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G. D. Resende: Dois empates com sabor amargo a abrir o campeonato
sábado, 27 de setembro de 2014 Publicado por Notícias de Resende

Já começou a época para o Grupo Desportivo de Resende, época que, para já, fica marcada por dois empates.

O Campeonato da Divisão de Honra da A. F. de Viseu começou com a receção ao Mangualde, no dia 14 de Setembro pelas 17h00 no Estádio Municipal de Fornelos.

Pelo Grupo Desportivo de Resende, alinhou no onze inicial: Marco Duarte, João Mário, Rui Coelho, Rogério, Caio, Tiago Correia, André Correia, Gaio, Coutinho, César e Carlitos. No banco, o treinador Tomás tinha Diogo, Salgueiro, Daniel, Sala, Pirata e Rui Felisberto. Viriam a entrar em jogo, por substituição: Pirata, Rui Felisberto e Sala.

No Mangualde, o onze inicial era composto por: João Albuquerque, Pedro, Nelson, Anastácio, Vinicius, Célio, Filipe, Fábio Rebelo, Lucas, Fábio Marques e Paulita. No banco, o treinador Jorge Valente tinha Lucas, Rui Querido, João Lopes, Negrete, Sérgio, Pipo e Sarmento.

Apesar da tentativa do Resende controlar a partida desde cedo, um lance furtuito a meio da primeira parte veio derrubar aquilo que seria o plano e a ideia da equipa para o jogo, o Mangualde fazia assim o 0-1 e colocava-se em vantagem na casa do adversário.

Demorou alguns minutos, mas houve reação dos homens de Resende que resultou no ganho de uma grande penalidade, depois de André Correia ter sido derrubado quando tentava perfurar a defesa do Mangualde dentro da área. Outro André, o Coutinho, foi chamado a conversão e não falhou, reestabelecendo assim o empate no Municipal de Fornelos mesmo em cima do intervalo.

A segunda parte foi diferente: o G.D. Resende entrou decidido a dominar o jogo mas, um lance de bola parada veio mais uma vez demover a equipa resendense de qualquer objetivo. O Mangualde colocava-se de novo em vantagem, depois de um canto em que a bola passou toda a defesa e acabou dentro da baliza depois do homem do Mangualde apenas encostar. Erro defensivo que custou nova desvantagem em casa para o Grupo Desportivo de Resende. Mas, nem por tudo isto, a equipa da capital da cereja deixou de acreditar: continuou a controlar o jogo e a tentar o golo… mas, a arma secreta estava no banco. Tomás Bernardo lançou Pirata para o lugar de ponta de lança, e foi ele mesmo, que numa jogada de insistência marcou o golo a poucos minutos do fim, que viria a dar o resultado final e um mal menor, depois de o Grupo Desportivo de Resende estar em desvantagem por duas vezes.

O empate a duas bolas (2-2) foi o resultado final com a divisão de pontos entre as duas equipas.
No final do encontro, o treinador do Grupo Desportivo de Resende, em declarações, referiu que a equipa lutou pelos três pontos, tal como vai fazer em todos os jogos. “Na primeira parte fomos superiores, só houve uma equipa na primeira parte que quis marcar e essa equipa fomos nós. Acabamos por sofrer o golo num lance individual, onde fomos muito lestes nas coberturas e é um facto que acabamos por ter sorte em conseguir fazer o empate já em cima do intervalo. Na segunda parte, como normalmente acontece, os primeiros minutos são sempre mais mornos e até ao segundo golo do Mangualde as coisas estiveram equilibradas. Depois do golo, votamos a ser superiores, conseguimos novamente o empate e, com alguma sorte, podíamos até ter feito o 3-2 na parte final do encontro. Não é um resultado que me choca muito pelo que se passou em campo, acho que até se pode aceitar mas reitero que aqui hoje, neste campo, só o Resende quis ganhar.”

Rogério, jogador do Grupo Desportivo de Resende, também falou ao Notícias de Resende reforçando a ideia de que os primeiros jogos são sempre complicados porque as equipas muitas vezes não estão na máxima força afirmando que o Resende também não estava. “Temos alguns jogadores lesionados, outros castigados que nos fizeram alguma falta, mas apesar de tudo acho que estivemos bem. Sofremos dois golos que não podemos sofrer, mas no global acho que estivemos bem. Pelo jogo que fizemos, merecíamos ter ganho”, disse Rogério no final do encontro.

Na segunda jornada do Campeonato, os homens de Resende foram até Sernancelhe, no dia 21 de Setembro.

Um campo tradicionalmente difícil e onde o Resende não consegue singrar há algum tempo. Na época passada viria a perder por 1-0 na deslocação ao Complexo Desportivo da Pedreira, em Sernancelhe.

O onze inicial do Grupo Desportivo de Resende foi o mesmo que alinhara há uma semana no jogo frente ao Mangualde, já descrito em cima.

A primeira parte não correu bem à equipa visitante: o Resende não conseguiu tomar conta do jogo e demorou a conseguir posse de bola. O Sernancelhe tentava chegar ao golo mas a defesa do Resende, apesar de tudo, não concedia oportunidades claras de golo. O Resende também atacou e criou oportunidades mas sem sucesso. O jogo esteve muito partido na primeira parte, não havendo um claro domínio por qualquer uma das equipas.

Na segunda parte e à imagem do primeiro jogo, a equipa resendense reagiu e tomou conta do jogo, sendo esse o tónico de toda a segunda parte. Logo a abrir, Pirata que teria entrado para o lugar do lesionado César, que teve de ser assistido no hospital local, teve a oportunidade de fazer golo, numa jogada de contra-ataque em que fica praticamente isolado e cara a cara com o guarda-redes do Sernancelhe mas permite a defesa do mesmo.

O Resende continuou a construir jogadas de ataque mas que por este ou aquele motivo, ou até mesmo falta de sorte, não conseguiu concretizar em golo, apesar do domínio muito claro, principalmente nesta segunda parte.

Houve ainda tempo para ver entrar Rui Felisberto e Salgueiro, saindo Carlitos e Gaio, respetivamente.

E assim terminava a partida com um nulo, no Complexo Desportivo da Pedreira.

“Viemos com a estratégia de controlar o jogo, para que depois, à medida que o tempo fosse passando, nomeadamente depois do intervalo podermos arriscar um pouco mais. Foi isso que acabou por acontecer mas na segunda parte acordamos um bocadinho tarde, mais tarde do que o devíamos ter feito e apesar das oportunidades e de estarmos várias vezes em cima do adversário não conseguimos o golo. Tivemos também alguns azares: jogadores que saíram lesionados, outros que não saíram porque fizeram o esforço de continuar em campo. Não saímos daqui satisfeitos porque queríamos a vitória.”, concluiu Tomás Bernardo, treinador do Grupo Desportivo de Resende em jeito de balanço do jogo.

João Pereira
joaopereira@noticiasderesende.com

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