cultura e técnicas pós-colheita.

Para Nicolau Félix, um dos formandos do Centro de Frutologia Compal, esta formação foi “muito educativa”, com a AFA a “mostrar o que há de efetivamente melhor nesta região”. O formando considera que há várias mais-valias na participação na Academia do Centro de Frutologia Compal, tais como “ter contactado com novas realidades, termos visitado explorações-modelo e também a troca de experiências que fazemos com os colegas”. Luísa Andrade, outra fruticultora que participou nesta sessão, corrobora e assinala a importância de ir ao terreno: “Mais do que teoria, ver na prática e estar com quem implementa é essencial”.

Armamar é considerada a capital da Maçã de Montanha, uma fruta reconhecida a nível nacional, sendo produzidas mais de 50 mil toneladas anuais desta fruta por ano, com cerca de 1400 ha de área plantada. José Osório, Presidente da AFA, refere que a maçã “é a maior fonte de rendimento de toda esta gente que vive neste concelho e nos concelhos vizinhos”, tratando-se de uma fruta única “pela sua textura e altitude, já que uma grande parte dos pomares está acima dos 800 metros de altitude”, fatores que contribuem para que esta maçã seja mais arenosa, doce, colorida, rija e crocante”. Uma fruta que é valorizada através do Centro de Frutologia Compal, como o próprio realça: “Estas iniciativas são importantes porque divulgam a nossa maçã, a nossa região e fazem com que a maçã seja mais apreciada e consumida, distinguindo-a de todas as outras”.

Nos últimos 5 anos, a Academia do Centro de Frutologia Compal formou 48 empreendedores frutícolas, criando uma rede de networking que potencia novas colaborações e parcerias, estreitando o contacto entre participantes e importantes players do setor agrícola nacional.

Sobre o Centro de Frutologia Compal:

O Centro de Frutologia Compal foi criado em 2012 e tem como principal propósito valorizar e promover a fruta nacional, procurando estimular a inovação no setor frutícola e atuar ao longo da Cadeia de Valor da Fruta. Através de um trabalho conjunto, os 26 membros tornam possível a concretização das iniciativas, num conjunto de entidades e organizações do setor Frutícola, instituições académicas, organizações de produtores e empresas de tecnologia agrícola.

Por Unknown | quinta-feira, 6 de julho de 2017 | Publicado em , , , , , , , | Com 0 comentários
Foi no coração do Douro Vinhateiro – Património Mundial da UNESCO, mais propriamente nas cidades do Peso da Régua, Lamego, Armamar e Tabuaço, que teve lugar aquela que é considerada “A Mais Bela Corrida Do Mundo”, atraindo mais de vinte mil corredores de dezenas de países.

A edição 2017 da EDP Meia Maratona do Douro Vinhateiro integra o circuito nacional de corridas em Patrimónios Mundiais, Running Wonders, e realizou-se entre os dias 26, 27 e 28 de Maio. Contou com um diversificado conjunto de atividades, em diversos pontos da Região, e com uma cobertura televisiva ímpar em Portugal, por parte da TVI e TVI24 que, ao longo de sete dias, ofereceram ao Vale do Douro um destaque muito especial.

“Este é um evento de enorme importância para a Região, que dinamiza, valoriza e promove fortemente a marca Douro, assumindo-se atualmente com o maior evento da marca DOURO”, afirmou Francisco Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Lamego e da Comunidade Intermunicipal do Douro, entidade que agrega os dezanove municípios da Região.

Já Fernando Seara, Diretor do Museu do Douro, que representa uma vasta rede de museus de todo o Território, afirmou que “este é um acontecimento ímpar e que oferece enorme valor a todos os setores da vida duriense”.

Pela voz de João Azeredo, prestigiado enólogo e Presidente da Confraria dos Vinhos do Douro, que representa o setor vitivinícola de toda a Região Vinhateira, afirmou que estamos “perante um evento único e podemos mesmo afirmar que este acontecimento representa uma segunda vindima do Douro”.

