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Por Notícias de Resende | terça-feira, 29 de janeiro de 2013 | Publicado em , | Com 0 comentários
A Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos esteve no Concelho de Castro Daire efetuando visita turística ao património de maior relevo da região.

Esta visita decorreu no dia 28 de janeiro e contou com o acompanhamento do historiador local, Dr., Abílio Pereira de Carvalho, que serviu de guia aos visitantes e explicou as características e a história dos diversos pontos de interesse que o grupo visitou.

Esta Associação sediada em Lisboa, veio conhecer o património do Concelho, mais propriamente o património edificado e religioso, realçando a riqueza patrimonial que a região possui.

Englobada no Plano Anual de Visitas de Estudo dos “Amigos dos Castelos”, esta visita contou com a presença de 34 membros da Associação que puderam admirar diversos monumentos da região tal como a Igreja Matriz, o Museu Municipal, a Capela de S. Sebastião, o Calvário ou ainda o Igreja da Ermida.

O Grupo agradeceu a hospitalidade, demonstrando ainda vontade de voltar e conhecer mais um pouco da história e da riqueza que pode ser encontrada no Concelho de Castro Daire.
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O Concelho de Castro Daire vai receber, no próximo dia 12 de fevereiro, dia de Carnaval, o VIII Convívio de Desfile de Carros Antigos, Clássicos e Vespas de Castro Daire.

Este Desfile, que se realiza anualmente no dia de Carnaval, é já um marco importante na história das viaturas mais antigas do Concelho de Castro Daire.

Partindo das Termas do Carvalhal, a caravana vai passar por diversas freguesias do Concelho. Mamouros, Reriz, Pinheiro, Ermida, Castro Daire, Ribolhos, Mões e Moledo são aquelas que irão ter o privilégio de assistir a este desfile.

Prevendo-se a concentração junto ao Hotel Montemuro, nas Termas do Carvalhal, pelas 13h00, o desfile destas viaturas percorrerá algumas aldeias até finalizar o seu curso na Aldeia da Moita, onde se realizará um jantar convívio para todos os participantes.

À semelhança dos anos anteriores os organizadores desta iniciativa esperam uma participação muito significativa de viaturas, a rondar cerca de uma centena, o que trará a este evento uma dimensão e uma animação muito interessante, não só para os participantes mas também para todos aqueles que queiram juntar-se à caravana e queiram assistir ao desfile nos diversos pontos de passagem.

A cada ano a procura e a participação tem vindo a aumentar, pelo que se espera que na edição deste ano sejam ainda mais aqueles que abrilhantam esta iniciativa e que a vão divulgando junto dos amantes dos veículos clássicos e antigos.
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Os alunos do ensino secundário, matriculados no 10º, 11º ou 12º ano em qualquer escola do concelho de Lamego, já podem submeter os seus trabalhos à apreciação do júri do Prémio Escolar Dr. Fernando Amaral, que este ano devem ser subordinados ao tema O Pensamento Social do Dr. Fernando Amaral aplicado à Realidade Atual. Nesta terceira edição, o valor pecuniário a atribuir ao vencedor do galardão é de 1000 euros.

Instituído em honra deste emérito cidadão lamecense e um dos mais notáveis políticos da democracia portuguesa, o Prémio Escolar Dr. Fernando Amaral destina-se a distinguir os textos originais de maior mérito sobre os Valores da Democracia Local, o Estado de Direito e a Cidadania e os Direitos Humanos. Esta distinção pode ser atribuída ex aequo, mediante reconhecimento do mérito, a mais do que um trabalho.

Os alunos devem formalizar as suas candidaturas, até 30 de abril próximo, em formulário disponibilizado para o efeito pelas escolas do concelho, pelos Serviços de Apoio à Assembleia Municipal e no portal do Município de Lamego (www.cm-lamego.pt). Nestes locais, também podem consultar o respetivo regulamento e normas complementares que regem a apresentação dos trabalhos.

A entrega do prémio escolar será posteriormente efetuada em sessão da Assembleia Municipal e entregue, em conjunto, pelo Presidente da Assembleia e pelo Presidente da Câmara Municipal.

A criação deste galardão constitui um tributo permanente dos lamecenses ao exemplo de cidadania e de dedicação à res publica demonstrado em vida por Fernando Amaral que é, para todos, uma referência. A perpetuação da memória e a divulgação do exemplo de dedicação à causa pública que, de forma generosa, sempre guiou a conduta de Fernando Amaral são valores que a Assembleia Municipal de Lamego quer transmitir às gerações futuras.

Professor, advogado distinto, político exemplar e tribuno eloquente, desempenhou ao longo da sua vida os mais elevados cargos públicos em Portugal e na Europa, nomeadamente a Presidência da Assembleia da República, durante três sessões legislativas, e a vice-presidência da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa. A nível local, foi também o mais distinto dos presidentes da Assembleia Municipal. Antigos companheiros de trabalho e amigos recordam-no como um trabalhador incansável, inabalável nas suas convicções, firme nas suas decisões e sentimental.
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O Encontro Concelhio de Cantares das Janeiras que se realiza em Ancede, pelo 11º ano consecutivo, foi visitado, no passado dia 26 de Janeiro, pela realeza. Não se tratou de uma visita dos três reis magos que povoam o imaginário desta época do ano, foi antes el-rei D. Manuel I quem se deslocou aquela vila para fazer um anúncio aos baionenses. 

Acompanhado pela rainha e por um séquito, o monarca dirigiu-se às centenas de expectadores que assistiam à iniciativa para anunciar que este ano se comemoram cinco séculos desde a atribuição do foral ao concelho de Baião. A animada representação serviu para transmitir a mensagem de que uma grande celebração irá ter lugar nos dias 1 e 2 de Junho na vila de Baião. 

Em jeito de esclarecimento complementar, o presidente da Câmara Municipal de Baião, José Luís Carneiro, explicou que a autarquia pretende valorizar este acontecimento, por via de uma recriação histórica, como forma de dar a conhecer a história do concelho desde o período da pré-história (5000 anos antes de cristo), até à época contemporânea. 

“Todos estão convocados para fazer parte deste grande momento da história do nosso concelho. Contamos com a participação das associações, das juntas de freguesia, dos agrupamentos de escolas e de todos os baionenses que queiram dar corpo a esta celebração que pretende valorizar a história do concelho e atrair milhares de visitantes à vila de Baião”, observou. O autarca explicou que o programa das celebrações irá ainda incluir a publicação da “História Económica e Social de Baião”, entre outras iniciativas. 

Antes, tinham usado da palavra o presidente da Junta de Freguesia de Ancede e o presidente da Assembleia Municipal de Baião. José Lima congratulou-se pelo facto de o cantar das janeiras em Ancede se ter convertido já numa marca para o concelho e para a freguesia. O autarca de freguesia aproveitou a oportunidade para proceder à entrega de apoios ao associativismo às duas entidades mais representativas da freguesia: a Banda Marcial de Ancede e a Associação Desportiva de Ancede. 

O presidente da Assembleia Municipal de Baião, José Pinho Silva, destacou a “manifestação de cultura” que este evento constitui e salientou o trabalho e a dedicação das centenas de baionenses que se dedicam ao associativismo em todo o concelho.

MÚSICA E SOLIDARIEDADE 

À imagem de anos anteriores, o cantar das janeiras ficou marcado por uma forte participação das associações e dos cidadãos do concelho. Ao palco subiram as associações “Os Alegrinhos” (Campelo), “Amigo” (Gôve) e Associação Desportiva de Ancede; os Ranchos Folclóricos de Baião, Gestaçô, Ancede e Valadares; a Banda Marcial de Ancede e a Escola de Música da Casa do Povo de Campelo; e ainda um grupo da Paróquia de Tresouras e outro constituído por jovens das paróquias de Santa Leocádia, Ribadouro e Ancede. 

Para além dos cantares das janeiras e das melodias interpretadas com recurso ao violino, à viola e a outros instrumentos, destaque também para a recolha de fundos levada a cabo pelos jovens das paróquias de Santa Leocádia, Ribadouro e Ancede, tendo em vista o apoio humanitário a São Tomé e Príncipe.

ESTREANTES FORAM CONQUISTADOS 

Entre os muito espectadores presentes no evento contavam-se vários estreantes. O casal Carlos e Paula Ventura reside em Vila Nova de Gaia e está em Ancede pela primeira vez. Integram um grupo com mais de vinte pessoas e aceitaram o convite dos amigos Francisco e Maria Andrade para ali passarem o fim-de-semana. “Este evento é uma maravilha. Está muito bem organizado e tem um ambiente muito acolhedor”, nota Carlos Ventura. Junto dele, Francisco Andrade mostra-se “satisfeito” por dar a conhecer parte do concelho de Baião aos seus amigos. “É um gosto tê-los cá e podermos divulgar a terra e ajudá-la a desenvolver”, completa Maria Andrade.

Naturais e residentes em Ancede são também Lurdes Pinheiro e Elisabete Barbosa. A primeira nunca tinha assistido ao encontro de cantares das janeiras, mas a amiga Elisabete convenceu-a e Lurdes acabou por vir na companhia dos filhos Tiago e David. “Gostei muito, vou passar a vir cá sempre que puder”, refere Lurdes. Entre os filhos, Tiago dizia ter gostado de todas as atuações, enquanto David destacava a presença de um amigo no rancho folclórico de Ancede. Para o ano talvez seja ele também um dos participantes no encontro das janeiras.
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Dezenas de meninos e meninas risonhos e orgulhosos subiram ao palco do Centro Escolar de Campelo, no dia 25 de Janeiro ao final da tarde, para se apresentarem à comunidade escolar, às forças vivas do concelho de Baião e aos seus familiares como os atletas da primeira equipa de Andebol do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil. Tendo entre 5 e 8 anos, estes jovens vestem as cores do concelho e integram uma equipa mista que vai competir no escalão federado "bambis".

O diretor do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil, Carlos Alberto Carvalho, explicou a aposta na criação da equipa de andebol “com o desejo em alargar o sucesso educativo ao sucesso desportivo”. “O desporto ajuda a preparar cidadãos de corpo inteiro e proporciona a aprendizagem de valores muito importantes, como a amizade, a solidariedade e o empenho”, referiu o responsável. O mesmo salientou a importância do valor do desportivismo: “É importante que os nossos jovens aprendam a ganhar e a perder e que vejam nos outros atletas, adversários e não inimigos”. Carlos Alberto Carvalho agradeceu, ainda, o apoio manifestado pelo presidente da Câmara Municipal de Baião, José Luís Carneiro ao projeto, apoio esse que se traduziu num patrocínio da autarquia à equipa de andebol.

O vereador do desporto e da educação da Câmara Municipal de Baião, Paulo Pereira, formulou votos de “muito sucesso” à nova formação desportiva e fez questão de cumprimentar toda a comunidade escolar do Agrupamento de Vale de Ovil pelo projeto educativo que corporiza. O autarca mostrou-se triplamente satisfeito por marcar presença no evento. Por um lado porque o ensino do desporto é a sua área profissional e, por outro, porque a Escola EB 2,3/Secundária de Baião é a entidade na qual exercia essa mesma atividade, antes de ser eleito autarca. Em terceiro lugar, Paulo Pereira mostrou-se agradado por ver aumentar o número de atletas e de modalidades no concelho de Baião. “Desde finais de 2005 até agora apoiamos o associativismo desportivo com uma verba na ordem dos 950 mil euros e verificamos um crescimento de 750 por cento no número de atletas federados devido à aposta que tem sido feita na formação”, observou.

Também a presidente da Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil, Joana Azeredo, sublinhou a importância do desporto para o desenvolvimento harmonioso dos jovens, especialmente o desporto coletivo. “Gostávamos ainda de felicitar os professores pela forma empenhada como se têm dedicado ao ensino dos nossos jovens, muitas vezes por via de atividades de voluntariado”, complementou, antes de apelar ao alargamento da oferta desportiva em Baião, tanto no número de escalões etários, como no número de modalidades.

Os discursos foram acompanhados na plateia por diversas personalidades, como o presidente da Câmara Municipal de Baião, José Luís Carneiro e representantes da Associação de Andebol do Porto e da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (especificamente da Direção de Serviços da Região Norte, que corresponde à ex- Direção Regional de Educação do Norte).

Houve ainda oportunidade para um momento musical da responsabilidade de dois talentosos jovens alunos do Agrupamento de Escolas do Vale de Ovil.
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O Município de Castro Daire em parceria com a Casa do Povo de Cabril organizou o XIV Encontro de Cantares de Janeiras do Concelho.

Este Encontro de Cantares de Janeiras decorreu no Sábado dia 26 de janeiro, na Igreja Matriz de Castro Daire.

Neste XIV Encontro de Cantares de Janeiras participaram 4 Grupos. A representação do Concelho ficou a cargo do Grupo de Cantares da Casa do Povo de Cabril que serviu de anfitrião aos Grupos de Cantares de Cambra - Vouzela; Tuna dos Bombeiros Voluntários de Viseu e Rancho Regional de Fanzeres – Gondomar.

Mais do que um espetáculo esta iniciativa representou um reviver das tradições e da cultura que marcam a região e contribuem para preservar o que de bom temos da nossa cultura.

Este Encontro de Cantares de Janeiras é já uma das referências do panorama cultural do Concelho de Castro Daire, constituindo um evento para todas as idades e do agrado geral.

A afluência a este evento foi muito significativa, tendo o bonito espaço da Igreja Matriz ficado muito bem composto de público para assistir a este Encontro de Cantares de Janeiras.

O senhor Presidente da Câmara, Fernando Carneiro, agradeceu a todos os grupos participantes pelo bonito espectáculo proporcionado, manifestando ainda o seu agrado pelo público castrense ter correspondido com a sua presença, tornando este evento numa iniciativa de muito agrado para todos os presentes.
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Enquanto território do “Montemuro, Arada e Gralheira - Montanhas Mágicas”, o Município de Castro Daire, integra a candidatura à Carta Europeia de Turismo Sustentável (CETS), a apresentar à Federação EUROPARC (Federação de Parques Naturais e Nacionais da Europa), depois de no dia 23 de janeiro ter sido assinada no Salão Nobre do Município de Arouca.

Arouca, Castelo de Paiva, Castro Daire, Cinfães, S. Pedro do Sul, Sever do Vouga e Vale de Cambra são os sete municípios abrangidos pela candidatura à CETS, desenvolvida no âmbito do Projeto de Gestão da Parceria – PROVERE, da responsabilidade da ADRIMAG (Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras de Montemuro, Arada e Gralheira), para promoção comum das “Montanhas Mágicas”.

Esta Carta pretende valorizar sete produtos do território: as práticas de águas bravas, o termalismo, o património geológico, a paisagem serrana, a cultura regional, a gastronomia e os vinhos locais, e é reconhecida pela ADRIMAG como "um certificado de excelência atribuído a um território com valor ambiental em que se desenvolve - ou se pretende desenvolver - um turismo de qualidade em moldes sustentáveis e com respeito pelos valores ambientais e interesses económicos das comunidades".

José Artur Neves, presidente da direção da ADRIMAG e Presidente do Município de Arouca, declarou à Lusa que "o que muda hoje é a visão de desenvolvimento destes municípios, que deixam de ter uma estratégia isolada do que querem para si próprios e passam a implementar um plano de ação coletivo, em que todos contribuem para a valorização das singularidades próprias deste território especial de montanha".

A confirmar-se a adesão à Federação Europeia de Parques, as "Montanhas Mágicas" passarão a integrar uma rede que, atualmente, é constituída por 89 territórios protegidos e classificados, dispersos por nove países.

Esse acompanhamento facilitará a promoção de soluções comuns e de maior escala, visando quatro grandes objetivos: uma melhor planificação turística do território; a criação de uma oferta de produtos turísticos baseados nos recursos locais; a consolidação dessa oferta junto de nichos de mercado específicos e o reforço das possibilidades de acesso a novas fontes de financiamento.
Por Notícias de Resende | domingo, 27 de janeiro de 2013 | Publicado em , | Com 28 comentários
Desde a fundação da nacionalidade portuguesa que os habitantes de Resende se constituem como elemento preponderante nos desígnios nacionais e tomam nas suas mãos o seu próprio desígnio. Herdeiros de um passado tão honroso, legitimamente projectam para si um futuro digno e cheio de esperança. 

Porque sentem, conhecem e partilham os anseios desta população, um grupo de resendenses entendeu unir-se para, em conjunto, encontrar uma ideia de futuro para Resende. Cientes do seu dever de cidadãos, entendem que o serviço público autárquico pode e deve ser prestado fora do domínio partidário, assumindo como único compromisso servir o concelho de Resende.

Sendo uma incógnita, o futuro depende apenas daquilo que construímos no presente. Cientes desta realidade, acreditamos ser possível encontrar um rumo próspero para as novas gerações, projectando-o desde já.

O sentimento de afinidade a Resende é elemento fundamental para o sucesso desta empreitada: porque vivemos e sentimos Resende, sabemos que rumo lhe queremos dar!

Na partilha deste amor a Resende, queremos que o esforço de devolver a esperança aos resendenses seja um desígnio comum, pelo que todos somos chamados a participar neste projecto. 

Pensar Resende envolve-nos a todos: da agricultura ao comércio, da indústria aos serviços. O que posso fazer por Resende? 

E é na resposta a esta questão que obtemos a resposta a outra questão: E o que pode Resende fazer por nós?

Vamos reflectir: quem fomos; quem somos; o que temos; o que queremos! … de onde vimos; para onde vamos …

Do encontro da nossa identidade com o rumo que queremos tomar, sairá seguramente prosperidade para Resende. 

A esperança num futuro melhor reside na persistência e determinação de todos aqueles que vivem e sentem Resende.

Os próximos tempos são de discussão e confronto de ideias e é na busca das melhores ideias que encontraremos o melhor para Resende.

CIRE (Cidadãos Independente Resendenses)
Por Notícias de Resende | sexta-feira, 25 de janeiro de 2013 | Publicado em | Com 0 comentários
O mau tempo que se fez sentir na passada madrugada de quarta-feira fez estragos numa antena que mantinha em funcionamento a transmissão da Emissora Regional de Resende.

A antena partiu e acabou por cair fazendo com que desde quarta-feira a rádio se encontre sem emissão.

A equipa da Emissora Regional de Resende pede desculpa pelo transtorno e está desde esse dia a tratar de tudo para que a emissão volte com a mais brevidade possível.

Raquel Evangelina
Por Notícias de Resende | | Publicado em , | Com 0 comentários
Acácio Pinto
Deputado do PS
Subscrevi, conjuntamente, com outros deputados do PS, um pedido ao governo para disponibilização dos documentos que sustentam o relatório do FMI, encomendado pelo governo, em que se cortam, permanentemente, quatro mil milhões de euros nas funções sociais do estado, nomeadamente, na educação, saúde e segurança social.

Este pedido faz todo o sentido face aos resultados apresentados no relatório uma vez que os mesmos não correspondem às evidências que tínhamos e temos nos mais diversos indicadores, neste caso da educação.

Ora vamos a factos em dois dos muitos aspetos referenciados no relatório sobre educação.

1. O relatório considera que Portugal apresenta resultados mais negativos do que os restantes países da UE e diz que o ensino público português é ineficiente.

Sobre estes aspetos há duas questões que importa já clarificar: i) Não alocámos em 2010, à educação, 6,2% do PIB como se refere no relatório, mas sim 5%, quando a média da UE é de 5,5% e no corrente ano de 2013 só disponibilizaremos 3,8% do PIB, valor nem sequer referido no documento; ii) Este relatório, pasme-se, não se refere (porquê?) aos recentes resultados alcançados pelos alunos portugueses no TIMSS e no PIRLS, em que Portugal foi o país que mais progrediu na matemática e o segundo nas ciências e que até ficou à frente de países que alocam mais percentagem do PIB, do que Portugal, à educação.

Ou seja, estes senhores, com a conivência do Governo, só veem os números que querem para concluírem o que já tinham como previamente adquirido.

Intelectual e politicamente desonesto.

2. O relatório diz que o custo por aluno nas escolas privadas é inferior ao das públicas.

Também duas notas sobre o que precede: i) Uma para dizer que estamos perante uma declaração que não cita tudo quanto foi produzido sobre este assunto, pois o estudo de um grupo de trabalho encomendado pelo próprio ministério é ardilosamente escamoteado pois nele se diz que 80% das turmas contratualizadas pelo estado aos privados custam mais, cerca de, 15.000 euros do que as públicas; ii) acrescente-se ainda o facto de as turmas do privado terem, em média, maior número de alunos o que representa uma redução do custo por aluno.

Ou seja, estamos perante um relatório manipulado, feito com base em preconceitos ideológicos e que omite, propositadamente, dados da realidade.

Um último dado para fechar: a média das despesas sociais na zona euro é de 21% do PIB, quando em Portugal representam, apenas, 19%.

Em que ficamos?
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A Câmara Municipal de Baião e a Associação Empresarial de Baião vão dinamizar a implementação do programa “Impulso Jovem” no município, por via do apoio aos jovens licenciados desempregados e às entidades empresariais que queiram participar nesta iniciativa.

Os presidentes da Câmara de Baião e da Associação Empresarial local, José Luís Carneiro e Paulo Portela, formalizaram hoje um protocolo nesse sentido, na presença da vereadora da Formação, Qualificação Profissional e Ensino Superior da autarquia, Ivone Abreu.

O objetivo passa por integrar jovens baionenses licenciados desempregados nas empresas locais através de estágios de seis meses, com vista a melhorar o seu perfil de empregabilidade e a promover a sua inserção ou reconversão profissional.

Aquando da assinatura do protocolo de colaboração, o autarca José Luís Carneiro salientou “a importância do trabalho conjunto das autarquias locais e das entidades empresariais locais na procura de soluções que contribuam para atenuar o problema do desemprego jovem”. Em nome da Associação Empresarial, Paulo Portela elogiou a atitude dinâmica da autarquia face ao problema do desemprego e classificou o projeto como uma oportunidade de ingresso no mercado de trabalho destes jovens.

Como forma de incentivar a participação das empresas do concelho, a Câmara Municipal de Baião irá suportar os encargos inerentes aos subsídios de transporte, alimentação e seguro de acidentes de trabalho dos participantes no programa. Os jovens terão ainda direito a uma remuneração mensal que será suportada pelo Governo.

As inscrições devem ser feitas nos Gabinetes de Inserção Profissional da Câmara de Baião, onde os interessados se devem dirigir para conhecerem os requisitos necessários para poderem participar.

O contactos do GIP de Campelo são o telefone 255-540500 e o e-mail gip.smz@cm-baiao; os contactos do GIP de Santa Marinha do Zêzere são o telefone 254-886029 e o e-mail gip.smz@cm-baiao.

Posteriormente será estabelecido, por parte do pelouro do Emprego da Câmara de Baião e a Associação Empresarial, um diálogo com as empresas, como modo de conciliar as necessidades de mão-de-obra destas entidades com o perfil dos jovens inscritos.
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Os livros continuam a povoar o imaginário das crianças. Embora dediquem cada vez mais atenção aos computadores e a outros equipamentos eletrónicos, o prazer e a curiosidade que uma aventura ou uma fábula despertam nos mais novos não têm comparação. Em cada página, um conto ou um poema tem o poder de estimular o seu imaginário e desenvolver a sua criatividade. Neste sentido, a Biblioteca Municipal de Lamego quer reforçar, pelo terceiro ano consecutivo, os laços com os livros e com a leitura desde tenra idade, através da apresentação de um programa permanente e regular exclusivamente dedicado à temática das histórias infantis – o Contos d’Ouro.

Ao longo do ano letivo em curso, este projeto propõe-se incentivar o gosto pela leitura junto das crianças do pré-escolar e do 1º ciclo do concelho de Lamego. Os contadores poderão ser, para além da equipa da Biblioteca Municipal, pais, avós ou membros da comunidade local que ambicionam transportar as crianças para outras dimensões.

Em anteriores edições, a recetividade dos mais novos em relação ao Contos d’Ouro tem excedido as melhores expetativas da instituição. Professores e alunos visionam filmes e documentários, leem em conjunto histórias previamente selecionadas e executam em seguida trabalhos criativos de algum modo relacionados entre si. Esta iniciativa pedagógica recorre a uma abordagem mais interessante para divulgar a importância da palavra como um instrumento mágico que produz bem-estar, satisfação e conhecimento.

A iniciativa Contos d’Ouro decorre nas manhãs de todas as terças e quintas-feiras, durante o período escolar, nas instalações da Biblioteca de Lamego, situadas na rua de Almacave. Haverá interrupções nos meses de abril, julho, agosto e setembro. As escolas devem efetuar a sua inscrição prévia através do email biblioteca@cm-lamego.pt ou pelo telefone 254 614 013.
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A Junta de Freguesia de Ancede e a Câmara Municipal de Baião organizam no próximo dia 26 de Janeiro mais um Encontro Concelhio de Cantadores de Janeiras no Mosteiro de Santo André, palco habitual daquele evento já com vários anos de tradição.

As atuações têm início marcado para as 21h30 e contará com a presença de diversos grupos de cantadores em representação de associações culturais, desportivas, recreativas e humanitárias do concelho. 

Os cantares das janeiras vão ecoar numa tenda preparada para o efeito e com boas condições de conforto para fazer frente aos rigores do inverno. 

A iniciativa tem entrada gratuita para todos os cidadãos que dela queiram fazer parte.
Por Notícias de Resende | quinta-feira, 24 de janeiro de 2013 | Publicado em | Com 0 comentários
Notícias de Resende a partir de agora irá fazer várias entrevistas que permitam a divulgação do comércio local. O primeiro entrevistado é João Pereira, gerente do Pub Fora d'Horas, um dos bares mais frequentados pela juventude resendense. A gerência completou há pouco tempo dois anos de atividade, e nada mais oportuno que entrevistar o gerente do espaço.

Rafael Barbosa (RB): A gerência do bar mais “jovem” de Resende completa dois anos de atividade. Resumido, como foram esses dois anos?

