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Por Unknown | terça-feira, 11 de julho de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
Está patente no Mosteiro de Ancede, um dos monumentos da Rota do Românico, uma mostra produzida pela CCDR-N, Autoridade de Gestão do NORTE 2020, no contexto de uma campanha que destaca a prestação dos promotores do “ON.2 – O Novo Norte” (Programa Operacional Regional do Norte 2007/2013) na aplicação dos fundos da União Europeia. A exposição, que estará patente até 23 de julho, é de acesso livre e não necessita de marcação.

A campanha pretende assinalar o encerramento de um programa, que injetou 2,7 mil milhões de Euros na economia da região, cujo sucesso ficou a dever-se sobretudo ao empenho e à resiliência dos seus promotores. Dos cerca de 3.500 beneficiários, que incluem entidades públicas e micro e pequenas empresas, uma pequena mostra de promotores foram retratados pelos fotógrafos António Santos, Claude Médale e Egídio Santos para destacar o impacto da aplicação do apoio do ON.2 no desenvolvimento do seu projeto. Na materialização destes testemunhos, há uma forte presença de espelhos de modo a que os visitantes se sintam parte do universo de pessoas apoiadas pelos fundos europeus. Consulte o catálogo da exposição em www.ccdr-n.pt/onortesomosnos.

Além da exposição, a campanha, desenhada pelo Atelier João Borges, inclui um livro e um filme onde os promotores são desafiados a responder à questão de como encaram o papel de ser um “Rosto do Novo Norte”. Responsabilidade, sentimento positivo e orgulho são as mensagens reiteradas pelos participantes.

Por Unknown | quinta-feira, 6 de julho de 2017 | Publicado em , , , , , , , | Com 0 comentários
Resende é o destino do oitavo fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, que tem como cenário a Casa da Soenga, na freguesia de São Martinho de Mouro. Durante dois dias, 8 e 9 de julho, haverá, como vem sendo habitual, concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade. A entrada é gratuita.

No sábado, dia 8, “abre-se o pano” às 15h30, com a peça de teatro Mariela, pela companhia Nuvem Voadora. Mariela é grande, pesada e está apaixonada, às vezes... O mestre Sousa é um músico zarolho com ideias extravagantes. O mestre Sousa está apaixonado pela Mariela. O seu ajudante, Rodriguez, é um refugiado mexicano que tem pouca aptidão para a música e muita vontade de ajudar no êxito dos concertos do mestre Sousa. Dois personagens que vão surpreender o público com momentos hilariantes de humor, música e non sense!

A partir das 16h00, os jardins e recantos da Casa da Soenga transformam-se em palcos, onde escutaremos Ana, que desafia as potencialidades de uma só guitarra na forma audaz como manipula as dinâmicas acústicas; Homem em Catarse, com o reflexo da beleza da natureza, dos locais e das gentes do interior de Portugal nas cordas de uma guitarra e na poesia de uma voz; e Gobi Bear, alter-ego de Diogo Pinto, com acordes que se soltam por caminhos ou volteiam por labirintos, sempre guiados por uma voz meiga.

À noite, pelas 21h45, o palco principal instala-se no terreiro da Casa da Soenga para acolher os Birds are Indie. Let’s pretend the world has stopped, o novo disco do trio conimbricense, é já o seu terceiro longa-duração, a somar a alguns EP’s que foram editando desde 2010. Numa altura em que o presente se parece tornar obsoleto tão rapidamente, este é um álbum sobre a vontade de parar o mundo e ver o que acontece... às dúvidas e às certezas, ao amor e à solidão, à calma e à urgência.

Editado em formato digital, CD e vinil, a composição, gravação, mistura, masterização e o artwork foram totalmente feitos pela banda, à sua maneira, de forma independente. Por isso, ouvir este disco é como receber a Joana, o Jerónimo e o Henrique em casa. E esta casa é a Casa da Soenga.

No domingo, dia 9, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa prossegue, às 15h30, com a atuação do Grupo de Bombos “BomMouros”, uma coletividade de Resende, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Resende – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere –, pela Limite Zero. Romão, que tem andado em digressão com Festival, é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor... Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.
Às 17h30, o programa apresenta o seu último espetáculo, fechando com o concerto de comunidade Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artísticas do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Grupo Coral de Resende, o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende, de Cinfães, e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar”, de Lousada, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe concertos, espetáculos para famílias e novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).


Por Unknown | terça-feira, 4 de julho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Realiza-se de 9 a 15 de julho, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), o curso Cultural Tour Guiding. Theory & Practice; Skills and competences for guiding, interpretation and mediation in cultural tourism. Este curso internacional, lecionado em inglês, pretende dar a conhecer aos participantes princípios e técnicas fundamentais não só na orientação turística, mas também na interpretação do património cultural e da paisagem natural, entre outras competências.

Além de conteúdos teóricos, este curso intensivo desenvolverá práticas de campo em contextos naturais e culturais muito diferentes: centros históricos, museus, sítios arqueológicos, rotas culturais temáticas, vinhas e adegas, centros termais, locais com denominação de origem e interesse gastronómico registrados, entre outros. As aulas e atividades serão ministradas por professores, investigadores e especialistas de universidades e guias europeus com anos de experiência.

Das competências a adquirir ao longo desta semana, destacam-se as técnicas de interpretação do património, ferramentas de reflexão para uma melhor comunicação intercultural com os visitantes, novos conhecimentos científicos aplicáveis ao acompanhamento de grupos, dicas sobre como aplicar os princípios da sustentabilidade na prática ou ainda como estimular o espírito empreendedor.  
A maior parte do tempo os alunos estarão envolvidos em atividades práticas, enquanto podem disfrutar todo o bom desta região: ar livre puro, gastronomia e património cultural e natural.

Destaca-se a visita a São Pedro do Sul, a caminhada pelas Fisgas de Ermelo,  a visita ao local de produção do barro de Bisalhães – recentemente reconhecido como património cultural da UNESCO – e ainda uma prova de vinhos na Adega Cooperativa de Vila Real.

Por Unknown | terça-feira, 27 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
No feriado municipal, dia 29 de junho, pelas 18h00, vai ser inaugurada a nova loja “Descubra S. Pedro do Sul”, localizada na Rua Direita.

Com o objetivo de aumentar a oferta de informação turística a quem nos visita, promovendo e divulgando todos os pontos de interesse do concelho, este novo espaço vai também permitir a dinamização de uma das artérias comerciais da cidade.

Na Rua Direita os turistas encontram ainda a loja “Terras de S. Pedro”, inaugurada no passado mês de maio, onde podem conhecer e adquirir produtos da agricultura tradicional de S. Pedro do Sul.

A instalação destas duas novas lojas numa zona nobre e histórica da cidade representa mais uma forte aposta do Município na promoção turística e nos seus produtos endógenos.

Por Unknown | segunda-feira, 26 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
No próximo fim de semana, 1 e 2 de julho, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa monta o(s) palco(s) na Casa da Quinta da Calçada, em Oliveira do Douro, no concelho de Cinfães. O programa para os dois dias apresenta, como vem sendo habitual, concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade. A entrada é gratuita.

No sábado, dia 1, “abre-se o pano” às 15h30, com a peça de teatro Muita tralha pouca tralha, com direção artística de Catarina Requeijo, em coprodução com a Formiga Atómica Associação Cultural e o Teatro Maria Matos. Se o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa já anda em viagem desde maio, o casal Querido está pouco habituado a viajar. No entanto, decide ir ver a sua sobrinha Manela participar numa corrida de automóveis, mas antes da viagem é preciso preparar a bagagem. É aqui que os problemas começam. Levam o quê? Pouca tralha? Muita tralha? Apenas o essencial? Estas decisões difíceis podem complicar o início da viagem. Só o início?... É o que vamos ver.

A partir das 16h00, escutaremos Calcutá, ou seja, Teresa Castro, que viaja entre a folk, a psych, o surf rock, em ambiente quase lynchiano, taciturno e aliciante; o virtuoso guitarrista Marco Luz, de coração aberto para o céu; e Old Jerusalem, que depois de um período de interregno desde 2011, regressou às edições discográficas com A rose is a rose is a rose.

À noite, pelas 21h45, os Dead Combo tomam conta do palco principal. A sua música é indissociável dos espaços (físicos e mitológicos) que a geraram. Sem letras nem palavras, o duo de Tó Trips e Pedro Gonçalves canta o Tejo e Lisboa, Portugal e o Mediterrâneo, uma África idealizada e a vastidão da América, imaginada em Itália nos westerns de Morricone, majestosamente filmada por Wim Wenders e tocada por Ry Cooder.

Para cantarem estes retratos não precisam de uma voz. Precisam apenas de uma guitarra e de um contrabaixo, que, informados por uma certa vivência do rock’n’roll, conjuram anos e anos de música e atravessam continentes, reunindo o fado e os blues na mesma canção. A Bunch of Meninos é o mais recente capítulo de um dos mais belos e singulares corpos de trabalho produzidos em Portugal ao longo da última década.

No domingo, dia 2, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa prossegue, às 15h30, com a atuação das Concertinas do Vale do Bestança, um grupo cinfanense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Cinfães – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador –, pela Limite Zero. Romão, que tem andado em digressão com Festival, é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor... Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.

Às 17h30, o programa apresenta o seu último espetáculo, fechando com o concerto de comunidade Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende, de Cinfães, o Grupo Coral de Resende e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar”, de Lousada, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe concertos, espetáculos para famílias e novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

No âmbito do projeto “Territórios de Baixa Densidade – Low Density High Quality”, apoiado pelo NORTE 2020, a Dolmen – Desenvolvimento Local e Regional, em parceria com os Municípios de Baião, Cinfães e Resende e com o apoio da Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal, promove entre os dias 30 de junho e 02 de julho no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, o “Douro Verde | Sabores & Saberes”.

Quando se fala de territórios de baixa densidade pensa-se em territórios longínquos, situados no interior profundo de Portugal, que muitos abandonam por falta de oportunidades. Ora, esta iniciativa pretende contrariar esta tendência, sendo o Porto o local óbvio para o fazer, desde logo pela proximidade geográfica, estando a cerca de 60 km de distância destes territórios, representando em tempo, cerca de 45 minutos de distância.

Mas à escolha do Porto, enquanto local para a realização desta ação de marketing territorial, não é alheio o facto de ser um destino que está inquestionavelmente na moda, eleito pela terceira vez, pela European Best Destinations, como melhor destino de viagem na Europa, superando cidades de reconhecida relevância internacional, como sejam Madrid, Paris, Roma ou Viena, questão que se assume de extrema relevância, pelo facto da iniciativa estar enquadrada num projeto, que tem como objetivo principal o desenvolvimento de ações de apoio à internacionalização do territórios de baixa densidade e das micro e pequenas empresas aqui localizadas.

Uma nota ainda para o trabalho em rede subjacente a esta iniciativa, que por si é potenciadora dos resultados que se almejam, sendo aliás esta a filosofia de atuação subjacente ao trabalho desenvolvido pela Dolmen, enquanto entidade que promove o desenvolvimento económico e social do Território Douro Verde numa perspetiva supramunicipal, cujas fronteiras estendem-se para além de Baião, Cinfães e Resende, aos municípios de Amarante, Marco de Canaveses e Penafiel.

A inauguração oficial está agendada para o dia 30 de junho às 17 horas, prolongando-se pelo fim-de-semana, com uma programação diversa, estando em destaque os Produtos Locais, a Gastronomia & Vinhos, destacando-se a carne arouquesa, o anho assado os vinhos verdes e as cerejas de Resende, o Património & Cultura, o Turismo de Natureza, o Alojamento Turístico e muita animação.
Uma excelente oportunidade para (re)visitar o Douro Verde, no Porto.

Horários do evento:
Sexta-feira | 30 de junho das 17h às 24h
Sábado | 01 de julho das 10h30 às 24h
Domingo | 02 de julho das 10h30 às 22h

Por Unknown | sexta-feira, 23 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
- Apresentação à comunicação social do comboio recuperado, que fará o percurso diário entre Porto São Bento e Tua, ao longo das margens do Rio Douro.

- Será realizada uma pequena viagem entre Contumil e Ermesinde, com regresso (duração total: 30 minutos), para experienciação e recolha de imagens.

DESCRIÇÃO

Designado de MiraDouro, este novo serviço da CP – Comboios de Portugal resulta da recuperação de seis charmosas carruagens produzidas na década de 40 pela fabricante suíça Schindler e colocadas ao serviço na rede ferroviária nacional entre 1949 e 1977. Nesse período, estiveram quase vinte anos na Linha do Douro, para onde regressam agora, após um cuidadoso restauro levado a cabo pela EMEF - Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (do Grupo CP).

A tração será feita com uma locomotiva diesel dos anos 60, que mantém todas as características da sua época original.

Este comboio, ligará diariamente Porto Campanhã ao Tua, é uma resposta da CP à crescente procura turística sazonal pela região do Douro e, em particular, pelos serviços de transporte naquele é um dos mais belos trajectos ferroviários do país.

Por Unknown | sexta-feira, 9 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
A Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) participa, uma vez mais, numa das principais feiras de turismo da Europa, a TUREXPO GALICIA. Com o objetivo de dar a conhecer ao público espanhol o que existe de melhor no norte de Portugal, a TPNP aproveita para divulgar, no espaço total de 36 m2, a gastronomia e os vinhos da região. Esta é a segunda vez que a entidade participa com stand próprio no evento que conta já com a sétima edição.

Resultante da importância estratégica que a TPNP atribui ao Mercado Ibérico, a presença neste certame incide especialmente na promoção do norte do país enquanto destino ideal para viagens “City & Short Breaks” e “Viajar em Família”. Para isso, a entidade conta com a colaboração de 22 parceiros da região com uma participação ativa na Bolsa de Contratação, com mais de 500 reuniões agendadas com os Operadores Turísticos.

A Bolsa de Contratação Turística da Turexpo Galicia 2017 abriu as portas a mais de 44 operadores turísticos, oriundos de nove países emissores de turistas para a região da Galiza, nomeadamente, Alemanha, Brasil, Canadá, EUA, França, Grã-Bretanha, China, Polónia e Portugal.

A Turexpo Galicia é uma feira que se tem vindo a afirmar a nível europeu, tendo registado, em 2016, mais de 225 mil visitantes. O programa de atividades do evento inclui a degustação de produtos gastronómicos típicos, exibições de interesse turístico, bolsa de contratação turística e diversas apresentações. Na Bolsa de Contratação Turística, está prevista a presença cerca de 117 empresas turísticas, um acréscimo de 36 relativamente ao ano anterior, com variadas ofertas e destinos.

Por Unknown | terça-feira, 23 de maio de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
A quinta edição da Feira das Viagens ficou marcada por mais um êxito assinalável em termos de vendas, embora o número total de visitantes não tenha crescido comparativamente a 2016.

Este ano cerca de 17.000 pessoas visitaram a Feira das Viagens  - 7000 em Lisboa, 7000 no Porto e 3000 em Coimbra – tendo a maioria procurado destinos de praia como o Algarve, Baleares, Marrocos, Cuba, República Dominicana e Tailândia.

De acordo com um inquérito realizado à saída das Feiras junto de 400 visitantes cerca de 40% dos inquiridos informou ter comprado viagens na própria Feira e 52% manifestou interesse em comprar nos dias seguintes. A concretização de uma percentagem muito significativa de vendas pós feira foi já confirmada pelo maior parte dos expositores, que consideraram o resultado global bastante positivo.
O inquérito aos visitantes mostrou também que o público que se desloca à Feira das Viagens tem efetivamente o propósito de comprar (e não de fazer prospeção de mercado).  Esta tendência tem-se vindo a acentuar de ano para ano, sendo evidente que começa a existir uma fidelização dos visitantes ao evento e aos próprios expositores.

As viagens abaixo dos 1000€/pessoa representam cerca de 56% do total vendido e as viagens entre 1000€ e 2500€/pessoa cerca de 40%. Há ainda uma franja de 4% de visitantes que compra viagens acima dos 2500€/pessoa.

É também curioso registar que só 58% dos visitantes da Feira de Lisboa residem mesmo em Lisboa. Os restantes 42% residem nos Concelhos de Cascais, Sintra, Oeiras, Almada, Setúbal, Santarém e Loures. No Porto e em Coimbra a maior parte dos visitantes reside na própria cidade.

À semelhança do que aconteceu em anos anteriores as redes sociais continuam a ser o principal canal de divulgação da Feira, seguidas da televisão, imprensa e “passa palavra”.

No próximo mês a organização irá promover uma série de encontros personalizados com os expositores no sentido de recolher críticas e sugestões para a edição do próximo ano.
Por Unknown | quinta-feira, 18 de maio de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
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Por Unknown | terça-feira, 16 de maio de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Depois da estreia em Amarante, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa viaja este fim de semana, 20 e 21 de maio, até ao Marco de Canaveses, tendo como palco as Obras do Fidalgo, em Vila Boa de Quires.

Salvador Sobral é a figura de destaque desta jornada cultural, naquele que é o seu primeiro concerto após a vitória no Festival Eurovisão da Canção. No espetáculo agendado para sábado, dia 20, às 21h45, o músico traz-nos Excuse Me, o disco de estreia, resultado das viagens e das influências que foi recebendo ao longo do seu percurso artístico, que partem do jazz para o mundo.

Maioritariamente composto por temas originais, da autoria de Salvador Sobral e Leo Aldrey, não faltam dois standards de jazz com que o músico assume a forte influência desta estética no seu percurso. Um dos temas originais é de Luísa Sobral, que o compôs para o irmão, a quem ouvia cantar compulsivamente temas do cantor e trompetista norte-americano Chet Baker. Ao longo da narrativa do disco encontramos um bolero do pianista cubano Bola de Nieve, que retrata a paixão de Salvador Sobral pelos dialetos hispânicos e, em particular, pela América Latina. Ainda pelo sul da América, mas em português, apresenta-nos um tema do baiano Dorival Caymmi.

Mas antes da atuação de Salvador Sobral há programação para famílias e música para todos os gostos. O programa inclui, no dia 20, às 15h00, a peça de teatro para famílias Ephemeros, a vida num só dia, pela companhia Teatro em Caixa, seguindo-se, às 16h00, um ciclo de concertos com Filipe Sambado, Éme e Lavoisier.

No domingo, dia 21, às 15h30, o Festival retoma com um concerto do Grupo de Concertinas de Sobretâmega, seguindo-se, às 16h30, de um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho do Marco de Canaveses – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos quatro irmãos –, concebido pela Limite Zero. Romão é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E Romão é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor. Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Primeiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre duas coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão os Propagode, de Amarante, e o Rancho Folclórico de Baião, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Teresa Melo Campos e Ricardo Coelho.

Com entrada gratuita, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.



Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

A Casa da Companhia, em Penafiel, acolhe o Festival no fim de semana de 27 e 28 de maio. O programa inclui, no dia 27, a peça de teatro para famílias Baile das histórias, pela companhia Pé de Xumbo (15h00), um ciclo de concertos com de Turquoise, João Martins & Carlos Santos e Luca Argel (16h00) e um concerto de Sean Riley & The Slowriders (21h45) e, no dia 28, uma atuação do Grupo de Guitarras de Penafiel (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda da Pena Fiel, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

Celorico de Basto é o destino do quarto fim de semana do Festival, a 3 e 4 de junho, e tem como cenário a Casa da Boavista. O programa inclui, no dia 3, a peça de teatro para famílias Talvez, pela companhia Nuvem Voadora (15h00), um ciclo de concertos com Bié, Mute Swimmer e Manish Pingle (16h00) e um concerto de Celina da Piedade (21h45) e, no dia 4, uma atuação do Grupo de Cavaquinhos de Arnoia (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Castelo de Arnoia, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

De Celorico de Basto percorremos o caminho até Felgueiras, que nos leva à Casa de Simães, no fim de semana de 10 e 11 de junho. O programa inclui, no dia 10, a peça de teatro para famílias Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália (15h30), um ciclo de concertos com Dawn Bird, José Valente e Valter Lobo (16h00) e um concerto dos First Breath After Coma (21h45) e, no dia 11, uma atuação dos Audivi Vocem (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | quinta-feira, 11 de maio de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa chega a Marco de Canaveses no fim-de-semana de 20 e 21 de maio, tendo como cenário as Obras do Fidalgo. Uma exuberante fachada de estilo barroco do séc. XVIII, classificada Imóvel de Interesse Público.

A iniciativa da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa em parceria com os municípios que a integram, e desenvolvida em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal tem as casas, quintas e solares barrocos da região como ponto de referência.

São 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

De entrada livre, o Festival viaja então, nos dias 20 e 21 de maio, até ao Marco de Canaveses, nas Obras do Fidalgo.

No sábado, dia 20, o Festival tem início às 15h00, com a peça de teatro para famílias “Ephemeros, a vida num só dia”, pela companhia Teatro em Caixa. O programa prossegue, às 16h00, com um ciclo de concertos com Filipe Sambado, Éme e Lavoisier. À noite, pelas 21h45, concerto de SALVADOR SOBRAL.

Domingo, 21 de maio, às 15h30, atuação do Grupo de Concertinas de Sobretâmega, seguindo-se, às 16h30, o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos quatro irmãos, pela Limite Zero. O Festival termina, pelas 17h30, com um concerto de comunidade Primeiro Andamento.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Até 23 julho, acompanhe os fins-de-semana que o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa preparou para si.

Por Unknown | segunda-feira, 8 de maio de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Foi em Amarante, no Solar dos Magalhães, uma das 10 quintas e solares barrocos do Tâmega e Sousa, que começou a primeira jornada cultural do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, uma iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e desenvolvida em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal.

O programa convidava a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, à deambulação pelo património ao som artistas de referência nacional e internacional, à descoberta de lendas, crenças e imaginários e à (re)descoberta das comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e essa missão foi amplamente cumprida.

No primeiro dia do Festival, sábado, dia 6, registou-se uma participação muito significativa de crianças e pais, que se deliciaram com as peças de teatro O Zé do Telhado e O Castelo Assombrado, pela companhia Marionetas da Feira. No dia seguinte, domingo, dia 7, a animação infantil regressou com um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Amarante – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Penedo da Moura –, concebido pela Limite Zero.

Ainda no sábado, houve música para todos os gostos... Trio de Cordas Ricardo Tojal, nas escadas do Solar, Captain Boy, na lareira, e Filho da Mãe, noutra divisão da casa, preencheram a tarde com apresentações musicais que, em conjunto com o público, deram vida a um local que é hoje uma ruína cheia de história e significado.

A noite ficou reservada para o concerto dos Virgem Suta, que atuaram com o Solar dos Magalhães como cenário. O espetáculo terminou com a subida ao palco, a convite da banda, das centenas de fãs que assistiam ao concerto.

Já no domingo, ao princípio da tarde, a Tuna de Fridão trouxe ao primeiro fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa a música do concelho de Amarante. A festa terminou, ao final da tarde, com um concerto de comunidade, Primeiro Andamento, que juntou no palco duas coletividades artística do Tâmega e Sousa – os Propagode, de Amarante, e o Rancho Folclórico de Baião –, que presentearam o público com uma nova criação musical, construída em conjunto.

No fim de semana de 20 e 21 de maio o Festival viaja até ao Marco de Canaveses, tendo como palco as Obras do Fidalgo. O programa inclui, no dia 20, a peça de teatro para famílias Ephemeros, a vida num só dia, pela companhia Teatro em Caixa (15h00), um ciclo de concertos com Filipe Sambado, Éme e Lavoisier (16h00) e um concerto de Salvador Sobral (21h45) e, no dia 21, uma atuação do Grupo de Concertinas de Sobretâmega (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos quatro irmãos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Primeiro Andamento (17h30).

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

A Casa da Companhia, em Penafiel, acolhe o Festival no fim de semana de 27 e 28 de maio. O programa inclui, no dia 27, a peça de teatro para famílias Baile das histórias, pela companhia Pé de Xumbo (15h00), um ciclo de concertos com de Turquoise, João Martins & Carlos Santos e Luca Argel (16h00) e um concerto de Sean Riley & The Slowriders (21h45) e, no dia 28, uma atuação do Grupo de Guitarras de Penafiel (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda da Pena Fiel, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).
Celorico de Basto é o destino do quarto fim de semana do Festival, a 3 e 4 de junho, e tem como cenário a Casa da Boavista. O programa inclui, no dia 3, a peça de teatro para famílias Talvez, pela companhia Nuvem Voadora (15h00), um ciclo de concertos com Bié, Mute Swimmer e Manish Pingle (16h00) e um concerto de Celina da Piedade (21h45) e, no dia 4, uma atuação do Grupo de Cavaquinhos de Arnoia (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Castelo de Arnoia, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

De Celorico de Basto percorremos o caminho até Felgueiras, que nos leva à Casa de Simães, no fim de semana de 10 e 11 de junho. O programa inclui, no dia 10, a peça de teatro para famílias Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália (15h30), um ciclo de concertos com Dawn Bird, José Valente e Valter Lobo (16h00) e um concerto dos First Breath After Coma (21h45) e, no dia 11, uma atuação dos Audivi Vocem (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | quinta-feira, 4 de maio de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
De 26 a 28 de maio de 2017 Resende recebe um fim de semana gastronómico, dedicado aos pratos mais tradicionais deste concelho: o anho assado com arroz de forno e as cavacas, como sobremesa.

Uma iniciativa do Município em parceria com a Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal que vai levar à mesa de 10 restaurantes estes pratos deliciosos, desde o jantar de sexta-feira (dia 26 de maio), até ao almoço de domingo (dia 28 de maio), com oferta de um copo de vinho de boas vindas à região. Não perca esta oportunidade de apreciar os sabores tradicionais de Resende e, naquele fim de semana, almoçe ou jante num dos restaurantes aderentes: A Barraca, Bengalas, Das Caldas, Douro à Vista, Douro Park Hotel, Gentleman, O Desgraçadinho, O Emigrante, Paga Tu e Tasquinha do Zé.

Há, ainda, um desconto de 20% em alojamento nas noites de sexta e sábado nos seguintes estabelecimentos hoteleiros: Douro Park Hotel, Hotel Comércio, Quinta de Casal Mato, Quinta da Graça, Quinta das Lamas e Salgueirinhos, Quinta do Outeiro e Vald’ Aregos - Turismo Rural.

Destacamos que no domingo, dia 28 de maio, celebra-se a Romaria a Santa Maria de Cárquere, que todos os anos se realiza no 4.º Domingo de maio. Trata-se de uma grandiosa romaria religiosa, cuja origem recua até à Alta Idade Média, que decorre durante todo o dia, onde a povoação de todas as freguesias vizinhas visitam o santuário em procissões com as suas cruzes e os seus estandartes. Os rituais desta romaria continuam a ser praticados segundo a tradição, constituindo um marco de religiosidade na diocese de Lamego e na região.

Anho assado com arroz de forno, acompanhado pelo bom vinho da região, cavacas, e, ainda, as cerejas que nesta época estão ao rubro em Resende, são o pretexto perfeito para aproveitar os descontos que as unidades hoteleiras praticam naquele fim de semana e, assim, juntar os prazeres da boa mesa a um passeio pelas paisagens magníficas que o rio Douro nos oferece nesta região.

Por Unknown | | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Começa este fim de semana, 6 e 7 de maio, no Solar dos Magalhães, no centro da cidade de Amarante, a primeira jornada cultural do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, uma iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e desenvolvida em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Entre 6 de maio e 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

Com entrada gratuita, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional . É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

No sábado, dia 6, o Festival abre com um programa para famílias, apresentando, pelas 15h30, as peças de teatro O Zé do Telhado e O Castelo Assombrado, pela companhia Marionetas da Feira. Segue-se, às 16h00, um ciclo de concertos para pequenos e graúdos com o Trio de Cordas Ricardo Tojal, Captain Boy e Filho da Mãe.

À noite, pelas 21h45, sobem ao palco os Virgem Suta. A banda, constituída por Nuno Figueiredo e Jorge Benvinda, transpira portugalidade e assume-o. Mas é tão contemporânea que a raiz portuguesa só lá está porque não tem outro remédio. Assim, tocam adufe e cavaquinho, porque é isso que lhes é natural. A isto aliam uma ironia que aparece a espaços, insólita, não de riso fácil, mas daquele que só é esboçado depois de se ter desconstruído a mensagem.

No domingo, dia 7, às 15h30, o Festival retoma com um concerto da Tuna de Fridão, seguindo-se, às 16h30, de um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Amarante – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Penedo da Moura –, concebido pela Limite Zero. Romão é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E Romão é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor. Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.

O programa continua, às 16h00, com um concerto de comunidade, Primeiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre duas coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão os Propagode, de Amarante, e o Rancho Folclórico de Baião, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Teresa Melo Campos e Ricardo Coelho.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa
No fim de semana de 20 e 21 de maio o Festival viaja até ao Marco de Canaveses, tendo como palco as Obras do Fidalgo. O programa inclui, no dia 20, a peça de teatro para famílias Ephemeros, a vida num só dia, pela companhia Teatro em Caixa (15h00), um ciclo de concertos com Filipe Sambado, Éme e Lavoisier (16h00) e um concerto de Salvador Sobral (21h45) e, no dia 21, uma atuação do Grupo de Concertinas de Sobretâmega (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos quatro irmãos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Primeiro Andamento (17h30).

A Casa da Companhia, em Penafiel, acolhe o Festival no fim de semana de 27 e 28 de maio. O programa inclui, no dia 27, a peça de teatro para famílias Baile das histórias, pela companhia Pé de Xumbo (15h00), um ciclo de concertos com de Turquoise, João Martins & Carlos Santos e Luca Argel (16h00) e um concerto de Sean Riley & The Slowriders (21h45) e, no dia 28, uma atuação do Grupo de Guitarras de Penafiel (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda da Pena Fiel, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

Celorico de Basto é o destino do quarto fim de semana do Festival, a 3 e 4 de junho, e tem como cenário a Casa da Boavista. O programa inclui, no dia 3, a peça de teatro para famílias Talvez, pela companhia Nuvem Voadora (15h00), um ciclo de concertos com Bié, Mute Swimmer e Manish Pingle (16h00) e um concerto de Celina da Piedade (21h45) e, no dia 4, uma atuação do Grupo de Cavaquinhos de Arnoia (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Castelo de Arnoia, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

De Celorico de Basto percorremos o caminho até Felgueiras, que nos leva à Casa de Simães, no fim de semana de 10 e 11 de junho. O programa inclui, no dia 10, a peça de teatro para famílias Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália (15h30), um ciclo de concertos com Dawn Bird, José Valente e Valter Lobo (16h00) e um concerto dos First Breath After Coma (21h45) e, no dia 11, uma atuação dos Audivi Vocem (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

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A candidatura já foi aprovada e as obras poderão arrancar em breve. A primeira fase do projeto do “Parque Natureza do Alto Paiva” vai contemplar, para já, a criação de um percurso pedonal ao longo do rio Paiva, o curso de água menos poluído da Europa, e outro motorizado através das vias nacionais e municipais que atravessam o território entre as aldeias do Senhor dos Aflitos e Segões. Tudo numa área do concelho que pertence à Rede Natura 2000 (1414 hectares), espaço que apresenta grande biodiversidade, cujo valor biológico é inestimável, constituindo-se mesmo como um elemento identitário. “Trata-se de uma herança natural que devemos gerir e preservar de modo a poder transmiti-la às gerações futuras”, enfatiza José Eduardo Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira.

A primeira fase da candidatura (aprovada pelo “Portugal 2020”) inclui ainda a realização de um estudo sobre a fauna, flora e habitats do território para futura publicação e a criação de um portal digital interativo. O número de visitantes estimados em 2020 aponta para cinco mil por ano.

Depois, para a segunda fase, cujo projeto está já em execução, serão criados no parque uma rede de vários passadiços, um centro de interpretação ambiental, duas estações de biodiversidade, um edifício para receção do turista, com loja de conveniência e lembranças, entre outras infraestruturas de apoio e promoção turística. Tudo em ligação com o planalto da Nave, circunscrito aos limites administrativos do município de Moimenta da Beira, planalto que encerra um importantíssimo conjunto de 24 monumentos megalíticos; e ainda em ligação com a nascente do rio Paiva, na aldeia de Carapito, freguesia de Peravelha.

O centro interpretativo será um local de desenvolvimento de projetos educativos ligados à fauna e flora, e ainda o estudo e divulgação dos costumes das aldeias tradicionais integrantes: Senhor dos Aflitos, Granja do Paiva, Ariz, Soutosa, S. Martinho, Peva e Segões.

A aposta na designação “Alto Paiva” foi a eleita tendo em conta dois objetivos: atrair turistas ao rio menos poluído da Europa, aproveitando a afamada distinção ambiental como uma mais-valia; e desvendar a sua planáltica nascente granítica.

Por Unknown | terça-feira, 2 de maio de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Em março, no dia 18, Moimenta da Beira esteve na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL). Menos de um mês depois, de 7 a 9 de abril, marcou presença na “Porto Welcome Center”, a maior loja de turismo do mundo, para promover os seus principais produtos endógenos. Agora, desde sexta, 28 de abril, até esta segunda-feira, 1 de maio, promove-se na cidade da Guarda, na Feira Ibérica de Turismo (FIT).

O certame, inaugurado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, tem Cabo Verde como país convidado. A representar o arquipélago, veio o seu ministro da Economia, José da Silva Gonçalves. Ora, tanto Marcelo Rebelo de Sousa como o governante caboverdiano, detiveram-se no expositor de Moimenta da Beira e apreciaram a maçã de Moimenta, os espumantes e vinhos Terras do Demo, as natas “Demo de Maçã” e os cocktails ‘Ar d’Rio’. Os visitantes, esses também aplaudiram os produtos, degustando-os até mais não, sempre com as desconcertantes "Marias Malucas, Romeiras de Portugal" por perto.

Para a posteridade, fica a ‘selfie’ que o Presidente da República fez questão de tirar com as colaboradoras do expositor de Moimenta da Beira: Ana, Cristina e Márcia.

No dia inaugural esteve também o presidente da autarquia, José Eduardo Ferreira, e o presidente da Cooperativa Agrícola do Távora, João Silva.
Por Unknown | sábado, 29 de abril de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
Decorreu ontem, dia 28, na Quinta da Aveleda, em Penafiel, a apresentação oficial do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, uma iniciativa promovida Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa), em articulação com os municípios que a integram e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal.

A sessão contou com a presença do Presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa, Inácio Ribeiro, da representante do Diretor Regional de Cultura do Norte, Fernanda Araújo, do Presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, Melchior Moreira, do Vogal da Autoridade de Gestão do Norte 2020 – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Jorge Nunes, e do Diretor Executivo da Opium, entidade responsável pela direção executiva e artística do Festival, Carlos Martins.

Inácio Ribeiro destacou o papel do barroco enquanto elemento de união do território do Tâmega e Sousa, servindo de mote a uma iniciativa cultural conjunta – o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa – pensada para todos os públicos.

Este trabalho em rede foi também apontado por Fernanda Araújo como uma das características incontornáveis do evento, que salientou, ainda, o facto de este assumir uma nova abordagem em relação ao património, ao percecioná-lo como mediador de expressões artísticas e turísticas, indo, assim, ao encontro da missão da Direção Regional de Cultura do Norte.

O empenho dos municípios no quadro da articulação intermunicipal mereceu igualmente o enfoque de Jorge Nunes, que reconheceu os esforços encetados pelo Tâmega e Sousa em termos de cooperação e associativismo.

Carlos Martins fez referência ao grande desafio do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa: valorizar o património, em particular o de estilo barroco, do ponto da vivência, dando-lhe novas leituras e tornando-o mais atrativo. Na sua perspetiva, este Festival é sinónimo de festa e de celebração, mas é, sobretudo, um convite a viver o património, a conhecer as quintas, a maioria privadas, criando espaços onde as pessoas podem contactar com as comunidades locais e as suas expressões artísticas e conhecer artistas de referência nacional e internacional.

Para Melchior Moreira o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um projeto inovador, com potencial para ser replicado por outras Comunidades Intermunicipais, pela sua escala, pela ligação entre a cultura e o turismo e pela capacidade de atração de novos públicos.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, que decorre entre 06 de maio e 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo quintas barrocas dos municípios do Tâmega e Sousa, propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O primeiro fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa arranca nos dias 6 e 7 de maio, sábado e domingo, no Solar dos Magalhães, no centro da cidade de Amarante. No sábado, dia 06, o festival tem início às 15h30, com as peças de teatro para famílias O Zé do Telhado e O Castelo Assombrado, pela companhia Marionetas da Feira, seguindo-se, pelas 16h00, um ciclo de concertos com o Trio de Cordas Ricardo Tojal, Captain Boy e Filho da Mãe. À noite, pelas 21h45, sobem ao palco os Virgem Suta.

No domingo, às 15h30, atua a Tuna de Fridão, seguida, às 16h30, de um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Amarante – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Penedo da Moura –, concebido pela Limite Zero. O programa continua, às 16h00, com um concerto de comunidade – Primeiro Andamento –, com direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Teresa Melo Campos e Ricardo Coelho com Propagode (Amarante), Rancho Folclórico de Baião e Rancho Folclórico de Santa Maria de Maureles (Marco de Canaveses).

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No fim de semana de 20 e 21 de maio o Festival viaja até ao Marco de Canaveses, tendo como palco as Obras do Fidalgo. O programa inclui, no dia 20, a peça de teatro para famílias Ephemeros, a vida num só dia, pela companhia Teatro em Caixa (15h00), um ciclo de concertos com Filipe Sambado, Éme e Lavoisier (16h00) e um concerto de Salvador Sobral (21h45) e, no dia 21, uma atuação do Grupo de Concertinas de Sobretâmega (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos quatro irmãos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Primeiro Andamento (17h30).

A Casa da Companhia, em Penafiel, acolhe o Festival no fim de semana de 27 e 28 de maio. O programa inclui, no dia 27, a peça de teatro para famílias Baile das histórias, pela companhia Pé de Xumbo (15h00), um ciclo de concertos com de Turquoise, João Martins & Carlos Santos e Luca Argel (16h00) e um concerto de Sean Riley & The Slowriders (21h45) e, no dia 28, uma atuação do Grupo de Guitarras de Penafiel (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda da Pena Fiel, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

Celorico de Basto é o destino do quarto fim de semana do Festival, a 3 e 4 de junho, e tem como cenário a Casa da Boavista. O programa inclui, no dia 3, a peça de teatro para famílias Talvez, pela companhia Nuvem Voadora (15h00), um ciclo de concertos com Bié, Mute Swimmer e Manish Pingle (16h00) e um concerto de Celina da Piedade (21h45) e, no dia 4, uma atuação do Grupo de Cavaquinhos de Arnoia (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Castelo de Arnoia, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

De Celorico de Basto percorremos o caminho até Felgueiras, que nos leva à Casa de Simães, no fim de semana de 10 e 11 de junho. O programa inclui, no dia 10, a peça de teatro para famílias Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália (15h30), um ciclo de concertos com Dawn Bird, José Valente e Valter Lobo (16h00) e um concerto dos First Breath After Coma (21h45) e, no dia 11, uma atuação dos Audivi Vocem (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Segundo Andamento (17h30).

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Mint & Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | quarta-feira, 26 de abril de 2017 | Publicado em , , , , | Com 0 comentários
O Bar de Gelo Viseu e a Pista de Gelo, no Palácio do Gelo Shopping, promovem no próximo dia 27 de abril, às 17 horas, uma sessão “Ice, Ice Baby”, destinada aos profissionais de hotelaria e restauração da cidade de Viseu. A iniciativa tem como objetivo proporcionar àqueles profissionais uma intensa experiência de gelo, convidando-os a conhecer o ambiente renovado deste espaço exclusivo e único no país, a degustar alguns dos cocktails servidos em ambiente glaciar, assim como visitar a Pista de Gelo, a única em Portugal em funcionamento durante todo o ano. A ação visa também potenciar sinergias entre os profissionais locais e regionais deste setor de atividade na promoção da cidade, sob o mote “2017 - Ano Oficial para Visitar Viseu”.

Esta ação conta o apoio e colaboração na divulgação da Entidade Turismo Centro de Portugal, da Agência de Promoção Turística Centro de Portugal e da AHRESP, inserindo-se na campanha “Ice, Ice Baby”, que se destina ao público em geral e que tem como motor promover experiências ligadas ao gelo nos destinos Viseu e Região Centro, nomeadamente nas duas únicas estruturas no país em funcionamento 365 dias por ano dedicadas à temática do gelo: a Pista de Gelo do Palácio de Gelo Shopping e o Bar de Gelo Viseu.

Construído com 35 toneladas de gelo, proveniente dos glaciares do Canadá, o Bar de Gelo Viseu é uma estrutura inteiramente feita de gelo, desde o balcão de gelo à zona de estar, passando pelo mobiliário e pelos copos, onde são servidos os mais originais e saborosos cocktails. A esta experiência no gelo junta-se ainda o prazer de patinar livremente numa superfície de gelo com 600m2, na qual é possível experimentar e desfrutar da modalidade. A estrutura, localizada no Palácio do Gelo Shopping, possibilita a patinagem num regime de diversão para todas as idades e disponibiliza técnicos e meios de apoio que permitem, mesmo aos mais inexperientes, sentirem o prazer de deslizar no gelo.

Por Unknown | | Publicado em , , | Com 0 comentários
O município de Penedono vai marcar presença na 4.ª edição da Feira Ibérica de Turismo (FIT), que decorre entre 28 de abril e 1 de maio na Guarda, uma decisão da Câmara Municipal que tem como objetivo a promoção dos produtos endógenos e da identidade histórica e cultural da região.

Depois do sucesso da participação na edição deste ano da BTL em Lisboa, a autarquia de Penedono continua a apostar na sua estratégia de divulgação e promoção dos grandes eventos culturais e turísticos que integram o calendário anual do município, como forma de afirmar a região como um destino turístico claramente temático e diferenciador. “Cada vez mais, a divulgação de um território é essencial para a consolidação da sua identidade e para estimular o desenvolvimento económico-social local, e é neste contexto que se enquadra a nossa presença neste evento”, afirma Carlos Esteves, Presidente da Câmara Municipal.

Serão apresentados no Castelo de Penedono (stand do município na FIT), através de mostras e degustações, alguns produtos endógenos do concelho como os enchidos, o queijo e a doçaria regional. Outro momento de relevo será a apresentação da Feira Medieval, o maior evento do concelho, que em conjunto com a apresentação pública do vídeo promocional “Penedono, Memória dos Tempos Medievais”, pretende reforçar a identidade, a essência e a ancestralidade desta vila medieval. Ouvir-se-ão também os ritmos medievais através do grupo "Jograis do Magriço". Na participação deste ano, o Município irá privilegiar a interação com os mais novos através das “lendas e trovas de encantar contadas às crianças” e de diversas oficinas de trabalho dedicadas às crianças.

Este certame representa também uma oportunidade no relacionamento com operadores turísticos de Portugal e Espanha. “O ano passado foi a primeira vez que Penedono participou na FIT e como o balanço foi muito positivo decidimos que fazia todo o sentido voltar este ano. É um evento importante não só pela nossa proximidade geográfica com Espanha que permite mostrar o que de melhor aqui se faz além-fronteiras, mas também porque nos permite reforçar, uma vez mais, a aposta que temos vindo a fazer na divulgação da nossa identidade e na valorização das iniciativas locais”.

Com um programa variado, o Município de Penedono pretende mostrar que é um destino para descobrir nas quatro estações do ano e convidar todos a visitar esta terra especial.