Ricardo Magalhães, Vice Presidente da CCDR-n, destacou “a importância deste tipo de acontecimentos para toda a Região Norte, nomeadamente para o Douro”, e Fontaínhas Fernandes, Vice Reitor da UTAD, sublinhou que “a EDP Meia Maratona do Douro Vinhateiro é já um acontecimento de enorme referência quer na Região quer no país”.

Com a hotelaria e restauração do Vale do Douro completamente lotados, existem centenas de atletas que pernoitam a várias dezenas de quilómetros, de Viseu ao Porto, de Vila Real a Amarante. Na restauração é verdadeiramente impressionante. Um dos maiores restaurantes da cidade do Peso da Régua, Limonete, no final do evento, pela voz do seu proprietário, Óscar Nogueira, afirmou que “este foi o melhor fim-de-semana da minha vida”, o que demonstra bem a adesão turística do evento.
Segundo dados fornecidos pela Organização, a edição 2017 da EDP Meia Maratona do Douro Vinhateiro traduziu-se num impacto económico direto superior a 6,5 milhões euros, com os milhares de participantes do evento a efetuarem as principais despesas em alojamento, gastronomia, vinhos e passeios turísticos no Vale do Douro.

A EDP Meia Maratona do Douro Vinhateiro é atualmente o maior acontecimento do Vale do Douro – Património Mundial, assim como é considerado pelos durienses o que mais prestígio e exposição oferece à marca Douro e à representatividade de toda a Região através de um único evento.
Neste campo, segundo estudo realizado pela multinacional Cision, o impacto financeiro mediático (AVE) foi  superior a 5,2 milhões de euros.

O mais impressionante em toda esta história é que atualmente este é um evento desenvolvido com zero cêntimos de dinheiros públicos, criando enorme impacto mediático e económico na Região.

De sublinhar que este é um evento realizado no interior profundo de Portugal, com uma empresa sedeada numa pequena aldeia do Douro Vinhateiro, Poiares da Régua, sustentando a motivação de uma pequena equipa nos pilares da paixão e da determinação.

Por Unknown | terça-feira, 13 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Alertado por agricultores e associações do sector preocupados com o desenvolvimento da praga da “vespa asiática” e a inércia de autarquias e autoridades estatais perante o flagelo,  o Grupo Parlamentar do PCP, através da deputada, Ana Virgínia Pereira, apresentou ao Ministério da Agricultura, da Floresta e do Desenvolvimento Rural um conjunto de perguntas, visando uma intervenção rápida e eficaz, para impedir a destruição da cultura do castanheiro na nossa região.

A praga da “vespa asiática” já dizimou cerca de oitenta por cento da produção da castanha em Itália e Espanha e foi detetada em Portugal, na região do Minho, em 2015.
Esta praga tem alastrado pelo país sem que as medidas necessárias para o seu combate se mostrem eficazes.

Nestes últimos dois anos, vários concelhos de Trás-os-Montes e Alto Douro foram fortemente atacados por esta praga. Mais de trinta autarquias e a REFcast - entidade ligada à investigação na UTAD -, criaram o programa Biovespa, tratamento biológico destinado a combater a vespa asiática com a introdução de parasitóides Tarymus Sinensis, método utilizado em Itália e Espanha e o único que obteve resultados.

Nestes países, o equilíbrio entre praga e parasita foi conseguido ao fim de três a quatro anos.

Os parasitas, importados de Itália, 120 fêmeas e 70 machos, custam cerca de 280 euros.

No concelho de Armamar, nesta primavera, chegou a praga a quase todos os soutos e é mais visível na zona de Monte Raso e noutras onde se situa a maioria dos castanheiros, que são a base de produção da castanha e de sustento para a economia local.

As medidas do Ministério da Agricultura, da Floresta e do Desenvolvimento Rural ou dos organismos dele dependentes, para enfrentar e combater esta praga são de desconhecimento generalizado. Até à presente data, a Câmara de Armamar não aderiu, a qualquer projeto que tenha como objetivo o combate a esta terrível praga.