João Pereira (JP):Foram dois anos muito positivos e desafiantes que superaram as minhas expetativas em todos os níveis  lembro-me que no inicio estava com um pouco de receio de ser o novo gerente de um espaço como é o Fora D´horas, mas felizmente tive as pessoas certas ao meu lado como a minha mulher, família e amigos que me deram força e coragem para dar continuidade ao nome que tem este Bar.

RB: Certamente que a economia local atravessa um período difícil. Como o Pub Fora d’Horas tem contornado esse problema muito destrutivo para o tecido empresarial local?

JP: O fora d´horas já não é de agora, existe desde 1994 já teve excelentes pessoas na gerência, desde sempre me lembro que este é um bar de eleição para as diferentes gerações e pelo seu bom ambiente, pelo "ponto de encontro". Em poucas palavras por ser o Fora D´Horas consegue-se dar a volta a este período difícil que todos nós atravessámos.

RB: Que tipo de atividades o bar oferece aos clientes?

JP: De quinze em quinze dias geralmente organizo festas temáticas, retiro as mesas e as cadeiras para dar espaço aos clientes para dançarem, por norma cada festa tem um tema e um dj para animar a noite. Os clientes aderem, gostam e a noite torna-se muito divertida, dependendo do tema algumas vezes é atribuído um prémio. Posso referenciar algumas festas temáticas com muito alarido e divertimento  A festa dos óculos mais originais, do gorro, do chapéu, do piropo, beijo, palavra proibida...entre outras que marcaram grandes noites ao longo destes dois anos de gerência, mas para quem tiver curiosidade pode visualizar estas noites através do facebook em Pub Fora d´horas ou visitar o site: www.pubforadhoras.ptcom.biz



RB: Qual o momento mais marcante para a gerência e/ou para o próprio bar?

JP: Tive vários momentos marcantes no entanto destaco dois, a primeira passagem de ano após quinze dias de gerência e o primeiro aniversário, pelo o feedback das pessoas e do bom ambiente que se gerou.

RB: Quem frequenta o Pub Fora d’Horas?

JP: Todo o tipo de clientes de diferentes gerações e claramente muitos jovens.

RB: Haverão novidades para breve?

JP: Sempre que posso e que seja do meu alcance farei sempre os possíveis para dinamizar e inovar este espaço.



RB: O Fora d’Horas distingue-se dos outros bares. Que pontos permitem uma diferenciação do espaço?

JP: O Fora d´Horas, como já referi, é um bar de várias gerações, torna-se acolhedor pelo seu espaço e pelos seus clientes que fazem deste espaço a sua segunda casa. Não referencio pontos que diferenciem este espaço relativamente a outros, pois cada um tem o seu valor e no Fora d´horas existe vários grupos de clientes, que se tornaram numa família e com isto criei a seguinte frase: "a tua noite começa aqui... no lugar do costume"!

RB: Deseja acrescentar algo à sua entrevista?

JP: Agradeço a oportunidade que me deram por falar um pouco sobre estes dois últimos anos de gerência  aos meus actuais e futuros clientes, pois são eles que marcam este espaço e serão sempre bem vindos.
Por Notícias de Resende | quarta-feira, 23 de janeiro de 2013 | Publicado em , | Com 0 comentários
Chama-se Ilda Magalhães, tem 23 anos, nasceu no ínicio da década de 90, em Resende, mas o Curso de Design e Multimédia, leva-a a passar grande parte do tempo na Covilhã, onde estuda na Universidade da Beira Interior. Em paralelo com a vida de estudante, com o design e a multimédia e certamente muitas outras coisas, tem o gosto pela música e faz também da música uma maneira de viver. Desde 2006 que integra a “Banda SINopse”, reconhecida em Resende e na Região, mas agora, no final de 2012, decidiu lançar-se a solo. Nesta entrevista, concedida ao Notícias de Resende, por intermédio de João Pereira, conta-nos o seu percurso no mundo da música e fala também de como vê a música no nosso País.

João Pereira (JP): Desde quando é que a música entrou na sua vida?
Ilda Magalhães (IM): A música entrou na minha vida desde muito cedo, a vontade de querer fazer música também, as influências em casa também eram suficientes, para a música não me passar ao lado.

JP: Houve alguma influência nesse seu interesse e gosto pela música? Ou foi por acaso? Se houve influência, quem contribuiu para isso?
IM: Tive como grandes influências o meu pai Osvaldo Magalhães e o meu irmão Sandro Magalhães, dois músicos lá de casa que me pegaram o bichinho da música desde cedo. Na parte de Artistas a nível internacional sem margem para dúvidas Ana Carolina e Maria Gadú são duas cantoras, na qual o seu percurso e registo musical não me deixou ficar indiferente.

JP: Sabemos que antes deste novo projeto que lançou há poucos meses a solo, fez e faz parte integrante da “Banda Sinopse”, banda reconhecida no Concelho de Resende e na Região. Como começou o projeto “SINopse”?
IM: Bem o projecto dos SINopse constituído ainda mais pelo Sandro Magalhães, meu irmão e por Nuno Machado, amigo de longa data e anos mais tarde entraria mais um elemento, Miguel Valente, baterista da banda. Começou por uma pequena brincadeira de amigos que adoram tocar e cantar e tentamos juntar o que cada um de nós sabia fazer melhor e sem dúvida alguma que o resultado esteve à vista de toda a gente, foi sem dúvida um sucesso.

No ano de 2010 foi um grande ano para nós, com quase todos os fim-de-semana cheios e na qual chegamos a ter dois concertos no mesmo dia em locais completamente diferentes.

JP: Foi difícil esse primeiro projeto, no qual a Ilda era e é vocalista? Se sim, quais as dificuldades encontradas nos primeiros tempos da Banda “SINopse”?
IM: Muito sinceramente como vocalista da Banda SINopse acho que o projeto teve sem dúvida um bom feedback, até porque na altura em que surgiu não havia nenhuma banda com o mesmo registo, daí termos sido bem recebidos em Resende e todas as localidades por onde passamos.



JP: A primeira vez em palco da Ilda foi com os Sinopse? Descreva-nos como foi esse momento.
IM: A primeira vez que entrei em palco foi com os SINopse em 2006 no Bar Fora d´horas, um dos bares em Resende que nos acolheu como Banda e nos deu oportunidade para a nossa primeira vez em público. Eu, muito sinceramente, naquela altura, com 16 anos e sem qualquer experiência em público achei que o concerto correu muito bem, só que não soltei nenhuma palavra ao público, a não ser cantar e os agradecimentos no final de cada música.

JP: O facto de a banda “SINopse” ter nascido em Resende, interferiu e dificultou em algo esse projeto?
IM: Não acho que isso tenha dificultado os SINopse, pelo contrário, o facto de termos começado em Resende, local em cada um de nós cresceu e onde as nossas caras já não eram estranhas para ninguém, só fez com que fosse mais fácil o projecto evoluir. As pessoas acolheram-nos bem e acompanhavam-nos em quase todos os concertos e sem dúvida foram as pessoas de Resende que fizeram crescer os SINopse.

JP: Em Novembro do ano transato, lançou-se a solo e intitulou o projeto como “Ilda Magalhães a solo”. Porque decidiu lançar-se a solo no mundo da música?
IM: O facto de eu me ter lançado num Projeto a solo foi para me testar a mim mesma saindo um bocado da minha linha de conforto que era a minha Banda, e daí ver até onde eu conseguia ir sozinha no mundo da Música, mostrando às pessoas qual é realmente o meu registo musical.

JP: Quando se está a solo, neste caso na música, é mais difícil do que quando se está numa banda?
IM: Bem, a verdade é que quando estamos sozinhos num palco tudo cai em cima de nós, enquanto com a banda temos sempre alguém dos outros elementos para nos ajudarem em algum erro que possamos cometer. Não acho que seja mais difícil quando se está a solo, mas o nível de responsabilidade é sem dúvida maior.

JP: Desde que está a solo, já teve várias atuações. Como foi o primeiro concerto a solo? Estava mais nervosa do que no primeiro concerto dos “SINopse”?
IM: O meu primeiro Concerto a Solo depois de começar este projecto em 24 de Novembro de 2012 foi em Mesão-Frio no dia 8 de Dezembro.

Sem dúvida tive uma recepção calorosa apesar de os nervos se terem instalado no momento em que subi ao palco, mas no desenrolar do concerto foram desaparecendo e com a ajuda dos convidados, amigos e família presentes ajudou a que tudo corresse da melhor forma e o feedback fosse melhor que aquilo que eu estava à espera.

Mas, sem dúvida, não estava mais nervosa do que no primeiro concerto com os SINopse, porque já não era a primeira vez em cima de um palco, mas isso não invalida que os nervos fiquem para trás.


JP: Sei que em breve prepara o lançamento de um CD. Fale-nos no que consiste esse CD.
IM: Sim é verdade, lançarei no próximo dia 2 Fevereiro no Caldas-Bar em Arêgos. O motivo de eu querer lançar um CD com alguns dos meus covers é para fazer chegar ainda mais longe o meu projecto, abrindo o leque de oportunidades para as pessoas ouvirem as “ minhas músicas”, não sendo só limitado na Internet.

JP: Qual é a música do seu repertório que mais gosta? Porquê? Tem algum significado especial para si?
IM: Bem todas elas têm um significado muito especial para mim, até porque um dos objectivos deste projecto seria tocar e cantar músicas na qual eu me identificasse, tentando fazer um reportório que fizesse um retrato leve da minha vida e acho que até agora consegui.

JP: Todos sabemos que vivemos uma crise económica muito grave. Isso faz-se sentir no mundo da música? Acha que ter nascido em Portugal dificultou a sua forma de estar na música? Como vê a música no panorama Nacional?
IM: A crise económica, sem dúvida, está-se a fazer sentir em todos os níveis, e nós como um país pequenino que somos não se espera uma grande evolução a nível musical a não ser que tenhamos sorte e dinheiro para investir.

Não acho que ter nascido em Portugal me dificulte a minha forma de estar na música mas se realmente quero seguir e levar este projecto em frente terei de lutar muito, porque o mundo da música não é fácil em qualquer lugar que seja, mas como eu costumo dizer: para tudo há uma solução, basta força e determinação.

JP: Como acha que as pessoas a veem quando está em cima do palco?
IM: Bem não serei a melhor pessoa para responder a isso, mas aquilo que posso dizer é que realmente tento passar a quem me ouve, todo o gosto e sentimento quando estou em cima do palco e que não faço aquilo porque preciso mas sim por a música me acompanhar e fazer parte de mim todos os dias.

JP: Sei que continua com muitos concertos agendados para os próximos tempos. Quer deixar-nos umas sugestões?
IM: Para já as propostas para novos Concertos têm caído como chuva.

No dia 26 de Janeiro estarei no Buick Bar em Viseu, no dia 28 de Janeiro estarei em direto na Emissora Regional de Resende, no dia 2 de Fevereiro farei o lançamento do meu CD juntamente com um concerto no Caldas-Bar em Arêgos e para finalizar, para já, no dia 8 de Fevereiro vou estar no Fiesta-Bar em Mesão-frio.

JP: Gostaria de acrescentar mais alguma mensagem à sua entrevista?
IM: Que todos aqueles que tiverem na mesma situação que eu, que lutem pelos seus próprios sonhos e que não deixem fugir nenhuma oportunidade que lhes for colocada à frente, porque da mesma maneira que eu estou a lutar por um sonho que sempre tive, outras pessoas o podem fazer da mesma maneira.

E o amor resistiu ao tempo, a paixão move os meus dias, NÃO ESCOLHI A MÚSICA, A MÚSICA ME ESCOLHEU.
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A subida das temperaturas registada no dia 23 de Janeiro afastou qualquer tipo de problemas que pudessem ser criados pelo rigor do inverno no concelho de Baião. As aulas decorreram com normalidade e a circulação automóvel faz-se sem problemas, mesmo nas vias que habitualmente são mais propensas à formação de gelo, como a EN 304-3 (Gestaçô – Santa Marinha do Zêzere), a EM 578 (Valadares - Gestaçô), a EM 579 (Baião – Santa Marinha do Zêzere) ou a EN 101.

Na madrugada de 23 de Janeiro a Proteção Civil Municipal aplicou uma tonelada de sal nas estradas como forma de garantir uma condução mais segura.

De resto, o acompanhamento das ocorrências provocadas pela queda de neve no dia 22 de Janeiro foi sempre feito pelos Serviços Municipais de Proteção Civil, em conjunto com os Bombeiros Voluntários de Baião e de Santa Marinha do Zêzere, com a Guarda Nacional Republicana e com a Estradas de Portugal. Estas entidades dialogaram com as IPSS e com os Agrupamentos de Escolas do concelho, tendo inclusivamente sido decidido, a título preventivo, o encerramento das escolas e a antecipação do transporte escolar por volta das 15h00.
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A Câmara Municipal de Lamego e a empresa municipal Lamego ConVida promovem,  nos fins de semana de fevereiro e março, um curso dirigido à formação de monitores para campos de férias que decorrerá nas instalações da Escola Básica e Secundária da Sé. A gestão pedagógica desta atividade está a cargo da Bee – Aventura em Movimento.

Esta iniciativa visa formar monitores capacitados para a realização de qualquer tipo de colónia de férias e garantir a criação de um grupo de trabalho onde domine a amizade, a responsabilidade e a entreajuda constantes.

Destinatários
Maiores de 17 anos (com 17 anos necessitam de apresentar uma declaração dos encarregados de educação a fornecer posteriormente)

Requisitos
Preparação física adequada ao desempenho da função de monitor/animador de campos de férias
Capacidade de adaptação ao meio

Inscrição
139€

Horários
16 e 17 de fevereiro : entre as 9h e as 18h
23 e 24 de fevereiro: entre as 9h e as 18h
2 e 3 de março:  dias completos, com alojamento de sábado para domingo – Formação Outdoor

Para mais informações, consulte
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Abriu as portas ao público em maio de 2007 e desde então os lamecenses, sobretudo os jovens, têm acorrido ao local para acederem gratuitamente à internet em banda larga, através de 15 postos informáticos, ou usufruírem da oferta de rede wireless. A prestar um serviço único no concelho, o espaço Lamego Digit@l assume a dianteira no combate à infoexclusão junto da população e ajuda a afirmar Lamego na sociedade da informação e do conhecimento.

Os números não enganam. De junho de 2007 a dezembro de 2012, passaram por ali 74726 utilizadores, uma média de 620 pessoas/mês que utilizam as tecnologias de informação e da comunicação. Os técnicos asseguram, em permanência, a receção, o apoio e a orientação de referência a todos aqueles que procuram este serviço, localizado no edifício do Bloco da Feira, junto ao futuro Centro Multiusos de Lamego.

Recentemente, o espaço Lamego Digit@l tem intensificado o leque de parcerias com várias instituições públicas da região com o objetivo de proporcionar experiências interativas a um maior número de pessoas que querem aprofundar os conhecimentos relacionados com esta área. Com o Centro de Atividades Ocupacionais da Associação Portas P´ra Vida estabeleceu, por exemplo, um protocolo de cooperação que visa facultar condições adequadas para um aumento da qualidade de vida de pessoas com paralisia cerebral ou situações neurológicas semelhantes. Esta parceria pretende estimular a sua criatividade e torná-los cidadãos mais ativos. Outro exemplo de colaboração é o acordo celebrado com o Ministério da Justiça, através da Direção Geral de Reinserção Social, vocacionado para a prestação de trabalho a favor da comunidade, através do desenvolvimento de atividades socialmente úteis.

Para além de suprimir uma lacuna que existia anteriormente na cidade – a ausência de um serviço público de acesso gratuito à internet -, este equipamento destaca-se pela dinamização de um programa de ações de formação e reflexão sobre as tecnologias da informação, dirigido a diferentes faixas etárias. A iniciativa Faz-te ao Espaço! é uma experiência de aprendizagem que estimula a iniciação ao conhecimento tecnológico. Cada “astronauta” utiliza, durante esta aventura, o seu computador como uma estação espacial, integrando as competências e os conteúdos curriculares associados ao 1º ciclo do ensino básico.

Todos os anos, o espaço Lamego Digit@l também assinala o Dia Europeu Internet Segura organizando iniciativas inéditas no concelho. Na última edição, um encontro juntou cerca de 40 idosos do projeto Sénior ConVida e alunos da Universidade Sénior de Lamego e as crianças vencedoras do prémio Microsoft Escola Inovadora, que estudaram no Centro Escolar do Sudeste (Ferreirim). O trabalho desenvolvido junto da população idosa é, aliás, um vetor essencial da ação desta infraestrutura. Neste sentido, disponibiliza todas as semanas os seus postos informáticos à Universidade Sénior para despertar a curiosidade tecnológica e aumentar a familiarização e autonomia na área informática.

Para o ano que agora se inicia, Lamego Digit@l promete reforçar a divulgação de projetos no domínio digital e a realização de ações de sensibilização e formação, destinadas a públicos-alvo específicos.
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Várias escolas dos concelhos de Castro Daire, Cinfães, Resende, Vouzela, Tondela e Moimenta da Beira, no distrito de Viseu, estão hoje encerradas devido à queda de neve e acumulação de gelo.

De acordo com o diretor do Agrupamento de Escolas de Castro Daire, no concelho encerraram a Escola Secundária de Castro Daire, a EBI de Mões e a EB n.º 2 de Castro Daire. Ficaram também fechadas as EB1 de Lamas, Póvoa do Veado, Farejinhas, Medio, Picão e São Joaninho.

"A queda de neve e a consequente formação de gelo impediu os transportes escolares de saírem e foi um número muito reduzido de alunos que conseguiu chegar às escolas", explicou António Luís.

Em Cinfães, o gabinete de comunicação da autarquia local informou que estão encerradas, por causa da neve, as escolas de Bustelo, Alhões, Gralheira e Ferreiros, deixando cerca de 55 alunos sem aulas.

"Como a estrada que vai da Gralheira até Ferreiros está intransitável, também os alunos dessas localidades não puderam ir para as Escolas Secundária de Cinfães e EB 2,3 General Serpa Pinto (Cinfães)", adiantou.

De acordo com a fonte, com o encerramento daquela estrada, cerca de 50 alunos das povoações de Alhões, Bustelo, Vila Boa, Gralheira, Ramires e Ferreiros não puderam deslocar-se até aos estabelecimentos de ensino.

Já no concelho de Vouzela, encerraram a escola de primeiro ciclo e o jardim-de-infância de Fornelo do Monte, deixando em casa cerca de 15 crianças.

"Outros 50 alunos, de Fornelo do Monte, Covas e Póvoa e Codeçais (freguesia de Fornelo do Monte) e ainda de Adsamo e Joana Martins (freguesia de Ventosa), não foram à escola por causa da neve", referiu o presidente da Câmara de Vouzela.

Telmo Antunes disse que a autarquia "já adquiriu equipamento de neve para colmatar este tipo de situações", encontrando-se para já "funcionários a colocar sal nas ruas".

Em Resende, ficou de portas fechadas a escola de 1.º ciclo de Óvadas, que acolhe 14 alunos.

"Também os alunos que residem na parte serrana não conseguiram chegar à escola secundária por causa da neve. Ao todo, são cerca de 10 alunos nestas condições", informou o gabinete de comunicação da autarquia de Resende.

O concelho de Moimenta da Beira "tem encerradas sete das suas 11 escolas de primeiro ciclo. Para além da escola de 1.º ciclo, a vila tem ainda encerradas todas as outras escolas, nomeadamente o jardim-de-infância e a escola de 2.º ciclo", explicou fonte da autarquia.

No concelho de Tondela, os alunos que moram nas povoações junto à Serra do Caramulo ficaram sem transporte escolar para se deslocarem para as escolas Secundária de Tondela e de Molelos.

"Face à neve que caiu durante a tarde de segunda-feira e ao gelo que se formou durante a noite, não estavam reunidas as condições de segurança para os alunos seguirem de autocarro para as escolas", explicou o vice-presidente da Câmara de Tondela, José António Jesus.

Ficaram sem aulas cerca de 150 alunos das povoações de S. João do Monte, Mosteirinho e Guardão.

"Também houve problemas na EB 2,3 do Caramulo, pois nem todos os alunos conseguiram chegar à escola", concluiu.

Fonte: Agência Lusa
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Para saber o atual estado da educação em Portugal e no concelho de Resende, o Notícias de Resende decidiu entrevistar o diretor do Externato D. Afonso Henriques, Pe. José Augusto Marques. Nesta entrevista poderá conhecer melhor a escola, as suas ambições, as várias dificuldades tidas nos últimos anos, entre outros assuntos.
Rafael Barbosa (RB): Externato D. Afonso Henriques, uma das escolas distritais com um passado muito positivo. Como vê o seu percurso, o passado, o presente e o futuro do estabelecimento de ensino?
Pe. José Augusto Marques (JAM): O Externato D. Afonso Henriques é uma Escola de Ensino Particular e Cooperativo com sede em Resende, distrito de Viseu, propriedade da Diocese de Lamego e administrada pela Paróquia de Resende. Surgiu em 1963, em instalações alugadas no lugar de Massas, para alunos do 5º ao 9º ano, dando resposta de continuidade educativa às crianças que terminavam a escola primária. Durante mais de uma década foi a única resposta educativa de serviço público no concelho. Quando surgiu a Escola EB2 (em 1977 - então EB2/3), o Externato foi-se extinguindo nestes anos e viria a reabrir em novas instalações junto da igreja paroquial, agora para dar resposta à continuidade dos alunos que saíam da Escola EB2/3 e que, de outra forma, terminariam aqui o seu percurso educativo. Até 1987 foi a única Escola com Ensino Secundário no concelho. Desde então, com a construção da Escola ES/3 D. Egas Moniz, ambas têm coabitado com os mesmos níveis de ensino, algumas áreas comuns e outras distintas.

Do seu passado, contamos 50 anos (a completar em outubro, próximo) de serviço público de educação à comunidade de Resende, de Baião e até de toda a Diocese de Lamego, já que também foi acolhendo os alunos que têm ingressado no Seminário Menor. Com as dificuldades próprias da interioridade, esta Instituição tem procurado dar a melhor resposta aos jovens alunos cujos pais escolhem o nosso Projeto Educativo como orientação para o futuro dos seus filhos. Orgulhamo-nos do nosso passado, porque daqui têm saído milhares de jovens que, nas mais diversas universidades do país, têm honrado esta “família” que os ajudou a crescer. Congratulamo-nos com os milhares de profissionais que em todo o país continuam a sentir as marcas dos seus educadores.

No presente, vivemos a expectativa dum futuro incerto, sem perder de vista as bases do nosso Projeto Educativo alicerçado num ensino integral dos nossos jovens com exigência e qualidade, sempre fundado nos valores do humanismo católico. Procuramos manter a qualidade duma escola que se preocupa em educar e preparar para a vida.

O futuro, gostaríamos que fosse aquele que as famílias de Resende pudessem escolher… se às famílias compete escolher o tipo de educação que querem para os seus filhos, gostaríamos de continuar a oferecer a nossa proposta educativa baseada num Projeto humanista-cristão, numa educação integral dos jovens, num ambiente familiar e de proximidade, com exigência e qualidade, sempre alicerçado pelo testemunho da história que fala por nós.

RB: Como vê a educação no concelho de Resende? Segue os mesmos passos que o país?
JAM: A educação no concelho de Resende segue, em linhas gerais, os mesmos processos da que se vive em todo o país, embora apresentando caraterísticas próprias, partilhadas de modo geral pelos concelhos do interior. Não é difícil encontrar no nosso concelho, de forma mais acentuada, as marcas da interioridade, com consequências mais problemáticas para as novas gerações. O baixo índice cultural da população concelhia, os baixos rendimentos económicos da larga maioria das famílias, os reduzidíssimos níveis de empregabilidade que o concelho oferece principalmente para pessoas com formação superior, os elevados índices de desemprego e de emprego sazonal e precário, a elevada quantidade de famílias a viverem dependentes de subsídios estatais, as baixas expectativas em relação ao futuro, os índices elevados de emigração, as baixas ambições acomodadas a uma economia de subsistência, etc, tudo isto afeta de modo significativo a mentalidade dos nossos jovens que crescem neste ambiente e têm dificuldade em criar objetivos mais elevados e, aqueles que os perspetivam e singram no ensino superior, procuram outras paragens e não regressam como mais vaila para o concelho. Assim, a população residente tende a evoluir muito lentamente, porque, em geral, só os acomodados a estes curtos horizontes se mantêm cá.

RB: Com as novas políticas educacionais implementadas, a qualidade do ensino secundário/básico estará em risco?
JAM: Muito provavelmente a tendência poderá passar por aí. O investimento na educação nunca poderá ser visto como um gasto desnecessário ou supérfluo. O futuro duma terra será o que forem as suas gentes, portanto investir nas pessoas nunca é um mau investimento, principalmente naquelas que têm a missão de construir o futuro, os mais jovens. O aumento de alunos por turma, a redução dos currículos, a diminuição de professores nas escolas, o aumento significativo das cargas horárias dos professores, a crescente burocratização do ensino e a redução do tempo disponível para os professores se dedicarem ao essencial – ensinar, são algumas das razões que poderão afetar de forma significativa a qualidade do ensino em Portugal.
RB: Há cerca de dois anos o anterior governo cortaria nas despesas do ensino particular e cooperativo. Certamente que o Externato D. Afonso Henriques sofreu com essa medida, polémica para alguns. Este ano a escola conta com menos uma turma do ensino básico, menos docentes. Espera-se mais alguma medida nos próximos tempos, face aos cortes financeiros?
JAM: Os últimos dois anos têm sido difíceis para todo o país a nível geral e, naturalmente, a educação não escapa a este estado de coisas, tendo necessariamente que contribuir com a sua parte de esforço no sentido de ajudar o país a melhorar a sua situação. O ensino Particular e Cooperativo foi o primeiro setor a sofrer o embate com cortes aplicados de imediato com o ano letivo em andamento, contrariando planificações e projetos já estabelecidos para todo o ano letivo. Não foi fácil e não tem sido fácil gerir os cortes e limitações que, desde então, têm sido impostos. Ver partir 30% dos professores no espaço de 2 anos por redução dos currículos ou imposição de redução de alunos, não é propriamente uma situação agradável de gerir. Também não tem sido fácil gerir as estruturas e funcionamento com todas as poupanças impostas mas, com a compreensão e entreajuda de todos, vamos conseguindo remediar as situações mais urgentes. O que não é possível é garantir trabalho aos professores sem aulas ou sem alunos. Neste momento, tudo o que se possa dizer em relação ao futuro próximo é mera especulação. As coisas mudam tão rapidamente ao nível das políticas em geral e da educação em especial que seria leviandade da minha parte querer imaginar o que será o ano letivo de 2013-14, muito menos os anos seguintes. De uma coisa eu estou certo, continuaremos a ter anos difíceis e a suportar os efeitos duma crise que tende a prolongar-se.

RB: Visualizando a atual crise económica que enfrentamos, aplicaria quais medidas políticas educacionais, quais extinguiria ou que outras alternativas sugeria?
JAM: A crise que vivemos é resultante dos excessos que se cometeram. É pena que sejam sempre os mesmos a pagar as crises, na maioria dos casos, os que menos culpa têm. E é lamentável que nunca sejam responsabilizados os que conduziram o país a este estado de coisas. A educação, a par com a saúde, são os setores da vida pública que mais diretamente são afetados com as medidas de austeridade, porque são aqueles que, envolvendo mais pessoas, mais facilmente podem produzir efeitos de recuperação à custa dos sacrifícios das pessoas. Porém, a longo prazo, este é o maior crime que se comete em relação ao futuro dum país. Nivelando a educação por baixo, estaremos a desqualificar as futuras gerações e a hipotecar o desenvolvimento do país. Antes de cortar na educação, deveríamos explorar todos os outros setores onde os desperdícios são mais evidentes e não são reflexo do essencial e do necessário. O país deve sair desta crise, mas temo que sair dela economicamente custe um preço demasiado elevado, o de cavar uma crise geracional de décadas por se ter desinvestido nas pessoas em detrimento das coisas. Ao nível da educação, o investimento deve ser preferencialmente nas pessoas, nos alunos, no seu futuro, na formação da sua personalidade como homens, como cidadãos e como futuros profissionais. Naturalmente isso implica investir nos professores como agentes diretos deste percurso, nos auxiliares de ação educativa, nas famílias como suporte de apoio e de acompanhamento responsável deste caminho. Criar nas escolas um ambiente de proximidade onde as pessoas se relacionam e não são meros números duma engrenagem, onde alunos, professores, funcionários e famílias se conhecem e se complementam no desenvolvimento de pessoas e cidadãos responsáveis e de profissionais competentes, será um contributo válido para um futuro melhor.
RB: Com as novas instalações da Escola Secundária D. Egas Moniz, a prioridade em o estado investir mais no ensino público, acha que os alunos irão preferir mais a escola pública? Que vantagens oferece o Externato D. Afonso Henriques aos alunos?
JAM: Em primeiro lugar gostaria de esclarecer que o Externato D. Afonso Henriques também é serviço público de educação e começou a sê-lo antes de qualquer outra escola estatal em Resende. Os investimentos em curso na Escola Secundária D. Egas Moniz revelam-se desproporcionados para as necessidades educativas do concelho atualmente, muito mais num futuro muito próximo. A legislação em vigor referente à organização da rede escolar diz que qualquer construção de novos edifícios escolares ou reconstrução deve ter em conta a oferta existente, incluindo escolas com contrato de associação (Decreto-Lei nº 108/88 de 31 de março). Ora, em face da oferta existente e da redução progressiva do número de alunos no concelho, a obra em curso é, no meu entender, desproporcionada para as necessidades.
Se os alunos vão preferir a Escola Estatal ou o Externato, só eles o poderão dizer ou decidir, juntamente com as suas famílias, porque é à família que compete escolher o tipo de ensino que pretende para os seus educandos. O Externato continuará a oferecer o seu Projeto Educativo como mais-valia para os jovens de Resende.
O Externato D. Afonso Henriques é uma comunidade educativa que tem como objetivo a educação integral da pessoa humana. Sendo uma escola pertença da Dio­cese, com administração da paróquia de Resende, tem como matriz ideológica os prin­cípios e valores do cristianismo católico enraizados no Evangelho de Jesus Cristo. Tem como objetivo formar pessoas fisicamente saudáveis, culturalmente sábias, moralmente virtuosas e, se possível, espiri­tualmente santas. Estes objetivos estão bem patentes no lema das nossas armas: “Labor, Scientia, Virtus”. O trabalho como meio de obter a ciência em ordem à vivência da virtude. Sim, porque educar é preparar para a vida, como dizia Platão “o objetivo da educação é a virtude e o desejo de converter-se num bom cidadão”.
Somos uma escola familiar, melhor, somos uma “família escolar”. Esta é uma marca de referência que herdámos do passado e que queremos preser­var, porque é um dos pilares mais seguros que sustenta a construção da comunidade educativa. E, porque a educação familiar se alicerça fundamental­mente no testemunho, queremos prosseguir as linhas mestras da educação pelo saber ser e estar. É com esta consciência que queremos construir uma comunidade educativa que prima por uma postura coerente, que vive o que ensina, ou melhor, ensina vivendo. Quere­mos uma comunidade feliz e realizada – que se questiona, que partilha saberes, que vive em comunhão. “Saber ser” é o nosso objetivo primeiro e último. Queremos que os nos­sos alu­nos sejam referência no saber pelos conhecimentos científicos e técni­cos, preparados para a vida profissional, mas queremos também que eles sejam referência na sua con­duta social e eclesial, primando pelo cumprimento dos seus deveres como cidadãos e como crentes. Saber só não basta. O sábio que não exercita o seu saber, atrofia a sua sabedoria. A melhor maneira de nos inserirmos nesta sociedade como pes­soas de referência é pela coerência e pela autenticidade.

Honramos o nosso passado, os objetivos da sua fundação e a memória daqueles que nos precederam e se tornaram referência que a memória agradecida jamais esquecerá. Por eles queremos dar continuidade ao Projeto que abraçámos, porque acreditamos que vale a pena gastarmo-nos por algo que perdura para lá de nós – a Educação.

É esta a proposta que continuaremos a fazer às famílias de Resende, a quem compete escolher a educação que querem para os seus educandos. Esperamos que as famílias sejam sensíveis ao nosso projeto e que as políticas educativas respeitem esta liberdade fundamental inscrita nos Direitos Humanos e na Constituição da República Portuguesa.



RB: Deseja acrescentar algo à sua entrevista?
JAM: Resta-me agradecer ao “Notícias de Resende” esta deferência concedida e desejar-te a ti, Rafael, as maiores felicidades pessoais e profissionais.
Por Notícias de Resende | terça-feira, 22 de janeiro de 2013 | Publicado em | Com 0 comentários
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê-se para o dia de hoje o agravamento da situação climatérica, entre as 10:00 e as 23:59, com a possibilidade de queda de neve acima dos 400 metros.

Para amanhã, dia 23 de janeiro, o IPMA lança o alerta amarelo, prevendo-se nas terras altas vento forte a muito forte com rajadas na ordem dos 100 km/h.
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Os conjuntos arquitetónicos da Ponte de Ovadas, situada na freguesia de Ovadas, a Ponte da Lagariça, situada em S. Cipriano e a Ponte de Carcavelos em Cárquere, foram classificados monumentos de interesse público pela secretaria de Estado da Cultura (SEC) segundo os despachos emitidos em Diário da República de 24 de Dezembro de 2012.

Segundo a Portaria n.º 740-DQ/2012 publicada em  Diário da República, 2.ª série — N.º 248 — 24 de dezembro de 2012,  a Ponte de Ovadas, no lugar de Ovadas de baixo, situada sobre o rio Cabrum, será a partir de agora um monumento de interesse público. Esta ponte que servia o caminho medieval que atravessava as Terras de Resende, mantém ainda uma integridade e uma autenticidade que bem testemunham a época da sua construção e respetivas vivências históricas, com refere o documento: “a classificação da Ponte de Ovadas reflete os critérios constantes do artigo 17.° da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, relativos ao valor estético, técnico e material intrínseco do bem, à sua conceção arquitetónica e paisagística e ao que nele se reflete do ponto de vista da memória coletiva”. O documento, considera, ainda, Zona Especial de Proteção (ZEP) tendo em conta a localização e implantação topográfica do imóvel, e a sua fixação visando salvaguardar a ponte no seu enquadramento natural, bem como os dois moinhos e a paisagem envolvente, de grande qualidade ambiental.

Também a Ponte da Lagariça, que se situa sobre o rio Cabrum, foi classificada como monumento de Interesse Público na Portaria n.º 740-DO/. Esta ponte situa-se nos limites das freguesias de Freigil e S. Cipriano e foi construída na Baixa Idade-Média, sendo a sua característica principal o tabuleiro em duplo cavalete, rampante, constituindo o indicio de medievalidade. Na fundamentação da sua classificação é destacado o facto de preservar características da sua construção principal. A Zona Especial de Proteção visa salvaguardar a sua qualidade ambiental envolvente.

A Ponte de Carcavelos, situada sobre o rio Corvo, no lugar de Arrifana, freguesia de Cárquere foi mais um dos monumentos a juntar-se a esta categoria pela Portaria n.º 740-CP/2012 de 24 de Dezembro. Este imóvel, que “constitui um excelente exemplar de arquitetura monumental viária na região”, apresenta um tabuleiro retangular que assenta sobre um grande arco de volta perfeita. Contém, tal como os outros monumentos, uma Zona Especial de Proteção que visa a paisagem que a rodeia, sendo que nela estão incluídas a bacia hidrográfica e as habitações mais antigas que a rodeiam como é o caso dos moinhos.

Estes três monumentos arquitetónicos vêm juntar-se a alguns outros que anteriormente já tinham recebido este destaque pela Secretaria de Estado da Cultura como é o caso da Igreja de São Martinho de Mouros, Igreja Matriz de Cárquere, Igreja Matriz de Barrô, Conjunto megalítico de Felgueiras-Feirão, Mamoa de Moumiz, Casa da Soenga e os seus jardins, Pelourinho de São Martinho de Mouros, Estação Arqueológica de Mogueira - São Martinho de Mouros, Torre da Lagariça e ainda o recinto megalítico de São Cristóvão.

A classificação do património edificado visa a proteção dos monumentos do país nas suas vertentes histórica, cultural, estética, social, técnica e científica.

De referir que a Câmara Municipal de Resende muito contribui para que estes monumentos possuam esta categorização, exemplo disso foram as obras de requalificação que executou na zona envolvente da Ponte da Lagariça, criando uma ampla zona ribeirinha de lazer e reforçando estruturalmente a ponte, para além de beneficiações diversas de acesso da via pública ao leito do rio.
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Amanhã, 23 de Janeiro, completará um mês desde o desaparecimento de Luís Pinto. O jovem estudante de Medicina Dentária na Universidade do Porto, natural de São Tomé de Covelas- concelho de Baião, terá desaparecido por volta das 16h em vésperas de Natal.

Após as buscas efetuadas pela GNR e Polícia Marítima, não foram encontradas informações, sendo que o caso está agora sob investigação por parte da Polícia Judiciária do Porto.

O Luís desapareceu sem deixar quaisquer indícios do que poderá ter originado a situação. Desapareceu sem levar nada consigo: documentos, telemóvel ou computador.

Este desaparecimento apanhou de surpresa aqueles que lhe eram próximos, pois o jovem é descrito como extrovertido, companheiro, lutador e afeiçoado à família e aos amigos, características que não faziam prever esta ausência tão prolongada e sem informação.

Para divulgar o caso, de modo a poderem obter informações e mover as pessoas para esta causa, os colegas e amigos da antiga turma do Luís criaram uma página no facebook – “Ajudem-nos a encontrar o Luís”- onde é divulgada a informação que chega até eles, podendo assim colocar as pessoas em estado de alerta para possíveis notícias.

Pede-se que, caso detenha alguma informação sobre o caso, contacte: 916261286, a Policia Judiciária do Porto, ou a página “Ajudem-nos a encontrar o Luís
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De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se um agravamento da situação climatérica, no dia 22 de Janeiro, entre as 15h00 e as 18h00, havendo a possibilidade de queda de neve acima da cota dos 200 metros.

Às 12h30 não se verificavam constrangimentos de trânsito nas estradas do Município.

A informação será atualizada sempre que as condições se alterem.

O relato de qualquer situação ou o pedido de informações poderá ser feito através dos seguintes contactos:
- Município de Baião (Geral) - 255 540 500
- Serviço de Proteção Civil Municipal de Baião - 93 9998036 / 93 9998039 / 93 9994094
- Bombeiros Voluntários de Baião - 255 541 231
- Bombeiros Voluntários de Santa Marinha do Zêzere - 254 882 544
- Guarda Nacional Republicana - 255 540 000

EFEITOS EXPECTÁVEIS • Aumento do número de acidentes de viação, devido ao piso escorregadio e eventual formação de gelo;
• Eventuais cortes de estradas e constrangimentos na circulação rodoviária devido à queda de neve;

MEDIDAS DE AUTO-PROTECÇÃO • Às informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança;
• À adoção de uma condução defensiva, evitando viagens, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível a acumulação de neve ou formação de gelo nas vias;
• À necessidade de utilização de várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso, evitando as roupas muito justas ou as que façam transpirar;
• Aos cuidados a ter com o aquecimento do lar, nomeadamente, a importância de uma adequada ventilação quando se utiliza lareiras ou braseiras ou, no caso do uso de lareiras, a utilização de um resguardo próprio para evitar que qualquer faúlha salte para o exterior;
• Aos cuidados com a utilização dos equipamentos para o aquecimento do lar, mantendo-os afastados de tecidos, cortinados ou mobílias e evitando a sua utilização para a secagem de roupa.
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ATUALIZAÇÃO: Todas as escolas do concelho de Resende serão encerradas a partir das 14 horas.

Várias escolas dos concelhos de Castro Daire, Cinfães e Resende, situadas na Serra do Montemuro, no norte do distrito de Viseu, estão hoje encerradas devido à queda de neve, disseram à agência Lusa fontes das autarquias.

O presidente da Câmara de Castro Daire, Fernando Carneiro, explicou que hoje não há aulas nos jardins-de-infância e escolas básicas das localidades de Picão, Mezio e Carvalhas, que têm 70 crianças no total.

"Já é uma situação habitual. São sempre essas as escolas mais afetadas quando neva", referiu.

No concelho de Cinfães, foram prejudicadas por esta queda de neve as crianças de "quatro escolas situadas em plena serra", segundo fonte do serviço de educação da Câmara.

Os estabelecimentos de ensino afetados são os de Valinhas, Gralheira, Bustelo e Ferreiros, que têm 10, cinco, sete e 10 alunos do primeiro ciclo do ensino básico, respetivamente. Em Valinhas, há também um jardim-de-infância frequentado por 10 alunos que está encerrado.

A mesma fonte referiu ainda que, "como o autocarro não pode sair da Gralheira, houve cerca de dez alunos que não se deslocaram para a escola básica 2/3" da vila de Cinfães.

No concelho de Resende, a neve obrigou ao fecho da escola de Ovadas, frequentada por 14 alunos do primeiro ciclo do ensino básico.

Fonte do gabinete de imprensa da autarquia explicou que esta é uma das escolas que vai encerrar definitivamente no próximo ano letivo, passando os seus alunos para um novo centro escolar.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro, a neve levou ao corte de três estradas do norte do distrito de Viseu, uma das quais nacional e duas municipais.

A primeira a ficar cortada foi a Estrada Nacional 321 entre Castro Daire e Cinfães, seguindo-se a municipal 553 entre S. Cristóvão e Resende e a municipal 554 entre S. Cipriano e Bigorne.

Fonte: Agência Lusa
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A obra de requalificação do Jardim Francisco Sá Carneiro/Praça da Fonte Nova encontra-se em fase final de execução. A Requalificação, integrada na candidatura “Praça Central” ao programa ON2” do projeto de parcerias para a regeneração urbana, consistiu no reperfilamento da praça, que passou a estar ao nível dos estabelecimentos comerciais da Fonte Nova. Foi criado um passeio largo central que possibilitará o desenvolvimento de atividades de lazer e a criação de condições para a instalação de esplanadas. A obra contemplou ainda uma deslocação do arruamento de acesso ao bairro Sá Carneiro/parque de estacionamento, que foi melhorado com um perfil transversal de 4,5 metros e alargamento dos passeios para 2,25 metros.

A praça tem no topo um muro em betão que será revestido com a heráldica de cada uma das freguesias do concelho e um pequeno anfiteatro preparado para intervenções culturais. Contemplou também a construção de um espelho de água, repuxos de água e um parque infantil. O ajardinamento de todo este espaço será uma das suas últimas componentes a executar, prevendo-se a plantação de 13 árvores de diversas espécies (Acer, Magnólias, Tílias, Acácias, Japoneiras e Castanheiros da Índia). De referir que anteriormente existiam neste espaço 7 árvores e alguns arbustos.

Esta obra representa um investimento de 748 mil euros, comparticipado a 85 por cento por fundos comunitários. Ao Município de Baião cabe suportar os restantes 15 por cento do valor da obra, o que representa cerca de 112 mil euros.

Neste caso concreto, o tipo de candidatura designa-se por "Parcerias para a Regeneração Urbana". Esta é uma das poucas áreas às quais os municípios se podem candidatar individualmente segundo as atuais regras dos fundos comunitários, juntamente com as obras de reordenamento da rede educativa ou a eficiência energética.

Pretende-se, em suma, melhorar a atratividade da vila de Baião, tanto para os seus habitantes, como para os visitantes.