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Notícias de Última Hora
Por Notícias de Resende | segunda-feira, 29 de julho de 2013 | Publicado em , | Com 0 comentários
Acácio Pinto
Deputado do PS
Finalmente o Presidente da República decidiu-se e decidiu, precisamente, aquilo que deveria ter decidido há quinze dias atrás, que era verdadeiramente a sua vontade: reempossar o governo velho, maquilhado com um vice-primeiro ministro.

Não era necessária tamanha hipocrisia. E diga-se que nunca é fácil lidar com estas formas de estar na política. Objetivamente o que se queria era criar uma dificuldade ao PS que, de boa-fé, dialogou, negociou e colocou, mais uma vez, o interesse do país à frente do interesse partidário, o que não sucedeu com outros, como foi o caso do PSD, como se viu pela intervenção, ainda durante as negociações, de Passos Coelho aos conselheiros nacionais do seu partido, ao disparar em várias direções.

Porém, o que importa agora, mais do que interpretar estes últimos dias, é olhar para o futuro. E nesse contexto o que se impõe que se diga é que urge uma mudança de políticas; urge parar a austeridade; urge um novo rumo para Portugal.

Direi mesmo que é uma emergência esta mudança. Senão veja-se a carta, tornada pública, de Vítor Gaspar a Passos Coelho, aquando da sua demissão como ministro de estado e das finanças e iniciador desta crise.

E o que foi que ele disse de tão importante?

Pois, foi mesmo que as políticas seguidas por si e pelo seu governo estavam erradas com os efeitos que, infelizmente, se conhecem através do erro, do grave erro, de todas as previsões e do agravamento, do forte agravamento, de todos os indicadores: desemprego, dívida pública, défice.

Portanto, se for para desenvolver as mesmas políticas, com que o país esteve confrontado nestes dois últimos anos, melhor fora acabar desde já com esta farsa, com este faz-de-conta, com este suplício ao povo português que já não sabe para onde se virar, não para viver, mas para sobreviver.

Continuar a escavar o buraco da austeridade, para utilizar uma imagem muito em voga, vai resultar num buraco mais profundo e donde não mais sairemos, aí sim, sem ser de cócoras perante os cegos interesses financeiros internacionais.

Daí que se impõe seguir uma outra via. Uma via que termine com este austeritarismo, que dinamize o tecido económico e empresarial e dê voz a Portugal numa Europa muita surda aos valores da solidariedade e do respeito de todo o território da união, em que não pode haver territórios de primeira e de segunda, uma Europa dos “catedráticos” e uma Europa dos “bons alunos”.

É por isso que esta decisão presidencial, dentro dos limites constitucionais, é verdade, deve manter-nos muito atentos àquilo que aí vem. É que a maquilhagem, nas pessoas como nos governos, nunca resolveu nenhum problema de conteúdo, apenas o ilude e o disfarça.
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No dia 25 de julho realizou-se a tradicional Feira de S. Cristóvão, junto à capela com o mesmo nome, numa organização do Município de Resende em colaboração com a Junta de Freguesia de Felgueiras.

Durante a feira, o Presidente da Câmara Municipal, António Borges, procedeu à entrega de incentivos aos produtores de gado de raça arouquesa, de acordo com as Normas Reguladoras de Atribuição de Incentivos à Criação de Gado Tradicional, que atribui por uma única vez e por animal, um prémio de cem euros aos produtores proprietários de Raça Arouquesa, com seis ou mais meses de idade, até ao limite de 30 meses, ou independentemente da idade, no caso de bovinos fêmeas reprodutoras, destinadas à reposição do efetivo pecuário no concelho. Este ano foram atribuídos prémios a 141 animais, correspondendo a um valor total de 14.100,00 euros em incentivos aos produtores de gado.

Com a atribuição destes incentivos, o Município de Resende pretende ajudar os produtores de gado em tempo de dificuldades financeiras e dar, assim, um contributo para a economia rural da região, pois como afirma António Borges “somos um concelho com uma grande tradição na criação de gado de raça arouquesa, esta é uma feira muito importante porque é a principal feira do ano no que diz respeito à promoção do nosso gado e, portanto, a Câmara Municipal, num dia como este atribui um conjunto de incentivos aos nossos produtores de gado potenciando, naturalmente, a economia rural”.

De referir que desde que o Município de Resende atribui estes incentivos, a partir do ano de 2005, que o número de produtores de gado de raça arouquesa tem aumentado de ano para ano e os próprios produtores têm vindo a aumentar o número de animais produzidos e criados.

Do programa da Feira constou, ainda, um Concurso Pecuário de Bovinos de Raça Arouquesa e respetiva entrega de prémios, bem como uma mostra de bois. Na noite de 24 de julho teve lugar uma noitada com a atuação da Banda Projeto que proporcionou momentos de grande animação.



Assim decorreu mais um dia de festa não só pelos incentivos recebidos, mas também pelo convívio que a feira anual de S. Cristóvão proporciona, numa tradição que perdura há mais de um século na região.
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A Câmara Municipal de Cinfães inaugura no 1 de agosto o Parque de Lazer do Ladário, um investimento superior a 147 mil euros financiado a 60% pelo PRODER - Programa de Desenvolvimento Rural, na medida 3.2. - Melhoria da Qualidade de Vida através da Dólmen – Cooperativa de Formação, Educação e Desenvolvimento do Baixo Tâmega.

O Parque localizado na floresta de Cinfães é constituído por vários espaços de merendas e um espelho de água oferecendo aos visitantes uma paisagem única com vários espaços verdes ideias para as brincadeiras dos mais novos. 

A cerimónia de inauguração está agendada para as 15 h e será presidida pelo edil cinfanense, Pereira Pinto.
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Cinfães inaugura no próximo dia 1 de agosto a Loja Interativa de Turismo, localizada na Quinta do Aido. Esta será a 6ª loja das 52 que a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte pretende abrir até ao final do ano.

A Loja Interativa de Cinfães, um modelo de ligação em rede entre todos os espaços de promoção e divulgação turísticas do Porto e Norte de Portugal, possuirá um conjunto de valências tecnológicas, que a transformará num espaço de lazer/diversão, educativo, formativo e informativo, através da sua componente de interatividade.

A inauguração está marcada para as 17h e conta com as presenças do Presidente da Câmara Municipal de Cinfães, Pereira Pinto e do Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, E.R., Melchior Moreira.
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Integrado no último dia da Feira do Petisco, Vinho e Produtos Regionais, o 3.º Encontro de Clássicos “Porta do Douro” realizou-se no passado domingo, 28 de julho, em Mesão Frio. A iniciativa organizada pela Câmara Municipal ultrapassou todas as expectativas, já que participaram mais de trezentos amantes dos clássicos, repartidos por mais de uma centena de automóveis. A inscrição foi gratuita e incluiu uma prova de vinhos, um desfile dos exemplares pelas freguesias do concelho e ainda um lanche convívio.

A concentração dos clássicos teve início pelas 10 horas, na Avenida Conselheiro José Maria Alpoim, momento em que os visitantes da Feira do Petisco, Vinho e Produtos Regionais, puderam apreciar as verdadeiras relíquias, tornando a área de exposição num aprazível aglomerado de pessoas. Depois das inscrições, antes do almoço, os participantes apreciaram os vinhos dos produtores, patentes na terceira edição da Feira do Petisco, Vinho e Produtos Regionais.

Pelas 15 horas, depois se terem deliciado com as iguarias típicas do concelho, os participantes do Encontro de Clássicos divertiram-se no Festival de Tunas Académicas e Populares. Pelas 16h30, os automóveis clássicos fizeram-se à estrada para um desfile pelas freguesias do concelho, seguindo-se um lanche convívio oferecido pela Câmara Municipal de Mesão Frio.

À imagem das duas edições anteriores, o número de participantes tem vindo a aumentar, demonstrando o grande sucesso da iniciativa que, pretende continuar a integrar aquela que tem vindo a ser a “montra” da gastronomia, vinhos e produtos regionais de Mesão Frio.
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A terceira edição da Feira do Petisco, Vinho e Produtos Regionais reuniu, no fim de semana passado, num único espaço, uma mostra do que melhor caracteriza Mesão Frio e a região duriense. Música, gastronomia, vinhos, artesanato, um torneio de Sueca e um encontro de carros clássicos, completaram o certame que recebeu milhares de visitantes. A Avenida Conselheiro José Maria Alpoim foi o local destinado à realização do evento que decorreu nos dias 26, 27 e 28 de julho.

A abertura da terceira edição da Feira do Petisco, Vinho e Produtos Regionais, teve lugar no dia 26, pelas 18h30, com a presença da Confraria dos Enófilos da Região Demarcada do Douro e da Confraria Gastronómica de Lamego que foram acolhidas nos paços do concelho pelo Presidente da Câmara Municipal de Mesão Frio, Alberto Pereira, seguindo-se um lanche convívio, onde apreciaram algumas das iguarias típicas da «Porta do Douro». A animação foi proporcionada pelo Grupo de Bombos da Associação Juvenil, Cultural e Desportiva de Vila Marim e pelo grupo musical “Soda Cáustica”. Pelas 21h30 o grupo “Banda Régis” animou o público presente.

No segundo dia do certame, sábado, realizou-se, pelas 15 horas, um torneio de Sueca organizado pela Associação Juvenil, Cultural e Desportiva de Vila Marim, seguindo-se a atuação do grupo de cantares tradicionais “O Arrais do Douro”. Às 21h30 a Banda Juvenil Salesiana de Poiares animou o público presente até ao momento alto da noite, marcado pelo concerto do famoso cantor Sérgio Rossi que contou com a presença de milhares de pessoas, transformando a Avenida Conselheiro Alpoim num espaço limitado para tanto público. No último dia do certame, 28 de julho, Mesão Frio acolheu o 3.º Encontro de Clássicos «Porta do Douro» que, teve início pelas 10 horas. Este ano, o número de participantes aumentou significativamente, contabilizando mais de uma centena de carros clássicos. Pelas 15 horas decorreu o festival de Tunas Académicas e Populares, seguindo-se o passeio de clássicos pelas freguesias do concelho de Mesão Frio.

No final, a Câmara Municipal de Mesão Frio, como vem sendo habitual, promoveu o convívio entre os participantes com a oferta de um lanche.

A Feira do Petisco, Vinho e Produtos Regionais vai na terceira edição e, começa já a ser referenciada como um atrativo turístico, criado não só a pensar em Mesão Frio, mas também na região. A promoção do que é genuinamente português e do Douro fez com que a vila de Mesão Frio tivesse sido visitada por milhares de pessoas durante o certame, entre os quais inúmeros turistas estrangeiros.
Por Notícias de Resende | sexta-feira, 26 de julho de 2013 | Publicado em , | Com 0 comentários
A jovem cantora, natural de Resende, venceu na passada Quinta-feira, dia 25 de Julho, o concurso “Mas o que vem a ser isto?” do programa Curto Circuito da SIC Radical. O concurso tinha como objetivo a amostra de talentos dos concorrentes inscritos como a dança, a música, entre outros. Ilda Magalhães chegou à final depois de ter ficado na frente da votação da primeira eliminatória, onde ganhou nas votações a uma jovem cantora, colocando-se assim na meia-final, onde ganhou também a um grupo de dança.

Na final, realizada no dia 25 de Julho, Ilda Magalhães voltou a ficar na frente da preferência de todos os telespectadores da SIC Radical, vencendo o concurso “Mas o que vem a ser isto?”. As votações foram feitas através da rede social facebook, em que os telespectadores escolhiam a atuação preferida.

O programa Curto Circuito da SIC Radical, é emitido já há vários anos e tem como apresentadores Carolina Torres, Maria Moniz, João Arroja e João Paulo Sousa, destinando-se à faixa etária mais jovem portuguesa.

Ilda Magalhães lançou-se há pouco mais de um ano a solo, depois de integrar durante vários anos a banda “SINopse”, e desde então tem percorrido o Norte do país com vários concertos, culminando agora na vitória de um concurso televisivo.

Depois de vencer, Ilda Magalhães dirigiu-se no seu facebook a todos os seus fãs e apoiantes referindo que todo o trabalho realizado até agora valeu a pena e está agora mais reconhecido, deixando um “obrigada” a todos aqueles que tornaram a sua vitória possível, tal como os fãs, família, amigos e conhecidos.

João Pereira
joaopereira@noticiasderesende.com
Por Notícias de Resende | quinta-feira, 25 de julho de 2013 | Publicado em , | Com 0 comentários
Gostas de jogar futsal? Tens entre 5 e 14 anos? Aparece aos sábados de manhã, no pavilhão de São Martinho de Mouros. 
Somos um projeto de futuro e organizado! 
Contamos contigo e traz um amigo. 

KEEP CALM 
SOMOS AFONSINHOS


Por Notícias de Resende | | Publicado em , | Com 0 comentários
No dia 29 de junho de 2013, o treinador de Futsal do Sport Lisboa e Benfica, João Freitas Pinto, visitou a escola de Futsal Os Afonsinhos, com sede em São Martinho de Mouros.

Num dia em que havia um jogo convivio com os infantis do Grupo Desportivo de Resende, a presença de ilustre convidado foi a cereja no topo do bolo.

Relembramos que nos últimos tempos, Os Afonsinhos colocaram São Martinho de Mouros na rota do futsal nacional, com os melhores treinadores presentes em atividades por nós organizadas.

Ficam os conselhos deixados pelo prestigiado treinador aos mais novos e o gosto , a humildade , a amizade e o á vontade por ele expresso.

E as cerejas de Resende a serem promovidas entre enormes figuras do desporto nacional!

Viva Os Afonsinhos!

Marcos Antunes
Por Notícias de Resende | quarta-feira, 24 de julho de 2013 | Publicado em , , | Com 0 comentários
Aquilino Pinto foi distinguido com o Prémio Mérito Desportivo 2012, uma iniciativa da Revista Anim`arte, que ao longo dos últimos vinte e dois anos têm reconhecido instituições e personalidades regionais em diferentes áreas.

A Gala de atribuição de Prémios Anim`arte decorreu na noite de ontem, 22 de Junho, na Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu.

Professor de Educação Física no Externato D. Afonso Henriques, em Resende, Aquilino Pinto fundou em 1999, com apenas 24 anos de idade, a Associação de Ténis de Mesa do Distrito de Viseu. Esta é a única Associação Distrital de Modalidade em Portugal com sede num município/vila, nomeadamente na freguesia de São Martinho de Mouros, concelho de Resende.

Artigo elaborado por
José António Pereira
Por Notícias de Resende | | Publicado em , , | Com 0 comentários
Sensível, humano e sincero, A Gaiola Dourada, a nova comédia de costumes portuguesa, está recheada de momentos deliciosamente cómicos. A saudade, o patriotismo e os valores familiares também não são esquecidos. A antestreia nacional desta longa-metragem, no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego, na noite de 22 de julho, mostrou que tem todos os ingredientes para ser um sucesso de bilheteira, ao apresentar uma história muito próxima da nossa realidade e com episódios que não deixam nenhum português indiferente.

Com a presença do realizador luso-francês Ruben Alves e dos principais atores do elenco - Joaquim de Almeida, Rita Blanco, Maria Vieira e Jacqueline Corado -, a exibição deste filme desvenda a identidade portuguesa, a essência da alma lusitana, comovente, mas acima de tudo gratificante. Muitas gargalhadas, algumas lágrimas e uma salva de palmas foi desta forma que a plateia do Teatro Ribeiro Conceição agradeceu e honrou a qualidade do filme.

Já apresentada, com enorme sucesso, nos cinemas franceses, com mais de 1 milhão de espetadores, A Gaiola Dourada é uma comédia de costumes que retrata a vida de uma família portuguesa emigrada em França: Maria e José Ribeiro, ela porteira e ele pedreiro e chefe de equipa na construção civil, ambos excelentes na profissão, trabalhadores e submissos. Ao longo de 90 minutos, o realizador destaca os principais clichés nacionais: o futebol, a cerveja, o bacalhau e até o fado.



Esta obra cinematográfica dá a conhecer ao mundo, a realidade pura de um povo que, em certa medida, está descontente com a vida e com o seu país. Um sucesso de bilheteira além-fronteiras que chega ao cinema nacional a 1 de agosto.
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Autarcas e Governo estão sintonizados na necessidade de reforçar no próximo quadro comunitário o investimento destinado à reabilitação urbana, apontando o estabelecimento de parcerias entre o Estado, as autarquias e os privados como essencial para alcançar este objetivo. No dia em que a Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico (APMCH) assinalou o seu 25º aniversário, na cidade de Lamego, foi unânime a defesa de que o “abandono a que foram votados durante os últimos anos os nossos centros históricos” deve ser transformado numa “oportunidade” para aproveitar o potencial de valorização e preservação destas áreas nobres.

No discurso de abertura que proferiu durante a sessão solene, o Presidente da APMCH e Presidente da Câmara Municipal de Lamego, Francisco Lopes, realçou que nos últimos anos já vem sendo feito algum trabalho nesta área, exemplificando com as recentes alterações efetuadas à Lei das Rendas, os projetos de regeneração urbana em curso no âmbito do QREN e a medida Reabilitar para Arrendar que substitui a construção de habitação social de raiz por habitação reabilitada. Para acelerar a concretização deste processo, o autarca sugere a criação de parcerias para a reabilitação de edifícios particulares, através da disponibilização de verbas a fundo perdido ou de empréstimos com juros baixos.

Depois de enaltecer o trabalho desenvolvido pela APMCH nas últimas décadas e destacar que ainda “tem muito trabalho pela frente”, Manuel Castro Almeida, secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, exortou os autarcas de todo o país a “transformarem os erros do passado numa oportunidade”, dando o “impulso político necessário ao aproveitamento do potencial dos nossos centros históricos”.

Realizada no mesmo local onde se efetivou, em 1988, a instalação formal da APMCH - os Paços do Concelho de Lamego -, a sessão solene comemorativa do seu 25º aniversário, ficou ainda marcada pela outorga da Medalha de Ouro da Cidade de Lamego a José Miguel Correia Noras e a Júlio Sarmento, primeiros presidentes daquela Associação, tendo em conta que, em todas as circunstâncias, pugnaram para que a sua sede nacional ficasse definitivamente instalada na cidade de Lamego.

Fundada em 22 de julho de 1988, a APMCH tem por missão a defesa, a valorização, a revitalização e a animação dos núcleos urbanos históricos dos municípios que a integram. O seu objetivo visa, sobretudo, congregar vontades a nível governamental, autárquico e privado para a preservação do importante património histórico recebido em herança das gerações que nos precederam.



Terminado aquele ato público, a assistência efetuou logo de seguida uma visita de trabalho às obras de regeneração urbana neste momento em curso no bairro do Castelo que integram o projeto “Viver Lamego”.
Por Notícias de Resende | | Publicado em , , | Com 0 comentários
Depois de ainda há um ano ter levado o Grupo Desportivo de Resende à Divisão de Honra da Associação de Futebol de Viseu, e de ter iniciado ainda a época passada no comando do mesmo, onde acabou por sair em Novembro de 2012, depois de alguns resultados menos favoráveis, o treinador natural de Resende vai voltar a orientar uma equipa de futebol, desta vez o Paços de Gaiolo que compete na 2º Divisão da Associação de Futebol do Porto.

Contactado pelo Notícias de Resende, Rui Rebelo referiu como principal objetivo melhorar os resultados do Paços de Gaiolo dos últimos anos, uma vez que nos últimos dois, o Paços de Gaiolo terminou em penúltimo lugar da classificação geral.

É, então, uma nova etapa na vida do treinador Rui Rebelo que deixa ainda boas recordações aos resendenses, depois de na época 2011/2012 colocar o Resende na Divisão de Honra da A. F. de Viseu.

João Pereira
joaopereira@noticiasderesende.com
Por Notícias de Resende | terça-feira, 23 de julho de 2013 | Publicado em , | Com 0 comentários
Acácio Pinto
Deputado do PS
Debateu-se mais uma vez na assembleia da república (AR) a questão da reparação de danos emergentes de doença profissional dos ex-trabalhadores da empresa nacional de urânio (ENU).

Esta é, de facto, uma luta antiga, que saúdo, de pessoas que nunca desistiram, que nunca esmoreceram. E esta luta merece uma reflexão séria por parte de todos. Dos agentes políticos, com certeza, mas, necessariamente, de toda a sociedade.

Para o Partido Socialista, sempre o afirmámos, ao contrário do que outros têm feito nesta matéria, uma sociedade que não aposte na prevenção do infortúnio laboral e na justa reparação dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais é uma sociedade condenada ao insucesso, uma sociedade de costas voltadas para os seus trabalhadores.

Os estudos científicos especializados são inúmeros em resultado de investigações desenvolvidas nos institutos superiores e nas universidades. E os próprios ex-trabalhadores, enquanto plataforma associativa, têm desenvolvido diversos fóruns e conferências no sentido do aprofundamento desta temática, que importa não descurar.

O PS entende que deve competir ao estado, sem equívocos, assegurar um sistema de reparação face a riscos agravados a que muitas vezes os trabalhadores são expostos nas mais diversas situações laborais.

Por isso, sempre que o PS deteve responsabilidades governativas, estas foram áreas centrais da sua intervenção. Recordo, por exemplo, os regimes jurídicos de reparação dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais que se traduziram inequivocamente num aprofundamento dos direitos dos trabalhadores.

Foi por isso que o PS apresentou na AR um projeto de resolução para recomendar ao governo que de uma forma célere e efetiva promovesse criação de mecanismos que garantissem o direito a indemnização emergente de doença profissional, como é o caso dos ex-trabalhadores da ENU.

Foi assim, com esta clareza, que o PS se apresentou, situação que já, em iniciativas anteriores, havia merecido o apoio e votação inequívoca dos deputados do PS eleitos pelo círculo de Viseu.

Porém, não foi esta a posição dos partidos que apoiam o governo, do PSD e do CDS, que chumbaram o projeto do PS e os demais projetos em debate, limitando-se a aprovar o seu projeto de fazer mais estudos e mais estudos, expediente que mais não visa, afinal, do que adiar a resolução desta matéria. Há, contudo, um problema com que se confrontarão estes dois partidos, é com a memória dos ex-trabalhadores que não deixarão de continuar a lutar por esta causa que, verdadeiramente, não é deles, é nossa, é de todos.

Nota: Artigo escrito com base na intervenção que efetuei na AR.
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A sessão de requalificação da sede da Junta de Freguesia de Ancede e dos arranjos exteriores daquele espaço ultrapassou o significado daquela obra material. Realizada a 21 de Julho a cerimónia serviu, principalmente, para distinguir e elogiar dezenas de cidadãos e de personalidades que ao longo de décadas contribuíram para o desenvolvimento cultural, social e cívico da freguesia elevada ao estatuto de vila em 2009.

“Com esta cerimónia pretendemos distinguir e homenagear aqueles que ao longo das últimas décadas deram muito de si, do seu talento e do seu tempo livre para que esta terra que todos trazemos no coração pudesse ser mais desenvolvida e mais próspera”, referiu o presidente da Junta de Freguesia, José Lima. Em final de mandato e a despedir-se da autarquia de freguesia a que presidiu durante 12 anos, José Lima agradeceu o apoio que lhe foi prestado naquelas funções pelos cidadãos da freguesia. “Trabalhamos sempre em função das necessidades das pessoas e é com grande prazer e alegria que nos despedimos destas funções com um sentimento de dever cumprido, de partilha e de amizade por todos”, confidenciou.

Mais de meia centena de cidadãos assistiram à entrega de medalhas aos elementos que compuseram os executivos da Junta de Freguesia desde o 1976 até à atualidade e a cidadãos que participaram ativamente na vida associativa das entidades desportivas, culturais, sociais e recreativas da freguesia. Foram também distinguidos aqueles que a título individual se evidenciaram em campos como o desporto, a cultura ou o apoio social.

Também José Lima e os cidadãos que o acompanham no atual executivo da Junta de Freguesia, António Camelo e Ana Maria Serdoura, receberam distinções da mão dos presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal de Baião, José Luís Carneiro e José Pinho Silva.

José Pinho Silva destacou o “crescimento notável” que se verificou em Ancede na última década. “Há dez anos quem ousaria afirmar que Ancede iria ascender ao estatuto de vila e que esta terra veria serem realizadas obras de qualificação tão significativas, como o novo Centro Escolar, os trabalhos de beneficiação do Mosteiro de Ancede ou a construção do Centro Cívico”, perguntou. O presidente do órgão deliberativo municipal salientou ainda o contributo daqueles que dedicando-se à causa pública e ao associativismo prejudicam a sua vida pessoal e familiar em detrimento de contribuírem para o bem comum.

O presidente da Câmara Municipal de Baião, José Luís Carneiro, referiu a importância de valorizar e apoiar aqueles que entregam as suas vidas e o seu tempo livre à causa pública. “Baião é aquilo que os seus cidadãos fazem no seu dia-a-dia e no seu quotidiano. É a soma da sensibilidade, da criatividade, da inteligência e do trabalho de todos e de cada um e é por isso que ao estarmos aqui reunidos hoje, estamos, também, a destacar o contributo que todos os baionenses deram e continuam a dar para o desenvolvimento do nosso concelho”, rematou.



A sessão foi encerrada com atuações do Rancho Folclórico da Associação Desportiva de Ancede e da Banda Marcial de Ancede. A obra de requalificação da Junta de Freguesia e dos arranjos exteriores do espaço foi realizada através de um protocolo formalizado entre a Câmara Municipal e a autarquia de freguesia, no valor de 21 mil e 600 euros.
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Baião volta a preparar-se para dar a provar a milhares de visitantes a qualidade da sua gastronomia de inspiração tradicional com a realização de mais uma edição do Festival do Anho Assado e do Arroz do Forno. O certame abre portas no dia 26 de Julho, às 18h00, e prolonga-se até Domingo ao final do dia, altura em que são ainda servidos jantares.

O evento é promovido pela Câmara Municipal de Baião e faz as delícias dos apreciadores deste manjar típico da região, que será cozinhado por cinco restaurantes do concelho. No recinto com 500 lugares de capacidade serão montados os fornos de lenha, onde, como manda a tradição, entram os alguidares de barro com o anho e o arroz, que serão, depois, cozinhados numa rica calda onde cabem várias carnes.

O prato que as gentes da região não dispensam nos dias de festa encontra nos vinhos verdes de transição da sub-região de Baião um bom complemento. Mas a refeição só fica completa com outros elementos da gastronomia local, como sejam o biscoito da Teixeira, a broa de milho cozida no local ou a doçaria tradicional.

Para os que não apreciam o Anho Assado, mas desejam visitar este evento gastronómico, estarão disponíveis alternativas com a vitela ou o bacalhau.

Para “petiscar” entram nas sugestões produtos surgidos da criatividade de vários produtores locais, como compotas, licores, mel, queijos e até chocolates produzidos em Baião.

O certame tem lugar na vila de Baião, numa tenda de grandes dimensões montada especialmente para o efeito e que reúne excelentes condições de conforto.



Não poderiam também faltar os elementos do artesanato concelhio, que têm nas bengalas de Gestaçô e nas cestas de Frende os seus principais embaixadores. A animação será assegurada por bandas musicais, grupos de concertinas e ranchos folclóricos.
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Cobertos pelos frondosos ramos dos sobreiros e ladeados à direita pelo Património Mundial da Humanidade – Rio Douro, foi assim que foram recebidos os convidados para a cerimónia de Lançamento da Primeira Pedra do Douro Royal Valley Hotel & SPA ***** Application School Hotel, no dia 21 de junho, numa das mais magníficas Albufeiras do Rio Douro, localizada no lugar da Pala, freguesia de Ribadouro.

Participaram, na cerimónia, o presidente da Assembleia Municipal de Baião, José Pinho Silva, o presidente da Câmara de Baião, José Luís Carneiro, os promotores do empreendimento, Joaquim Ribeiro e Salvador Oliveira (Administradores da JASE, Empreendimentos Turísticos), a presidente do Instituto Politécnico do Porto, Rosário Gambôa, o presidente do Turismo Porto e Norte, Melchior Moreira e o vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Álvaro Carvalho.

As intervenções foram unânimes ao classificarem este projeto como diferenciador, único no país que congrega lazer com conhecimento e um exemplo de como sair da crise.

José Pinho Silva abriu a sessão e não poupou os elogios às intervenções dos promotores do Hotel pelo seu arrojo e persistência num projeto que demorou cerca de seis anos para se consolidar , ao presidente da Câmara pela sua capacidade de diálogo com as instituições determinante para a captação de investimentos para o concelho de Baião, ao IPP pela sua parceria com setor privado, ao Turismo Porto Norte pelo esforço na promoção de uma marca fortíssima como é o Douro e à CCDRN pela capacidade de perceber o carácter inovador deste projeto e apoiá-lo financeiramente.

“ Sempre quisemos ser embaixadores no Douro e sonhamos com a nossa expansão para esta região e com a ajuda de todos foi possível a concretização deste grande investimento”, foi a frase mais marcante de Joaquim Ribeiro no uso da palavra.

“Seremos rigorosos com o cumprimento dos prazos de execução da obra, por isso esperamos que no final do ano de 2014, as portas do Douro Valley se abram para o Douro”, finalizou.

Rosário Gambôa salientou as muitas entidades envolvidas para que este projeto resultasse. “Foi preciso a confluência de muitas pessoas ligadas às várias escolas e administração do IPP, da JASE, da Câmara Municipal de Baião, da CCDRn, do Turismo Porto e Norte, do IPTM para, finalmente estarmos aqui hoje. Contudo, quando o projeto me foi apresentado senti-me uma privilegiada e a decisão do IPP se associar como parceiro só podia ter sido positiva, pelo seu caráter diferenciador”.

Dois recados foram deixados pelo vice-presidente da CCDRn: “ Parabéns à JASE, pois só há uma forma de combater a crise, que é fazer e a partir de Baião vamos sair da crise. E, depois porque o turismo não é só Lisboa, o turismo também é aqui!”

Melchior Moreira referiu ser a sua intervenção mais difícil em 5 anos, desde que se encontra com a responsabilidade de dirigir o Turismo Porto e Norte.

“Eu o presidente da Câmara Municipal de Baião somos, hoje, as pessoas mais felizes, por partilharmos este momento. As minhas primeiras palavras apaixonadas vão para o Salvador e para Joaquim que assumiram um grande investimento no Douro. Deram um exemplo ao País de como sair da crise, estamos a criar riqueza e postos de trabalho”, salientou.

“O trabalho que o presidente da Câmara Municipal de Baião tem feito, no que diz respeito á área de turismo em Baião e na região é notável. Os promotores deste Hotel, poderiam ter escolhido outro concelho para a sua implantação, mas, eles sabem que têm em Baião um interlocutor à altura, que os acompanha sempre nos momentos difíceis”, concluiu.

“ Estamos aqui hoje a sinalizar o maior investimento privado no concelho de Baião, 12 milhões e 700 mil euros. Trata-se de um investimento exemplar a nível Europeu por cinco razões: 1) Articula o investimento privado com os fundos públicos, nomeadamente comunitários; 2) Articula os centros de investigação e do ensino superior com a estrutura empresarial, económica e social; 3) Ocorre num setor nevrálgico do desenvolvimento da região norte e do país, ou seja, no Turismo; 4) Garante uma resposta em termos de emprego qualificado e de escoamento dos produtos locais e regionais; 5)Durante o período de construção temos a garantia de que as empresas locais e regionais serão envolvidas no projeto e indiretamente os setores da restauração, do alojamento serão também dinamizados, elencou José Luís Carneiro.

“ De janeiro de 2006 a julho de 2013 conhecemos um investimento superior a 20 milhões de euros em 2 unidades hoteleiras no concelho de Baião e no fim deste investimento seremos o concelho do Douro com maior capacidade de alojamento. A este valor acresce mais 4 milhões de euros de projetos públicos e privados, executados e outros em fase de execução. Neste valor evidenciam-se oito projetos apoiados pelo Programa de Desenvolvimento Rural, através da cooperativa Dólmen , nomeadamente: Casa da Lavandeira em Ancede; o Casarão em Santa Marinha do Zêzere; o Restaurante da Fundação Eça de Queiroz; Quinta das Quintãs em S. Tomé de Covelas; Quinta da Ermida , em Santa Marinha do Zêzere; Associação de Desenvolvimento Regional; Douro Suites , na Pala, Freguesia de Ribadouro Casa das Aguincheiras, em Ancede e a beneficiação do Cais de Aregos (Santa Cruz do Douro), no valor de 200 mil euros; a requalificação do Jardim da Pala (Ribadouro), no valor de 90 mil euros e a melhoria das acessibilidades nas freguesias de Ancede e de Santa Cruz do Douro, no valor de 735 mil euros”, continuou.

“ A política é arte do possível, mas por vezes é quase a arte do impossível. Acreditar é muito importante e a política é essa arte de alcançar aquilo que parece inatingível. É isso que vivemos aqui, hoje”.

Para José Luís Carneiro “Baião tem elementos de caráter patrimonial, como é o caso do Mosteiro de Santo André de Ancede, monumento cujas origens remontam a 1120, data anterior à nacionalidade portuguesa e a margem do Rio Douro sendo a melhor para o desenvolvimento projetos turísticos pela sua exposição solar (referenciado pelos especialistas na matéria) que o distinguem e o tornam singular no país”.

O presidente da Câmara Municipal de Baião aproveitou a oportunidade e lançou o desafio ao vice-presidente da CCDRn para apoiar o projeto de Reconversão e Restauro deste valioso Mosteiro, que tem a marca do prestigiado arquiteto português, Álvaro Siza Vieira.

O PROJETO
O Douro Royal Valley Hotel & SPA ***** Application School Hotel promete revolucionar o panorama hoteleiro no Douro em Portugal, ao aliar o turismo de luxo com a formação na área da hotelaria de cinco estrelas, replicando um conceito popularizado em países como a Espanha ou a Suíça.

Esta unidade hoteleira vai criar 107 postos de trabalho (diretos e indiretos) e prevê receber uma turma de formação superior com 30 alunos – Licenciatura em Gestão Hoteleira – por ano (perfazendo um total acumulável de 90 alunos). O Douro Royal Valley Hotel vai também ministrar cursos de formação técnico profissional na área hoteleira que serão certificados pelas entidades credenciadas.

Será a segunda unidade hoteleira criada em Baião pelos mesmos investidores. A JASE tem desde 2008 em funcionamento o Douro Palace Hotel Resort & SPA – Hotel de 4 Estrelas, localizado na freguesia de Santa Cruz do Douro, concelho de Baião.

O novo Hotel de cinco estrelas contará com a parceria do Instituto Politécnico do Porto (o maior do país com cerca de 16 mil alunos).

O empreendimento irá nascer na Albufeira da Pala, um dos mais belos espelhos de água no rio Douro, situado na freguesia de Ribadouro, no concelho de Baião, representando um investimento total de 12 milhões e 700 mil euros.

O Douro Royal Valley Hotel & SPA ***** Application School Hotel irá assumir-se como o primeiro hotel de aplicação de Portugal, já que por intermédio da parceria com o Instituto Politécnico do Porto serão ministradas naquele local formações e aulas práticas nas áreas do turismo e da hotelaria.

O caráter estratégico deste investimento traduz-se no facto de receber uma comparticipação de 7 milhões de euros suportada por fundos comunitários, através do Quadro Estratégico de Referência Nacional.

Este investimento visa dar resposta ao crescente investimento no sector do turismo no Douro, mas afirmar-se, ao mesmo tempo, como uma referência formativa para a região norte e para todo o país.

O Douro Royal Valley Hotel & SPA ***** Application School irá ter sessenta e nove quartos no hotel, a que se somam trinta e quatro quartos na escola. Serão ainda construídos um restaurante, dois bares, duas piscinas, um SPA, seis salas de reuniões e um campo de ténis.

Este é o segundo investimento da empresa JASE – Empreendimentos Turísticos, no concelho de Baião, que já detém o Douro Palace Hotel Resort & SPA, uma unidade de quatro estrelas com 60 quartos situada na freguesia de Santa Cruz do Douro.
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Foi com devoção, mas também com alegria e boa disposição, que os habitantes de Telões, na freguesia de Loivos do Monte, visitaram o “tesouro” ali existente: a Capela de Santa Comba, recentemente alvo de restauro no seu interior e de beneficiação dos espaços exteriores. Esta intervenção, iniciada em 2012, permite a qualificação de mais um elemento do património concelhio, bem como a conservação de importantes frescos provavelmente datados de finais do século XV ou de princípios do século XVI encontrados na capela aquando do início das obras de restauro do imóvel. A solução de restauro encontrada para aquele local permite que os frescos, localizados por detrás dos retábulos da capela, possam ser apreciados pelos visitantes da capela.

Na tarde de 21 de Julho, perante muitas dezenas de habitantes do lugar e de cidadãos emigrantes que, sendo naturais dali, escolhem a época de verão para “matar saudades” da família e do lugar de origem, o primeiro a usar da palavra foi o pároco Joaquim Ribeiro. Em representação da Comissão Fabriqueira de Loivos do Monte, este responsável eclesiástico transmitiu ao público de forma detalhada a natureza dos trabalhos realizados e os custos inerentes à obra. Manifestando uma “alegria acrescida” pela realização daquela obra, o pároco Joaquim Ribeiro formulou vários agradecimentos. Enalteceu “o interesse e o empenhamento” na realização da obra demonstrados pela população do lugar de Telões, “a perícia, o trabalho e a minúcia” dos técnicos de conservação e restauro a quem coube a intervenção nos frescos e no retábulo da capela e, por fim, destacou o papel de “autêntico mecenas” assumido pela Câmara Municipal de Baião.

A intervenção representou um investimento total de 39 mil e 172 euros (incluindo IVA), tendo a Câmara Municipal de Baião comparticipado com cerca de 30 mil euros. O restante valor foi suportado por diversas entidades, como a Junta de Freguesia, a Comissão Fabriqueira e cidadãos a título particular.



AS “DOUTORAS” DAS PINTURAS

O entusiasmo e o incentivo dados para a realização daquela beneficiação por parte de José Luís Carneiro foram também enaltecidos pelo pároco. “José Luís Carneiro acreditou que esta obra era possível e transmitiu esse entusiasmo as pessoas. Isso vale tanto ou mais do que o financiamento da obra”, observou.

A palavra coube de seguida aos técnicos de conservação e restauro a quem foi confiado o delicado trabalho de recuperação daquele importante património. Alexandre Maniés ocupou-se da beneficiação dos retábulos e explicou que a sua principal preocupação residiu em respeitar o que existia. “Temos que respeitar o património que nos é dado como herança pelos nossos antepassados. Devemos cuidar dele e preservá-lo o mais possível, pois só assim teremos algo para transmitir aos vindouros”, observou.

À conservadora / restauradora Alexandra Joaquim coube, em conjunto com Elvira Barbosa, a tarefa de conservar e restaurar os frescos encontrados numa das paredes da capela. “Estas pinturas datam provavelmente do início do século XVI. São fruto do trabalho de bons artistas e surgem devidamente datadas, legendas e marcadas por um estilo próprio”, explicou Alexandra Joaquim, segundo quem este tipo de pinturas são geralmente encontradas na região entre Amarante e Vila Real.

Alexandra Joaquim explicou que o trabalho desenvolvido na capela de Telões consistiu numa abordagem “muito lenta e cuidada de consolidação da pintura”. As paredes da capela apresentavam muitos “ocos” nos quais as técnicas tiveram que injetar “massa” para preencher as camadas mais frágeis da pintura. Socorrendo-se de seringas e algodão para a execução do trabalho que contemplou também a limpeza de grandes camadas de pó que encobriam os frescos, Alexandra Joaquim e Elvira Barbosa receberam o título de “doutoras das pinturas” por parte da população local que acompanhou a intervenção com interesse.

“Há realmente povos diferentes. Sítios onde somos especialmente bem recebidos e onde o amor que as pessoas sentem pelo que é seu se sente de forma especial. Já corremos o país e as ilhas de norte a sul e este foi dos locais onde fomos melhor recebidas”, declarou Alexandra Joaquim. Esta técnica elogiou ainda o empenho da Câmara Municipal de Baião na valorização e na proteção do património municipal. “É um prazer ver uma Câmara Municipal tão proactiva na valorização do património e que possui sensibilidade sobre o modo como há-de proceder à valorização das suas riquezas”, concluiu.



SABER OUVIR

A declaração final coube ao presidente da Câmara Municipal de Baião, José Luís Carneiro, que se mostrou “orgulhoso” pela intervenção realizada na Capela de Telões. “Desde a primeira hora que as populações me transmitiram a necessidade de recuperar este elemento do património da freguesia. Se alguma qualidade nos pode ser apontada é a de sabermos ouvir a opinião dos cidadãos e de sermos capazes de concretizar projetos importantes para o desenvolvimento e a valorização do nosso concelho”, frisou.

José Luís Carneiro mostrou-se ainda convicto de que a obra terá o condão de contribuir para o desenvolvimento do concelho, porque passará a estar integrada na estratégia de promoção turística e cultural de Baião. “Tenho a certeza de que muitos turistas vão gostar de visitar este espaço para poderem apreciar o valor do património que aqui temos diante de nós. Dessa forma iremos contribuir para que os visitantes permaneçam mais tempo nosso território”, notou.



A DESCOBERTA DE UM ACHADO

No âmbito da política de apoio à conservação e restauro do património religioso, a autarquia baionense atribuiu, em 2012, à Comissão de Fábrica da Igreja Paroquial da freguesia de Loivos Monte, um subsídio no valor de 16 mil e 200 euros destinado ao restauro dos altares da Capela de Santa Comba, situada no lugar de Telões, freguesia de Loivos do Monte.

Aquando da remoção dos altares da Capela encontrou-se a pintura mural na parede fundeira da capela-mor e segundo a opinião de técnicos competentes na área do património, estaríamos perante património de elevado valor.

A Comissão de Fábrica da Igreja Paroquial da freguesia de Loivos do Monte, com o apoio da Direção Regional de Cultura do Norte, - após este “achado” que se julgava precioso, desenvolveu os procedimentos necessários para a contratação de técnicos conservadores - restauradores de arte. E, eis que o “Tesouro” se confirmou. Desenrolaram-se então os trabalhos de conservação e restauro dos frescos e dos restauros, bem como a reabilitação interior e exterior da capela, para os quais a Câmara de Baião contribuiu com 30 mil euros.

A tarefa de conservação dos frescos coube à conservadora - restauradora, Alexandra Joaquim auxiliada pela técnica Elvira Barbosa. Juntas levaram a cabo um trabalho cirúrgico de reabilitação da pintura mural e concluíram que a mesma data provavelmente, dos princípios de finais do século XV ou de princípios do século XVI, tratando-se de uma pintura a fresco, que retrata 3 figuras sagradas, muito comuns da Oficina nº 2.

Esta oficina desenhava sempre três imagens centrais, os rostos destas em forma oval a culminar em bico, utilizavam sempre o mesmo tipo de letra, ornamentavam a pintura mural de acordo com espaço disponível.

A pintura mural a fresco, com cerca de 2,77 x 2,44 m, é composta no centro pela figura de Santa Comba que é representada de frente, olhando o espectador, segurando o palmito com a mão direita que aponta para o livro que segura com a esquerda. É ladeado, junto à cabeça, por legenda de grandes letras “SÃTA” à esquerda e “CÕBA” à direita. Do lado do Evangelho uma figura uma figura feminina de frente mas com o olhar para baixo, segura o menino com a mão esquerda e não se consegue identificar o que tem na mão direita. Do lado oposto S. Sebastião, da mesma altura da imagem central apresenta leve torção do rosto para a esquerda e a perna direita fletida.

Entre as três imagens observam-se pequenos arbustos e no cimo da pintura 4 estrelas, que para Alexandra Joaquim significam o céu, logo o teto da antiga ermida. “Supõe-se que a atual Capela fora uma pequena ermida e um local de culto da população daquela aldeia, aumentada e transformada em Capela”, acrescenta a conservadora.



Esta pintura apresenta elementos com muitas semelhanças à pintura mural da parede fundeira de Santa Marinha de Vila Marim, concelho de Mesão Frio, características da Oficina nº 2.
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Pelo 5º ano consecutivo, a Câmara Municipal vai oferecer os manuais escolares a todos os alunos do 1º Ciclo do Concelho. Perto de 800 crianças serão abrangidas no próximo ano letivo por esta medida da Autarquia que representa uma ajuda preciosa para os agregados familiares cinfanenses, especialmente com a atual conjuntura económica, reduzindo o esforço financeiro das famílias na hora do regresso às aulas.

A proposta apresentada pela vice-presidente e aprovada, por unanimidade, na reunião de Câmara realizada no dia 22 de julho contempla também a atribuição de material escolar (10€ por aluno), bem como uma verba de 4,50€ / aluno para a realização do passeio escolar (uma visita de estudo/ano, desde que não utilizem os autocarros municipais).

O Executivo deliberou ainda dar continuidade, no próximo ano letivo, às transferências para os Agrupamentos de Escolas de Cinfães e Souselo. Cada Agrupamento receberá uma verba divida em três tranches, de acordo com os períodos letivos, para depois distribuir por cada uma das escolas do 1º Ciclo e Jardins-de-Infância de acordo com os seguintes critérios: 150€/ano para a primeira turma e as seguintes 100€ cada para despesas de higiene e limpeza cujo custo total importa em 8.450€; mais 8€ por aluno para expediente, consumíveis, fotocópias e/ou fotocopiador, cujo custo total importa 9.264€.

Ainda no âmbito da Educação, a Câmara decidiu também manter no ano letivo 2013/2014, desde que haja candidatura por parte do IFAP (Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas), o regime Fruta Escolar que consiste na distribuição de uma peça de fruta, pelo menos duas vezes por semana, aos alunos do 1.º Ciclo. Um programa que a Câmara Municipal de Cinfães alargou também aos alunos do Pré-Escolar, medida que será igualmente para dar continuidade.
Por Notícias de Resende | segunda-feira, 22 de julho de 2013 | Publicado em , | Com 0 comentários
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O Executivo Camarário e a Assembleia Municipal de Resende deliberaram aprovar a assinatura de um protocolo de geminação com a Prefeitura Municipal de Resende, no Brasil, destinado a promover a cooperação entre os dois municípios, no estreitamento de laços de amizade entre as duas autarquias e respetivas populações.

Os projetos de cooperação a empreender inserir-se-ão prioritariamente nas áreas da administração municipal, formação profissional e promoção social e cultural.

A iniciativa de assinar o protocolo de geminação teve em consideração as afinidades históricas, linguísticas e culturais entre a República de Portugal e a República Federativa do Brasil, fruto de uma vivência comum de 500 anos; o facto de se tratar de dois povos soberanos, com regimes democráticos consolidados e que lutam pela melhoria das condições de vida em contextos políticos distintos e a vontade expressa pelos dois municípios em promover a amizade e a cooperação em prol das respetivas populações.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Resende, António Borges, “esta pode ser uma grande oportunidade. A cidade de Resende é o sexto pib/per capita do Brasil e poderão abrir-se oportunidades não só no campo cultural e da mera troca de experiências, mas também no que respeita a oportunidades de investimento e de investidores ou processo de trocas comerciais”.

De referir que Resende é, atualmente, uma das cidades mais importantes do Estado do Rio de Janeiro, no Brasil, possuindo uma área de 1.116,2 km2, distribuída por 7 distritos, sendo que a sua população ultrapassa os 100 mil habitantes.

Com o declínio da exploração do ouro no século XVIII, antes de ser elevada à categoria de vila já contava fábricas de anil, lavouras de tipos variados e fábricas de açúcar, tendo já importância junto à Corte como abastecedor de produtos de subsistência, sendo pioneira no plantio de café, a partir de 1770, base histórica da economia da região. Os proprietários das plantações tornaram-se, mais tarde, importantes e influentes cidadãos, contribuindo para a criação de um conjunto de infra-estruturas em Resende.

Em 29 de setembro de 1801 (data consagrada como aniversário de Resende) foi elevada a Município, denominando-se Resende em homenagem ao Conde de Resende e em 27 de agosto de 1848 passou à categoria de cidade. Entretanto, as pragas nas plantações de café e o alto preço da mão de obra inviabilizaram a atividade, deixando o caminho aberto para a economia agropecuária e pequenas indústrias que se propagaram na 1.ª metade do século XX, época em que é fundada no Município a Academia Militar das Agulhas Negras (1943).



Somente na segunda metade do século passado tomou impulso o desenvolvimento industrial com a construção da estrada “Presidente Dutra”, facilitando as comunicações entre as cidades do Rio de Janeiro e S. Paulo, o que possibilitou o reassumir da importância económica atraindo grandes investimentos.
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O prestigiado arquiteto português, Álvaro Siza Vieira, vai deixar a sua marca no património histórico do concelho de Baião com o Projeto de Conservação e Restauro do Complexo Arquitetónico do Mosteiro de Santo André de Ancede (3ª fase). No próximo dia 23 de julho, pelas 18 horas, desloca-se ao concelho de Baião, mais concretamente ao Mosteiro de Santo André de Ancede, para a apresentação pública do seu projeto.

Este projeto prevê a criação de quatro unidades de alojamento que serão complementadas por sala de leitura e sala de pequenos-almoços. Está prevista a criação de salas de trabalho, de exposição e sala de conferências. A sala de refeições do Mosteiro e respetiva cozinha, também serão alvo de intervenção, com o objetivo de recuperar os espaços mantendo a sua função primitiva.

A 3ª fase da Conversação e Restauro do Mosteiro iniciar-se-á pela reconversão da antiga Casa Moços e Hospedaria em Cafetaria. É este o primeiro projeto que o Álvaro Siza Vieira vai apresentar ao público na próxima terça- feira dia 23.

A essência do projeto é a criação de condições para o repouso e para o pensamento. Condições essas que sejam capazes de atrair o visitante que procura conhecer o vale do Rio Douro e as Serras envolventes, mas também as gentes ligadas ao mundo das letras, da música e das artes que procuram refúgio e inspiração.

O programa deste projeto prevê a inclusão do Mosteiro na Rota do Românico do Tâmega e Sousa.

UM PATRIMÓNIO VALIOSO
As origens do Mosteiro de Santo André de Ancede remontam ao século XII, e a mais antiga referência conhecida, de 1120, é respeitante à sua ligação aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Durante vários séculos este mosteiro deteve um considerável património fundiário ligado à produção vinícola, que lhe permitiu beneficiar de grande poder económico. Todavia, em meados do século XVI, pouco restava já dessa época áurea e o mosteiro entrou num período de decadência, com as dependências degradadas e um número muito reduzido de religiosos. Em 1560 passou a depender de São Domingos de Lisboa e, a partir de então, foram executadas várias campanhas de obras com o objetivo de recuperar o conjunto arquitetónico.

A igreja foi reedificada, desenvolvendo-se, então, em três naves separadas por arcaria de volta perfeita, com teto de madeira. Um amplo arco triunfal, com dois altares colaterais, articula este espaço com o da capela-mor, onde ganha especial importância o retábulo-mor, em talha dourada com tribuna de grandes dimensões. Contemporâneos deste retábulo, de estilo nacional, são certamente as sanefas que se encontram sobre as janelas e o arco triunfal.

A fachada principal, em cantaria, que corresponde à lateral da nave, apresenta portal de verga reta encimado por nicho de frontão triangular.

Com a Extinção das Ordens Religiosas o mosteiro foi vendido em hasta pública, ficando na posse do Visconde de Vilarinho de São Romão. A capela e a igreja passaram, em 1932, para a paróquia de Ancede. Atualmente, e desde 1985, o mosteiro é pertença da Câmara Municipal de Baião.
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“Um projeto de arquitetura com condições dignas de conforto, com capacidade para acolher amigos e familiares para participarem na celebração fúnebre e a inexistência de um equipamento municipal desta natureza na freguesia de Campelo”, foram as principais razões para a conceção deste projeto evocadas pelo presidente da Câmara Municipal, José Luís Carneiro, na sessão pública de Apresentação do Projeto da Casa Mortuária de Campelo, que ocorreu a 19 de julho, no Auditório Municipal de Baião.

“No decurso da sua execução, houve também, duas preocupações fundamentais: ouvir o Padre, Joaquim Ribeiro e o presidente da Junta de Freguesia de Campelo, Fernando Guedes, por forma a serem contempladas as suas principais perceções sobre o equipamento em questão. Agora é a vez da população da freguesia de Campelo se pronunciar”, acrescentou o autarca.

José Luís Carneiro referiu ainda que a construção desta Casa Mortuária será o culminar “destes equipamentos nas freguesias do concelho de Baião. Recordo que desde 2006 construímos seis Casas Mortuárias (Ancede; Covelas; Grilo; Mesquinhata; Viariz e Santa Cruz do Douro (este equipamento não foi criado de raiz)”.

Na cerimónia esteve também o vice-presidente da Câmara Municipal de Baião, autarcas, membros do associativismo e população locais.

O projeto foi apresentado pelo seu autor, Álvaro Ribeiro (colaborador da Câmara Municipal de Baião) que afirmou ter-se baseado em dois elementos essenciais para a definição das linhas exteriores do edifício. Os elementos que estiveram na base do seu trabalho de arquitetura foram: a tolha que cobre a mesa da área presidencial designada de “corporal” e o guardanapo que cobre o cálice, designado de “sanguíneo”, ambos assumem um formato semelhante, o qual foi transferido para o edifício.

A Casa Mortuária será construída junto à entrada principal do Cemitério de Campelo, contemplará dois pisos. O piso inferior vai albergar duas câmaras ardentes, capacidade para 20 lugares sentados, uma sala destinada ao Pároco e instalações sanitárias. No piso térreo ficará localizada a Capela, que será constituída por um amplo salão com altar e assembleia, estimando-se uma lotação máxima de 240 pessoas (194 lugares sentados). A área coberta do edifício é de 548 metros quadrados.

O projeto contempla ainda o tratamento dos espaços exteriores, com ajardinamento e pavimentação. Será um investimento da responsabilidade da Câmara Municipal de Baião, no valor de 470 mil euros.



Após a apresentação da Casa Mortuária de Campelo foi aberto o debate onde foram levantadas questões muito pertinentes por parte da plateia que vão ser equacionadas pela Câmara Municipal de Baião, para que o projeto corresponda o mais possível às necessidades sentidas pela população.
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No passado dia 13 de Julho no Museu Municipal de Resende foi apresentado o livro “A lua da minha noite” de António Cabral.

Segundo o autor, o livro é “um pequeno apanhado de poemas relativamente a pequenos sentimentos. Acho que as pessoas devem lê-lo e tentar senti-lo. Basicamente é uma parte em que uso o sentimento que tenho pela minha família, ou seja a obra é a minha filha e a minha esposa”.

Num evento que teve a presença de várias pessoas entre família e amigos António Cabral salientou a importância que a família tem na sua vida. “Cada vez mais a família é importante. Acho que a família deve ser sempre a primeira a criticar (…) são os maiores críticos mas depois também são os maiores fãs.”

A apresentação do livro contou ainda com a intervenção de Drª Anabela Pinto, representante da Chiado Editora, e da Drª Dulce Pereira, autora do prefácio que referiu o autor como “alguém introvertido, que passa muito despercebido, que não gosta de dar nas vistas mas muito talentoso e consegue descrever de uma forma magistral muitas coisas que sentimos e somos incapazes de passar para palavras”.

O público foi ainda presenteado com momentos musicais e para finalizar foi oferecido um Porto de Honra e as tradicionais cavacas de Resende.

Raquel Evangelina