Assim, em face deste quadro dramático para a preservação da produção de castanha no concelho de Armamar e regiões limítrofes, o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República solicitou ao Governo, por intermédio do Ministério da Agricultura, das Florestas e do Desenvolvimento da Rural, que preste os seguintes esclarecimentos:

Conhece o Governo este problema? Que medidas está a tomar ou já tomou para o debelar?  Que medidas profiláticas está a tomar para o combate a esta praga nesta região? Considerando o alastramento intensivo da praga, que plano existe para a enfrentar e debelar?  Atendendo às fortes quebras na produção e qualidade da castanha para a safra de 2017, prevê o Governo alguma medida de compensação para os produtores?

Em face da gravidade do problema, as organizações locais do PCP na região afectada, vão levar também a questão aos órgãos municipais onde têm representação e, em articulação com as organizações do sector, tudo fazer para que se tomem todas as medidas para estancar esta perigosa ameaça à produção de castanha em vastas regiões do nosso Distrito.

Por Unknown | quinta-feira, 23 de março de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Atualização: Já se encontra esgotado, 300 unidades vendidas

Diretamente da Academia do Centro de Frutologia Compal para a sua mesa, a 1ª Edição Limitada criada exclusivamente com fruta colhida nos pomares de dois formandos está pronta a ser provada.

Na Academia do Centro de Frutologia Compal, os formandos adquirem os conhecimentos necessários para se tornarem os fruticultores do futuro: verdadeiros mestres da fruta. Com uma profunda paixão pela terra, os formandos fazem visitas a pomares de norte a sul do país, onde passam por experiências que lhes permitem aliar a sabedoria ancestral à visão inovadora do presente, num saboroso regresso às origens.

E assim, dos pomares de Olívia Calvo e Márcio Pinheiro e como resultado de todo o conhecimento e inspiração, nasceu a 1ª Edição Limitada do Centro de Frutologia Compal. Aqui não existem acasos, tudo é pensado ao pormenor.

As Maçãs de Armamar, também conhecidas como Maçãs da Montanha, distinguem-se pela sua cor e sabor únicos. Márcio Pinheiro selecionou duas variedades de maçãs: a Golden, com uma polpa muito suculenta e perfumada, e a Reineta, de tonalidade dourada e com um sabor acidulado irresistível.

Por sua vez, de formato arredondado, muito suculento e aromático, o Limão de Resende deve o seu sabor ao pH dos solos da região de Resende, que lhe oferecem uma menor acidez e um toque alaranjado. Olívia Calvo escolhe cuidadosamente os limões que colhe do seu pomar, entre janeiro e setembro, para dar um gosto especial a esta combinação extraordinária.

O resultado é um agradável néctar com uma polposidade singular, onde o limão sobressai subtilmente e contrasta a sua acidez com a doçura da maçã. E porque a agricultura é a arte de saber esperar pelo momento certo, é o profundo conhecimento dos novos frutólogos que faz a diferença no distinto sabor desta edição exclusiva.

Esta edição limitada apenas se encontra a ser comercializada na loja online Saborista da Compal.

Características

Com uma polposidade singular, onde o limão sobressai subtilmente e contrasta a sua acidez com a doçura da maçã.

Ingredientes

Ingredientes: água, polpas de maçã golden (25%) e reineta (20%), açúcar, sumo de limão (2%). Teor de frutos: no mínimo 47%.

Declaração Nutricional
(composição aproximada por 100ml)

Valor Energético: 235 kJ (55 kcal)
Lípidos: 0 g
dos quais saturados: 0 g
Hidratos de Carbono: 14 g
dos quais açúcares: 11 g
Proteínas: 0 g
Sal: 0 g


Por Unknown | quarta-feira, 26 de outubro de 2016 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
Militares do Posto Territorial de Armamar, com a colaboração de militares do Núcleo de Investigação Criminal de Lamego detiveram ontem, dia 25 de outubro, um homem com 49 anos, por posse ilegal de armas e munições, em Santo Adrião.

No âmbito da investigação foi realizada uma busca domiciliária, onde foi apreendido:
•           Uma espingarda 12mm;
•           Uma carabina calibre .22;
•           Uma pistola 6,35mm;
•           57 munições 6,35mm;
•           Uma mala de transporte.

O detido foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência.