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Por Unknown | sexta-feira, 3 de novembro de 2017 | Publicado em , | Com 0 comentários
A Associação Empresarial de Resende já tem em funcionamento a sua mais recente ferramenta de divulgação e apoio empresarial – website institucional, resultante do Projeto Novo Rumo a Norte “Capacitação das Associações”, apoiado pela AEP – Associação Empresarial de Portugal.

A página web, que ainda está a ser otimizada e se encontrará constantemente em construção para melhor servir os seus visitantes, é mais um instrumento fulcral para o desenvolvimento do objetivo da AER, isto é, a promoção, apoio e fomento do tecido empresarial de Resende.

Através da sua homepage aeresende.com, a Associação apresenta-se, divulga as suas atividades, parcerias, notícias de relevante interesse empresarial, promove as empresas da região, pretendendo ainda desenvolver a promoção no site da oferta turística que o concelho de Resende tem para oferecer, nomeadamente as belas paisagens, o vastíssimo património histórico, gastronómico e cultural.

Esta é mais uma iniciativa que a AER desenvolve para apoiar as empresas, os empresários, a região e assim dar mais visibilidade a Resende a todos sem exceção.
Não deixe de visitar o website da AER em aeresende.com .

Por Unknown | | Publicado em , , | Com 0 comentários
Iniciou no passado dia 25 de outubro do corrente ano mais uma ação de formação promovida pela Associação Empresarial de Resende e a Agito, Formação & Serviços, Lda., tendo como destinatários ativos empregados, permitindo também a participação de desempregados.

Língua Inglesa – logística e distribuição são as UFCD’s desta ação formativa que irá ocupar mais de duas dezenas de formandos, durante 50 horas, visto a relevância e importância que a língua inglesa detém no mercado de trabalho e em tantas outras vertentes.

Mais uma vez a AER cumpre a sua premissa habitual, isto é, dotar a população ativa e desempregada de Resende de conteúdos formativos úteis, adequados às reais necessidades e que possibilitem a entrada ou permanência no mercado de trabalho cada vez mais competitivo e exigente.

A Associação Empresarial de Resende tem no momento uma oferta formativa variada e ampla que irá desenvolver este ano e no decorrer do próximo ano nas áreas de comercial, línguas, ciências informáticas, trabalho social e orientação, gestão e administração, eletrónica e telecomunicações, segurança e higiene no trabalho, entre outras.

Por Unknown | quarta-feira, 19 de julho de 2017 | Publicado em , | Com 0 comentários
A Associação Empresarial de Resende (AER) encontra-se a dinamizar o seu mais recente projeto, o “RESENDE EMPREENDE”, que está centrado na promoção do empreendedorismo, mais concretamente o empreendedorismo qualificado e criativo na região de Resende. Através do “RESENDE EMPREENDE” a AER procura incentivar a capacidade empreendedora dos Resendenses, incentivando-os a criar ideias e negócios criativos e inovadores, que originem novas empresas e fomentem a criação de emprego.

Com este projeto a AER vai realizar um conjunto de ações que têm como objetivo principal a criação de condições que favoreçam o surgimento de novas empresas e empresários, apelando ao espírito de iniciativa e perseverança dos novos empreendedores, dotando-os de todas as ferramentas necessárias à criação e arranque do negócio. Serão encetadas várias ações de entre as quais se destacam: Elaboração de um conjunto de estudos diagnóstico sobre o território de Resende e de guias práticos de apoio ao empreendedorismo e à promoção da competitividade; Workshops temáticos dedicados ao empreendedorismo e criação de empresas, que versarão sobre os temas “ABC do Empreendedorismo”, “Como desenvolver um Plano de Negócio”, “Metodologias de financiamento” e “Importância do processo de internacionalização”; Rede de apoio ao empreendedorismo; Desenvolvimento de uma plataforma informática de apoio aos beneficiários do projeto.

O “RESENDE EMPREENDE” promoverá ainda um Concurso de Ideias/Prémio de Empreendedorismo com a finalidade de desenvolver e sensibilizar para o empreendedorismo qualificado, despertar a criatividade dos potenciais empreendedores, assim como desenvolver competências empreendedoras e cimentar ideias de negócio. Os três primeiros classificados deste concurso terão direito a um pequeno prémio monetário, à elaboração de um plano de negócios, ao desenvolvimento de imagem/marca corporativa, à criação de uma página Web e a consultoria especializada prestada por um consultor sénior para apoio ao arranque do negócio.

O “RESENDE EMPREENDE” irá assim criar condições para o florescimento de novas ideias de negócio que se pretende que deem origem a novas empresas, contribuindo desta forma para a criação de emprego e para o reforço da competitividade do tecido empresarial de Resende.

O “RESENDE EMPREENDE” é desenvolvido através do NORTE 2020, no âmbito do Sistema de Apoio a Ações Coletivas, sendo co-financiado pelo FEDER.

Por Unknown | terça-feira, 18 de julho de 2017 | Publicado em , | Com 0 comentários
A Associação Empresarial de Resende e a Liga dos Chineses em Portugal assinaram no dia 17 de julho de 2017, no Douro Park Hotel em Arêgos, um Protocolo de Parceria de enorme relevância para a região de Resende.

Contando com as presenças do Presidente da Liga dos Chineses em Portugal, o senhor Y Ping Chow, com o Presidente e da Vice-Presidente da Associação Empresarial de Resende, respetivamente o senhor Joaquim da Conceição Sousa e Doutora Anabela Ribeiro de Oliveira, o Protocolo foi assinado na presença de alguns empresários de Resende que tiveram oportunidade de assistir à cerimónia de assinatura.

O Presidente da Associação Empresarial de Resende destaca que este “é mais um passo gigante que a AER dá para promover as empresas, as gentes e o território de Resende”, frisando que “esta parceria tem como objetivo a prossecução do desenvolvimento de atividades que potenciem o crescimento, expansão, sinergias e criação de empresas, assim como a promoção do território em que ambas as entidades atuam, tal como os seus produtos, cultura e tradições”.

É uma Parceria de especial relevância tendo em conta a atual preponderância que o mercado chinês tem vindo a demonstrar em todo o território nacional e que dará certamente muitos frutos em Resende tendo em conta o potencial histórico, gastronómico, turístico e empresarial do nosso concelho.

Por Unknown | quarta-feira, 12 de julho de 2017 | Publicado em , | Com 0 comentários
A Associação Empresarial de Resende e a Liga dos Chineses em Portugal vão celebrar, no próximo dia 17 de julho, um Protocolo de Parceria com o enfoque no fomento, criação e desenvolvimento empresarial e a divulgação do território das regiões em que ambas atuam. É um Protocolo com uma incomensurável importância dada a natureza e objetivo das entidades envolvidas, cujo mérito é amplamente reconhecido.

O evento de assinatura do Protocolo decorrerá no Douro Park Hotel, em Caldas de Arêgos, pelas 15h30m, no dia 17 de julho. A Associação Empresarial de Resende convida todos os seus sócios, empresários e todos os interessados a estarem presentes neste dia tão importante para o concelho de Resende.

Por Unknown | terça-feira, 11 de julho de 2017 | Publicado em , , , , , , | Com 0 comentários
Na sua penúltima expedição cultural, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa visita o concelho de Paços de Ferreira, que o acolhe no próximo fim de semana, nos dias 15 e 16 de julho. O Solar dos Brandões, em Sanfins, que é também a “casa” do Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins, abre as suas portas, desta feita para concertos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 15, às 15h00, com a peça de teatro Mito móvel, de Vera Alvelos, um espetáculo sobre mitos, ou seja, sobre histórias do fundo dos tempos que nos levam até ao início das coisas. Neste acontecimento teatral, uma escultura é “mitómóvel”, pois contém em si a substância para contar estas histórias e viaja pela mão de uma contadora. É no território entre a luz e a sombra, entre o antigo e o atual, que se desvendam ao público as “histórias de princípios”, símbolos fortes do nosso imaginário e da nossa cultura, ora trágicos ora alegres, sempre poéticos e intemporais.

Do teatro para a música. A partir das 16h00, escutaremos Villa Nazca, um duo que explora a musicalidade dos mantras no seu movimento circular/repetitivo e na energia sonora que lhes é própria; The Partisan Seed, que está agora de regresso a andamentos mais obscuros, materializados numa obra instrumentalmente mais despojada e liricamente mais negra; e Coelho Radioactivo, que nos traz um álbum sobre si com os outros, sobre pessoas em particular, sobre apontar o dedo e saber apontá-lo.

À noite continuamos com a música. Pelas 21h45, Noiserv assume o “palco principal” da casa, com o seu novo disco. 00:00:00:00 é descrito pelo músico lisboeta como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”. É um disco diferente daquilo a que Noiserv nos tem habituado. A “orquestra de sons” que tão bem lhe conhecemos deu lugar ao som de um piano tocado a muitas mãos, enquanto da sua voz vemos sair, nos temas não instrumentais, histórias em português.

Com quase 12 anos de existência, Noiserv, “homem-orquestra” ou banda de um homem só, tem vindo a afirmar-se como um dos mais estimulantes projetos da nova geração de músicos portugueses. No currículo conta com o bem-sucedido disco de estreia One Hundred Miles from Thoughtlessness (2008), o EP A Day in the Day of the Days (2010) e Almost Visible Orchestra (2013), disco distinguido como melhor do ano pela Sociedade Portuguesa de Autores e recentemente reeditado internacionalmente pela editora francesa Naive, casa mãe de projetos como Yann Tiersen, M83, entre muitos outros.

No domingo, dia 16, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação das Castanholas de Freamunde, um grupo musical pacense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Paços de Ferreira – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Quarto Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre duas coletividades do Tâmega e Sousa, em palco estarão a Big Band Pedaços de Nós, de Paços de Ferreira, e a Atípica Orquestra, de Castelo de Paiva.

Quarto Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 de julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | sexta-feira, 7 de julho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Armamar recebeu mais uma sessão de formação para fruticultores, no âmbito do Programa de formação da Academia 2017 do Centro de Frutologia Compal. A sessão foi organizada em conjunto com a Associação de Fruticultores de Armamar (AFA) e permitiu que os formandos visitassem uma exploração-modelo, ficando a saber mais sobre a Maçã de Montanha de Armamar.

Esta formação tinha como objetivo transmitir aos empreendedores agrícolas mais conhecimento sobre novas técnicas agrícolas e fatores inerentes da atividade, como as condições edafo-climáticas da região e necessidades hídricas, condução das árvores e poda, maneio da cultura e técnicas pós-colheita.

Para Nicolau Félix, um dos formandos do Centro de Frutologia Compal, esta formação foi “muito educativa”, com a AFA a “mostrar o que há de efetivamente melhor nesta região”. O formando considera que há várias mais-valias na participação na Academia do Centro de Frutologia Compal, tais como “ter contactado com novas realidades, termos visitado explorações-modelo e também a troca de experiências que fazemos com os colegas”. Luísa Andrade, outra fruticultora que participou nesta sessão, corrobora e assinala a importância de ir ao terreno: “Mais do que teoria, ver na prática e estar com quem implementa é essencial”.

Armamar é considerada a capital da Maçã de Montanha, uma fruta reconhecida a nível nacional, sendo produzidas mais de 50 mil toneladas anuais desta fruta por ano, com cerca de 1400 ha de área plantada. José Osório, Presidente da AFA, refere que a maçã “é a maior fonte de rendimento de toda esta gente que vive neste concelho e nos concelhos vizinhos”, tratando-se de uma fruta única “pela sua textura e altitude, já que uma grande parte dos pomares está acima dos 800 metros de altitude”, fatores que contribuem para que esta maçã seja mais arenosa, doce, colorida, rija e crocante”. Uma fruta que é valorizada através do Centro de Frutologia Compal, como o próprio realça: “Estas iniciativas são importantes porque divulgam a nossa maçã, a nossa região e fazem com que a maçã seja mais apreciada e consumida, distinguindo-a de todas as outras”.

Nos últimos 5 anos, a Academia do Centro de Frutologia Compal formou 48 empreendedores frutícolas, criando uma rede de networking que potencia novas colaborações e parcerias, estreitando o contacto entre participantes e importantes players do setor agrícola nacional.

Sobre o Centro de Frutologia Compal:

O Centro de Frutologia Compal foi criado em 2012 e tem como principal propósito valorizar e promover a fruta nacional, procurando estimular a inovação no setor frutícola e atuar ao longo da Cadeia de Valor da Fruta. Através de um trabalho conjunto, os 26 membros tornam possível a concretização das iniciativas, num conjunto de entidades e organizações do setor Frutícola, instituições académicas, organizações de produtores e empresas de tecnologia agrícola.

Por Unknown | quinta-feira, 6 de julho de 2017 | Publicado em , , , , , , , | Com 0 comentários
Resende é o destino do oitavo fim de semana do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa, que tem como cenário a Casa da Soenga, na freguesia de São Martinho de Mouro. Durante dois dias, 8 e 9 de julho, haverá, como vem sendo habitual, concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade. A entrada é gratuita.

No sábado, dia 8, “abre-se o pano” às 15h30, com a peça de teatro Mariela, pela companhia Nuvem Voadora. Mariela é grande, pesada e está apaixonada, às vezes... O mestre Sousa é um músico zarolho com ideias extravagantes. O mestre Sousa está apaixonado pela Mariela. O seu ajudante, Rodriguez, é um refugiado mexicano que tem pouca aptidão para a música e muita vontade de ajudar no êxito dos concertos do mestre Sousa. Dois personagens que vão surpreender o público com momentos hilariantes de humor, música e non sense!

A partir das 16h00, os jardins e recantos da Casa da Soenga transformam-se em palcos, onde escutaremos Ana, que desafia as potencialidades de uma só guitarra na forma audaz como manipula as dinâmicas acústicas; Homem em Catarse, com o reflexo da beleza da natureza, dos locais e das gentes do interior de Portugal nas cordas de uma guitarra e na poesia de uma voz; e Gobi Bear, alter-ego de Diogo Pinto, com acordes que se soltam por caminhos ou volteiam por labirintos, sempre guiados por uma voz meiga.

À noite, pelas 21h45, o palco principal instala-se no terreiro da Casa da Soenga para acolher os Birds are Indie. Let’s pretend the world has stopped, o novo disco do trio conimbricense, é já o seu terceiro longa-duração, a somar a alguns EP’s que foram editando desde 2010. Numa altura em que o presente se parece tornar obsoleto tão rapidamente, este é um álbum sobre a vontade de parar o mundo e ver o que acontece... às dúvidas e às certezas, ao amor e à solidão, à calma e à urgência.

Editado em formato digital, CD e vinil, a composição, gravação, mistura, masterização e o artwork foram totalmente feitos pela banda, à sua maneira, de forma independente. Por isso, ouvir este disco é como receber a Joana, o Jerónimo e o Henrique em casa. E esta casa é a Casa da Soenga.

No domingo, dia 9, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa prossegue, às 15h30, com a atuação do Grupo de Bombos “BomMouros”, uma coletividade de Resende, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Resende – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere –, pela Limite Zero. Romão, que tem andado em digressão com Festival, é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor... Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.
Às 17h30, o programa apresenta o seu último espetáculo, fechando com o concerto de comunidade Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artísticas do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Grupo Coral de Resende, o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende, de Cinfães, e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar”, de Lousada, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe concertos, espetáculos para famílias e novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).


Por Unknown | terça-feira, 4 de julho de 2017 | Publicado em , | Com 0 comentários
Já se encontra publicado o Aviso de Abertura de Concurso ao abrigo do Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego  (SI2E) para apoio a projetos de micro e pequenas empresas da região do Tâmega e Sousa, orientados para a criação de emprego. No âmbito deste Aviso, o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) – entidade que agrega as 12 Associações Empresariais da região – constituiu a designada ‘SI2E Task Force’  - uma equipa técnica especializada que apoia os empresários na preparação, criação, submissão e execução das suas candidaturas.

De acordo com o presidente do CETS, Paulo Portela “as Associações Empresariais do Tâmega e Sousa estão ao serviço da comunidade empresarial, procurando de modo constante as melhores e mais eficazes soluções que promovam mais competitividade e maiores índices de diferenciação. Através desta Rede Associativa que cobre todo o território – cujo front-office são os Balcões do Empreendedor, com técnicos que apresentam uma larga experiência neste tipo de ações – pretende-se apoiar projetos que sejam portadores de valor acrescentado”.

O dirigente acrescentou, ainda que “esta é mais uma vez a demonstração do nosso compromisso para, em estreita colaboração com as outras entidades da região, designadamente a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, despoletar as ações que permitam elevar a competitividade da região”.

É de notar que esta linha de apoio do Portugal 2020 – segundo o Aviso publicado – visa projetos de investimentos até 235 mil euros e destina-se à criação de micro e pequenas empresas ou expansão ou modernização de micro e pequenas empresas, criadas há menos de cinco anos; ou à expansão ou modernização de micro e pequenas empresas, criadas há mais de cinco anos.

O SI2E, mediante condições elegíveis, permite obter Subsídio entre 30% e 50% do investimento, assim como apoio por posto de trabalho criado. As candidaturas estão abertas até ao dia 31 de agosto.

Todos os contactos das Associações Empresariais estão disponíveis em: http://www.cets.pt/associacoes/

Estão abertas as candidaturas ao Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E) do Tâmega e Sousa. O programa de financiamento, lançado no contexto dos apoios do Norte 2020, destina-se a micro e pequenas empresas localizadas nos concelhos de Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende e tem como principais objetivos incentivar a criação de emprego, estimular o empreendedorismo empresarial e promover a criação, expansão ou modernização de micro e pequenas empresas.

O SI2E do Tâmega e Sousa apoia investimentos até ao montante máximo de 235 mil euros, sendo que os incentivos a conceder revestirão a natureza de subvenção não reembolsável. Ou seja, as entidades beneficiárias não terão de devolver a verba que lhes venha a ser atribuída. A taxa de incentivo máxima a conceder é de 50% para investimentos localizados em territórios de baixa densidade e de 40% para investimentos nos restantes territórios.

No Tâmega e Sousa, são considerados território de baixa densidade os municípios de Baião, Celorico de Basto, Cinfães e Resende e ainda algumas freguesias dos concelhos de Amarante (Ansiães, Candemil, Gouveia (São Simão), Jazente, Rebordelo, Salvador do Monte, União das freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea, União das freguesias de Bustelo, Carneiro e Carvalho de Rei, União das freguesias de Olo e Canadelo, e Vila Chã do Marão), Castelo de Paiva (Real) e Marco de Canaveses (Várzea, Aliviada e Folhada).

O SI2E será gerido, neste território, pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) e por quatro grupos de ação local (GAL’s): Ader-Sousa – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa, ADRIMAG – Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro, Arada e Gralheira, DOLMEN – Desenvolvimento Local e Regional e PROBASTO – Associação de Desenvolvimento Rural de Basto.

A CIM do Tâmega e Sousa ficará responsável pela gestão das candidaturas com investimentos entre 100 e 235 mil euros, bem como das candidaturas com investimentos até 100 mil euros localizadas em territórios sem intervenção de qualquer GAL. Os GAL’s assumirão as candidaturas com investimentos até 100 mil euros.

O montante global dos fundos afetos ao SI2E da CIM do Tâmega e Sousa é de 7 milhões de euros, correspondendo 5 milhões e 300 mil euros ao FSE – Fundo Social Europeu e 1 milhão e 700 mil euros ao FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

O prazo para a submissão de candidaturas ao SI2E da CIM do Tâmega e Sousa termina às 16h59 do dia 31 de agosto de 2017. A apresentação de candidaturas é feita através de formulário eletrónico próprio, disponibilizado no Balcão 2020, acessível em www.portugal2020.pt/Balcao2020.
Os interessados poderão obter informação mais detalhada no portal do Norte 2020, em http://www.norte2020.pt/si2e.

Por Unknown | segunda-feira, 26 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
No próximo fim de semana, 1 e 2 de julho, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa monta o(s) palco(s) na Casa da Quinta da Calçada, em Oliveira do Douro, no concelho de Cinfães. O programa para os dois dias apresenta, como vem sendo habitual, concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade. A entrada é gratuita.

No sábado, dia 1, “abre-se o pano” às 15h30, com a peça de teatro Muita tralha pouca tralha, com direção artística de Catarina Requeijo, em coprodução com a Formiga Atómica Associação Cultural e o Teatro Maria Matos. Se o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa já anda em viagem desde maio, o casal Querido está pouco habituado a viajar. No entanto, decide ir ver a sua sobrinha Manela participar numa corrida de automóveis, mas antes da viagem é preciso preparar a bagagem. É aqui que os problemas começam. Levam o quê? Pouca tralha? Muita tralha? Apenas o essencial? Estas decisões difíceis podem complicar o início da viagem. Só o início?... É o que vamos ver.

A partir das 16h00, escutaremos Calcutá, ou seja, Teresa Castro, que viaja entre a folk, a psych, o surf rock, em ambiente quase lynchiano, taciturno e aliciante; o virtuoso guitarrista Marco Luz, de coração aberto para o céu; e Old Jerusalem, que depois de um período de interregno desde 2011, regressou às edições discográficas com A rose is a rose is a rose.

À noite, pelas 21h45, os Dead Combo tomam conta do palco principal. A sua música é indissociável dos espaços (físicos e mitológicos) que a geraram. Sem letras nem palavras, o duo de Tó Trips e Pedro Gonçalves canta o Tejo e Lisboa, Portugal e o Mediterrâneo, uma África idealizada e a vastidão da América, imaginada em Itália nos westerns de Morricone, majestosamente filmada por Wim Wenders e tocada por Ry Cooder.

Para cantarem estes retratos não precisam de uma voz. Precisam apenas de uma guitarra e de um contrabaixo, que, informados por uma certa vivência do rock’n’roll, conjuram anos e anos de música e atravessam continentes, reunindo o fado e os blues na mesma canção. A Bunch of Meninos é o mais recente capítulo de um dos mais belos e singulares corpos de trabalho produzidos em Portugal ao longo da última década.

No domingo, dia 2, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa prossegue, às 15h30, com a atuação das Concertinas do Vale do Bestança, um grupo cinfanense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Cinfães – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador –, pela Limite Zero. Romão, que tem andado em digressão com Festival, é um observador, uma entidade que caminha as terras deste país e observa. Romão é um contador de estórias. E é também um ancião. Desde a mais tenra idade da civilização que ele escuta e observa. Do seu local privilegiado, observa discretamente, à medida que as lendas se desenlaçam e tomam forma. O seu olhar atento nunca deixa escapar o pormenor, o detalhe, o humor... Por todas estas razões, quem melhor que Romão para nos encantar com lendas e contos de tempos passados, estórias que têm tanto de autêntico, como de verdadeiro ou educativo.

Às 17h30, o programa apresenta o seu último espetáculo, fechando com o concerto de comunidade Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende, de Cinfães, o Grupo Coral de Resende e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar”, de Lousada, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe concertos, espetáculos para famílias e novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | quinta-feira, 22 de junho de 2017 | Publicado em , , , | Com 0 comentários
Arranca na próxima semana a primeira fase do projeto-piloto de promoção da formação financeira que a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa), em articulação com os 11 municípios que a integram – Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende –, vai implementar no território.

A CIM do Tâmega e Sousa será a primeira comunidade intermunicipal do Norte do País a avançar com este projeto-piloto, que resulta de um Acordo de Cooperação celebrado entre esta entidade, o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte para a implementação do Plano Nacional de Formação Financeira na Região Norte.

Este Acordo de Cooperação tem como objetivo reforçar o papel das autarquias na formação dos munícipes em matéria de poupança e gestão de finanças pessoais e familiares, contribuindo, assim, para elevar os conhecimentos financeiros das suas populações, melhorar os seus comportamentos financeiros e promover a adoção de atitudes financeiras adequadas.

A primeira linha de ação deste projeto-piloto está agendada para os próximos dias 27, 28 e 29, através da realização de um programa de formação de formadores, dirigido aos técnicos das autarquias da CIM da Tâmega e Sousa da área financeira, económica e social, designadamente aqueles que prestam informação e apoio aos cidadãos em organismos associados aos respetivos municípios.

A formação terá lugar no Instituto Superior de Ciências Educativas do Douro (ISCE Douro), localizado junto à CIM do Tâmega e Sousa, em Penafiel, e será ministrada por técnicos do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros.

A sessão de abertura, que está agendada para o dia 27, às 9h30, contará com a presença da representante do Banco de Portugal e Presidente da Comissão de Coordenação do Plano Nacional de Formação Financeira, Lúcia Leitão, da representante da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários na Comissão de Coordenação do Plano, Maria Igreja, do representante da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões na Comissão de Coordenação do Plano, Rui Fidalgo, da representante da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte na Comissão de Coordenação do Plano, Natália Gravato, e do Presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Tâmega e Sousa, Inácio Ribeiro.

Nestes três dias serão abordadas as seguintes temáticas: planear e gerir o orçamento familiar; contas e serviços mínimos bancários; usar meios de pagamento; importância da poupança; fazer um depósito a prazo; investir no mercado de capitais; preparar a reforma; recorrer ao crédito; prevenir o incumprimento; fazer um seguro; e serviços dos supervisores financeiros.

Lançado pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, o Plano Nacional de Formação Financeira “Todos Contam” visa contribuir para elevar o nível de conhecimentos financeiros da população e promover a adoção de comportamentos financeiros adequados, através de uma visão integrada de projetos de formação financeira e pela junção de esforços das partes interessadas, concorrendo para aumentar o bem-estar da população e para a estabilidade do sistema financeiro. São objetivos deste Plano melhorar conhecimentos e atitudes financeiras, aprofundar conhecimentos e capacidades na utilização dos serviços financeiros digitais, apoiar a inclusão financeira, desenvolver hábitos de poupança, promover o recurso responsável ao crédito, criar hábitos de precaução e reforçar conhecimentos financeiros na área empresarial.


Por Unknown | segunda-feira, 19 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
A Agência Social do Douro convidou para a sessão inaugural deste ciclo de conferências, Rui Rio, ex-Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Nunes, Professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, e Carlos Carvalho, Presidente da Câmara Municipal de Tabuaço, constituindo assim um leque de oradores de excelência.

A sessão inaugural das “Conferências da Cidade – A que se impõe – Douro Sul” vai acontecer no próximo dia 29 de junho, no Cais da Foz do Távora, pelas 16h00 horas, no concelho de Tabuaço. A iniciativa vai ter como moderadores Domingos Nascimento e Leandro Macedo.

"A sustentabilidade dos territórios de baixa densidade - princípios, valores e estratégias para o desenvolvimento” é o mote para a conferência que pretende juntar pessoas de várias sensibilidades sociais e políticas para encontrar, discutir e debater estratégias para regiões como a do Douro Sul.

Domingos Nascimento, presidente da Comissão Promotora da Agência Social do Douro, refere que “nesta primeira conferência pretendemos dar enfoque à ética, à capacidade de juntar vontades, à força mobilizadora dos cidadãos e ao exercício de uma cidadania ativa. A importância das opções políticas, ao nível local, regional, nacional e europeu, a ética dos relacionamentos nas várias instituições e entre os seus protagonistas, a mudança de paradigmas ou propósitos”

Independentemente das sensibilidades políticas e sociais dos intervenientes nas diferentes conferências, o ciclo de “Conferências da Cidade – a que se impõe: Douro Sul” pretende ser um espaço de promoção de reflexão e de procura de novas soluções. A organização realça, por isso, que a a participação nas conferências é livre para todos cidadãos, solicitando-se apenas uma inscrição.

Este ciclo de conferências, que se inicia em Tabuaço, vai decorrer, ao longo de um ano, em vários pontos do Douro Sul.

A segunda Conferência vai acontecer no concelho de Cinfães, em data a anunciar, para a qual serão convidadas personalidades de outras sensibilidades políticas e sociais, enriquecendo-se dessa forma o debate e promovendo-se a participação de todos neste processo de se construir caminho na região.

A Agência Social do Douro - Empreendedorismo e Cidadania, surge da iniciativa de um grupo de cidadãos dos diversos quadrantes sociais e políticos.

Esta estrutura pretende congregar vontades, sinergias, promover sustentabilidade, dinamizar a sociedade e constituir-se como uma verdadeira plataforma de intervenção social e política, na defesa da região, com visões arrojadas e fora da caixa!

A Agência Social do Douro pretende ainda ser uma dinâmica que se posicione numa dimensão transversal a toda a sociedade e a todas as áreas de atividades, públicas, do setor social e privadas.

Por Unknown | terça-feira, 13 de junho de 2017 | Publicado em , , , , , | Com 0 comentários
A Casa de Vila Verde, em Caíde de Rei, Lousada, abre as suas portas ao Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa no próximo fim de semana, dias 17 e 18 de junho. Serão dois dias de concertos para pequenos e graúdos, espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 17, às 15h15, com a peça de teatro Ez sapadores, pela companhia Projeto Ez, um espetáculo no qual uma dupla de sapadores loucos invade o território do público, prontos a não ajudar, mas sim para atrapalhar! Um ambiente clownesco cria o cenário perfeito onde tudo pode acontecer.

A partir das 16h00, ora na escadaria da casa, ora no pátio, escutaremos Vai e Vem, uma banda felgueirense que usa a sua língua materna como pronúncio da alma, por entre metáforas melódicas transformadas pelas mãos de quatro jovens e versáteis músicos, Luís Severo, jovem cantor e compositor que escreve canções de amor que ficam no ouvido, com uma lírica marcada por metáforas luminosas e histórias do quotidiano, e Primeira Dama, pseudónimo de Manel Lourenço, com o amor, os amigos e as chatices, que, por vezes, trazem…

À noite, pelas 21h45, o palco principal pertence aos Best Youth, banda composta por Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, dois jovens músicos do Porto. Os Best Youth são mais do que uma banda; são uma celebração da amizade que os une.

Em 2012 lançaram o primeiro EP, Winterlies. Rapidamente, a reação do público a canções como “Honey Trap” ou “Hang Out” apanhou os Best Youth de surpresa, alcançando os lugares cimeiros dos tops de airplay da Antena 3 e da Rádio Comercial. Também ao vivo os convites não pararam de surgir: entre outros, a banda atuou nos festivais Paredes de Coura, Optimus Alive, Sudoeste TMN e Optimus Primavera Sound. Tanto Catarina, que em 2012 foi convidada por David Fonseca a cantar o tema “Heavy Heart (It Won’t Go Away)”, como Ed descrevem os Best Youth como uma banda ambiciosa, no melhor dos sentidos, e provaram essas vistas largas ao embarcarem na aventura There Must Be a Place, partilhando vários palcos com os amigos We Trust. Mas o raio de ação do grupo do Porto vai além das fronteiras nacionais: em 2013, foram capazes de levar ao delírio tanto os espectadores do festival Glimps, em Gent, na Bélgica, que receberam os portugueses com uma verdadeira enchente (a organização também não lhes poupou elogios, descrevendo-os, no site do evento, como “uma versão ibérica dos Cardigans”). Prova do fascínio que os Best Youth exercem no público internacional foi, ainda, também em 2013, a atuação na gala Pop-Eye, em Cáceres, Espanha, onde receberam o prémio de Melhor Artista Português. 2014 foi um ano essencialmente dedicado à composição de novas canções e ao trabalho em estúdio. Em 2015, com Fernando Sousa (X-Wife) no baixo e Sarafa na bateria, Ed e Catarina lançaram o primeiro álbum, Highway Moon, que os colocou entre os melhores novos nomes portugueses.

No domingo, dia 18, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei”, um grupo lousadense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Lousada – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Terceiro Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o Curso Profissional de Música da Escola Secundária/3 Prof. Dr. Flávio F. Pinto Resende (Cinfães), o Grupo Coral de Resende e o Grupo de Cavaquinhos “Os Amigos de Vilar” (Lousada), sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de André Nunes e Pedro Santos.

Terceiro Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | sexta-feira, 9 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Novo projeto de Apoio às PME’s no âmbito da Formação-Ação, tendo como eixo prioritário a Internacionalização e a Qualificação, é a mais recente aposta do Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS).

 O ‘Formação-Ação Para PME – Dinamizar’ dirige-se especificamente às entidades que atuam no setor do Comércio e dos Serviços, visando a promoção da sustentabilidade e da qualidade do emprego, assim como a adaptação das empresas e empresários à mudança.  Como revela o presidente do CETS, Paulo Portela, o objetivo passa por “implementar ações de formação em contexto empresarial, que proporcionem aos trabalhadores maior aptidão na área da gestão, inovação e internacionalização”.

Recorde-se que este é um projeto CETS no domínio dos Projetos Conjuntos de Formação-Ação para  PME – Aviso nº 34/SI/2015, coordenado pela Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP).

Por Unknown | | Publicado em , , , | Com 0 comentários
O NORTE 2020 lançou os primeiros três concursos de apoio ao microempreendedorismo que preveem a aplicação de fundos da União Europeia na criação, expansão ou modernização de pequenos negócios. Este financiamento enquadra-se no SI2E – Sistema de Apoio ao Empreendedorismo e Emprego e deverá permitir a transferência para a economia do Norte de Portugal de 11,5 milhões de Euros.

Este pacote de apoios, com gestão das Comunidades Intermunicipais da Região, da Área Metropolitana do Porto e de Grupos de Ação Local, prevê a aplicação do financiamento do Fundo Social Europeu para a criação de postos de trabalho. Adicionalmente, o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional apoia a vertente de investimento (por exemplo, a aquisição de máquinas e equipamentos, informática, gestão de marcas e planos de marketing ou pequenas obras de remodelação).

Os concursos agora abertos, que decorrem até 15 de dezembro, valorizam projetos implementados em territórios de baixa densidade e são dinamizados pelas Comunidades Intermunicipais de Terras de Trás-os-Montes e do Alto Tâmega e pelo Grupo de Ação Local ADRAT – Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega.
Saiba mais em www.norte2020.pt/si2e.

Por Unknown | terça-feira, 6 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Realizou-se hoje, dia 6 de junho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho do Marco de Canaveses, uma sessão de divulgação da Rede de Apoio à Atividade Económica “TâmegaSousa Empreendedor”.

Uma iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM - TS), e da qual o Município do Marco de Canaveses faz parte integrante, «pois consideramos vital que os Municípios deste espaço regional se reúnam, analisem e preparem – com base nas mais-valias e debilidades de cada um dos concelhos - uma estratégia concertada, coesa e diferenciadora para que possamos afirmar a nossa identidade e potencialidades na região e no país. Queremos unir, num projeto supramunicipal, um legado histórico, cultural, social e económico, capaz de posicionar esta sub-região do Tâmega e Sousa como uma referência em Portugal», referiu o Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Manuel Moreira, na abertura da sessão.

Com o objetivo de promover o planeamento e a gestão estratégica de desenvolvimento económico, social e ambiental do território, a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa celebrou, em 2015, protocolos de cooperação com vários parceiros, que permitiram desenvolver uma rede de apoio ao tecido económico da região, com postos de atendimento em todos os concelhos - Balcão do Empreendedor, a criação do Gabinete de Apoio ao Empreendedor (back-office) e a Constituição de uma Rede de Mentores.

«Alargar e diversificar a atividade empresarial já existente no nosso concelho e na região; Atrair novos investidores e incentivar o empreendedorismo, internacionalizando as nossas empresas e tornando-nos mais competitivos; bem como apostar na qualificação e na formação dos cidadãos, e na valorização dos recursos existentes na região do Tâmega e Sousa e no concelho do Marco de Canaveses, são também objetivos deste projeto», frisou Manuel Moreira.

«Queremos apoiar aqueles que possuem habilidades e competências para criar, abrir e gerir um negócio, gerando posteriormente resultados positivos. Um apoio importante para que o empreendedorismo na nossa terra ganhe força e possa contribuir para a criação de riqueza no concelho, na região e no país, promovendo o crescimento económico e melhorando as condições de vida da população», ressalvou o Autarca.

No fundo, a Rede de Apoio à Atividade Económica e Empreendedorismo na região do Tâmega e Sousa, apresentada pelo Primeiro-Secretário da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, Alírio Costa, traduz-se num projeto que visa estimular, impulsionar e revitalizar áreas importantes para o desenvolvimento económico da região.

A fim de dar mais visibilidade à Rede e de estimular o empreendedorismo na região, foi lançado também o Prémio “Tâmega e Sousa Empreendedor – Onde as ideias se concretizam”, que cumpre este ano a segunda edição.

Cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, este concurso visa distinguir e apoiar iniciativas sociais, projetos e ideias de negócio inovadoras e criativas e, acima de tudo, corroborar o estímulo ao empreendedorismo no território.

As candidaturas ao prémio decorrem até 30 de junho (empreendedor.cimtamegaesousa.pt), sendo três as categorias a concurso: 1. Ideias com futuro, 2. Empresas com futuro, 3. Inovação social com futuro.

Ao concurso podem participar empresas, cidadãos com ideias de negócio, bem como, entidades do setor social.

A sessão contou ainda com intervenções de Cristina Santos da CIM e da Elsa Pinheiro da Cooperativa Dolmen, que procederam à apresentação do sistema de incentivos ao empreendedorismo e ao emprego (SI2E).

Depois de Celorico de Basto, o Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa retoma a sua expedição cultural até ao concelho de Felgueiras, que o acolhe no próximo fim de semana, dias 10 e 11 de junho. A Casa de Simães, em Moure, é o cenário barroco desta jornada cultural e os seus jardins são os palcos naturais dos concertos para pequenos e graúdos, dos espetáculos de teatro e de marionetas para toda a família e das criações musicais colaborativas da comunidade, tudo com entrada gratuita.

O programa abre no sábado, dia 10, às 15h30, com a peça de teatro Guarda mundos, pela companhia Teatro da Didascália, um espetáculo construído sobre o guarda-fatos, um objeto muito particular que é, na infância, símbolo de refúgio e de portal para uma outra dimensão, capaz de atrair a curiosidade das crianças e de as catapultar para o universo da imaginação.

Do teatro para a música. A partir das 16h00, ora na escadaria da casa, ora no pátio com as suas cinco frontes, escutaremos Dawn Bird, com melodias que permanecem errantes no ouvido, José Valente, com a irreverência, o virtuosismo e a contemporaneidade da sua viola d’arco, e Valter Lobo, cantautor com o português em punho e com uma componente lírica marcada por um grande sentimentalismo e uma melancolia quase permanente.

À noite continuamos com a música. Pelas 21h45, os First Breah After Coma assumem o “palco principal” do pátio da casa, apresentando o seu mais recente álbum, Drifter, que já lhes mereceu a nomeação, pela Associação Europeia de Editoras Independentes, para melhor disco europeu lançado em 2016, numa lista de 25, ao lado de nomes como Agnes Obel, Radiohead ou Royal Blood.
No domingo, dia 11, o Festival retoma, às 15h30, com a atuação dos Audivi Vocem, um coro felgueirense, seguindo-se, às 16h30, um espetáculo de marionetas inspirado numa lenda do concelho de Felgueiras – Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Bom Jardim dos Coelhos –, concebido pela Limite Zero.

O programa continua, às 17h30, com um concerto de comunidade, Segundo Andamento. Resultado de uma criação artística colaborativa entre três coletividades artística do Tâmega e Sousa, em palco estarão o grupo Cantar é Viver, de Penafiel, o Clube de Música, de Celorico de Basto, o Conservatório de Música de Felgueiras, sob direção artística de Ricardo Baptista e António Serginho e criação e composição de Jorge Queijo e Maria Mónica.

Segundo Andamento insere-se no projeto artístico Sonatas e Tocatas, que nasce do trabalho conjunto de alguns grupos musicais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. Deste trabalho resulta a apresentação de um conjunto de performances inspiradas nos diferentes lugares onde acontecem, cruzando repertórios e abordando-os de forma arrojada e contemporânea. Este é, ainda, um projeto de construção social e cultural, que procura criar pontes dentro deste território e provocar novas perspetivas acerca do património com que interage. Novas criações, concebidas em conjunto, que partem da música e de repertórios locais, mas que convidam o público a um novo olhar e a uma nova audição sobre a sua própria herança cultural.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é um convite a uma viagem entre a memória, o tempo histórico e a contemporaneidade, guiada por propostas artísticas de reconhecido valor, que propiciarão experiências únicas e irrepetíveis inspiradas nestes lugares, numa relação de simbiose com o espaço, o tempo e o público. É um convite à deambulação pelos jardins, matas e vinhas ao som artistas de referência nacional e internacional. É um convite para descobrir lendas, crenças e imaginários e, em família, construir novas memórias. É um convite para conhecer as comunidades e coletividades culturais do Tâmega e Sousa, amplamente envolvidas e comprometidas na construção do programa artístico do Festival, e beber dos seus saberes e tradições.

Até 23 julho de 2017, durante os fins de semana, percorrendo casas, solares e quintas de estilo barroco dos municípios do Tâmega e Sousa, o Festival propõe 20 dias de programação cultural, 60 concertos, 20 espetáculos para famílias e 14 novas criações artísticas, envolvendo artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea e coletividades culturais do Tâmega e Sousa.

O Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios que a integram, e em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte e com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta iniciativa é um projeto cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.


Programa do Festival Confluências – Quintas do Barroco do Tâmega e Sousa

A Casa de Vila Verde, em Lousada, abre as suas portas ao Festival no fim de semana de 17 e 18 de junho. O programa inclui, no dia 17, a peça de teatro para famílias Ez sapadores, pela companhia Projecto Ez (15h15), um ciclo de concertos com Vai e Vem, Luís Severo e Primeira Dama (16h00) e um concerto dos Best Youth (21h45) e, no dia 18, uma atuação do Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Zé do Telhado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No fim de semana de 1 e 2 de julho montamos o palco na Casa da Quinta da Calçada, em Cinfães. O programa inclui, no dia 1, a peça de teatro para famílias Muita tralha pouca tralha, por Catarina Requeijo (15h30), um ciclo de concertos com Calcutá, Marco Luz e Old Jerusalem (16h00) e um concerto dos Dead Combo (21h45) e, no dia 2, uma atuação das Concertinas do Vale do Bestança (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do cantador, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

A Casa da Soenga, em Resende, recebe o Festival no fim de semana de 8 e 9 de julho. O programa inclui, no dia 8, a peça de teatro para famílias Mariela, pela companhia Nuvem Voadora (15h360), um ciclo de concertos com Ana, Homem em Catarse e Gobi Bear (16h00) e um concerto dos Birds Are Indie (21h45) e, no dia 9, uma atuação do Grupo de Bombos “BomMouros” (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do sardão de Cárquere, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Terceiro Andamento (17h30).

No penúltimo fim de semana, a 15 e 16 de julho, o Festival visita o Solar dos Brandões (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins), em Paços de Ferreira. O programa inclui, no dia 15, a peça de teatro para famílias Mito móvel, por Vera Alvelos (15h00), um ciclo de concertos com Villa Nazca, The Partisan Seed e Coelho Radioactivo (16h00) e um concerto de Noiserv (21h45) e, no dia 16, uma atuação das Castanholas de Freamunde – Pedaços de Nós (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda dos três sapinhos, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

O Festival encerra o seu périplo no Solar da Fisga, em Castelo de Paiva, no fim de semana de 22 e 23 de julho. O programa inclui, no dia 22, a peça de teatro para famílias A Odisseia, por Jorge Loureiro e Leonor Barata (15h00), um ciclo de concertos com Lourenço Crespo, Grutera e Minta & The Brook Trout (16h00) e um concerto de Samuel Úria (21h45) e, no dia 23, uma atuação dos Amigos da Sexta (15h30), o espetáculo de marionetas Lendas da nossa terra por Romão, o ancião: lenda do Marmoiral de Sobrado, pela Limite Zero (16h30), e o concerto de comunidade Quarto Andamento (17h30).

Por Unknown | segunda-feira, 5 de junho de 2017 | Publicado em , , | Com 0 comentários
A Câmara Municipal do Marco de Canaveses e a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa realizam, no próximo dia 6 de junho, pelas 15H00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, uma sessão de divulgação da Rede de Apoio à Atividade Económica e Empreendedorismo na região do Tâmega e Sousa, dirigida aos empresários e empreendedores marcoenses.

Portugal 2020, instrumentos financeiros, internacionalização, programas de apoio ao empreendedorismo e criação do próprio emprego serão alguns dos temas em análise.
Nesta sessão será também apresentado o prémio "Tâmega e Sousa Empreendedor Onde as Ideias se Concretizam – 2ª edição".

O Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Manuel Moreira, será responsável pela abertura da sessão de divulgação.

Seguindo-se, às 15h15, a apresentação da Rede de Apoio à Atividade Económica  “TâmegaSousa Empreendedor” e da 2.ª edição do Concurso “TâmegaSousa Empreendedor – Onde as ideias se concretizam!” pelo Primeiro-secretário da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, Alírio Costa. Às 15h45 “Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E)” por Cristina Santos, Chefe de Equipa do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial do Tâmega e Sousa e por Elsa Pinheiro, Técnica Superior da DOLMEN – Cooperativa de Formação, Educação e Desenvolvimento do Baixo Tâmega.

Estas sessões de divulgação da Rede de Apoio à Atividade Económica "TâmegaSousa Empreendedor", cuja entrada é livre, são promovidas pela CIM do Tâmega e Sousa e pela empresa municipal Qualidade de Basto - Empresa para o Desenvolvimento do Tecido Económico Local, em articulação com os 11 municípios, os grupos de ação local, as Associações Empresariais do Tâmega e Sousa e em parceria com o Instituto Politécnico do Porto - Escola Superior de Tecnologia e Gestão - Gabinete de Apoio ao Empreendedor, o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Esta iniciativa é cofinanciada pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER - Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Por Unknown | sexta-feira, 2 de junho de 2017 | Publicado em , | Com 0 comentários
O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) apresenta a 6 de junho na sua sede (Felgueiras) novo projeto de Apoio às PME no âmbito da Formação-Ação, tendo como eixo prioritário a Internacionalização e a Qualificação.

Esta nova aposta dirige-se especificamente às entidades que atuam no setor do Comércio e dos Serviços,  visando a promoção da sustentabilidade e da qualidade do emprego, assim como a adaptação das empresas e empresários à mudança.

Recorde-se que este é um projeto CETS no domínio dos Projetos Conjuntos de Formação-Ação PME – Aviso nº 34/SI/2015, coordenado pela Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP).